Tudo começou quando nossos pais se separaram. A casa ficou um caos de caixas, roupas jogadas e portas batendo. Minha mãe não quis ficar no quarto principal, então minha irmã gêmea e eu fomos jogados pro quarto grande que era dos dois. A cama king size ainda cheirava a perfume da mãe e a colônia do pai. Minha mãe foi pro quartinho pequeno da minha irmã, e meu pai — até ele arrumar as malas e sumir pra casa da nova namorada — ficou no meu quarto antigo. Funcionou pra caralho. A gente ficou colado um no outro porque era só nós dois contra o mundo agora. De noite a gente se abraçava pra dormir, de conchinha, eu atrás dela, meu peito colado nas costas dela, meu nariz enterrado no cabelo macio e cheiroso. Eu sentia o calor do corpo dela, a bunda redondinha e firme encostada na minha barriga. No começo era inocente, mas logo meu pau começou a trair. Toda vez que eu abraçava ela, a pica inchava, latejava, ficava dura pra porra dentro do short. Eu tentava me afastar um pouco, disfarçar, mas ela sempre me puxava de volta, colando mais. Acho que ela sabia desde o primeiro dia. Uma noite, depois de um dia inteiro de escola e de a gente chorar junto no sofá porque os pais tavam brigando por telefone, a gente foi pro quarto e deitou de conchinha como sempre. Eu tava de short fino de algodão e ela de camiseta velha e calcinha de renda branca. Eu me aconcheguei, respirei fundo e... porra. Minha pica ficou dura em dois segundos. A cabeça inchada roçando direto na bunda macia dela, só o tecido fino separando. Eu gelei. Tentei puxar o quadril pra trás, mas ela me seguiu. Agarrou meu braço forte, puxou meu corpo inteiro contra o dela e sussurrou bem baixinho: - Não vai embora, mano... fica. Eu tô com frio. Eu não falei nada. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ela sentia. Começamos a nos mexer devagar, quase sem perceber. Primeiro foi só um roçar inocente de coxa. Depois ela empinou um pouquinho o cu e meu pau deslizou entre as nádegas dela, quente, latejando. Eu sentia o calor da buceta dela através da calcinha fina, o cheiro doce e levemente salgado do dia inteiro misturado com o sabonete que ela usava. Meu pau vazava pré-gozo, molhando o short. Ela se mexeu mais, esfregando o grelinho contra minha coxa, circular, devagar, gemendo baixinho: - Hummm... assim... Eu não aguentei. O tesão subiu tão rápido que eu nem tive tempo de avisar. Meu pau pulsou forte, a cabeça roxa latejando contra o cu dela, e eu gozei. Jatos grossos, quentes, encharcaram o short inteiro, escorreram pela coxa, molharam a bunda dela também. Eu fiquei paralisado, envergonhado pra caralho, sem conseguir falar. Foi meu primeiro orgasmo causado por outra pessoa que não eu mesmo. A porra quente escorrendo, o pau mole agora, mas ainda pressionado contra ela. Ela não se afastou. Apertou mais o corpo no meu, sentiu a umidade, mas só deu um suspiro longo e satisfeita. A gente dormiu assim, grudados, meu pau molhado de porra contra a calcinha dela molhada de outra coisa. Acordamos como se nada tivesse acontecido. Mas por dentro eu tava fudido. A partir daquele dia tudo mudou. Eu olhava pra ela e via mais que irmã gêmea. Via os seios médios balançando debaixo da regata quando ela andava sem sutiã, os mamilos rosados marcando o tecido. Via a bunda empinada quando ela se abaixava pra pegar algo no chão. Via a calcinha sumindo entre as nádegas quando ela usava short curto. E ela? Ela me provocava sem dizer nada. Deixava a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho, saía só de toalha, “esquecia” de fechar quando trocava de roupa. Na segunda noite a gente repetiu. De conchinha de novo. Dessa vez ela foi direta. Virou o rosto pra mim no escuro e falou bem baixo: - Mano... ontem você gozou na