Aprendendo a gozar gostoso com uma amiga safada!

Era uma noite abafada de verão na minha casa em Alagoinhas, o ar quente entrando pela janela aberta misturado com o cheiro doce e alcoólico de três garrafas de vinho tinto já vazias. Eu e minha melhor amiga Sofia, as duas com 19 anos, estávamos deitadas de pernas cruzadas na minha cama king size, só de camiseta larga e calcinha. O vinho tinha nos deixado com as bochechas queimando, os olhos brilhando e a língua solta pra caralho. Ríamos de qualquer merda, mas a conversa começou a ficar mais quente quando Sofia reclamou, puxando a barra da camiseta pra cima.
- Caralho, essa foliculite na virilha tá me matando hoje, olha só como tá inchado e vermelho aqui, porra. Tá ardendo pra caralho. -
Ela desceu a calcinha devagar, sentando de pernas bem abertas, e me mostrou tudo. A buceta dela era carnuda, os lábios grandes e rosados inchados, o grelinho grosso protuberante saindo pra fora como se implorasse pra ser chupado, brilhando de suor e um pouco de excitação. Ao redor, os pelinhos curtos e os pontinhos vermelhos da foliculite. O cheiro dela subiu forte, aquele cheiro almiscarado de buceta molhada misturado com vinho.
- Você depila com cera, né? A sua deve ser lisinha pra porra. Mostra pra mim, amiga. Quero ver essa xoxota depilada. -
Eu, já bem bêbada e sem vergonha nenhuma com ela, tirei a calcinha também e abri as pernas do mesmo jeito. Minha buceta era lisinha, sem um pelo, os lábios fininhos e rosadinhos, o grelinho pequeno mas já inchado e latejando só de ver a dela. Sofia lambeu os lábios.
- Nossa senhora, que buceta lisa pra caralho! Olha esse grelo pequeno e rosado... a minha é mais pra fora, olha. Toca aqui, vê se é sensível mesmo. -
Eu estendi dois dedos e passei bem de leve por cima do grelinho dela, sentindo a pele quente, molhada e pulsando. Sofia soltou um gemidinho baixo.
- Ahhh... porra, é sensível pra caralho quando tocam direto assim. Meu grelho fica louco. E você, como costuma gozar? Eu gosto de me enfiar algo bem fundo, angulado pra bater no ponto certo lá dentro. -
- Eu geralmente só esfrego meu clitóris com os dedos... mas confesso que nunca gozei de verdade, amiga. Nunca explodi de verdade. -
Sofia abriu um sorriso safado, os olhos brilhando de desafio e tesão.
- Nunca? Porra, isso virou missão minha essa noite! Eu vou te fazer gozar até gritar, sua safada. Vamos começar comigo te mostrando como eu faço. Depois eu te ajudo. Vem cá, olha. -
Ela pegou a escova de cabelo que estava na mesinha, a de cabo longo, grosso e arredondado. Lambeu o cabo inteiro, babando bastante, deixando ele brilhando de saliva. Depois passou na própria buceta, molhando ainda mais.
- Olha como eu faço, amiga. Eu posiciono angulada pra cima, pra bater bem no meu ponto G. Enfio devagar no começo... ahhh caralho... -
Ela se recostou nos travesseiros, abriu as pernas o máximo, posicionou o cabo na entrada molhada da buceta e empurrou devagar. O cabo grosso desapareceu centímetro por centímetro dentro dela, os lábios carnudos se abrindo e engolindo tudo com um som molhado "schlup... schlup...". Sofia gemeu alto, os olhos revirando.
- Porra... tá entrando tudo... olha minha buceta engolindo essa escova grossa... ahhh fode... -
Ela começou a meter devagar, puxando quase todo pra fora até a ponta ficar só na entrada, depois enfiando de uma vez até o fundo, fazendo a buceta dela chiar de tão molhada. Com a outra mão ela esfregava o grelinho protuberante em círculos rápidos e fortes, o dedo escorregando no grelo inchado.
- Isso... vai e vem... assim... caralho, tá batendo certinho... minha buceta tá apertando tanto... olha o suco escorrendo pela minha bunda... ahhh porra! -
O som era obsceno: o "ploc ploc ploc" molhado da escova indo e voltando, os gemidos dela ficando mais altos e desesperados. Seus seios médios e firmes subiam e desciam, os mamilos duros como pedrinhas. O cheiro de buceta molhada e vinho enchia o quarto. Ela acelerou, metendo mais rápido, o corpo começando a tremer.
