Ela estava no carro, o volante úmido de suor nas mãos, a buceta latejando dentro da calcinha fina que já estava encharcada só de pensar no que ia acontecer. Aos 24 anos, Ana nunca se sentiu tão envergonhada e ao mesmo tempo tão viciada na vida. Relacionamento aberto com o namorado há dois anos, alguns casos bobos, mas nada comparado a esse cara do app. Ele era perfeito: corpo sarado, pau grosso e longo, energia de touro, carisma sexual que fazia ela perder a cabeça. E o pior? Ela não conseguia dizer não pra nada que ele queria. Absolutamente nada. — Porra, o que eu já deixei ele fazer comigo… — murmurou sozinha, apertando as coxas enquanto dirigia. O namorado nunca tinha fodido o cu dela, ela sempre disse não com medo de doer. Mas esse cara, na primeira vez que ela foi na casa dele, simplesmente virou ela de quatro na cama, cuspiu no cu apertado e enfiou o pau inteiro sem pedir licença. Ela gritou, chorou de dor, mas gozou como nunca na vida, apertando o pau dele com o cu virgem enquanto ele ria e falava — Toma no cu, sua putinha nova. Depois veio a varanda. Ele a arrastou pelada até lá, luzes todas acesas, rua movimentada embaixo, e mandou ela ajoelhar e chupar a pica dele bem na beirada, onde qualquer um que olhasse pra cima via a boca dela engolindo pau até o fundo da garganta. Carros buzinavam, gente parava na calçada apontando, ela sentia o rosto queimando de vergonha mas a buceta escorria tanto que pingava no chão da varanda. Ele gozou na boca dela enquanto um grupo de rapazes na rua aplaudia. Os tapas… ele a deixou parada no meio do quarto, mãos na cabeça, e deu tapa após tapa nos peitos e na bunda até ficarem vermelhos, inchados, ardendo. Ela choramingava, implorava, mas não saía do lugar. E o rasgar de roupas: na sala de estar, ele agarrou a blusa nova dela e rasgou com as duas mãos, botões voando, depois a saia, a calcinha, e a arrastou pelos cabelos pelo chão até a cama, joelhos ralando, ela gemendo de dor e tesão ao mesmo tempo. Só de lembrar ela já estava com o grelinho inchado, clitóris latejando, buceta babando. Hoje ela precisava dele de novo. Não aguentava mais. Chegou no prédio, subiu as escadas correndo, coração aos pulos. Bateu na porta. Ele abriu só de cueca, pau já marcando forte, sorriso predador. — Entra, minha putinha envergonhada. Sabia que você não ia resistir. — — Eu… eu não consigo dizer não pra você… — ela confessou, voz baixa, rosto corado. Ele a puxou pra dentro, fechou a porta com o pé e a beijou com violência, língua grossa invadindo a boca dela, mãos apertando a bunda com força, dedos quase entrando na calcinha molhada. — Tira essa roupa ou eu rasgo de novo, vadia. Ela começou a tirar devagar, mas ele impaciente agarrou a blusa fina e rasgou com um som alto de “riiiip”, o tecido se abrindo, seios grandes e pesados saltando livres, mamilos rosados já duros como pedra. — Porra, que tetas gostosas pra bater! — ele agarrou um seio com força, apertou até doer, beliscou o mamilo com as unhas. Depois rasgou a saia jeans com as duas mãos, o zíper voando, depois a calcinha de renda preta, deixando ela completamente nua no meio da sala de estar iluminada, janelas abertas, risco de vizinhos verem. Ele a olhou de cima a baixo, pau latejando dentro da cueca. — Agora fica parada no meio do quarto. Mãos na cabeça. Pernas bem abertas. Quero ver essa buceta pingando e essa bunda que eu vou destruir hoje. Ela obedeceu, tremendo, vergonha misturada com excitação pura. A buceta brilhava, fios de mel escorrendo pela coxa interna até o chão. Ele se aproximou devagar, levantou a mão direita e… PLAPT! O primeiro tapa acertou o peito esquerdo com força, o seio balançou violentamente para o lado, a pele