Era uma noite abafada de uns meses atrás. Eu tinha 23 anos e meu pai, o homem que sempre foi meu herói, estava destruído. Ele e minha madrasta brigaram feio pra caralho, ela o deixou por semanas inteiras, e quando voltou as coisas só pioraram. Uma semana depois o clima mudou de repente, meu pai pegou uma gripe violenta, febre de 39, tossia até ficar roxo, suava frio a noite toda. Eu, a filha dedicada, virei enfermeira particular. Cozinhei sopinha de legumes, lavei todas as roupas suadas dele cheirando a homem doente, dei remédio na hora certinha, sempre com a blusa de gola baixa pra ele ver o decote gostoso enquanto eu inclinava. Eu acordava às 1 da manhã todo santo dia. Entrava no quarto escuro só com a luz do abajur, via ele suando na cama grande, testa quente que queimava na minha mão. Uma daquelas noites, enquanto eu dava o remédio na boca dele, percebi os olhos dele grudados no meu decote. A blusa era velha, fina, os seios firmes quase pulando pra fora. Eu não me importei. Na verdade senti o grelinho pulsar. Dei um beijo demorado na testa suada dele e falei bem baixinho: - Toma, papai... vai melhorar logo. Sua filha tá aqui cuidando de tudo. Ele sorriu fraco, mas o olhar era de fome. Depois ouvi a tosse piorar de novo. Voltei correndo, ele pegando fogo. Peguei panos molhados com água fria, passei na testa, no peito peludo dele, nas coxas grossas. Não dava pra deixar ele sozinho. Fechei a porta do quarto com chave, tirei o short e deitei de costas ao lado dele só de calcinha e blusa. Não muito perto... mas perto. Durante o sono ele me virou de lado e me abraçou por trás. As mãos dele, quentes de febre, desceram devagar pela minha barriga lisa até quase tocar o cós da calcinha. Senti a ereção dele crescendo devagar, grossa, dura pra caralho, pressionando minha bunda grande e redonda através do short dele. Meu coração disparou. - Ai meu Deus... o pau do meu pai tá acordando na minha bunda - pensei, molhando a calcinha na hora. - Ele deve sentir falta da madrasta... mas caralho, que sensação gostosa. Eu gostei pra porra. Fiquei mais confortável, empurrei minha bunda bem devagar contra aquela pica quente e grossa, e dormi assim, com o cacete do papai colado na minha raba, sentindo ele pulsar. Na manhã seguinte acordei cedo, luz do sol batendo forte. Fui até a janela abrir as cortinas, meu pijama fino preso bem no meio das nádegas, marcando o bumbum empinado e suado. Quando me inclinei pra frente o short subiu todo, deixando metade da bunda à mostra. Ele acordou com a luz e viu tudo. O short dele marcava um volume gigante, a ereção matinal latejando. - Como você tá se sentindo hoje, papai? - perguntei, virando de lado pra ele ver melhor o decote. - Muito melhor, filha... graças a você. Você é um anjo. Fui na cozinha pegar uma caneca de café preto bem forte. Voltei e sentei na beira da cama. A pica dele estava quase saindo do short, grossa, veada, com uma mancha molhada de pré-gozo na ponta. Eu me inclinei pra arrumar o travesseiro e mostrei os seios quase inteiros. Ele escondeu o volume com o travesseiro rápido, mas eu vi. Meu grelinho inchou. Mais tarde, na cozinha, enquanto eu lavava a louça, ele veio por trás e me abraçou doce, o corpo inteiro colado no meu. - Filha, eu tenho tanto orgulho de ter você como filha. Você é a melhor coisa que eu tenho na vida. Obrigado por cuidar do papai. E ele pressionou o pau duro bem no meio da minha bunda, roçando devagar, como se fosse sem querer. Eu senti a grossura, o calor, e minha buceta escorreu tanto que molhou a calcinha inteira. Eu não me afastei. Fiquei parada, rebolando bem levemente contra ele. - Eu gosto de cuidar de você, papai... de tudo. A noite ele já estava bem melhor, mas o tesão entre a gente tava insuportável. Eu entrei no quarto pra dar boa noite e ele me puxou pra cama de novo, me abraçando forte por trás, a mesma posição da noite anterior. Só que agora ele não estava dormindo. A mão dele subiu devagar, tocou meus seios por cima da blusa, apertou o mamilo duro. Eu gemi baixo. - Papai... o que você tá fazendo? - Filha... ontem à noite você empurrou essa bunda gostosa contra meu pau. Eu senti você