Trabalhando em um hotel, não aguentei ficar apenas escutando os hóspedes transarem!

A faxineira Clara chegava todo dia cedo no hotel de beira de estrada, uniforme apertado marcando as curvas generosas, bundão redondo e peitos firmes que balançavam enquanto empurrava o carrinho de limpeza. Ela tinha 28 anos, pele morena clara, cabelo preto preso em rabo de cavalo e uma bucetinha que vivia molhada desde que começou a ouvir os hóspedes trepando sem vergonha nos quartos ao lado.
Aquele dia não foi diferente. Clara terminava de arrumar o quarto 214 quando escutou do 215 os gemidos altos. - Ai porra... mete mais fundo, caralho! - a voz da mulher era desesperada, quase chorando de prazer. O barulho de pele batendo em pele ecoava pela parede fina. - Toma essa pica grossa na buceta, sua vadia gulosa! - o homem rosnava, a cama rangendo forte.
Clara parou com o pano na mão, as pernas tremendo. Sua calcinha já estava encharcada. Ela encostou a orelha na parede, apertando as coxas. Conseguia imaginar a cena: a mulher de quatro, bundão empinado, levando pica até o talo. O som molhado da buceta sendo arrombada deixava ela louca.
- Hummm... que delícia de pica... me fode mais, me rasga essa xota! - a hóspede gritava.
Clara desceu a mão pro meio das pernas, esfregando por cima do uniforme. O grelinho inchado pulsava. Ela estava há semanas sem dar, o namorado tinha viajado e agora isso... ouvir gente comendo gostoso todo dia estava acabando com ela. Decidiu que hoje não aguentaria só ouvir. Terminou o quarto rápido e foi pro 215. Bateu na porta.
- Serviço de quarto! Preciso arrumar pra próxima reserva... - disse ela, voz um pouco rouca de tesão.
Demorou um pouco, mas a porta abriu. O homem era alto, musculoso, uns 35 anos, peito peludo, só de cueca boxer que mal continha o volume ainda meio duro. Atrás dele, a mulher na cama, nua, pernas abertas, buceta vermelha e inchada pingando porra.
- Ainda estamos... estendendo a hora. Pode voltar daqui a pouco? - ele falou, mas os olhos dele desceram pro corpo de Clara, parando nos peitos.
Clara sentiu o cheiro de sexo no ar, suor, porra e buceta molhada. Aquilo mexeu com ela.
- Eu... posso esperar no corredor, mas se quiserem... eu posso limpar enquanto vocês... terminam. - ela arriscou, corando mas com a buceta latejando.
O homem sorriu malicioso.
- Entra então, morena. Pode começar pela cama... ou pela gente.
A mulher na cama riu safada.
- Deixa ela entrar, amor. Olha essa bundona... aposto que tá molhada só de ouvir a gente.
Clara entrou e fechou a porta. O coração batendo forte. O homem se aproximou, mão grande apertando a bunda dela por cima do uniforme. - Gostosa pra caralho. Quer participar?
- Quero... tô louca pra dar. - Clara confessou envergonhada, voz baixa.
Em segundos o uniforme dela voou. Os peitos grandes pularam livres, bicos marrons duros. O homem chupou um com fome, mordendo de leve enquanto a mão descia pro meio das coxas dela. Dedos grossos abriram os lábios da buceta melada.
- Olha essa xota encharcada... tá pingando, vadia. - ele riu, enfiando dois dedos fundo.
Clara gemeu alto. - Aaaah... isso... mexe no meu grelinho... por favor...
A outra mulher se aproximou, beijando Clara na boca com língua, enquanto o homem tirava a cueca. A pica dele era enorme, grossa como braço, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de porra e lubrificação da outra.
- Chupa essa rola, faxineira safada. - ele mandou.
Clara se ajoelhou rápido, boca aberta. A pica entrou esticando os lábios dela.
- Gluuuuurk... hmmmm... que pica gostosa... - ela babava, chupando com vontade, mão massageando as bolas pesadas.
A mulher se deitou na cama, abrindo as pernas. - Vem sentar na minha cara enquanto chupa ele.
Clara obedeceu. Posicionou a buceta molhada na boca da hóspede, rebolando devagar enquanto engolia mais pica. A língua da mulher era habilidosa, lambendo o grelinho inchado, chupando os lábios carnudos.
- Aaaahhh... que delícia... lambe minha bucetinha... issooo...
O homem segurava a cabeça de Clara, fodendo a boca dela com força.
- Toma no fundo da garganta, puta. Engole tudo.
Os gemidos enchiam o quarto. Clara tremia, gozando pela primeira vez na boca da mulher, squirt fraco molhando o rosto dela.
Eles a jogaram na cama. O homem abriu as pernas dela bem abertas, olhando a buceta rosada piscando.
