Vi vídeos do meu marido me traindo, não aguentei e minha reação foi inesperada!
Eu nunca imaginei que um dia o laptop do meu marido ia mudar tudo na minha vida de 28 anos de mulher casada. O meu computador travou no meio de um relatório chato do trabalho, então peguei o dele sem pensar duas vezes. João estava no escritório, eu sozinha em casa, e aquele dia eu tava me sentindo safada pra porra, talvez pelo calor do verão ou pela falta de foda boa nas últimas semanas. Abri o laptop dele na sala, sentei na cadeira e comecei a digitar, mas a curiosidade safada me mordeu o cu quando vi uma pasta escondida chamada “Backup Pessoal - Não Mexer”. Normalmente eu respeitaria, mas algo dentro de mim, um misto de ciúme e tesão que eu não entendia ainda, me fez clicar. Meu coração quase saiu pela boca quando abri e vi mais de vinte vídeos de sexo. Nomes explícitos: “Fodendo a loira no nosso quarto parte 1.mp4”, “Enchendo a buceta dela de porra 2.mp4”, “Pau grosso no cu da safada 3.mp4”, “Rebolada na pica do casado 4.mp4” e por aí vai. O nó no estômago foi imediato, quase vomitei de raiva, mas ao mesmo tempo minha buceta, minha xoxota quente, meu grelinho inchado começaram a latejar como nunca na vida. Senti a calcinha de algodão ficar encharcada em segundos, o mel escorrendo pelas coxas grossas, as borboletas no estômago misturadas com um tesão do caralho que me deixou tonta. - Que porra é essa, João? Você fode outra mulher na nossa cama? Na cama onde eu durmo todo dia? - murmurei sozinha, voz trêmula, mas em vez de fechar, cliquei no primeiro vídeo com os dedos já tremendo de excitação. A tela encheu com o nosso quarto, os lençóis que eu tinha trocado de manhã ainda amarrotados. Meu marido, nu, a pica grossa, longa, venosa, cabeça roxa latejando de pré-gozo, apontada para uma loira gostosa de cabelos longos, peitos grandes e redondos, bunda empinada, de quatro na nossa cama. A loira gemia alto, voz rouca de puta: - Ai João, sua pica é tão grossa, fode essa buceta toda, mete até o fundo, arrasa minha xoxota! Ele respondia com voz grossa de macho safado, segurando a cintura dela: - Cala essa boca, sua vadia gostosa, toma toda essa pica de casado! Enfia até o talo e rebola! Ele enfiou de uma vez, a pica desaparecendo na buceta rosada e pingando mel da loira, o som molhado de “ploc ploc ploc” de pele na pele enchendo o áudio. Ele fodia forte, estocadas brutais, as bolas pesadas batendo no grelho inchado dela, o cu apertado dela piscando a cada metida. A loira rebolava o rabo, gritando desesperada: - Mais forte, caralho! Bate no útero dessa buceta! Eu vou gozar na pica do marido de outra mulher! Eu assistia hipnotizada, as mãos descendo sozinhas para minha buceta por cima da saia. Esfreguei o grelho latejando por cima do tecido molhado, sentindo ele inchar e pulsar. O nó no estômago continuava, mas o tesão era maior. Continuei assistindo, o vídeo mostrava ele tirando a pica toda, a buceta dela se abrindo como uma flor molhada, pingando mel grosso, e enfiando de novo até as bolas colarem na entrada. A loira gemia sem parar: - Ai ai ai, porra, que delícia de pau casado! Fode como se sua mulher não existisse, João! Aquilo me atingiu como um soco, mas em vez de fechar, eu tirei a calcinha, joguei longe, abri as pernas na cadeira e enfiei dois dedos grossos na buceta quente e apertada. Dedilhei forte, o polegar girando no grelho inchado, os olhos colados na tela. Meu primeiro orgasmo veio rápido, violento, o corpo tremendo na cadeira, a buceta apertando os dedos, jatos de gozo quente molhando a cadeira e o chão. - Porra... que safado... ver você foder ela me deixa louca de tesão... - gemi baixo, mas não parei. Abri o segundo vídeo. No segundo vídeo, a loira estava sentada no colo dele, rebolando devagar no pau grosso, o cu dela roçando nas bolas pesadas, os peitos grandes pulando para cima e para baixo. João segurava a cintura fina e empurrava para cima, fodendo de baixo para cima, a