minha bunda, né? Eu senti o jato quente. Foi gostoso pra caralho. Eu fiquei com a buceta latejando o resto da noite. Quer fazer de novo? Eu engoli em seco. Meu pau já tava duro antes mesmo dela terminar a frase. Ela se esfregou em mim de propósito agora, rebolando devagar, circular, pressionando o cu na minha pica grossa. Eu sentia cada dobra da bunda dela, o calor da buceta molhada vazando pela calcinha. Eu gemi baixo: - Porra, Lara... você tá me matando... Ela riu baixinho, safada, e empinou mais. A gente se esfregou por uns vinte minutos, gemendo baixinho pra não acordar ninguém. Meu pau escorregava entre as nádegas dela, a cabeça roçando no grelinho inchado através do pano. Quando eu gozei de novo — mais forte ainda, jatos longos que pingaram no lençol — ela virou, me olhou nos olhos e passou o dedo na mancha quente do meu short, levou até a boca e lambeu. - Delícia... gosto de porra do meu irmão. A partir daí não teve mais disfarce. Toda noite era a mesma coisa, mas cada vez mais safado. Na terceira noite ela tirou a camiseta. Ficou só de calcinha. Meus olhos comeram os seios dela — idênticos aos meus em formato, mas femininos, perfeitos, com mamilos rosados durinhos que imploravam pra serem chupados. Eu apertei um, belisquei o bico, ela jogou a cabeça pra trás e gemeu alto: - Aaaahhh! Isso, mano... aperta mais forte meu peito! Chupa o mamilo da tua irmã gêmea! Eu chupei. Chupei com fome, lambi, mordi de leve, enquanto minha mão livre descia. Ela pegou meu pulso e guiou direto pra buceta. A calcinha tava encharcada. Eu puxei pro lado e toquei. Lábios lisos, sem pelo nenhum, grelinho inchado pra porra, quente, molhado. Deslizei o dedo médio entre as dobras, circular no grelinho, ela tremeu inteira: - Hummm... porraaa... assim... enfia o dedo na buceta da mana, vai! Eu enfiei. Apertada pra caralho, virgem, quente como uma fornalha. Ela apertou as paredes em volta do meu dedo, molhou minha mão inteira. Eu bombeei devagar, depois rápido, curvando o dedo pra achar o pontinho que fazia ela gritar. Quando ela gozou — primeira vez que eu vi uma mulher gozar de verdade — foi desesperado. O corpo inteiro tremeu, as pernas tremeram, ela mordeu o travesseiro e gemeu alto pra porra: - Aaaaaiiiiii! Tô gozando, mano! Alicia meu grelinho com o dedo! Porraaa, que delícia! A buceta tá apertando teu dedo todinha! O squirt molhou minha mão, pingou no lençol. Eu tirei o dedo, lambi tudo, o gosto salgado e doce me deixou louco. Ela olhou pra mim com os olhos vidrados e falou: - Agora é minha vez. Ela desceu, puxou meu short pra baixo. Meu pau saltou, duro, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela segurou com as duas mãos — pequena em volta da grossura — e começou a masturbar devagar, apertando a base, subindo até a cabeça, girando o punho. Eu gemia como louco: - Porra, Lara... tua mão é tão macia... continua... Ela desceu mais, lambeu a cabeça, chupou só a pontinha, depois engoliu metade. A boca quente, língua molhada enrolando nas veias, ela engasgou um pouco mas não parou. Chupou com vontade, baba escorrendo pelo meu pau, pingando nas bolas. Eu segurei a cabeça dela, fodi a boca devagar: - Isso, mana... chupa a pica do teu irmão... engole fundo... Ela engoliu até o fundo, nariz encostando na minha barriga, engasgou, lágrimas nos olhos, mas olhou pra mim com cara de safada e continuou. Quando eu gozei — jatos grossos direto na garganta dela — ela engoliu tudo, lambeu os lábios e sorriu: - Porra, mano... teu leitinho é viciante. A quarta noite foi 69. Eu deitei ela de costas, abri as pernas dela e enterrei a cara na buceta. Lambi o grelinho inchado, chupei os lábios, enfiei a língua no buraco apertado, chupando como se fosse a última coisa que eu ia comer na