- Porra, amiga, olha como eu gozo... esfrega o grelho forte... ahhh tô quase... caralho, não para... ahhhhh porraaa! -
Sofia gozou rápido e forte. O corpo inteiro arqueou, as pernas tremendo violentamente, a buceta apertando o cabo da escova como se quisesse engolir pra sempre. Um jatinho de gozo esguichou pra fora, molhando o lençol e a mão dela. Ela gritou alto:
- Ahhhhh caralhooo! Gozando pra porraaa! Ahhh fodeee! -
O orgasmo durou uns bons dez segundos, ela tremendo toda, gemendo baixinho depois, o corpo mole. Quando tirou a escova, ela estava brilhando de gozo e saliva. Sofia lambeu o cabo todo, olhando pra mim com cara de safada.
- Viu? Fácil assim quando se enfia certo. Agora sua vez, deita aí e relaxa, sua putinha. Eu te guio. Vou fazer você gozar até chorar de prazer. -
Eu me deitei de costas, coração batendo forte, a buceta já pingando só de ver ela gozar. Sofia tirou minha camiseta, deixando meus seios à mostra, e lambeu meus mamilos de leve antes de pegar a escova de novo. Babou bastante no cabo, depois passou na minha xoxota, esfregando devagar nos lábios e no grelinho.
- Abre bem as pernas, amiga. Vou angulhar pra você. Sente onde bate bom... aqui... -
Ela posicionou o cabo na minha entrada virgem de penetração grossa assim e empurrou devagar. Eu soltei um gemido longo.
- Ahhh... caralho, Sofia... tá grosso pra porra... -
- Relaxa, deixa entrar... agora esfrega seu grelinho, assim como eu fiz. Círculos fortes. Eu meto. -
Eu comecei a esfregar meu clitóris com dois dedos, enquanto ela empurrava o cabo centímetro por centímetro. Quando chegou no fundo, angulou pra cima e bateu direto no meu ponto G. Uma onda de prazer subiu tão forte que eu quase gozei na hora.
- Porra... tá batendo em algo... ahhh delícia... -
- Isso, amiga... continua esfregando forte... olha sua buceta lisinha engolindo a escova... que xoxota gostosa... -
Ela começou a meter. Devagar no começo: puxava quase todo pra fora, deixando só a ponta esticando minha entrada, depois enfiava de uma vez, fazendo meu suco espirrar um pouco pra fora. O som molhado era alto, obsceno. Eu gemia desesperada, os quadris subindo pra encontrar o cabo.
- Ahhh... ahhh porra... tá tão fundo... bate de novo... me fode com essa escova grossa... -
Sofia sorria safada, metendo mais rápido agora, variando o ângulo pra bater sempre no mesmo ponto sensível. Com a mão livre ela apertava meu seio, beliscava o mamilo.
- Isso, esfrega o grelinho, vai... sua buceta tá apertando tanto o cabo... olha o suco escorrendo pela sua bunda até o cu... goza pra mim, porra! Goza! -
Eu estava quase lá. O prazer subia rápido, meu corpo inteiro tremendo, os gemidos saindo altos e quebrados:
- Caralho... Sofia... tá tão bom... não para... ahhh tô quase... porra, me fode mais forte... ahhh! -
Ela diminuiu o ritmo de repente, quase parando, me deixando na beira do abismo. Eu gemi de frustração.
- Não... porra... continua... tô quase gozando... -
- Calma, safada... deixa eu te deixar louca primeiro. Sente o cabo batendo devagar... agora esfrega mais forte o grelho... -
Ela fez isso três vezes. Quase gozei, ela parou, eu implorei chorando de tesão, ela recomeçou. Meu corpo estava em chamas, a buceta latejando, o grelinho inchado e sensível pra caralho. O quarto cheirava a sexo, vinho e suor. Meus gemidos estavam roucos, desesperados:
- Por favor... Sofia... me faz gozar... caralho, eu preciso... ahhh fode minha buceta... me enfia tudo... porraaa! -
Na quarta vez ela não parou. Metia forte, rápido, angulado perfeito, enquanto eu esfregava meu grelinho como louca. O prazer explodiu de dentro pra fora. Meu corpo inteiro convulsionou, as pernas tremendo violentamente, a buceta apertando o cabo com força, ondas de prazer me varrendo uma atrás da outra.
