Eu tinha acabado de completar 18 anos e o recesso de inverno na escola estava rolando solto. Meu pai tinha morrido uns anos antes então éramos só eu e minha mãe naquela casa grande e quieta. Eu andava curioso pra porra com o corpo dela, com o jeito que ela se mexia pela casa de shortinho curto e blusinha fina. Quando ficava sozinho vasculhava as gavetas dela. Primeiro foram os sutiãs grandes cheios de renda, depois as calcinhas com cheiro de buceta fresca misturado com perfume. Um dia encontrei aquela camisola longa transparente preta, daquelas que deixam tudo à mostra. O tecido era fininho como nada, quase não existia. Tirei toda a roupa ali no quarto dela, senti o pau já meio duro só de imaginar e vesti a camisola. O pano roçava na cabeça da pica, fazia meus mamilos ficarem duros. Andei pela sala sentindo o ar frio batendo nas bolas e na bunda, o pau latejando de tesão dentro do tecido transparente. Eu me olhava no espelho grande da sala, via a pica grossa marcando o pano, as bolas pesadas balançando. Estava me sentindo um puto safado e excitado pra caralho quando ouvi a chave na porta. Merda. Minha mãe chegou mais cedo do trabalho. Ela entrou, largou a bolsa no sofá e parou congelada olhando pra mim. Eu estava ali no meio da sala com a camisola dela, pau duro como pedra empinando o tecido, a cabeça roxa quase furando o pano. - Caralho filho o que é isso que você tá fazendo com a minha camisola? Ela falou baixinho mas o tom era de surpresa misturado com algo que eu não entendi na hora. Meu rosto queimou de vergonha. Eu não consegui nem responder. Saí correndo pro quarto dela, tirei a camisola correndo, joguei em cima da cama bagunçada e fui me trancar no meu quarto. Fiquei lá tremendo, pau ainda meio duro, coração batendo como tambor. Passou uma hora, talvez duas. Eu ouvia ela andando pela casa, arrumando coisas, depois o silêncio. De repente bateram na porta. Era ela. Abri devagar. Minha mãe estava cansada, cabelo solto, olheiras leves, mas o olhar era suave. Sentou na beira da minha cama e colocou a mão no meu joelho. - Filhão, tá tudo bem. Eu entendi. Você tá curioso, né? É normal nessa idade. Não precisa ter vergonha de mim. Eu sou sua mãe mas também sou mulher. Vamos conversar quando você quiser. Ela me deu um beijo na testa e saiu. Fiquei o resto da noite trancado, rolando na cama, pau duro de novo só de lembrar dela me vendo daquele jeito. A imagem da camisola transparente no corpo dela que eu já tinha visto em fotos antigas não saía da cabeça. Pouco antes de dormir, quase meia noite, ouvi a porta do meu quarto abrir devagar. Era ela de novo. E caramba, ela estava usando exatamente a mesma camisola transparente preta. O tecido colava nos seios enormes, mamilos escuros e grossos marcados como se pedissem pra serem chupados. A barriga macia, o arbusto cheio de pelos pretos da buceta aparecendo inteiro porque a camisola era aberta na frente até o umbigo. As coxas grossas, a bunda redonda balançando enquanto ela andava até minha cama. Eu não conseguia falar nada. Meu pau levantou na hora, duro como ferro, marcando o short. Ela sentou bem do meu lado na cama, o colchão afundou com o peso dela. Inclinou o corpo pra frente, os seios quase saindo do decote transparente. O cheiro dela era de banho recente misturado com um perfume doce e o leve cheiro de mulher madura. Ela sorriu devagar. - Eu quis que você me visse com ela, filho. Já que você ficou tão curioso usando a camisola. Olha pra mim. Olha esses peitos que você tanto queria ver. Ela pegou minhas mãos e colocou direto nos seios. Eram quentes, pesados, macios pra caralho. Os mamilos endureceram na palma da minha mão. Eu apertei devagar, sentindo o peso, o bico duro roçando na pele. Ela soltou um gemidinho baixo. - Aaaahhh... isso, aperta devagar. São seus agora. Minha boca secou. Ela se aproximou mais, o rosto dela colado no meu. Os lábios carnudos tocaram os meus. O beijo começou suave mas logo virou fome. A