A calcinha suja de minha filha!

Desde que as meninas voltaram pra casa depois da faculdade, a porra da minha vida virou um inferno gostoso de tesão reprimido. Elas cresceram pra valer, especialmente a mais velha, a Júlia, com 23 anos. Corpo de academia, pele morena lisinha, bundona empinada e peitos firmes que balançavam quando ela andava pela casa só de calcinha e sutiã. A mãe dela via e não falava nada, mas eu... eu tinha que me segurar pra não ficar com a pica latejando na calça toda vez que via aquelas calcinhas finas marcando a fenda da bucetinha dela.
Começou inocente, ou quase. Eu pegava as calcinhas sujas delas no cesto de roupa pra lavar. Primeiro só cheirava. Aquele cheiro de buceta jovem, misturado com suor do dia, me deixava doido. Depois comecei a enrolar o tecido molhado na minha pica grossa e bater uma punheta violenta, gozando litros dentro delas. Misturava com as da minha esposa também, pra disfarçar. Virou vício diário. Cheirava a calcinha da Júlia enquanto imaginava enfiando a cara naquela bucetinha depilada e chupando o grelinho até ela gritar.
A merda complicou de vez numa tarde quente. Júlia tinha acabado de tomar banho. Eu esperei ela sair do banheiro, entrei correndo e achei a calcinha preta de renda que ela tinha tirado no chão. Ainda tava quente, úmida do vapor do chuveiro e com aquele aroma forte de buceta fresca. Meu pau já tava duro como pedra. Baixei a calça, enrolei o tecido na cabeça inchada da pica e comecei a esfregar freneticamente, cheirando o fundo da calcinha onde a marca da fenda tava mais forte. - Caralho, filha da puta... que buceta cheirosa... - gemi baixinho, imaginando ela rebolando no meu colo.
Gozei forte, jatos grossos de porra branca enchendo o tecido, escorrendo pros lados. Deixei ali, meio escondido, o coração martelando. Minutos depois ouvi ela voltar pro banheiro. Silêncio. Depois a voz dela, baixa e surpresa:
- Que diabos é isso... porra... tá cheio de gozo...
Meu estômago gelou. Ela sabia. Eu saí de fininho pro quarto, pau ainda semi-duro, morrendo de medo e tesão ao mesmo tempo.
Uma semana depois, o jogo mudou. Eu tava no corredor quando ela saiu do banheiro só com uma toalha enrolada no corpo. Dei de cara com ela. Júlia pulou de susto, a toalha escorregou e caiu no chão. Peitos empinados, bicos marrons duros, bucetinha lisinha com um filetinho de pelos acima do grelinho, bundona redonda. Ela não se cobriu. Ficou ali, olhando nos meus olhos, um sorrisinho safado no canto da boca.
- Desculpa, pai... - disse baixinho, mas não pegou a toalha. Virou devagar, me dando visão completa da bunda, e caminhou pro quarto dela rebolando devagar.
Daquele dia em diante, ela provocava. Andava pela casa de calcinha fio-dental que mal cobria a buceta, sentava no sofá com as pernas abertas, me olhava enquanto eu tentava disfarçar o volume na calça. Eu continuava me masturbando com as calcinhas dela, agora sabendo que ela talvez soubesse. Uma noite, não aguentei mais.
Ela tava na cozinha pegando água, só de calcinha branca. Eu entrei por trás, encostei o pau duro na fenda da bunda dela por cima da roupa.
- Júlia... eu não aguento mais, filha... - murmurei rouco.
Ela virou devagar, encostou o corpo no meu, sentindo minha pica latejar contra a barriga dela.
- Eu sei o que você fez com minha calcinha, pai. Vi sua porra toda dentro... e fiquei com a buceta molhada imaginando essa pica grossa gozando pra mim. Você quer foder sua filha, né? Quer comer essa bucetinha que você cheirou tanto?
- Quero, caralho... quero te comer inteira.
Ela sorriu safada, pegou minha mão e levou pro quarto dela. Fechou a porta. Tirou a calcinha devagar, mostrando a buceta inchada, brilhando de tesão, grelinho protuberante. Eu tirei a roupa, pau grosso saltando, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
Júlia se deitou na cama, abriu as pernas bem largas.
- Vem, pai... chupa primeiro. Quero sentir essa língua no meu grelinho.
Eu me ajoelhei, enfiei o rosto naquela bucetinha quente. Cheiro forte, doce e almiscarado. Lambi devagar da entrada do cu até o grelinho, sentindo o gosto salgado dela. Ela arqueou as costas.
- Ai, caralho... assim, pai... chupa o grelinho da sua filha... que delícia...
Chupei com fome, enfiando a língua dentro da buceta apertada, sugando o clitóris inchado. Júlia gemia alto, mãos no meu cabelo, rebolando na minha cara. Os fluidos dela escorriam pro meu queixo.
- Porra... tá tão bom... vai me fazer gozar na sua boca, pai...
Enfiei dois dedos na buceta dela, curvando pra acertar o ponto G enquanto sugava o grelinho sem parar. Ela tremeu inteira, coxas apertando minha cabeça.