ficou rosa instantânea. Ela soltou um gemido agudo — Ai caralho! — PLAPT! PLAPT! PLAPT! Ele continuou, alternando peitos, cada tapa mais forte que o anterior. Os seios dela foram ficando vermelhos, depois vermelhos escuros, inchados, ardendo como se estivessem pegando fogo. Os mamilos super sensíveis, ela sentia cada tapa ecoar direto no grelinho. As lágrimas começaram a subir, mas ela não saiu do lugar, só gemia mais alto. — Bate mais! Esses peitos são seus pra destruir, seu filho da puta! Eu sou sua vadia! — ela implorou, voz desesperada. Ele riu, passou para a bunda. PLAPT! Primeiro tapa na nádega direita, a carne tremeu como gelatina, marca da mão apareceu vermelho vivo. Ela rebolou instintivamente. PLAPT! PLAPT! PLAPT! Ele deu mais de vinte tapas em cada lado, alternando, aumentando a força até a bunda dela ficar vermelha brilhante, quente ao toque, dolorida pra caralho. Cada tapa fazia a carne tremer, o som ecoando pela sala, e ela rebolava, gemendo, a buceta pingando ainda mais, formando uma poça pequena no chão. — Olha como você fica vermelha pra mim, sua putinha envergonhada. Agora rasteja até a varanda de quatro. Quero que chupe minha pica com a rua inteira assistindo. Ela obedeceu, caindo de quatro, bunda vermelha balançando, cu apertado e buceta escorrendo visíveis para qualquer um que olhasse. Rastejou pela sala até a varanda de vidro, a porta já aberta, luzes acesas, rua lá embaixo com carros passando devagar e gente na calçada. Ele tirou a cueca, o pau saltou duro, grosso, longo, veias grossas pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, cheiro forte de macho suado. — Ajoelha na beirada e engole até o fundo, vadia pública. Ela ajoelhou, abriu a boca faminta, lambeu a cabeça primeiro, saboreando o salgado do pré-gozo, depois engoliu devagar, os lábios esticando ao redor da grossura, língua enrolando nas veias. Ele segurou os cabelos dela com as duas mãos e enfiou tudo de uma vez, pau batendo no fundo da garganta. — GLUCK! GLUCK! GLUCK! — os sons molhados ecoavam alto. Saliva jorrava pelo queixo dela, pingando na rua abaixo. Lágrimas escorriam, ela engasgava, mas não parava. Ele fodeu a boca dela com força, pelotas pesadas batendo no queixo, cabeça indo e voltando rápido. Um casal parou na calçada e apontou pra cima, um grupo de três rapazes parou o carro e ficou olhando boquiaberto, um deles já com a mão na própria pica por cima da calça. Ana sentiu a vergonha queimar o rosto inteiro, mas chupou com mais vontade, engolindo até o saco, língua lambendo as bolas pesadas, engasgando até quase vomitar, saliva escorrendo em fios grossos. Ele gemeu rouco — Isso, engole a pica da rua inteira vendo, sua puta! — Depois de quase dez minutos fodendo a garganta dela, ele tirou o pau babado, fios de saliva ligando a boca dela até a cabeça do pau. — Agora vamos foder essa buceta molhada. Ele a carregou no colo de volta pro quarto, jogou ela na cama king size, abriu as pernas dela com força e mergulhou a cara na buceta inchada. Lambeu o grelinho com força, chupou os lábios grossos, enfiou a língua fundo, depois dois dedos, depois três, curvando no ponto G enquanto chupava o clitóris com vontade. Ela gozou em menos de dois minutos, corpo arqueando violentamente, gritando — AI PORRA! EU TÔ GOZANDO NA SUA BOCA! — esguichando mel quente direto na cara dele, jatos fortes molhando o queixo, o peito, o lençol. Ele lambeu tudo, lambeu até a última gota, depois posicionou o pau grosso na entrada da buceta babando e meteu de uma vez, até o fundo, cabeça batendo no colo do útero. — AI CARALHO! TÁ ENCHENDO MINHA BUCETA TODA! — ela gritou, pernas tremendo. Ele fodeu forte, vai e vem rápido e profundo, pelotas molhadas