vida. Ela gemia alto, segurava minha cabeça com as duas mãos: - Chupa, mano! Chupa a buceta da tua irmã gêmea! Engole meu mel todo! Aaaaahhh, que gostoso! Enquanto eu chupava, ela engolia meu pau até o fundo, chupando as bolas também, lambendo o cu de leve, me deixando louco. A gente gozou junto — ela esguichando na minha cara, eu jorrando na garganta dela. A gente ficou ofegante, suados, rindo baixo. A quinta noite a gente quase foi pego. Estava tarde, pais dormindo, a gente pelado na cama. Eu tava dedando ela de quatro, três dedos agora, abrindo a buceta virgem devagar, ela rebolando no meu dedo, gemendo no travesseiro: - Mete mais fundo, caralho! Fode minha buceta com a mão! Quero sentir tua pica grossa logo! Eu não aguentei. Tirei os dedos, posicionei a cabeça do pau na entrada molhada, esfreguei devagar, lubrificando com o mel dela. Ela olhou pra trás, olhos brilhando: - Enfia, mano. Tira minha virgindade. Eu quero perder com você. Eu empurrei devagar. A cabeça grossa abriu os lábios, entrou um centímetro, dois. Ela gemeu de dor e prazer misturado: - Aiii... dói... mas não para... vai devagar... Eu empurrei mais. Senti a barreira fina da virgindade dela rasgar. Um pouquinho de sangue misturado com o mel escorreu pelo meu pau. Ela mordeu o lençol, gemeu alto: - Porraaa! Tá rasgando... mas é gostoso pra caralho! Mete tudo, irmão! Eu enfiei até o fundo. Meu pau inteiro dentro da buceta virgem e apertada da minha irmã gêmea. Quente, molhada, pulsando em volta de mim. A gente ficou parado uns segundos, sentindo. Depois comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O som molhado de “ploc ploc ploc” enchendo o quarto. As bolas batendo na bunda dela. Ela rebolava, apertava, gemia desesperada: - Fode! Fode essa buceta! Tua pica tá me destruindo todinha! Mais forte, caralho! Mete até o fundo! Eu segurei a cintura dela, fodi com tudo. Os seios balançando, o cabelo grudado no rosto suado. Eu bati na bunda, deixei marca vermelha da mão: - Gosta assim, mana? Gosta da pica do teu irmão rasgando tua buceta virgem? - Gosto! Porra, gosto pra caralho! Goza dentro de mim! Enche a buceta da tua irmã de porra! Eu gozei primeiro. Jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. A buceta apertou meu pau como um soco, ela gozou junto, esguichando, gritando no travesseiro: - Aaaaaiiiiiii! Tô gozando com a pica do meu irmão dentro! Porraaa! A gente não parou. Eu tirei, pus ela de costas, abri as pernas e enfiei de novo, agora de frente. Olho no olho. Metei fundo, beijei ela com língua, chupando os mamilos enquanto fodia. Ela enrolou as pernas na minha cintura, unhas arranhando minhas costas: - Mete, mano! Fode tua irmã gêmea! Essa buceta é tua agora! Goza de novo! Gozei de novo, mais fundo ainda. Depois ela montou em mim, tipo cowgirl. Rebolou devagar no começo, depois sentou com força, meu pau batendo no fundo do útero. Eu esfreguei o grelinho dela com o polegar enquanto ela rebolava. Ela gozou mais três vezes, gritando meu nome, apertando os seios, jogando o cabelo pra trás. Quando eu gozei pela terceira vez, ela desceu, engoliu meu pau de novo e tomou o resto direto na boca, lambendo até a última gota. A gente ficou abraçado depois, suados, cheirando a sexo, porra e buceta. Ela beijou meu peito e sussurrou: - Agora a gente faz toda noite, mano. Toda noite você vai meter nessa buceta. Toda noite você vai gozar dentro da tua irmã gêmea. Eu sorri no escuro, meu pau já começando a endurecer de novo contra a coxa dela molhada. - Combinado, mana. E amanhã eu quero comer teu cu também. Ela riu, safada, e apertou minha pica com a mão. - Amanhã não, mano. Hoje ainda. Agora. Mete de novo. E a gente fodeu até o sol nascer.
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