- Tô gozando... caralhooo... aaaahhh! - gritou, jorrando squirt quente na minha boca.
Levantei, posicionei a cabeça da pica na entrada melada da buceta dela e meti devagar, sentindo as paredes apertadas engolirem centímetro por centímetro.
- Que buceta apertada, filha da puta... tá me espremendo a pica toda...
- Mete tudo, pai... me fode gostoso... quero sentir essa pica grossa me arrombando...
Comecei a estocar forte, peles batendo, som molhado de buceta encharcada ecoando no quarto. Os peitos dela balançavam a cada metida. Eu pegava neles, apertava os bicos, enquanto metia mais fundo. Júlia gemia desesperada, unhas cravadas nas minhas costas.
- Mais forte, pai... me rasga essa buceta... ai, que delícia... sua pica tá batendo no fundo...
O suor escorria dos nossos corpos. O cheiro de sexo enchia o ar. Eu acelerava, sentindo as bolas batendo no cu dela. Ela rebolava por baixo, apertando a buceta em volta da minha pica.
- Tô quase... vou encher essa bucetinha de porra, filha...
- Goza dentro, pai... me enche toda... quero sentir sua porra quente jorrando no meu útero...
Com um urro animal, eu meti até o fundo e gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo a buceta dela até transbordar. Júlia gozou junto, corpo convulsionando, gemendo rouca.
- Aaaahhh... tá enchendo tudo... que porra quente... gozei de novo...
Fiquei dentro um tempo, sentindo a buceta pulsar em volta da pica. Quando saí, um rio de porra escorreu da bucetinha inchada pro lençol.
Mas eu ainda tava duro. Olhei pro cu dela, piscando, rosadinho.
- Agora quero esse cu, Júlia... vou te foder no cu também.
Ela arregalou os olhos, mas mordeu o lábio, tesão misturado com medo.
- Tá bom, pai... mas vai devagar no começo... meu cu é virgem...
Virei ela de quatro, bunda empinada. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho apertado. Pressionei devagar. O anel resistiu, mas forcei. Ela gemeu de dor.
- Aiiii, caralho... tá doendo... sua pica é muito grossa pro meu cu...
- Relaxa, filha... vai caber... - empurrei mais, sentindo o cu dela se abrindo aos poucos, quente e apertado pra caralho.
Meti metade. Júlia gritava, mas rebolava devagar.
- Tá ardendo... mas continua... quero sentir você todo dentro do meu cu...
Forcei o resto. Entrei até as bolas. O cu dela tava espremendo minha pica como um punho quente. Comecei a meter devagar, depois mais forte. A dor dela virou prazer. Ela gemia alto, desesperada.
- Aiiiii, porra... tá gostoso agora... mete no meu cu, pai... me arromba esse cu virgem...
Estocava fundo, vendo a pica entrar e sair daquele cuzinho que ficava cada vez mais folgado. O som era obsceno, molhado, com o cu dela soltando pumzinho de ar de vez em quando. Peguei nos cabelos dela, puxando enquanto metia.
- Que cu gostoso... tá me mamando a pica toda...
Júlia se acabava, mão no grelinho esfregando rápido.
- Tô gozando de novo... com esse pau gostoso no meu cu... aaaahhh... vai, pai... me fode mais fundo...
O orgasmo dela foi violento. O cu apertou tanto minha pica que quase me fez gozar. Ela gritava, corpo tremendo.
- Se você gozar dentro do meu cu, pai... eu vou me cagar... tô falando sério... vou soltar tudo...
Isso me deixou mais louco. Meti mais forte, sentindo o cu dela pulsar.
- Vou gozar sim, filha... vou encher esse cu de porra...
Com um rugido, explodi dentro. Jatos quentes enchendo o intestino dela. Júlia gritava de prazer e desespero.
- Tá gozando dentro... caralhooo... tô sentindo... vou me cagar... aaaahhh!
Quando puxei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando. Ela rebolava desesperada, gemendo. De repente, veio um barulho molhado. Merda misturada com minha porra grossa branca escorreu do cu arrombado, sujando as coxas dela, o lençol. Ela continuava rebolando, gozando ainda com o cu aberto, cagando mais, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto.
- Olha o que você fez, pai... me fez cagar com a porra no cu... que delícia suja...
Eu olhava hipnotizado, pau ainda babando, enquanto ela se acabava de prazer na bagunça.

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Comentários


foto perfil usuario paisafado

paisafado Comentou em 07/06/2026

Q tesão esse conto Aguardo continuação




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A calcinha suja de minha filha!

Codigo do conto:
263862

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/06/2026

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1

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