gostando. Eu não aguento mais. Você me deixa louco de tesão. Eu virei o rosto pra ele, nossos narizes quase se tocando. - Eu gostei sim, papai. Sua pica dura na minha bunda me deixou com a buceta molhada a noite toda. Eu sou sua filha... mas eu quero. Me usa. Me fode como você fode a madrasta. Me trata como sua putinha particular. Ele não aguentou. Me beijou na boca com fome, língua grossa entrando, babando na minha boca, beijo molhado, desesperado, de pai que não aguenta mais. - Sua safadinha do caralho... sempre soube que você queria o pau do papai. Olha como você tá molhada só de eu te beijar. Ele tirou minha blusa num puxão, meus seios médios e firmes saltaram, mamilos rosados duros feito pedra. Ele chupou um com força, depois o outro, mordendo, puxando com os dentes, fazendo barulho de sucção molhado. - Delícia esses peitinhos da minha filha... tão gostosos, tão jovens. Eu gemia alto, mão na cabeça dele: - Ahhh papai! Chupa mais forte! Morde o mamilo da sua filha! Ai que delícia! Ele desceu beijando a barriga, tirou meu short e a calcinha num movimento só. Minha buceta estava lisinha, depilada, grelinho inchado pra caralho, lábios rosados brilhando de mel, cheirando a tesão de filha safada. Ele lambeu tudo devagar, língua larga no grelinho, chupando forte, depois enfiou dois dedos grossos na xoxota apertada, fazendo barulho molhado "squish squish squish". - Porra, que buceta gostosa, filha. Tão apertada, tão molhada pro papai. Você tava guardando isso pra mim, né sua putinha? Eu já tava gozando na cara dele, corpo tremendo: - AI PAPAI EU TÔ GOZANDO! CARALHO QUE GOZADA FORTE! SUA LÍNGUA NO MEU GRELINHO É MUITO BOM! - Jatos de gozo esguicharam na boca dele, ele engoliu tudo, lambendo como louco. Ele se levantou, tirou o short. Meu Deus... o pau dele era monstruoso. Grosso como meu pulso, uns 22 centímetros de rola veada, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, veias saltadas, balls pesadas e cheias, cheirando a homem maduro, suor e tesão acumulado. - Chupa o pau do seu pai, sua filha safada. Engole tudo. Eu ajoelhei no chão, abri a boca o máximo, engoli a cabeça grossa, lambendo o buraco com a língua, depois desci devagar, engasgando quando bateu no fundo da garganta. - Gluck... gluck... gluck... porra que pau grande, papai! Tá me engasgando! Mas eu adoro! Saliva escorria pelo meu queixo, pingava nos seios, ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha boca sem piedade, estocadas longas, bolas batendo no meu queixo. - Isso, engole o pau do papai, sua putinha! Olha como você chupa gostoso! Mais fundo! Eu engasgava, lágrimas nos olhos, mas não parava, chupava com vontade, mão nas balls apertando, lambendo as balls também, cheirando o cheiro forte de macho. - Papai, sua pica tá tão gostosa... salgada, quente, eu quero engolir sua porra toda! Ele me jogou na cama de costas, abriu minhas pernas até doer, esfregou a cabeça grossa da pica na entrada da buceta escorrendo. - Pronto pra levar o pau do papai na buceta, filha? Vou foder você até você não conseguir andar. - Sim papai! Enfia tudo! Fode essa buceta apertada da sua filha! Eu quero sentir você rasgando tudo! Ele enfiou devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes da minha xoxota virgem de tanto tesão, a cabeça roxa abrindo caminho, eu sentindo cada veia. - Ai papai... tá entrando tudo... que pau grosso... tá me rasgando gostoso! Quando enfiou até o fundo, balls contra minha bunda, ele parou, pulsando dentro de mim. - Porra, que buceta quente e apertada... você nasceu pra levar pau do pai, filha. Começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte, cama rangendo "crec crec crec", pele batendo pele "plap plap plap", minha buceta fazendo barulho molhado "squish squish squish" a cada estocada, gozo escorrendo pela bunda. Eu gemia desesperada, unhas cravadas nas costas dele: - Ai papai! Mais forte! Fode sua filha! Enfia até o útero! Eu sou sua putinha! Sua filha safada! Fode mais! Mais! Mais! Ele metia como animal, suor pingando do peito peludo dele nas minhas tetas, cheiro de sexo enchendo o quarto. Eu gozei de novo, buceta apertando o pau dele, jorrando na barriga