Ana chegou em casa por volta das duas da manhã, ainda com o gosto de uísque na boca e o corpo quente da noite que tinha passado dançando e provocando desconhecidos no bar. A casa estava iluminada e o som de risadas altas vinha da sala. Seus dois filhos, Lucas e Pedro, tinham resolvido dar uma festa pequena com os amigos. Quando ela entrou, viu os cinco rapazes: Lucas, o mais velho, forte, barba por fazer; Pedro, mais magro e alto; e os amigos Marcos, Rafael e Bruno, todos na casa dos vinte e poucos anos, já bem bêbados, latas de cerveja espalhadas, cheiro de maconha leve no ar. - Oi, meninos... a festa ainda tá pegando fogo? Posso entrar ou vocês vão me mandar pra cama? - perguntou Ana com a voz rouca, já sentindo o álcool dela misturando com a energia do lugar. Eles viraram, surpresos mas sorrindo. Ana estava com um vestido justo preto, decote generoso, o tecido marcando os seios fartos e a cintura. Ela tinha 43 anos, corpo maduro, curvas que ainda faziam cabeça virar: peitos grandes e pesados, bunda redonda e empinada, coxas grossas. O cabelo solto, maquiagem um pouco borrada do suor da noite. Ela foi até a cozinha, pegou uma banana bem grande, grossa, curvada, madura. Voltou pra sala e sentou de frente pro grupo, cruzando as pernas devagar de forma que o vestido subiu pelas coxas. Os garotos pararam de falar. Ela descascou a banana bem devagar, olhando um por um nos olhos, especialmente Lucas. - Essa banana tá bem grossa... parece até uma pica boa - comentou ela, voz baixa e provocadora. Ana lambeu a ponta da fruta com a língua rosada, circulando devagar, babando um pouco. Depois enfiou na boca, chupando fundo, indo até quase engasgar, movendo a cabeça pra frente e pra trás como se estivesse mamando uma rola de verdade. Saliva escorreu pelo queixo, pingou no decote. Ela gemia baixinho - hmmm... delícia... - enquanto olhava pros rapazes. As calças deles começaram a esticar visivelmente. Ela tirou a banana da boca, lambuzada de saliva, e enfiou de novo, mais fundo, engasgando de propósito, olhos marejados, depois puxou devagar, deixando um fio de baba conectando os lábios à fruta. - O que foi, meninos? Nunca viram uma mulher chupando fruta? - provocou, rindo safada, e continuou a performance por quase dois minutos inteiros, chupando, lambendo as laterais, apertando a banana entre os seios por cima do vestido, gemendo mais alto - ai... que gostosa... grossa pra caralho... Os garotos estavam hipnotizados. Lucas ajustava a ereção na calça sem disfarçar. Pedro estava com a boca seca. Marcos cochichou - porra, a mãe do Lucas tá louca hoje... - Rafael só conseguia olhar fixo pra boca dela. Ana terminou a banana, lambeu os dedos um por um, bem devagar. - Bom, eu vou pro meu quarto. Vocês ficam o tempo que quiserem, tá? Lucas, vem aqui me ajudar com o zíper desse vestido? Não tô alcançando. Lucas se levantou rápido, quase tropeçando na própria excitação. Seguiu a mãe pelo corredor até a porta do quarto dela. Ana virou de costas, segurando o cabelo pra cima. - Puxa devagar, filho... bem devagar. Lucas pegou o zíper com os dedos trêmulos e começou a descer. O barulho do zíper ecoou. Ana fingiu estar distraída com o celular, olhando a tela, corpo relaxado. Quando o zíper chegou no final, o vestido escorregou dos ombros e caiu no chão num montinho preto. Ana ficou completamente exposta. Sem sutiã, os seios grandes e pesados livres, mamilos grossos e duros apontando. Abaixo, só uma calcinha fio-dental preta ridiculamente pequena, o tecido sumindo entre as bandas da bunda e mal cobrindo a buceta depilada. Ela demorou uns segundos pra "perceber". - Opa... desculpa, meninos... - disse ela virando o corpo de leve pro corredor, onde os outros podiam ver da sala. O sorriso era puro deboche e tesão. Ela se abaixou bem devagar pra pegar o vestido, rebolando a bunda de propósito. A calcinha entrou fundo na racha, expondo os lábios carnudos da buceta e o cuzinho rosado apertado. Um fio brilhante de excitação