pica entrando e saindo da buceta apertada com estocadas curtas e fortes. A loira gritava: - Seu pau é meu hoje, João! Fode essa buceta melhor que fode a sua mulher em casa! Enche de porra! Eu senti raiva misturada com tesão insano. Meus dedos aceleraram, agora três dedos dentro da buceta, esticando a entrada molhada, o barulho “schlick schlick” da minha masturbação misturando com o do vídeo. Eu gemi alto na sala vazia: - Porra, João, você fode ela como um touro! Eu tô gozando só de ver sua pica sumindo na buceta dela! Gozei de novo, mais forte, o corpo arqueando, os mamilos duros roçando na blusa, o suor escorrendo entre os seios grandes. Continuei, abri o terceiro vídeo, e era o anal que eu temia e desejava ao mesmo tempo. Ele estava fodendo o cu da loira, a pica grossa esticando o anel apertado, ela gritando de dor e prazer: - Ai caralho, seu pau tá rasgando meu cu! Dói pra porra, mas não tira, mete tudo até o fundo! Ele metia forte, o cu dela se abrindo ao redor da pica, o barulho de estocadas no cu ecoando. Quando ele tirava um pouco, ela peidava alto no vídeo, “prrrrt”, e ele ria safado: - Que cu safado, peida no pau do casado enquanto eu fodo! Toma mais, vadia! Eu, na minha cadeira, enfiei um dedo no cu virgem, sentindo o aperto quente e sujo, e masturbei os dois buracos ao mesmo tempo, imaginando ser eu no lugar da loira. Gozei pela terceira vez, gritando: - Ai meu Deus, que delícia! Eu quero um pau no meu cu também! Gozando com dedo no cu e buceta pingando! Abri mais quatro vídeos. Em um, ele gozava na boca dela, a porra jorrando grossa, ela engolindo tudo com os olhos revirados. Em outro, ele enchia a buceta dela de porra, tirava o pau e mostrava o sêmen escorrendo. Em outro, ela rebolava em cima dele enquanto ele dedilhava o cu dela. Eu gozei mais cinco vezes, o corpo exausto, a buceta inchada, vermelha, o grelho latejando, o chão uma poça de gozo quente. O cheiro de buceta molhada enchendo a sala. Eu estava viciada, o ciúme virando tesão puro. Depois de quase duas horas assistindo e me masturbando até não aguentar mais, limpei tudo, mas o tesão não passou. Quando João chegou em casa, eu estava na sala, saia levantada, sem calcinha, buceta brilhando de molhada, os vídeos abertos na tela. - Oi amor, cheguei cedo hoje! - ele disse, sorrindo inocente, largando a pasta. Eu me levantei, caminhei até ele rebolando o quadril, peguei a mão dele e pus direto na minha buceta encharcada. - Vem cá, seu filho da puta safado! Eu vi todos os vídeos! Você fodeu aquela loira gostosa na nossa cama, encheu a buceta dela de porra, fodeu o cu dela, fez ela peidar no seu pau! E sabe o que? Isso me excitou pra caralho! Minha buceta ficou pingando o dia todo, eu gozei sete vezes assistindo você foder ela! Ele ficou pálido, boca aberta, mas a pica na calça endureceu na hora, eu senti quando enfiei a mão lá por dentro. - Amor, eu... eu posso explicar, foi uma loucura, eu... - Não explica porra nenhuma, seu safado. Agora fode a sua mulher como fodeu ela. Mete essa pica grossa na minha buceta agora, enche de porra quente, e depois fode meu cu até eu gozar chorando e expelindo tudo! Ele não resistiu. Jogou a pasta no chão, tirou a roupa rápido, a pica saltando dura, grossa, veias pulsando, cabeça brilhando. Eu me ajoelhei na hora, engolindo a pica até o fundo da garganta, engasgando, a saliva escorrendo pelo queixo e pelos seios, lambendo as bolas pesadas, sentindo o gosto dele misturado com o cheiro da loira que ainda estava na minha cabeça. - Porra, amor, que boca de puta gostosa... chupa a pica que fodeu outra vadia... - ele gemia, segurando minha cabeça e metendo na garganta. - Sim, chupndo essa pica do meu marido safado que encheu a buceta de outra... - eu respondia abafada, engolindo até o talo. Depois de chupar bastante, ele me levantou, me beijou com gosto de pau, me jogou na cama do quarto — o mesmo onde ele fodeu a loira — abriu minhas pernas e enfiou a cara na buceta, lambendo