dele. - AI PAPAI EU TÔ GOZANDO DE NOVO! CARALHO QUE DELÍCIA SENTIR SEU PAU ME FODENDO! Ele não parava, mudou de posição: me virou de quatro, puxou meu cabelo, estocadas brutais, bunda tremendo, mão dando tapa forte na bunda. - Olha essa bunda gostosa rebolando pro papai! Toma, sua safada! Eu rebolava forte, - Papai eu adoro sua rola me fodendo! Bate mais! Me trata como puta! Depois eu montei nele, cowgirl, sentando devagar, rebolando o quadril, peitos pulando, ele apertando meus mamilos. - Olha como sua filha monta no seu pau grosso, papai! Tá gostoso? Minha buceta tá apertando você? - Tá gostoso pra caralho, filha! Rebola mais! Goza na pica do papai! Eu gozei de novo, squirt molhando o pau e as balls dele. Ele me virou de lado, metendo por trás, uma mão na minha garganta apertando levemente, a outra no grelinho esfregando. - Sua putinha do papai... toma essa pica até o fundo! Depois ele me colocou em pé contra a parede, uma perna na cintura dele, metendo pra cima, pau entrando fundo, eu gritando: - Papai! Eu vou gozar de novo! Enche minha buceta! Goza dentro da sua filha! Ele não aguentou mais. Me jogou na cama de novo, missionário, metendo como louco, olhos arregalados de tesão. - Vou gozar, filha! Vou encher essa buceta safada de porra quente! Toma tudo! - Sim papai! Goza dentro! Enche minha xoxota de leitinho grosso do papai! Eu quero sentir quente pra caralho! Ele explodiu. Jatos grossos, quentes, pulsando fundo, enchendo minha buceta até transbordar. Eu senti cada jato, a porra quente escorrendo pela bunda, misturando com meu gozo. Eu gozei junto, buceta apertando, sugando tudo. - AI PAPAI QUE PORRA GOSTOSA! TÔ SENTINDO TUDO DENTRO DE MIM! CARALHO QUE INTENSO! Ele ficou dentro de mim, pulsando, gozando mais um pouco, beijando meu pescoço suado. - Porra, filha... que delícia gozar na buceta da minha própria filha. Você é a melhor. Descansamos uns minutos, ele ainda dentro, gozo vazando devagar. Ele tirou devagar, a porra grossa escorrendo da minha buceta aberta, pingando na cama. Ele passou os dedos na buceta gozada, esfregou o cum no meu grelinho, me deixando louca de novo. - Papai... eu quero mais. Agora no cu. Quero sentir esse pau grosso rasgando meu cuzinho apertado. Vai doer, mas eu quero pra caralho. Me fode o rabo, papai. Ele sorriu safado, pau já começando a endurecer de novo. - Sua safada... quer o pau do papai no cu agora? Vamos, filha. Vou abrir esse cuzinho virgem pra você nunca esquecer. Ele me colocou de quatro de novo, cuspiu direto no cu apertado, lambeu o cuzinho com vontade, língua entrando um pouco, depois enfiou um dedo, depois dois, girando, esticando devagar. Eu gemia, dor misturada com tesão. - Ai papai... que estranho... tá doendo mas tá gostoso... estica mais meu cu. Ele usou o gozo que ainda escorria da minha buceta como lubrificante, passou na cabeça da pica, posicionou bem no meio do cu. Empurrou devagar, a cabeça grossa forçando a entrada. - Ai papai! Tá doendo pra porra! Seu pau é muito grosso pro meu cuzinho apertado! Ai meu Deus tá rasgando! A dor era forte, eu mordi o travesseiro, lágrimas nos olhos, mas empurrei a bunda pra trás, aceitando mais. - Não para, papai! Fode o cu da sua filha! Eu aguento! Quero sentir você fundo no meu rabo! A cabeça entrou com um "pop" molhado, depois mais uns centímetros. A dor virou prazer quente quando ele começou a meter devagar, estocadas longas, pau entrando até o meio, depois até o fundo, balls batendo na buceta gozada. Eu esfregava o grelinho louca, gozando rápido. - Ai que gostoso! Fode meu cu, papai! Mais forte! Tá batendo no fundo! Eu tô gozando com esse pau gostoso no meu cu! AI PAPAI EU VOU GOZAR CARALHO! Eu gozei forte, buceta jorrando, cu apertando o pau dele feito uma luva quente. Ele continuou fodendo, estocadas cada vez mais fortes, "plap plap plap" molhado, suor escorrendo, cheiro de cu fodido e buceta gozada enchendo tudo. Agora a parte que você pediu, bem detalhada e repetida pra ficar longo e intenso. Ele tirou o pau devagar até a cabeça quase sair. Eu rebolei a bunda forte, o cu piscando, e soltei um peido alto e molhado "PRRRRRRTTTTT", quente, fedido, e junto saiu