Eu tinha acabado de sair do chuveiro quente, o corpo ainda úmido e quente do vapor, com a toalha cinza enrolada frouxamente na cintura, cobrindo meu pau grosso e minhas bolas pesadas cheias de porra. O calor tinha me deixado com o pau meio inchado, latejando levemente contra a toalha. Eu estava procurando aquele par específico de calças de moletom cinzas que todo mundo tem em casa, o conforto perfeito para ficar pelado no domingo preguiçoso. Não achei no meu armário, então gritei para a mãe no outro cômodo. - Mãe, cadê minhas calças de moletom cinzas? Aquele par velho que eu uso pra ficar com a pica balançando em casa? A mãe respondeu sem nem olhar: - Vai ver no armário da sua irmã, ela tem o mesmo par idêntico. Pede pra ela te dar, vai. Eu suspirei, o pau balançando debaixo da toalha, e fui até o quarto da minha irmã Ana, de 22 anos, eu com 24. Bati na porta. - Ana, posso entrar? Preciso das minhas calças cinzas, a mãe disse que pode estar no seu guarda-roupa. - Entra, irmão, tô aqui mexendo no celular. Eu entrei no quarto dela, cheirando a perfume doce de garota misturado com o leve cheiro de buceta do dia todo. Ana estava de shortinho jeans curto que marcava a bunda redonda e empinada e um top justo que mostrava os seios médios com os mamilos marcando duro. Ela se levantou da cama e nós fomos até o grande guarda-roupa no canto do quarto. Enquanto ela abria as portas e procurava nas prateleiras de baixo, agachada, eu fiquei atrás dela, a toalha ainda na cintura. De repente, tropecei em um dos sapatos dela que estava jogado no chão, um chinelo rosa. Eu perdi o equilíbrio e caí para frente, direto em cima dela. O impacto foi forte, eu caí com o corpo inteiro em cima das costas dela, a toalha se soltou completamente e caiu no chão com um barulho seco. Meu pau, agora completamente duro por causa do susto e da proximidade da bunda dela, ficou pressionado diretamente contra a bunda dela, roçando no short jeans apertado, sentindo o calor da pele dela por baixo da roupa, o pau latejando e babando pré-gozo na calça dela. Ficamos assim por dois minutos inteiros, paralisados no chão do quarto. Meu pau grosso de 20 centímetros, com as veias saltadas e a cabeça roxa latejando, esfregando contra o meio das nádegas dela, quase entre elas. Eu podia sentir o calor dela subindo, o cheiro do xampu dela no cabelo longo, o leve suor do calor do dia misturado com o cheiro doce da buceta dela que estava começando a molhar a calcinha. Meu pau pulsava forte, crescendo mais a cada segundo, pressionando mais fundo contra o short, quase abrindo caminho entre as bundas. Ela não se mexeu, só respirava pesado, o peito subindo e descendo rápido, e eu sentia os mamilos dela endurecendo contra o top. Os dois minutos foram eternos, o tesão explodindo no ar, meu pau babando mais pré-gozo, a buceta dela molhando a calcinha e o short. O momento esquisito virou puro tesão animal. - Irmão... sua toalha caiu... seu pau tá roçando na minha bunda... caralho, ele tá tão duro, tão quente, eu tô sentindo ele pulsar e babar na minha calça... - Ana... porra... eu não quis... mas sua bunda é tão gostosa, tão macia e redonda... meu pau tá doendo de tão duro, esfregando aqui entre suas nádegas... não consigo me mexer, tá tão bom... Ela virou o rosto devagar, nossos olhos se encontraram cheios de luxúria, e nós nos beijamos com uma fome desesperada, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo queixo, eu mordi o lábio inferior dela com força, ela gemeu no meu boca - hmmph caralho que beijo gostoso... Minhas mãos subiram para os seios dela por baixo do top, apertando os mamilos duros como pedrinhas, beliscando e torcendo eles, ela arqueou as costas, empinando a bunda mais contra meu pau latejando. - Beija mais, irmão, chupa minha língua, porra! Tô molhada só de sentir seu pau na minha bunda, meu grelinho tá inchado pra caralho! Eu tirei o top dela de uma vez, os seios saltando livres, rosados, os mamilos rosas inchados e duros. Eu chupei um, depois o outro, sugando forte como se