o grelho inchado com a língua grossa, chupando os lábios grossos, enfiando a língua fundo na buceta apertada, chupando o mel que escorria em fios. - Ai caralho, João, lambe essa buceta traída! Chupa o grelho latejando! Porra, que língua gostosa, lambe até eu gozar na sua cara! Eu gozei na cara dele, o corpo tremendo violento, jatos de gozo quente molhando a boca, o queixo e o peito dele, ele engoliu tudo, lambendo até limpar a buceta inchada. Então ele subiu, posicionou a cabeça da pica na entrada molhada da buceta e enfiou de uma vez, fundo, batendo no útero com força bruta. - Aaaaah! Porra, que pica deliciosa! Fode forte, bate no fundo da buceta, como você bateu na buceta dela! Rasga tudo! Ele começou a foder, estocadas longas e poderosas, a pica entrando até o talo, saindo quase toda, o barulho molhado de buceta apertada no pau ecoando no quarto. Eu rebolava o quadril, os peitos grandes balançando, os mamilos rosados duros sendo beliscados e chupados por ele. O suor escorria pelo meu corpo, o cheiro de sexo sujo enchendo o ar. - Toma, sua puta safada, toma a pica que encheu a buceta da loira! - ele dizia, acelerando as estocadas. - Sim, fode sua mulher! Enche minha buceta de porra quente! Eu quero ser sua vadia também, fode como fodeu ela! Ele fodia em várias posições por um longo tempo. Primeiro de frente, eu com as pernas nos ombros dele, a pica batendo fundo no útero, o grelho roçando na pélvis dele, eu gozando a cada oito estocadas, gritando: - Gozando! Gozando na pica grossa! Aaaaah porra, que delícia! Depois ele me virou de quatro, eu empinando o rabo, o cu piscando para ele, ele metendo na buceta de trás, as bolas batendo no grelho, uma mão na minha cintura, a outra dedilhando o cu. Eu rebolava louca, o rabo batendo nas coxas dele. - Fode mais forte, caralho! Arrasa essa buceta! Eu tô gozando de novo, porra! Ele acelerou, as estocadas ficando brutais, o som de pele na pele alto, eu gozei mais duas vezes, o gozo escorrendo pela coxa, misturando com a porra que ele ainda não tinha soltado. Ele continuou fodendo a buceta por mais vinte minutos, variando o ritmo: estocadas lentas e profundas, depois rápidas e rasgadas, depois girando o quadril para roçar o grelho. Eu gozei mais quatro vezes, o corpo mole, a buceta inchada e vermelha, o mel escorrendo em fios grossos. Depois de muito tempo fodendo a buceta, ele gemeu rouco, o pau pulsando: - Vou gozar, amor! Encher sua buceta de porra quente como enchi a dela! - Sim, enche tudo! Jorra fundo, enche até transbordar, quero sentir a porra quente no útero! Ele gozou forte, o pau pulsando dentro da buceta, jatos grossos de porra quente jorrando fundo, enchendo o útero, transbordando, escorrendo pela entrada em fios brancos grossos, pingando na cama. Eu senti o calor extremo, a buceta apertando o pau, e gozei de novo, o corpo convulsionando, gritando: - Porra, que delícia! Buceta cheia de porra! Gozando misturado com seu sêmen! Mas o tesão não acabou. Depois de ver o vídeo anal, meu cu ardia de desejo doido. - Agora fode meu cu, João! Fode como fodeu o cu da loira! Mete essa pica grossa no meu cu apertado, rasga tudo, faz eu peidar e cagar enquanto você fode! Ele sorriu safado, virou eu de quatro de novo, cuspiu no cu, pegou a porra que escorria da buceta e passou no anel do cu, lubrificando bem. Começou a empurrar a cabeça da pica no cu virgem, devagar, centímetro por centímetro. - Ai caralho! Dói pra porra! O cu tá rasgando, seu pau é muito grosso! - eu gritei, lágrimas caindo, mas não mandei parar. Ele empurrou mais, a pica entrando, o anel esticando ao máximo, a dor intensa misturada com prazer profundo no intestino. Quando a cabeça passou, ele parou, me deixando acostumar, mas eu já rebolava um pouco, o cu apertando a pica. - Mete tudo, safado! Enfia até o talo no meu cu! Quero sentir as bolas batendo na minha buceta cheia de porra! Ele enfiou fundo, as bolas batendo na buceta pingando. Começou a foder