língua dela entrou na minha boca, quente, molhada, procurando a minha. Eu correspondi, chupando a língua dela enquanto apertava os peitos com força. Ela gemeu dentro da minha boca. - Mmmmmm... filho... que boca gostosa. As mãos dela desceram pro meu short, puxaram pra baixo. Meu pau saltou pra fora, grosso, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou pra pica e lambeu os lábios. - Porra, olha o tamanho da pica do meu filho. Tá dura pra mim, né? Toda inchada querendo foder a buceta da mamãe. Ela se ajoelhou na cama, a camisola subiu mostrando a bunda redonda e o cu rosado no meio da racha. Pegou meu pau com as duas mãos, apertou a base, lambeu a cabeça devagar, girando a língua no furinho. O gosto salgado do pré-gozo dela fez ela gemer. - Hummmm... que pica gostosa, cheirosa. Vou chupar tudo. Abriu a boca e engoliu metade da pica de uma vez. A garganta dela apertou, quente, molhada. Ela subia e descia a cabeça, babando tudo, as bolas batendo no queixo. Eu segurava o cabelo dela, empurrando devagar. - Aaaahhh mãe... que boca safada... chupa mais fundo. Ela tirou o pau da boca só pra falar, baba escorrendo no queixo. - Você gosta da mamãe chupando sua pica grossa? Então goza na minha boca se quiser, mas eu quero essa porra toda dentro da minha buceta primeiro. Ela tirou a camisola devagar, jogou pro lado. O corpo dela era perfeito pra mim: seios grandes caídos um pouco do peso, mamilos escuros, barriga macia, buceta peluda com os lábios grossos já molhados brilhando, o grelinho inchado saindo do capuz. Ela deitou de costas na minha cama, abriu as pernas bem abertas. - Vem, filho. Lambe a buceta da mamãe primeiro. Quero sentir sua língua no meu grelinho. Eu me ajoelhei entre as coxas grossas dela, o cheiro forte de buceta molhada invadiu meu nariz. Separei os lábios peludos com os dedos, vi a entrada rosada piscando, o mel escorrendo. Lambi devagar do cu até o grelinho. Ela arqueou as costas. - Aaaaiii porra... isso filho... lambe o grelinho da mamãe... chupa ele. Eu chupei o grelinho inchado, suguei com força, enfiei dois dedos na buceta apertada e quente. Ela rebolava a bunda na minha cara, molhando meu queixo inteiro. - Oooohhh filho... que língua boa... me come com a boca... aaaahhh vou gozar na sua cara. O corpo dela tremeu, a buceta apertou meus dedos, um jorro quente molhou minha boca. Ela gozou gritando baixo. - Aaaahhh caralho... gozei filho... agora me fode... enfia essa pica toda na buceta da mamãe. Eu subi, posicionei a cabeça da pica na entrada molhada e empurrei devagar. A buceta dela era quente, apertada pra caralho, os pelos roçando na minha base. Entrei até o fundo, bolas batendo no cu dela. Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Porraaa... que pica grossa... me enche toda... fode a buceta da sua mãe. Comecei a meter forte, o quarto cheio do som molhado de pica entrando e saindo da buceta encharcada. Pele batendo em pele, os seios dela balançando no ritmo. Eu chupava os mamilos enquanto metia, ela gemia desesperada. - Aaaahhh... assim filho... mete fundo... rasga essa buceta... ooohhh que delícia. Troquei de posição, coloquei ela de quatro. A bunda grande empinada, o cu piscando, a buceta aberta pingando. Segurei os quadris e meti com força, estocadas fundas que faziam as bolas baterem no grelinho dela. - Aaaaiii porra... me fode assim... sou sua putinha... fode a buceta da mamãe bem forte. Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada. O suor escorria nas costas dela, o quarto cheirava a sexo puro. Meti por uns minutos assim, depois deitei ela de lado, levantei uma perna e voltei a meter. A buceta dela apertava minha pica como se não quisesse soltar. - Hummmm... filho... você tá me matando de tesão... goza dentro... enche a buceta da mamãe de porra quente. Eu não aguentei mais. Senti as bolas apertarem, o pau inchar dentro dela. Meti fundo e gozei jorrando, espasmo atrás de espasmo, enchendo a buceta dela de porra grossa e quente. Ela gozou junto, apertando a pica com a buceta. - Aaaahhh porra... tá enchendo tudo... sinto sua porra quente dentro de mim... gozei de novo filho. Ficamos ofegantes uns minutos, pau ainda dentro, porra escorrendo pela coxa dela. Mas eu ainda estava duro. Ela sentiu e sorriu safada. - Ainda tá duro? Então agora fode o cu da mamãe. Eu quero sentir essa pica no meu cuzinho apertado. Ela se virou de quatro de novo, empinou a bunda, cuspiu na mão e passou no cu rosado. Eu posicionei a cabeça da pica, já melada da porra e da buceta dela, e empurrei devagar. O cu dela era apertado pra caralho, resistiu no começo. Ela gemeu de dor. - Aaaaiii dói filho... vai devagar... abre o cu da mamãe com essa pica grossa. Eu empurrei mais, a cabeça entrou com um pop, ela gritou. - Porraaa... tá doendo mas continua... enfia tudo... aaahhh queima. Centímetro por centímetro eu entrei, o cu dela apertando minha pica como um punho quente. Quando cheguei no fundo ela estava tremendo, suor escorrendo. - Aaaahhh... tá todo dentro... agora mete... fode meu cu filho. Comecei devagar, saindo e entrando, o cu dela relaxando aos poucos. A dor virou prazer. Ela começou a rebolar, empurrando pra trás. - Oooohhh... agora tá gostoso... mete mais forte... rasga o cu da mamãe. Eu aumentei o ritmo, estocadas fundas, bolas batendo na buceta molhada dela. Ela esfregava o grelinho com a mão, gemendo cada vez mais alto. - Aaaaiii porra... tô gozando com o pau do meu filhinho no meu cu... aaaahhh filho... vou gozar de novo. O corpo dela convulsionou, o cu apertou minha pica como se quisesse espremer. Ela gritou desesperada, gozando forte. - Aaaahhh caralho... gozei com seu pau no meu cu... não para... mete mais. Eu continuei metendo, o cu dela agora molhado de suor e um pouco da porra que escorria da buceta. Ela virou o rosto, olhos vidrados de tesão. - Se você gozar dentro do meu cu, filho, eu vou me cagar toda... tá me atiçando... mas continua... enche meu cu de porra. Eu não aguentei o aviso, o cu apertando, o calor. Meti fundo e gozei de novo, jatos grossos enchendo o intestino dela. Ela sentiu a porra quente e gritou. - Aaaahhh tá gozando no meu cu... porra quente enchendo tudo... aaaahhh. Fiquei lá dentro uns segundos, pulsando. Quando puxei o pau devagar, ela rebolou a bunda empinada, o cu aberto piscando. Assim que a cabeça saiu, um barulho molhado saiu junto. Ela começou a cagar mesmo, o cu se abrindo, um monte de merda mole misturada com minha porra grossa branca saindo devagar, escorrendo pela coxa, caindo na cama. Ela rebolava devagar, gemendo de prazer e vergonha misturados. - Porraaa... olha o que você fez... eu me caguei toda... sua porra misturada com minha merda saindo do cu... aaaahhh que safadeza... mas que delícia. O cheiro forte encheu o quarto, mas ela não parava de rebolar, empurrando mais, o cu soltando mais porra e merda misturadas, escorrendo pelas pernas grossas. Eu olhava hipnotizado, pau ainda duro pingando. - Viu filho? Eu avisei que ia me cagar... mas você gozou mesmo assim... agora limpa o cu da mamãe com a língua se quiser... ou me fode de novo suja desse jeito. A noite estava só começando de novo. Ela virou de frente, buceta ainda pingando minha primeira porra, cu aberto e sujo da segunda, e me puxou pra cima dela. Eu beijei a boca dela com gosto de tudo, e a gente continuou fodendo até o amanhecer, suados, melados, cheios de porra, buceta, cu e tudo que a gente podia imaginar. Foi assim que tudo começou com a minha mãe, e desde aquela noite a casa nunca mais foi a mesma. A gente fodia todo dia, em todo canto, ela gemendo meu nome e pedindo pra eu encher os buracos dela de porra quente. E toda vez que eu metia no cu, ela acabava se acabando de gozar e avisando que ia se cagar, e muitas vezes acontecia mesmo, a gente rindo safado depois, limpando tudo juntos. Era nosso segredo sujo, intenso e delicioso pra caralho.
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