fosse mamar, mordendo levemente, ela gemia alto e desesperada - ai ai ai, chupa meus peitinhos, irmão safado, morde os mamilos, porra! Ela se virou completamente, tirou o short e a calcinha de uma vez só, revelando a buceta lisa completamente depilada, os lábios carnudos inchados e brilhando de mel quente, o grelinho vermelho latejando, o cheiro doce e forte de buceta molhada enchendo o quarto inteiro. Eu me levantei, o pau balançando duro como pedra, 20cm de pica grossa veada, cabeça brilhando de pré-gozo pingando. Ela se ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau inteiro de uma vez, a garganta apertando como uma buceta, engasgando forte, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios dela. - Isso, irmãzinha puta, engole a pica do irmão até o fundo da garganta, sua vadia safada! Chupa bem, lambe as bolas pesadas cheias de porra! Ela chupava com vontade animal, a língua enrolando na cabeça roxa, descendo até engolir as bolas, olhos lacrimejando de engasgo mas ela adorava cada segundo, gemendo com o pau na boca - mmmph porra que pica gostosa e grossa, irmão, quero engolir sua porra toda! Depois de longos minutos de boquete molhado e barulhento com sons de engasgo e baba, eu a levantei, empurrei contra o guarda-roupa, ergui uma perna dela sobre meu ombro e enfiei o pau na buceta apertada dela de uma estocada só, rasgando a entrada quente e molhada. - AIII CARALHO PORRA! Tão grosso, irmão! Tá rasgando minha buceta apertada pra caralho! Fode forte, mete essa pica até bater no fundo do útero! A buceta dela era quente como fogo, molhada pra caralho, apertada como um punho virgem, sugando meu pau com força a cada estocada. Eu comecei a meter forte e rápido, o som de ploc ploc ploc molhado enchendo o quarto, a buceta dela fazendo barulho de molhada esguichando um pouco a cada vez que eu tirava e metia. - Toma essa pica grossa, sua irmã safada! Buceta quente e molhada pra caralho! Rebola nessa pica do irmão, porra! Ela rebolava o quadril com vontade, gemendo desesperada e alto - ah ah ah fode fode fode! Enfia fundo, bate no fundo da buceta, caralho! Tô gozando já, porra, esguichando na sua pica! Eu mudei de posição, coloquei ela de quatro na cama, o rabo empinado alto, e meti por trás com força, segurando os quadris dela com força, estocando como um animal selvagem, o pau batendo no útero dela a cada estocada, as bolas pesadas batendo na buceta molhada. - Mais forte, irmão! Fode essa buceta como se eu fosse sua puta particular! Enche de porra quente! Eu meti por longos 20 minutos assim, mudando para ela por cima, ela rebolando louca no meu pau, os seios balançando, o grelinho roçando no meu púbis, ela gozando duas vezes seguidas, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando meu pau como se quisesse ordenhar a porra. Então na posição de lado, eu metendo fundo, uma mão apertando o pescoço dela levemente, a outra dedando o cu apertado dela com dois dedos. - Tô quase gozando, Ana! Sua buceta tá apertando tanto meu pau, porra! - Goza dentro, irmão! Enche minha buceta de porra quente e grossa, enche até transbordar e escorrer pela bunda, caralho! Eu gozei com força animal, o pau latejando e pulsando dentro dela, jatos grossos e quentes de porra branca enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela coxa dela e pingando no lençol em uma poça branca. Eu gritei - Toma toda essa porra do irmão, sua irmã vadia! Buceta cheia de porra quente! Ela gozou junto comigo, esguichando na minha pica, gritando alto - ai ai ai tô gozando com a porra enchendo minha buceta, porra! Nós ficamos assim por alguns minutos, o pau ainda dentro dela pulsando, a buceta dela cheia e escorrendo porra grossa branca. Mas meu pau não amoleceu nem um pouco, ainda duro como pedra, latejando dentro da buceta ensopada de porra. Eu tirei devagar, a porra escorrendo da buceta aberta dela em fios grossos, formando uma poça no lençol. - Ana, agora eu quero foder seu cu apertado. Quero meter essa pica grossa no seu cu virgem, fazer você peidar e cagar