Abusada no consultório!

Era mais um dia de exame médico obrigatório do time de netball. Eu, loira de 25 anos, cabelo longo dourado caindo nas costas, pele bronzeada de tanto treino ao sol, peitos grandes e pesados de 40D que balançavam até quando eu corria, mamilos rosados bem sensíveis, cintura fina, bunda empinada e redonda, e uma buceta lisinha depilada que vivia molhada fácil. Sempre que ia ao médico, mesmo com dor de cabeça besta, mandavam tirar toda a roupa do cabeça aos pés. Acontecia com doutor homem, com doutora mulher, com enfermeiro, com enfermeira. Sempre as mesmas perguntas safadas: “Como está sua vida sexual? Tem parceiro? Usa proteção? Quantas vezes transa por semana?”. E no exame do time, o pior – ou o melhor – era o exame interno com dois dedos lubrificados. Eu sempre saía com os mamilos duros pra caralho e a calcinha encharcada. Será que era porque eu sou loira gostosa de peito grande? Ou todo mundo passava por isso? Depois daquele dia específico, eu soube que era por causa do meu corpo.
Entrei no consultório do Doutor Mendes, o médico do time, um cara de 45 anos, alto, barba por fazer, mãos grandes e grossas. Do lado dele estava a Enfermeira Carla, morena gostosa de 32 anos, corpo curvilíneo, seios médios mas com mamilos escuros que já apareciam pela blusa, bunda grande e uma cara de safada que não escondia nada. A maca estava no centro, luz forte, cheiro de álcool e lubrificante no ar.
- Boa tarde, loirinha. Como sempre no exame do time, precisamos de avaliação física completa. Tire toda a roupa. Sutiã, calcinha, tudo. Fique pelada do cabeça aos pés.
Eu já sabia o roteiro. Tirei a camiseta do time devagar, meus peitos grandes saltaram livres, pesados, os mamilos endurecendo na hora com o ar frio do ar-condicionado. Desci o short curto, fiquei só de calcinha fio-dental preta que já tinha uma mancha molhada bem no meio. Tinha chegado molhada só de pensar no exame.
- Tudo fora, inclusive a calcinha. Não tenha vergonha, já te examinei outras vezes - mandou o doutor, olhando direto para minha xoxota.
Eu tirei a calcinha devagar, deixando ela cair no chão. Minha buceta lisinha apareceu, lábios carnudos, grelinho pequeno já inchadinho e brilhando de molhadura. Eu abri as pernas um pouco sem nem pedir, acostumada.
O doutor se aproximou com o estetoscópio primeiro, mas logo largou e começou o exame manual. Tocou meu couro cabeludo, fez eu abrir a boca, enfiou dois dedos grossos dentro da minha boca pra “ver a garganta”.
- Diga ah. Boa. Agora desça.
As mãos dele desceram pro meu pescoço, ombros, depois direto pros peitos. Ele segurou os dois seios com as mãos grandes, apertando firme, massageando em círculos lentos e profundos. Os polegares roçaram e beliscaram meus mamilos, que estavam duríssimos, pontudos, latejando.
- Seus peitos são perfeitos. Grandes, firmes, naturais. Deixe eu palpar bem pra checar nódulos. - Ele apertava mais forte agora, fazendo os seios balançarem, beliscando os mamilos com força controlada. Eu senti o tesão subir rápido.
- Uhhh... doutor... - gemi baixo.
- Seus mamilos estão bem duros. Isso acontece sempre ou só quando eu toco? - perguntou ele, continuando a massagear, apertando os seios como se estivesse testando elasticidade, mas era claramente tesão.
- Acontece... bastante... principalmente em exames - respondi, a voz falhando enquanto ele beliscava mais forte um mamilo e puxava levemente.
Ele desceu as mãos pela minha barriga lisa, apertou os lados, depois desceu pras coxas internas, abrindo minhas pernas bem abertas na maca. Meu cu e minha buceta ficaram totalmente expostos.
- Agora a parte genital. Sua xoxota está bem depilada, lábios grossos e bonitos. Vou fazer o exame interno agora.
Ele pegou o tubo de lubrificante, espremeu bastante nos dedos indicador e médio, esfregou pra aquecer. Meu coração acelerou. Eu já sabia o que vinha.
- Relaxe a buceta. Dois dedos, como sempre no protocolo do time.
Ele encostou os dedos grossos e lubrificados na entrada da minha buceta quente e já escorrendo. Empurrou devagar mas firme. Os dois dedos entraram juntos, esticando minha xoxota apertada. Eu arqueei as costas na hora.