batendo na bunda vermelha dela com som “fap fap fap” molhado. Ela rebolava pra cima, apertando o pau com as paredes da buceta, gemendo desesperada — Fode mais! Mete fundo nessa buceta safada! Enche de porra! — Ele mudou de posição: primeiro missionário com as pernas dela nos ombros dele, pau batendo no fundo a cada estocada, ela gozando de novo, esguichando no pau dele enquanto gritava. Depois doggy style, ele segurando o quadril com força, metendo como louco, tapas na bunda já vermelha, ela rebolando o rabo, buceta fazendo barulho molhado alto. Depois ela montou nele, rebolando o quadril em círculos, pau fundo, clitóris roçando no púbis dele, ela se masturbando no pau grosso, gozando mais uma vez, corpo tremendo, tetas balançando. Ele era incansável. Mudou pra tesoura, depois de lado, depois ela de bruços com ele por cima metendo fundo. Ela gozou incontáveis vezes, a buceta inchada, vermelha, babando porra e mel misturado, ela delirando de prazer, gemendo sem parar — Essa buceta é sua! Fode sua putinha! — Finalmente ele não aguentou mais. Segurou o quadril dela com força, meteu fundo e rosnou: — Toma porra, sua safada! Enche essa buceta de leitinho quente! O pau pulsou forte, jatos grossos de porra quente jorraram fundo na buceta dela, enchendo, transbordando, escorrendo pela bunda em fios brancos grossos. Ela sentiu o calor inundando o útero, gozou junto apertando o pau dele com as paredes da buceta, gritando — SIM! ENCHE TUDO! EU SINTO SUA PORRA DENTRO DE MIM! O creampie foi abundante, porra vazando pra fora enquanto ele ainda metia devagar, misturando com o mel dela. Então, sem pedir, sem aviso, ele tirou o pau da buceta, porra escorrendo em fio grosso da xoxota aberta, e posicionou a cabeça grossa e babada bem na entrada do cu apertado, virgem pra ele. — Não… meu cu… nunca deixei ninguém… tá doendo só de olhar! — ela implorou, voz trêmula, mas ele não ligou. Cuspiu direto no anel rosado, esfregou a cabeça grossa, e empurrou com força. O cu resistiu no começo, mas ele forçou, a cabeça grossa abriu o anel com um “plop” dolorido, ela gritou alto, lágrimas jorrando — AI MEU DEUS! TÁ RASGANDO MEU CU! PARA! TÁ DOENDO PRA CARALHO! NÃO ENTRA TUDO! — Mas ele continuou, centímetro por centímetro, o cu esticando ao limite máximo, ardendo como fogo, sensação de rasgo interno, ela chorava, unhas cravando no lençol, corpo tenso. Quando o pau inteiro entrou, saco batendo na buceta pingando, ela sentiu o preenchimento extremo, dolorido, mas algo dentro dela pulsava de prazer proibido, profundo, sujo. Ele começou a meter devagar, saindo quase todo e voltando, o cu dela se abrindo e fechando ao redor do pau grosso. A dor começou a virar calor, prazer misturado, ela rebolou um pouco, gemendo — Ai ai ai… fode meu cu devagar… tá machucando mas… não tira… fode mais… Ele acelerou, metendo forte no cu apertado, barulho molhado agora com a porra da buceta servindo de lubrificante natural. Ela gritava misto de dor e prazer — FODE MEU CU SAFADO! EU SOU SUA PUTA! Mete fundo! — Ele tirou o pau devagar, o cu fez um som de sucção molhado “plop”, ar escapou com um peido alto e molhado “PRRRRRRT!”, e um pouco de merda marrom clara saiu, manchando o pau dele e pingando no lençol branco. Ela ficou paralisada de vergonha absoluta, rosto queimando, lágrimas de humilhação — Ai caralho, eu caguei! Eu sou nojenta pra porra, desculpa, eu não queria… eu sou uma porca… Mas ele riu safado, pau ainda duro e agora sujo — Olha a putinha cagada! Que delícia, seu cu sujo é perfeito pra minha pica! Rebola essa bunda cagada pra mim enquanto eu meto de novo, sua vadia! Ela, envergonhada até o fundo da alma, mas o tesão maior que tudo, rebolou o rabo sujo, o