enquanto eu tiro e meto forte, quero ver você rebolando e cagando no meu pau. Ela olhou para mim com olhos brilhando de tesão misturado com um pouco de medo, a buceta ainda pulsando. - Tá, irmão, mas vai devagar no começo, seu pau é muito grosso e meu cu é apertado pra caralho... vai doer pra porra no início... mas depois mete forte, eu quero sentir a dor virar prazer louco, quero gozar com o pau no cu, quero peidar e cagar toda vez que você tira o pau, enquanto eu rebolo, e você volta a meter forte pra caralho! Quero ser sua irmãzinha suja que caga e peida pro pau do irmão! Eu peguei a porra quente que escorria da buceta dela e passei bastante no cu dela, lubrificando bem o anel apertado e rosado. Enfiei um dedo devagar, depois dois, abrindo o cu dela devagar, ela gemendo misturado - ai ai ai, que estranho e gostoso ao mesmo tempo, irmão, deda meu cu, abre ele pra sua pica! O cu dela era apertado como um anel de borracha, quente e pulsando ao redor dos meus dedos, o cheiro leve de cu misturado com porra. Eu lubrifiquei meu pau com mais porra da buceta e posicionei a cabeça grossa roxa no cu dela, empurrando devagar com força constante. A cabeça entrou com dificuldade extrema, esticando o anel do cu dela, ela gritou alto e desesperada - AIIIIII CARALHO DÓI DEMAIS PORRA! Seu pau tá rasgando meu cu apertado, filho da puta, tá doendo pra caralho, tira tira por favor! Mas eu continuei empurrando centímetro por centímetro, o pau entrando no cu virgem dela, o anel apertando como uma luva ao redor do meu pau grosso. Quando o pau inteiro estava enterrado até as bolas encostando na buceta dela, ela estava chorando de dor, lágrimas rolando, mas o cu apertava meu pau gostoso pra caralho. - Calma, irmã, agora tá tudo dentro do seu cu, seu cu tá apertando minha pica tão gostoso... agora eu vou meter devagar pra você acostumar. Eu comecei a tirar e meter devagar, o pau saindo quase todo, o anel do cu dela segurando a cabeça roxa, então empurrando de volta fundo. Ela gemia misturando dor e prazer crescente - ai ai ai dói mas tá começando a ficar gostoso, mete mais, fode meu cu, irmão! Depois de alguns minutos, o prazer tomou conta total, ela começou a rebolar o rabo empinando para eu meter mais fundo e forte. - Agora tá bom pra caralho, irmão! Mete forte, fode esse cu como se fosse buceta molhada! Rasga meu cu com essa pica grossa, porra! Eu aumentei o ritmo para estocadas fortes e rápidas, o som de carne batendo em carne, o cu dela fazendo barulho molhado com a porra lubrificante, ela gemendo desesperada - ah ah ah porra fode fode fode o cu! Tô gozando com o pau no cu, caralho, sem nem tocar no grelinho! Então chegou a hora da cena exata que você pediu. Eu tirei o pau completamente do cu dela devagar, o anel aberto e piscando vermelho, com um pouco de porra escorrendo. Ela, com o cu vazio e aberto, começou a rebolar forte, twerkando a bunda redonda como uma dançarina de funk, as nádegas tremendo como gelatina, e peidou alto e longo "PRRRRRRRRRRTTTTTT", um peido molhado e barulhento, e um pouco de merda marrom clara saiu do cu, escorrendo pela bunda e pingando no lençol. - Ai porra, eu peidei e caguei um pouquinho, irmão! Olha o cu da sua irmã cagando pra você, rebolando e peidando! Mas volta a meter forte, mete de novo pra caralho! Eu ri safado, o pau brilhando com a merda e porra - Sua irmãzinha suja e vadia, peidando e cagando no pau do irmão enquanto rebola! Toma de volta essa pica no cu cagado e sujo! Eu enfiei de volta com força total, o pau escorregando no cu sujo, a merda lubrificando ainda mais, o cheiro forte de merda misturado com porra subindo no ar, mas isso só me deixou mais duro e louco de tesão. Eu meti forte por 1 minuto inteiro, estocando como um pistão descontrolado, ela gritando de prazer - ah ah ah eu tô gozando de novo só com o pau no meucu, porra! Então tirei de novo. Ela rebolou mais forte ainda, o rabo balançando louco, peidou "pfft pfft prrrt prrrrrt", mais merda saiu, um pedacinho maior escorrendo pela bunda, ela rebolando na própria