Trai minha namorada na pista de dança!

No coração pulsante daquela boate lotada no auge do verão, o ar era uma mistura explosiva de suor, perfume doce demais, álcool e tesão puro no ar. A música batia forte, grave, fazendo o chão vibrar nas solas dos meus pés enquanto eu dançava com minha namorada e o grupo inteiro de lésbicas. Eu ria, rebolava de leve, mas por dentro meu corpo inteiro gritava por algo que elas não podiam me dar: uma pica grossa, quente, latejando, me rasgando. Sou bissexual pra caralho, adoro chupar buceta, lamber grelinho inchado, dedar cuzinho apertado de mulher, mas porra… nada, NADA substitui o momento em que um pauzão duro me estica o cu até eu ver estrelas.
Foi quando eu vi ele. Um deus grego na pista. Alto pra porra, mais de um e oitenta, pele dourada de sol, músculos definidos brilhando com suor, peito largo, braços grossos, cabelo preto bagunçado caindo na testa. Os olhos dele eram escuros, famintos. E entre as pernas da calça jeans apertada marcava um volume absurdo, uma rola grossa que parecia querer rasgar o tecido. Meu cuzinho apertou só de olhar. Minha buceta molhou na hora, o fio dental já enfiado entre os lábios inchados.
Esperei o momento perfeito. Minha namorada e as meninas resolveram sair pra fumar. Assim que elas viraram as costas e foram pro lado de fora, eu fingi que ia no banheiro feminino… mas corri direto pra ele.
Comecei dançando ao lado, rebolando a bunda de forma provocante, empinando o rabo pra trás até quase encostar na pica dele. Ele sentiu. Virou. Me agarrou pela cintura com aquelas mãos grandes e quentes.
- Que bundinha gostosa pra caralho… vem cá, safada.
Eu não respondi com palavras. Só gemi baixinho e colei meu corpo no dele. A pica dele já estava dura, grossa, pressionando contra minha barriga. Eu rebolava devagar, sentindo ela pulsar, crescer ainda mais. Minhas mãos subiram pelo peito dele, arranhando de leve. Ele baixou a cabeça e me beijou ali mesmo, no meio da pista lotada. Foi um beijo bruto, molhado, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo queixo. Ele mordeu meu lábio inferior e eu gemi dentro da boca dele.
- Porra… você é fogo - ele rosnou contra meus lábios.
As mãos dele desceram e apertaram meu cu com força, abrindo as nádegas por cima da saia curta. Eu sentia o dedão dele pressionando o fio dental, sentindo o quão molhada eu já estava. Meu grelinho latejava. Eu queria que ele me comesse ali mesmo, mas o sofá era visível demais. E as meninas podiam voltar a qualquer segundo.
- Não aqui… as minhas amigas voltam. Vem comigo - eu sussurrei, ofegante, e o arrastei pelo braço.
Fomos pro canto escuro perto dos banheiros. O cheiro já era forte: mijo, desinfetante barato, suor. Ele olhou pro banheiro masculino, viu que tava vazio, e me empurrou pra dentro com urgência. A porta bateu atrás da gente. Ele trancou.
Eu não perdi tempo. Levantei a saia preta curta até a cintura, o tecido subindo e revelando minha bunda redonda e bronzeada. A calcinha fio dental rosa estava enfiada fundo na buceta, o tecido escuro de tanto tesão. Eu abaixei ela até os joelhos, sentindo o ar fresco bater na buceta molhada e no cuzinho.
Me virei, encostei as mãos na parede fria e suja do banheiro, empinando o rabo pra ele.
- Camisinha… coloca logo - eu pedi, voz rouca de tesão.
Ele abriu a calça. A pica saltou pra fora, grossa pra caralho, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, uns vinte e dois centímetros de pauzão duro. Ele tirou uma camisinha da carteira, rasgou com os dentes e enrolou devagar na rola, estalando o látex contra a pele quente.
Ele me fez levantar uma perna e apoiar no vaso sanitário. Meu cuzinho ficou totalmente exposto, aberto, vulnerável. Eu achei que ele ia meter na buceta… mas não. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e posicionou direto no meu cuzinho apertado.
- Vai direto no cu mesmo, seu safado? - eu gemi, surpresa e excitada pra porra.
- Cala a boca e aguenta, putinha. Hoje é cu.