- Aaaahhh... porra...
Ele começou a mover os dedos pra dentro e fora, girando o pulso, explorando cada dobra interna. Os dedos eram grossos, ásperos, e ele sabia exatamente onde apertar. Curvou os dedos e acertou meu ponto G de primeira.
- Uhhh... ai caralho, aí doutor... - gemi mais alto, rebolando o quadril contra a mão dele.
- Sua buceta está muito molhada. Apertada pra porra. Está produzindo bastante lubrificação. Isso é normal pra você nesses exames? - perguntou ele, acelerando os dedos, fazendo barulho molhado “schlick schlick schlick” dentro de mim. O polegar dele roçou meu grelinho inchado, esfregando em círculos rápidos e firmes.
- Sim... acontece sempre... especialmente quando é interno... ahhh... - respondi, ofegante, os peitos subindo e descendo rápido.
Ele meteu os dedos mais fundo, mais rápido, quase me fodendo com a mão. Meu mel escorria pela coxa, pingando na maca.
- E sua vida sexual? Tem parceiro? Quantas vezes fode por semana? Usa camisinha ou pílula? Fala enquanto eu examino.
Ele não parava de dedar. Dois dedos grossos entrando e saindo sem parar, polegar maltratando meu grelho. Eu estava desesperada, gemendo alto.
- Tenho... um cara... ahhh porra... transo umas quatro, cinco vezes por semana... usamos camisinha... caralho, não para... - gemi, as pernas tremendo.
- Boa menina. Sua buceta aguenta bem. Agora vou checar com a boca também.
Ele tirou os dedos devagar, lambeu eles com gosto, depois se ajoelhou entre minhas pernas abertas. Abriu meus lábios com os polegares e lambeu minha buceta toda de uma vez, do cu até o grelho, devagar e molhado.
- Aaaaahhh! Porra! - gritei, segurando a cabeça dele.
Ele chupou meu grelinho com força, sugando, lambendo rápido, enfiando a língua dentro da minha xoxota molhada. Eu rebolava na cara dele sem vergonha, sentindo o bigode roçando nos lábios da buceta.
- Chupa meu grelho, doutor! Que delícia pra caralho! Não para! - gemi desesperada.
Ele chupava como se estivesse com fome, sugando o clitóris, lambendo os lábios inchados, enfiando dois dedos de novo enquanto chupava. Eu gozei forte, o corpo inteiro tremendo, esguichando um jatinho quente na boca dele.
- Gozei! Ai meu deus, gozei na sua boca! Porraaa!
Ele lambeu tudo, engoliu meu mel, depois se levantou com a boca brilhando.
- Excelente resposta orgásmica. Agora preciso examinar sua boca e garganta melhor.
Ele abriu o zíper da calça, tirou a pica grossa pra fora. Era uma rola enorme, uns 20cm, grossa pra caralho, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, as bolas pesadas. Minha boca encheu de água.
- Abra bem e chupa minha pica. Preciso ver se engole fundo sem problema.
Eu desci da maca, me ajoelhei no chão frio, peguei a rola grossa com as duas mãos. Mal cabia. Lambi a cabeça primeiro, saboreando o salgado, depois abri a boca bem e engoli o máximo que consegui. A pica desceu pela minha garganta, eu engasguei um pouco mas continuei.
- Hmmmm... que pica gostosa, doutor... - gemi com a boca cheia.
Eu chupei com vontade, indo fundo, babando pra caralho, engasgando, chupando as bolas também, lambendo o pau todo. Ele segurava meu cabelo loiro e metia na minha boca.
- Isso, sua boqueteira loira gostosa. Chupa bem fundo. Sua boca é quente pra porra.
Enquanto eu chupava, a Enfermeira Carla se despiu completamente. Seios médios com mamilos escuros duros, buceta com um triângulo de pelos bem cuidados, bunda grande. Ela se aproximou por trás de mim, segurou meus peitos por baixo e começou a apertar e beliscar meus mamilos enquanto eu chupava o doutor.
- Seus peitos são incríveis, loirinha. Tão grandes e pesados - sussurrou ela no meu ouvido, beliscando forte os mamilos.
Eu gemia com a boca cheia de pica. O doutor tirou a rola da minha boca com um “ploc” molhado.
- Agora vamos pro teste de penetração. De quatro na maca.
Eu subi na maca de quatro, bunda empinada, buceta e cu expostos. Ele ficou atrás de mim, esfregou a cabeça grossa da pica na minha entrada molhada, depois enfiou tudo de uma vez, fundo até bater no útero.