- Ahhhhh caralhooo! Gozandooo! Porra, tô gozando pra caralhooo! Ahhh Sofiaaa! -
Eu esguichei forte, molhando a mão dela e o lençol, o orgasmo durando quase vinte segundos, eu gritando, chorando, tremendo toda. Sofia continuou metendo devagar até eu parar de pulsar, depois tirou a escova e lambeu meu gozo todo dela, olhando nos meus olhos.
- Porra, que delícia ver você gozando assim... nunca tinha visto uma amiga gozar tão gostoso. -
Nós duas caímos rindo, suadas, molhadas, cheias de gozo. Nos abraçamos nuas, os corpos colados, as bucetas ainda latejando. Sofia passou os dedos na minha xoxota e lambeu de novo. Mas o tesão não tinha acabado. O vinho e o calor da noite estavam nos deixando ainda mais safadas.
- Porra, Sofia... eu quero sentir sua buceta na minha agora... esfregar uma na outra até gozar juntas. Tribadismo, amiga. Quero sentir seu grelho inchado esfregando no meu até a gente explodir junto. -
Sofia mordeu o lábio inferior, os olhos escurecendo de luxúria.
- Caralho, sim... vamos fazer isso. Quero sentir sua xoxota lisinha pressionada na minha carnuda. Vamos gozar forte pra porra. Vem cá. -
Ela me puxou pra cima, nos posicionamos no meio da cama. Sofia deitou de lado, eu me encaixei entre as pernas dela, entrelaçando as pernas como tesoura. Nossas bucetas se encontraram no meio. Eu sentia o calor dela, os lábios molhados e inchados da buceta dela tocando os meus. Nossos grelinhos se alinharam perfeitamente, inchados e latejando.
Começamos devagar. Sofia rebolou os quadris primeiro, esfregando sua buceta carnuda contra a minha lisinha. O contato molhado fez um som delicioso "schlick... schlick...". Nossos grelhos se roçaram, o dela grosso e protuberante esfregando direto no meu pequeno e sensível. O prazer subiu imediato.
- Ahhh... porra, que delícia... sua buceta tá quente pra caralho... sente meu grelho esfregando no seu... -
Eu respondi rebolando também, pressionando mais forte. Nossas xoxotas se abriram uma contra a outra, os lábios se misturando, o suco dela escorrendo na minha e o meu escorrendo na dela. O cheiro de buceta molhada ficou ainda mais forte, almiscarado e viciante. Nossos seios se tocavam, mamilos roçando.
- Isso, amiga... esfrega mais forte... quero sentir você gozar em cima de mim... ahhh caralho, seu grelho tá inchado pra porra... -
Aumentamos o ritmo. Começamos a rebolar mais rápido, as bucetas se esfregando com força, os grelhos se moendo um no outro. O som molhado ficou mais alto, obsceno: "schlick schlick schlick schlick". Nossos sucos se misturavam, escorrendo pelas nossas bundas, molhando o lençol inteiro. Sofia apertou minha bunda com as duas mãos, me puxando mais contra ela, enquanto eu segurava o quadril dela.
- Porra... tá tão bom... seu grelho tá esfregando no meu ponto certo... ahhh não para... me fode com sua buceta... -
Nossos gemidos ficaram sincronizados e desesperados. Eu gemia alto, ela respondia gemendo mais alto ainda:
- Ahhh... ahhh porra... sua xoxota tá me matando... sinto seu grelo latejando no meu... caralho, tô quase gozando... -
Paramos por um segundo pra prolongar, só pressionando forte, os grelhos pulsando um contra o outro. Depois recomeçamos mais violento. Rebolávamos como loucas, as pernas trancadas, as bucetas se esmagando, os grelhos inchados se esfregando sem parar. Meus seios balançavam, os dela também. Suor escorria entre nós. Eu sentia a pressão crescendo rápido demais.