Ele pressionou. A cabeça grossa forçou o anel do meu cuzinho. No começo doeu pra caralho, queimação forte, mas eu empurrei o rabo pra trás, querendo mais. Devagarinho a cabeça entrou, esticando meu cu até o limite. Eu mordi o lábio com força.
- Ai porra… que pau grosso… tá rasgando meu cuzinho… - gemi baixo, desesperada.
Ele segurou meu quadril com as duas mãos e empurrou mais. Centímetro por centímetro a pica foi entrando no meu cu quente e apertado. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando ele enfiou tudo até o fundo, as bolas dele bateram contra minha buceta molhada. Eu estava cheia pra caralho. Meu cu latejava em volta daquela rola grossa.
Comecei a me mexer sozinha, indo pra frente e pra trás, rebolando devagar no pau dele. O barulho molhado de cu sendo fodido ecoava no banheiro vazio. Ploc… ploc… ploc…
- Fode meu cu, caralho! Mete mais forte! - eu implorei, voz tremendo.
Ele não precisou de mais convite. Começou a meter com força, puxando meu quadril contra ele a cada estocada. A pica saía quase toda e voltava fundo, esticando meu cuzinho sem piedade. Eu gemia alto, sem conseguir controlar:
- Ahhh! Hnnng! Porra… que delícia… fode esse cuzinho apertado! Mais forte, vai! Me fode como se quisesse me rasgar!
Minha mão livre desceu entre as pernas. Dois dedos esfregaram meu grelinho inchado e molhado enquanto ele metia no meu cu. A sensação dupla era insana. Cu cheio de pau grosso, grelho sendo masturbado com desespero. Eu rebolava mais rápido, empinando o rabo, pedindo mais.
- Sua putinha safada… cu apertado pra porra… tá me apertando tanto que eu vou gozar rápido - ele rosnou, metendo cada vez mais forte. As bolas batiam na minha buceta com força. Ploc ploc ploc ploc.
Eu gemia sem parar, voz rouca e desesperada:
- Goza no meu cu! Goza fundo, caralho! Enche essa camisinha com porra quente! Ahhh! Hmmm! Mais! Mais fundo no meu cuzinho!
Ele acelerou. As estocadas viraram socos brutais. Meu cu fazia barulho molhado, obsceno. Eu sentia o pau dele latejar dentro de mim, inchando ainda mais. Minhas pernas tremiam. O medo de alguém entrar, de minha namorada voltar e me pegar sendo comida no cu por um macho… só deixava tudo mais molhado, mais intenso.
- Tô gozando… porra… tô gozando no seu cu apertado! - ele gritou, fincando o pau até o fundo.
Eu senti ele pulsar forte. Jatos quentes de porra enchendo a camisinha dentro do meu cu. Ele ficou parado, gemendo baixo, apertando meu quadril com força enquanto esvaziava as bolas. Eu continuei rebolando devagar, apertando o cu em volta da pica latejando, sentindo cada jato.
Ele saiu devagar. Meu cuzinho ficou aberto, latejando, vazio de repente. A camisinha cheia de porra grossa pendurada na cabeça da rola dele. Eu desci a perna, respirei fundo, peguei papel higiênico e limpei o melhor que pude. Subi a calcinha fio dental de volta (ela ficou ainda mais molhada), ajeitei a saia e olhei no espelho embaçado. Cabelo bagunçado, boca inchada de beijo, olhos brilhando de tesão não saciado.
Saí do banheiro como se nada tivesse acontecido. Voltei pra pista de dança, recomecei a dançar sozinha no meio da multidão. Meu cuzinho ainda latejava, aberto, sensível. Eu sentia o eco das estocadas a cada passo. Minutos depois minhas amigas voltaram do cigarro.
- Cadê você, gata? Sumiu do nada! - minha namorada perguntou, sorrindo.
Eu sorri de volta, coração ainda acelerado, cu ainda ardendo:
- Fila do banheiro tava enorme. Quase morri esperando.
Elas riram e voltamos a dançar. Ninguém nunca soube. Mas eu… eu nunca esqueci. Aquele pauzão me fodendo direto no cu no banheiro masculino, o risco, o cheiro, os gemidos desesperados, o jeito como ele me usou rapidinho e me deixou com o cuzinho latejando e a buceta pingando sem ter gozado. Foi sujo. Foi rápido. Foi perfeito.
E toda vez que eu lembro, meu grelinho incha e meu cuzinho aperta querendo repetir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trai minha namorada na pista de dança!

Codigo do conto:
262075

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
15/05/2026

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