escorreu pela coxa. Os garotos na sala viram tudo: os peitos balançando, a buceta quase à mostra, o cu aparecendo quando ela se inclinou mais. Lucas, atrás dela, viu de perto o cheiro da buceta da própria mãe, quente, úmida. Ana pegou o vestido devagar, se levantou, cobriu os seios com um braço só de brincadeira e entrou no quarto, deixando a porta entreaberta. Na sala explodiu o silêncio quebrado por risadas nervosas e vozes baixas cheias de tesão. - Caralho, Lucas... você viu? A buceta da sua mãe apareceu todinha! - disse Marcos, voz rouca. - Eu vi o cuzinho também, porra! Apertadinho... e os peitos dela são gigantes - completou Rafael, ajustando a pica dura. - A mamãe é uma safada do caralho... ela fez de propósito, com certeza - falou Pedro, o irmão mais novo, já com a mão na própria ereção. - High five, porra! - Lucas voltou rindo, dando tapa na mão dos amigos. - Vocês viram como ela chupou aquela banana? Imaginando a boca dela na minha pica agora... porra, tô duro pra caralho. Eles continuaram comentando, descrevendo o corpo dela, o cheiro, como a calcinha era pequena, como a buceta parecia molhada. Lucas confessou que sentiu o cheiro quando ela se abaixou. Os garotos riam, excitados, picas latejando. Dentro do quarto, Ana estava com o coração batendo forte e a buceta pulsando. Ela tirou a calcinha, deitou na cama de pernas abertas e começou a se masturbar desesperada. Dois dedos na buceta encharcada, dedilhando o grelinho inchado, gemendo alto o suficiente pra ser ouvido. - Ai... hmmm... porra... - gemia ela, rebolando na própria mão. - Eles viram tudo... meu filho viu a buceta da mãe... ai que safada eu sou... Ela ouvia os comentários na sala e isso a deixava mais molhada. Dedos enfiados fundo, barulho molhado ecoando. Depois de alguns minutos, ela gemeu mais alto, chamando: - Lucas... filho... vem aqui um minutinho... Lucas não precisou de muito. Entrou no quarto e fechou a porta atrás de si, mas não trancou. Viu a mãe nua, pernas abertas, dedos brilhando de gozo na buceta. - Mãe... o que você tá fazendo? - perguntou, voz falhando, pica marcando forte na calça. Ana se levantou devagar, seios balançando, e foi até ele. Ajoelhou na frente do filho, abriu o botão e o zíper da calça dele com calma. - Eu vi como você olhou, Lucas. Vi como ficou duro. Você gostou de ver a mamãe pelada na frente dos seus amigos, né? Gostou de ver a buceta da mãe? Ela tirou a pica grossa, veada, cabeça roxa latejando, já pingando pré-gozo. Ana lambeu os lábios. - Que pica linda, filho... maior que a banana... Ela enfiou na boca sem aviso, chupando fundo, engolindo até o fundo da garganta, gemendo alto - hmmmmmm... - enquanto massageava as bolas pesadas do filho. Lucas gemeu desesperado, mão na cabeça da mãe. - Porra, mãe... sua boca... ai caralho... Ana chupava com vontade, babando tudo, engasgando de propósito, olhos subindo pro filho. Depois de um minuto, a porta se abriu. Pedro entrou primeiro, seguido por Marcos, Rafael e Bruno. Eles pararam, boquiabertos, vendo a própria mãe de joelhos chupando o irmão. Ana tirou a pica da boca, saliva escorrendo, e sorriu safada pros outros. - Entrem, meninos... fechem a porta. Hoje a mamãe vai cuidar de vocês todos. Eu provoquei... agora quero que usem a mãe de vocês como putinha. O quarto explodiu em gemidos e roupas sendo tiradas. Lucas foi o primeiro. Ana de quatro na cama, bunda empinada. Ele posicionou a pica grossa na entrada da buceta encharcada e meteu tudo de uma vez, fundo. - Aaaaahhh porraaa! - gritou Ana, corpo tremendo. - Ai filho... sua pica tá me rasgando gostoso... mete mais forte! Lucas começou a foder a mãe com força, estalos molhados enchendo o quarto, bolas batendo na buceta. Ana gemia sem parar - ai ai ai caralho... fode a mamãe... arromba essa buceta... nnnghhh! Enquanto isso, ela chamava os outros. Pedro foi o primeiro a enfiar a pica na boca dela. Ana mamava o irmão mais novo enquanto o mais velho fodia sua buceta. Depois foi a vez de Marcos. Ela