- Aaaaai caralho! Que pica grossa! Está rasgando minha buceta! - gritei.
Ele começou a meter com força, segurando meus quadris, estocando fundo e rápido. As bolas batiam contra meu cu, a pica entrava e saía com barulho molhado alto. Meus peitos grandes balançavam pra frente e pra trás violentamente.
- Sua buceta é perfeita, apertada e quente pra porra! Fode gostoso! - rosnou ele, metendo mais forte.
A enfermeira deitou debaixo de mim, chupando meus mamilos enquanto eu era fodida. Eu gemia sem parar.
- Fode mais forte, doutor! Enche minha buceta de porra! Ai ai ai porraaa!
Ele metia sem piedade, suando, gemendo. Eu gozei de novo, apertando a pica com as paredes da buceta, esguichando no pau dele. Ele não parou.
- Goza de novo, sua safada! Sua buceta aperta gostoso quando goza!
Ele tirou a pica, virou eu de costas, levantou minhas pernas por cima dos ombros dele e enfiou de novo, metendo fundo nessa posição. A enfermeira sentou no meu rosto, esfregando a buceta molhada na minha boca.
- Chupa minha xoxota enquanto ele te fode, loirinha!
Eu lambi e chupei o grelho dela com fome, enquanto o doutor metia minha buceta sem parar. Gozei mais duas vezes, o corpo tremendo inteiro, gemendo dentro da buceta da enfermeira.
- Porraaa! Gozei de novo! Não para!
O doutor acelerou, as estocadas ficando curtas e fortes.
- Vou gozar! Toma toda a porra quente na sua buceta!
Ele explodiu dentro de mim, jorrando jatos grossos e quentes de porra bem fundo. Eu senti tudo enchendo, transbordando. Gozei junto, apertando ele.
Ele tirou a pica devagar, a porra grossa escorrendo da minha buceta aberta. A enfermeira desceu e lambeu tudo, chupando a porra da minha xoxota e do pau dele.
- Agora o exame do cu - disse o doutor, já duro de novo.
Ele lubrificou bem meu cuzinho apertado, enfiou dois dedos primeiro, abrindo devagar.
- Relaxa o cu, loirinha. Vou foder seu cuzinho agora.
Eu gemi alto quando ele enfiou a pica grossa no meu cu. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte.
- Ai caralho, no cu! Que gostoso! Fode meu cuzinho! - gritei, rebolando.
Ele fodeu meu cu com força, segurando meus tornozelos abertos. A enfermeira dedava minha buceta cheia de porra e chupava meus peitos ao mesmo tempo. Eu estava louca de tesão, gemendo desesperada.
- Fode meu cu mais forte! Goza no meu cuzinho! Enche de porra! Ai ai ai porraaa!
Ele meteu sem parar, gemendo alto.
- Cuzinho apertado pra caralho! Vou gozar de novo!
Ele gozou forte dentro do meu cu, enchendo com mais porra quente. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, quase desmaiando de tanto prazer.
Nós três suados, cheios de porra, cheiro de sexo no ar. O doutor tirou a pica do meu cu, a porra escorrendo.
Ele olhou pra mim, ofegante, e falou:
- Isso acontece porque você é uma loira gostosa pra caralho, com esses peitos grandes e essa buceta deliciosa. Seu corpo desperta tesão em qualquer médico ou enfermeira. Não é só com você, mas com você é muito mais intenso porque você é muito atraente, responsiva e fica molhada fácil. Por isso os exames são sempre tão completos e acabam assim. Você sai com mamilos duros e calcinha molhada porque seu corpo pede por isso.
Eu saí do consultório cambaleando, pernas bambas, calcinha encharcada de porra que escorria pela coxa, mamilos doloridos e duros de tanto beliscar e chupar, buceta e cu latejando e abertos, cheios de porra. Mas com um sorriso safado no rosto. Desde aquele dia, os exames médicos viraram meus momentos favoritos. Sempre tirava a roupa inteira, sempre respondia as perguntas safadas, sempre levava os dois dedos lubrificados na buceta... e sempre acabava gozando várias vezes, com pica na boca, na buceta e no cu, gemendo como uma puta desesperada.
E eu adorei cada segundo. Porque eu sou loira gostosa de peito grande, e meu corpo foi feito pra ser examinado assim... bem fundo, bem safado, bem molhado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Abusada no consultório!

Codigo do conto:
262153

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/05/2026

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