merda, o cu aberto piscando. - Continua, irmão! Tira e mete forte, eu quero peidar e cagar toda vez que você tira o pau, enquanto eu rebolo gostoso pra você! Fode meu cu sujo e cagado! Eu voltei a meter forte, o pau entrando no cu agora mais sujo, batendo fundo no intestino dela, o cheiro ficando mais forte. Eu repeti isso muitas e muitas vezes, cerca de 20 vezes no total, cada vez variando: em algumas ela peidava mais alto e longo, em outras mais merda marrom saía escorrendo pela bunda e coxas, em outras ela rebolava mais baixo quase sentando na merda, em outras ela pedia para eu cheirar o peido antes de meter de novo, em outras ela lambia o pau sujo de merda e porra antes de eu enfiar de novo no cu, adicionando mais gemidos desesperados como "ahhhhhh porra caralho fode meu cu rasgado e cagado, irmão safado!", descrições detalhadas do cheiro forte de merda e porra misturados enchendo o quarto, da textura cremosa da merda no pau quando eu tirava, do calor úmido do cu apertando, do som molhado do peido ecoando, do jeito que ela rebolava fazendo a bunda tremer e a merda escorrer mais, do suor escorrendo entre os seios dela pingando no lençol sujo, do jeito que o grelinho dela pulsava e inchava enquanto ela gozava só com o pau no cu sem tocar na buceta, e como ela pedia para eu bater na bunda dela com força enquanto metia, deixando marcas vermelhas na pele branca, e como o pau saía com pedaços de merda grudados nas veias grossas, e eu limpava no cu dela antes de meter de novo com força, e o pau entrando mais fácil a cada vez mas ainda apertado, e ela chorando de prazer a cada gozada, lágrimas jorrando, o corpo se acabando em espasmos, e assim por diante, repetindo o ciclo com variações infinitas de diálogos chulos e descrições sensoriais para manter a intensidade máxima. O quarto agora cheirava forte a sexo sujo, porra quente, merda fresca, suor, buceta molhada, o lençol completamente sujo de tudo misturado. Finalmente, depois de tantas repetições, eu decidi gozar dentro do cu dela. Eu meti fundo no cu dela, segurando os quadris com força brutal, estocando rápido e fundo como um animal, o pau batendo no fundo do intestino. Ela começou a chorar alto, lágrimas jorrando pelo rosto, o corpo convulsionando inteiro de prazer e dor misturados - ai ai ai tô gozando, irmão, chora de tanto prazer e dor misturado, o pau no cu tá me fazendo gozar pra caralho sem parar! Aaaaah porra eu tô me acabando! Ela gozou forte e longo, o cu apertando meu pau como uma mão fechada, esguichando da buceta ainda cheia de porra anterior, o corpo se acabando em tremores desesperados. Eu gozei dentro do cu dela com força, jatos quentes e grossos de porra enchendo o intestino dela até transbordar, tanto que ela sentia o calor enchendo as entranhas. - Toma toda a porra no cu, sua irmã vadia suja! Enche o cu da sua irmã de porra grossa do irmão! Quando eu tirei o pau devagar, o cu dela aberto como uma flor vermelha, ela expeliu tudo em jatos: porra branca grossa misturada com merda marrom escorrendo forte, ela gritando e chorando de prazer intenso, gozando mais uma vez, o corpo tremendo, peidando mais enquanto expel ia tudo - aaaaah porra eu tô cagando sua porra, irmão! Olha como meu cu tá expelindo o semem do irmão misturado com merda, porra! Ela caiu na cama exausta, chorando de prazer, o cu piscando e expelindo mais porra e merda, rebolando levemente no lençol sujo, gemendo baixo. Eu deitei ao lado dela, o pau sujo de merda e porra, nós dois fedendo a sexo sujo e intenso, o quarto destruído. Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, eu disse: - Ainda não peguei minhas calças, Ana... mas posso fazer o mesmo truque de tropeçar e cair em cima de você de novo amanhã, se você quiser mais pica na buceta e no cu, com mais peido e merda... Ela sorriu cansada, com lágrimas ainda nos olhos e um sorriso safado: - Pode vir todo dia, irmão... minha buceta e meu cu são seus pra foder, peidar e cagar quanto quiser... Fim.
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