revezava, chupando uma pica enquanto outra entrava nela, babando, engasgando, chorando de tesão. - Toma, mamãe safada... sua puta... - dizia Lucas metendo fundo. - Engole tudo, vadia... - pedia Pedro enquanto ela engolia a pica dele até o fundo. Ana gozou pela primeira vez assim, gritando abafada na pica de Pedro, buceta apertando a pica do Lucas, jorrando gozo quente nas coxas. Lucas não aguentou e gozou dentro, enchendo a buceta da mãe de porra quente. Ana sentiu o jorro, gemeu mais alto - ai meu Deus, filho gozando dentro da mamãe... porra quente... nnngh! Eles não pararam. Trocaram de posição. Ana montou em Pedro, rebolando gostoso na pica do filho mais novo, enquanto chupava Lucas de novo (a pica ainda semi-dura). Marcos e Rafael se alternavam na boca dela. Bruno, o mais calado, ficou atrás e começou a esfregar o dedo no cuzinho dela. - Pode meter no cu também, filho... - Ana olhou pra trás, olhos vidrados. - Arromba o cuzinho da mamãe... eu quero sentir vocês todos me usando. Bruno cuspiu na própria pica e começou a abrir o cu apertado dela devagar. Ana gritou de misto de dor e prazer - ai ai ai caralho... tá grosso... tá rasgando... mas não para... mete mais! Logo ela estava sendo fodida em dupla: Pedro na buceta, Bruno no cu. Os dois metendo no mesmo ritmo, esticando os dois buracos. Ana delirava - ai porra... dois filhos da puta me fodendo... um na buceta, outro no cu... eu sou uma mãe vadia... usa a mamãe... goza dentro... enche tudo! Lucas e os outros revezavam na boca dela. Ela mamava um, depois outro, depois engolia dois ao mesmo tempo, bochechas inchadas, baba escorrendo pelos seios. O quarto cheirava a sexo, suor, porra e buceta molhada. Eles gozaram várias vezes. Primeiro dentro da buceta, depois no cu. Ana sentiu jorros quentes enchendo os dois buracos, porra escorrendo pelas coxas, pingando na cama. Depois gozaram na boca dela, na cara, nos peitos. Ana engolia o que conseguia, lambia os restos, esfregava porra no corpo como creme. - Mais... eu quero mais, porra... - implorava ela, voz rouca de tanto gemer. - Me fode de novo... usa a mamãe como puta do grupo... arromba tudo... Eles foram de novo. Agora Ana de bruços, bunda pra cima. Lucas meteu no cu sem dó, enquanto ela chupava os outros dois ao mesmo tempo. Gemidos desesperados saíam abafados - mmmphh... nnnghhh... ai caralho... fode meu cuzão... mete fundo... eu sou sua puta... sua mãe safada... Pedro fodeu a buceta de novo enquanto o irmão fodia o cu. Dupla penetração de novo, dessa vez mais bruta. Ana gozou tantas vezes que perdeu a conta, corpo convulsionando, olhos revirando, gritando sem fôlego - tô gozando... ai porra tô gozando de novo... não para... me fode até eu desmaiar... Eles gozaram mais uma vez: um no cu, outro na buceta, outro na boca, os dois últimos gozando nos peitos e na cara dela. Ana ficou lambuzada, suja, cheirando a porra, buracos abertos e vermelhos, latejando, porra escorrendo de todos os lados. Eles caíram na cama exaustos, suados, ofegantes. Ana no meio, corpo marcado por mãos, chupões, porra seca. Ela sorriu, exausta e satisfeita, passando os dedos pela própria buceta inchada e lambendo o gozo dos filhos e amigos. - Foi bom provocar vocês... - sussurrou rouca. - Da próxima vez eu faço pior... ou melhor... depende de como vocês quiserem usar a mamãe. Os garotos riram baixinho, ainda atordoados. Lucas passou a mão na bunda da mãe. - Você é louca, mãe... mas a gente adorou pra caralho. Ana fechou os olhos, sentindo os corpos jovens ao redor, as picas ainda semi-duras roçando nela. A noite tinha acabado de começar de verdade. E ela já estava pensando em como ia provocar de novo na manhã seguinte... talvez de toalha só, ou de quatro na cozinha... ou chamando todos pro banho juntos. O silêncio foi preenchido só pelos suspiros e pelo cheiro denso de sexo. Ana sabia que dali pra frente, a casa nunca mais seria a mesma. E ela não queria que fosse.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.