- Agora vou te arrombar essa xota apertada. - ele disse, esfregando a cabeça grossa na entrada.
Empurrou devagar no começo, mas depois meteu tudo. Clara gritou.
- Aaaaaaiiii caralhooo... tá me rasgando... que pica enorme... me fode!
Ele começou a bombear forte, bolas batendo na bundinha dela. A cama rangia. A outra mulher sentava na cara de Clara, esfregando a buceta cheia de porra na boca dela.
- Come minha xota suja, faxineira. Prova a porra dele misturada com minha buceta.
Clara lambia tudo, desesperada.
- Hmmmm... delícia... me fode mais forte... quero essa pica me destruindo!
Os estocadas ficavam mais violentas. Clara gozava sem parar, corpo tremendo, unhas cravando nas costas dele.
- Tô gozandooo... aaaahhh porra... não para... me enche de leite!
Ele acelerou, suor pingando. - Vou encher essa buceta... tomaaa! - e gozou forte, jatos grossos de porra quente batendo no fundo da xota dela. Clara sentiu a barriga inchando um pouco, tanto sêmen.
- Aaaaiii... tá me enchendo toda... que porra quente... - ela gemia, outra onda de orgasmo.
Mas ele não tirou. Ainda duro dentro dela, virou Clara de quatro. A buceta escorrendo porra branca.
- Agora vou foder esse cuzinho gostoso. Tá preparado pra dor e prazer, vadia?
Clara estava louca de tesão. - Fode meu cu... mas vai devagar no começo... ele é apertadinho.
Ele cuspiu na rola, esfregou na entrada do cu rosado e empurrou. Clara gritou de dor.
- Aaaaaaiiii... tá doendo... caralho... devagar... minha bunda tá queimando!
A pica grossa forçava o anel apertado, entrando centímetro por centímetro. A dor era intensa, mas misturada com um prazer sujo que fazia ela rebolar. A outra mulher chupava os peitos de Clara, distraindo.
- Relaxa o cu, gostosa... deixa ele entrar. - a mulher sussurrava.
Ele meteu mais fundo. - Porra... que cu apertado... tá estrangulando minha pica... vou te arrombar todinha.
Clara choramingava, lágrimas nos olhos, mas empinava a bunda. - Ai... ai... dói mas é gostoso... mete mais... rasga meu cuzinho...
Ele começou a bombear, devagar no início, depois mais forte. O cu dela se acostumava, virando puro prazer. Clara se acabava de gozar, buceta piscando e soltando mais porra do homem.
- Tô gozando pelo cu... aaaahhh... que delícia... fode meu rabo... mais forte... me quebra!
Os gemidos dela eram desesperados.
- Haaaaaaa... tô morrendo de prazer... não para... enfia tudo nesse cu guloso!
Ele segurava os quadris dela, metendo como animal. A outra mulher se masturbava olhando.
- Se eu gozar dentro desse cu... você vai aguentar? - ele rosnou.
Clara gritava entre gemidos. - Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar todinha... mas goza... enche meu intestino de porra quente... por favor!
Ele acelerou, o cu dela fazendo barulhos molhados e sujos. - Toma então, vadia... vou encher esse rabo!
Com um rugido, ele gozou fundo no cu de Clara. Jatos grossos de sêmen quente invadindo as tripas dela. Clara explodiu em orgasmo violento, corpo convulsionando, gritando.
- Aaaaaaaaaiiiii... tô gozandooo... meu cu tá cheio... porraaa... tô me acabando!
Ele tirou a pica devagar. Clara rebolava desesperada, o cu piscando. Assim que a cabeça saiu, veio tudo: porra branca grossa misturada com fezes moles, escorrendo pelo cu arrombado, sujando as coxas dela, a cama. Ela não conseguia parar de rebolar e gemer.
- Olha... tô cagando... com sua porra saindo... aaaahhh que vergonha... mas que delícia... - Clara falava, rosto vermelho de prazer e tesão sujo, ainda gozando fraco enquanto o cu soltava mais.
O homem bateu na bunda dela. - Que puta safada... cagou tudo misturado com minha porra. Gostosa pra caralho.
A outra mulher riu e lambeu um pouco da bagunça na coxa de Clara.
Eles continuaram a tarde toda. Clara limpou o quarto depois, mas com a buceta e o cu latejando, cheia de porra, sabendo que amanhã voltaria louca por mais. O hotel nunca mais foi o mesmo pra ela. Todo dia ela torcia pra ouvir gemidos no quarto ao lado e entrar na brincadeira.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trabalhando em um hotel, não aguentei ficar apenas escutando os hóspedes transarem!

Codigo do conto:
260932

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/05/2026

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