cu piscando aberto, peidando mais um pouco “prrt prrt”, merda escorrendo pela bunda, cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto, e ele enfiou de volta com um thrust violento “PLAF!”, o pau entrando no cu cagado, fodendo forte, o squish molhado do pau entrando na merda, ela gemendo alto, prazer explodindo — AI PORRA! EU TÔ GOZANDO COM O SEU PAU ARREGAÇANDO MEU CU ENQUANTO CAGO! REBOLANDO NESSA PICA SUJA! EU SOU SUA PUTINHA CAGADA! — Ele tirou de novo, ela peidou forte e longo, cagou um pouco mais, o cu empurrando merda para fora, ela rebolou o quadril desesperada, rabo sujo balançando, convidando o pau de volta, e ele meteu com toda força de novo, fodendo o cu enquanto ela se acabava, chorando de prazer agora, gemidos desesperados “ahhh ahhh fode! fode meu cu cagado! eu tô gozando de novo!” Ele repetiu o processo mais duas vezes: tirou devagar, ela peidou alto, cagou um pouco mais, rebolou o cu sujo e aberto, merda escorrendo, ele voltou a meter com força bruta, cada vez o cu mais aberto, mais fácil, mais prazer, ela gozando múltiplas vezes só do anal, buceta jorrando, corpo tremendo, lágrimas escorrendo, vergonha e êxtase misturados. O quarto cheirava forte a buceta, porra, cu, merda e suor. O lençol estava uma bagunça, ela suada, cabelo bagunçado, peitos e bunda vermelhos, buceta inchada pingando, cu bem aberto e sujo, piscando. Finalmente ele meteu fundo no cu, segurou o quadril dela com força, acelerou o ritmo como louco, pau pistoleando no cu apertado, ela gritando sem parar, orgasmo se aproximando pra ele. — Vai gozar no meu cu, seu safado? Enche meu cu de porra então, vaai, seu macho safado do caralho! Eu quero sentir sua porra quente no intestino! — ela implorou, rebolando o rabo sujo. Ele rosnou, o pau inchou dentro dela, e explodiu. Jatos grossos de porra quente jorraram fundo no cu dela, enchendo o intestino, ela sentiu o calor inundando as entranhas. No mesmo instante o corpo dela explodiu em orgasmo anal mais intenso da vida. Ela chorou alto, lágrimas jorrando pelo rosto, gritou com toda a força que tinha — AI PORRA! EU TÔ GOZANDO PELO CU! AI MEU DEUS, TÁ TUDO EXPLODINDO DENTRO DE MIM! EU SINTO SUA PORRA NO MEU CU! — Seu corpo convulsionou violentamente, pernas tremendo incontroláveis, buceta esguichando forte, e ela expeliu tudo: o cu pulsou forte, peidou alto e longo, e a porra dele grossa e branca misturada com merda marrom saiu jorrando para fora em jatos, expelindo o semem dele com força, sujando o pau dele, a bunda dela, o lençol, ela rebolando o rabo sem controle, o cu abrindo e fechando, empurrando mais e mais porra e merda enquanto gozava, gemidos transformados em soluços de prazer extremo, chorando, gritando, gozando sem parar por quase dois minutos seguidos. Quando ele tirou o pau finalmente, mais porra grossa e merda saíram em jato, ela continuou rebolando, peidando, o cu aberto cuspindo o resto, ela chorava baixinho agora, gemendo “ai… ai… que delícia… eu sou uma porca cagada… eu deixei você fazer isso tudo comigo…” Ele a olhou, destruída, suja, linda na bagunça total, peitos vermelhos, bunda vermelha, buceta e cu abertos e babando, cheiro forte no ar. — Amanhã de novo, putinha? Ela, ainda tremendo, olhos vidrados de tanto gozar, envergonhada ao máximo pelo que deixou ele fazer — cu fodido, cagando na pica dele, gozando expelindo porra e merda — mas não conseguiu dizer não. Nunca conseguia. — Sim… eu volto amanhã. Me usa de novo. Me fode no cu, me faz cagar, me humilha… eu não consigo resistir. Ele sorriu, satisfeito. Ela sabia que voltaria. Sabia que era viciada. Sabia que era a putinha envergonhada dele pra sempre. Fim.
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