um pouco de merda marrom macia que sujou a cabeça da pica dele. Eu gemi de vergonha e tesão misturado: - Ai papai... olha como eu peidei e caguei um pouco pro senhor! Que nojo gostoso! Eu tô me acabando de tesão! Ele bateu forte na bunda, rindo safado: - Que safada nojenta! Peidando e cagando no pau do papai enquanto rebola! Adoro sua filha porca! - E enfiou tudo de uma vez, forte, "PLAP!", eu gritei de prazer e dor gostosa. Ele meteu mais uns minutos, depois tirou de novo devagar. Eu rebolei o rabo como uma puta, quadril girando, bunda tremendo, e outro peido mais alto saiu "PRRRRRT PRRT", com mais cocô saindo, manchando o pau inteiro dele. Eu gemi desesperada: - Papai olha! Eu peidei de novo e caguei mais! Tá saindo merda do meu cu enquanto eu rebolo pra você! Me fode forte! Eu adoro ser sua filha cagada e peidando! Ele bateu mais forte na bunda, deixando marca vermelha: - Isso, filha! Caga no pau do papai! Peida mais! Rebola essa bunda suja enquanto eu tiro! Que puta deliciosa! E meteu tudo de novo, fodendo rápido, pau sujo de merda entrando e saindo, barulho molhado nojento e gostoso. Terceira vez: ele tirou bem devagar, quase saindo. Eu rebolei forte, bunda tremendo, cu abrindo e fechando, e soltei um peido longo e molhado "PRRRRRRRRTTTTTT", com mais merda saindo, pingando no pau dele. Eu chorei de tesão: - Papai eu tô peidando e cagando toda vez que você tira! Olha como eu me acabo pro seu pau grosso! Rebola e peida, rebola e peida! Fode meu cu sujo! Eu tô gozando de novo só de peidar pra você! Ele riu sujo, dedo na merda do pau dele, esfregando no meu cu: - Que filha nojenta e gostosa pra caralho! Peida mais, caga mais no pau do papai enquanto rebola! Eu adoro ver você se humilhando assim! E enfiou forte de novo, metendo como louco, eu gozando sem parar, buceta jorrando no lençol, cu apertando. Ele não aguentou mais. Enterrou o pau até o talo, balls coladas na buceta, mãos apertando minha cintura forte. - Toma toda a porra no cu, sua filha safada e cagada! Goza pro papai agora! Ele gozou litros. Jatos quentes, grossos, pulsando fundo no meu intestino, enchendo meu cu de porra quente. Eu senti tudo, barriga inchando um pouco de tanto leitinho. Eu explodi completamente. Corpo inteiro convulsionando, lágrimas escorrendo forte, voz falhando: - PAPAIIIIIIIII! EU TÔ GOZANDO CARALHOOOOO! AI MEU DEUS QUE INTENSO! CHORANDO DE PRAZER! AI QUE GOZO FORTE COM SEU PAU NO CU CHEIO DE PORRA! EU TÔ GOZANDO E CHORANDO AO MESMO TEMPO! Gritos roucos, corpo tremendo, cu apertando o pau dele, eu empurrei com força e expelir tudo: a porra grossa branca dele misturada com merda marrom saiu jorrando do meu cu aberto, pingando na cama, cheiro forte de sexo nojento, porra e merda, enquanto eu gozava, buceta squirtando, tudo bagunçado, eu chorando alto de prazer intenso, gemendo "papai papai papai" sem parar. Ele tirou o pau devagar, mais porra e merda escorrendo do meu cu aberto, eu ainda rebolando fraco, peidando mais um pouco, gemendo baixinho, corpo mole. Caí na cama de bruços, chorando de tanto gozar, ele deitou do lado, me abraçando, beijando meu pescoço suado, pau mole sujo de merda e porra encostado na minha bunda. - Boa menina... você tomou tudo. Sua filha safada, peidando, cagando e gozando pro papai. Eu te amo, filha. Eu respondi fraca, voz rouca de tanto gritar: - Eu também te amo, papai... agora sou sua putinha particular pra sempre. Pode me foder quando quiser... buceta, cu, boca... tudo seu. A noite terminou assim, com a cama destruída, cheiro de porra, buceta e cu fodido no ar, eu com a buceta e o cu latejando, cheios de porra, e um sorriso de puta satisfeita no rosto. Meu pai, o homem que eu cuidei quando estava doente, agora me fodia como a filha safada que eu sempre quis ser pra ele. E isso foi só o começo. Nas noites seguintes ele me fodeu de novo e de novo, sempre com a mesma intensidade, sempre me fazendo peidar e cagar um pouco no pau dele enquanto rebolava, sempre me fazendo chorar de gozo quando ele enchia meu cu de leitinho quente. Eu virei a filha puta particular do meu papai, e nunca fui mais feliz.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.