- Sofia... caralho... tô gozando... não aguento... ahhh porraaa! -
- Goza comigo, amiga... goza forte... ahhhhh caralhooo! -
Explodimos juntas. O orgasmo veio como uma onda gigante, mais forte que os anteriores. Nossos corpos tremeram violentamente ao mesmo tempo, as bucetas pulsando uma contra a outra, os grelhos se esfregando no auge do prazer. Nós duas esguichamos forte, nossos gozos se misturando e jorrando entre as pernas entrelaçadas, molhando tudo. Gritamos alto, vozes roucas de tanto gemer:
- Ahhhhhh porraaa! Gozando juntooo! Caralho, tô gozando pra caralhooo! Ahhh Sofiaaa! -
- Ahhhhh caralhooo! Sua buceta me fez gozar pra porraaa! Ahhh fodeee! -
O clímax durou quase trinta segundos. Nós tremíamos uma na outra, as bucetas se contraindo, os grelhos pulsando, o prazer varrendo nossos corpos inteiros. Eu chorei de tanto prazer, ela mordeu meu ombro gemendo. Quando finalmente paramos, ficamos coladas, ofegantes, as bucetas ainda latejando uma contra a outra, o suco escorrendo quente pelas nossas coxas.
- Porra... que gozada insana... - Sofia sussurrou, beijando minha boca com gosto de vinho, gozo e suor.
- Nunca gozei tão forte na vida... tribadismo com você é viciante pra caralho... -
Nós rimos baixinho, ainda entrelaçadas, as bucetas molhadas se tocando de leve enquanto nos recuperávamos. O quarto cheirava a sexo puro, vinho e suor. Essa noite tinha sido a maior de todas: comparamos xoxotas, tocamos grelinhos, metemos escova, gozamos separadas e depois gozamos juntas no tribadismo mais quente que já existiu.
Desde então a gente se diverte bastante, mas aquela noite do vinho, da escova e do tribadismo... essa foi e sempre será a insana, a mais forte, a que a gente nunca esquece. Nossa amizade virou algo muito mais molhado, safado e gostoso. E toda vez que a gente se encontra, a gente lembra e repete.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


261447 - Me vingando do meu namorado babaca: vizinho gostoso me passou a rola! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
261439 - Dupla penetração inesquecível! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
261349 - Carente como eu tava, meu sobrinho aproveitou e me passou a vara! - Categoria: Incesto - Votos: 2
261347 - Minha irmã me tortura demais! - Categoria: Incesto - Votos: 0
261241 - Meu filho ama me ver pelada! - Categoria: Incesto - Votos: 5
261215 - Dividindo a cama de hotel com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
261207 - Traindo na hidromassagem! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
261124 - Putaria no drive-thru! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261076 - Creio que minha irmã viu nossa mãe me fazendo um boquete! - Categoria: Incesto - Votos: 5
261063 - Provocando o cara da manutenção, até ele não aguentar e me passar a rola! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261044 - Natureza selvagem! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
261013 - Sou um Uber de sorte! - Categoria: Fantasias - Votos: 1
261012 - Dedando a buceta da minha meia-irma! - Categoria: Incesto - Votos: 1
261010 - Eu e minha irmã depois do treino de vôlei! - Categoria: Incesto - Votos: 0
261009 - Quase me estressei com minha irmã, até que... - Categoria: Incesto - Votos: 0
261006 - Em momentos difíceis, cuidei bem do meu paizinho! - Categoria: Incesto - Votos: 1
261004 - Deixei o marido de minha amiga me dedar, daí pra frente foi só pra trás! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
260999 - Vi vídeos do meu marido me traindo, não aguentei e minha reação foi inesperada! - Categoria: Cuckold - Votos: 11
260995 - Sem conseguir me aguentar, me acabei na siririca enquanto dirigia! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
260976 - Sendo arrombada pelo namorado da minha amiga! - Categoria: Cuckold - Votos: 3
260963 - Na Suiça com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
260932 - Trabalhando em um hotel, não aguentei ficar apenas escutando os hóspedes transarem! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
260853 - Putaria gostosa no consultório! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
260849 - Meu padrasto come minha buceta todos os dias! - Categoria: Incesto - Votos: 7
260846 - Meu pai me pegou dando a minha bundinha, e me comeu também - Categoria: Incesto - Votos: 6
260754 - Não botei fé em um boato e acabei sendo destruída! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
260494 - O segredo da minha amiga Beatriz! - Categoria: Lésbicas - Votos: 2
260380 - Dei uma bucetada no capricho em meu cunhado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
260321 - Crente do cu quente! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
260291 - Meu papai me mima demais na sua rola! - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Aprendendo a gozar gostoso com uma amiga safada!

Codigo do conto:
261463

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
07/05/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0