o cu, estocadas fortes e ritmadas, o cu apertando a pica como uma luva quente e úmida. A dor virava prazer puro, eu gemia desesperada: - Aaaaah! Porra, que pau delicioso no meu cu! Fode forte, bate no fundo do cu! Eu vou gozar só no anal, caralho! Ele fodia com força, o som de estocadas no cu, minha buceta pingando gozo a cada metida, o grelho sendo esfregado por ele. Eu comecei a gozar, o corpo tremendo, gritando alto: - Gozando pelo cu! Gozando com pau grosso no meu cu! Aaaaah caralho, que delícia! Então ele tirou o pau devagar, a cabeça saindo com um “pop” molhado, e imediatamente um peido alto saiu do meu cu: “PRRRRRRRRT!”, longo, molhado e fedido, e um pouco de merda marrom escorreu pelo meu cu, pingando na cama. Eu fiquei vermelha de vergonha, mas a excitação explodiu, a buceta jorrou gozo quente. - Porra, que cheiro safado! Você cagou no meu pau, sua puta nojenta e gostosa! - ele disse, excitado pra caralho, a pica brilhando suja. Eu rebolei o rabo, o cu piscando, peidando de novo “prrt prrt”, mais merda saindo, e gemi alto: - Sim, cagando no pau do meu marido safado! Rebolo o rabo enquanto peido e cago! Volta a meter forte, fode esse cu cagado de porra, rasga tudo de novo! Ele enfiou de novo, forte, a pica entrando no cu sujo, fodendo com brutalidade, misturando a merda com a porra da buceta. Eu rebolava louca, o rabo subindo e descendo, peidando a cada estocada, cagando um pouco mais a cada vez que ele tirava um pouco, o cheiro subindo forte, mas eu gozava sem parar, a buceta esguichando jatos de gozo. Ele repetiu o processo seis vezes: metia forte por um minuto inteiro, tirava devagar, eu peidava alto “PRRRRT”, cagava um pouco mais, rebolava o rabo safado, ele ria e metia de novo com força total, o pau sujo de merda, eu gritando de dor e prazer misturados: - Dói pra caralho, mas é gostoso pra porra! Rasga meu cu, fode até eu morrer! Peidando e cagando na sua pica e ainda rebolo como uma puta! Mete mais forte! Fizemos isso seis vezes, cada vez mais intenso, eu gozando a cada ciclo, o corpo suado, os lençóis sujos de porra, gozo, merda e suor. O quarto cheirava a sexo sujo, a merda, a porra, e eu amava cada segundo, o tesão crescendo. Finalmente, ele não aguentou mais, meteu fundo até o fundo do cu, as bolas coladas na buceta pingando, e gozou com tudo, rugindo: - Toma, amor! Enchendo seu cu de porra quente! Jorrando tudo dentro do seu cu apertado! Jatos grossos, quentes, de porra jorraram no meu cu, enchendo, o volume grande, o cu se enchendo, pulsando ao redor do pau. Eu senti o calor subindo pelo intestino, o cu se contraindo, e explodi em um orgasmo insano, o maior da minha vida. - Aaaaah! Eu vou gozar! Gozando com porra no cu! Porra caralho, que delícia insana! Eu chorei alto, lágrimas rolando pelo rosto, gritei desesperada, o corpo convulsionando violentamente, a buceta jorrando gozo em esguichos longos, o cu apertando e relaxando ao redor do pau, e quando ele começou a tirar o pau lentamente, a porra branca grossa misturada com merda marrom jorrou para fora em um esguicho forte, eu rebolando o rabo, peidando forte “PRRRRT PRRRRT PRRRRT”, cagando mais porra e merda enquanto gozava, o orgasmo não parava, ondas e ondas de prazer, eu gritava e chorava: - Porra, que gozada gostosa! Expeli o sêmen do meu marido do cu! Gozei tanto que caguei e peidei tudo! Aaaaah, não para, eu tô gozando de novo! Ele tirou o pau completamente, e eu continuei rebolando, o cu aberto, expelindo o resto da porra em jatos, peidando e cagando, o gozo da buceta misturando, o corpo em êxtase total por longos minutos, chorando e gritando de prazer. Depois, caímos na cama suja, suados, fedendo a porra, merda, suor e sexo, mas completamente satisfeitos. Eu beijei ele, o gosto de tudo misturado. - Agora nossa vida mudou, amor. Eu quero ver você foder outras mulheres, gravar mais vídeos, e depois você vem e fode meu cu assim, com peidos, cagada, porra no cu, eu gozando chorando e expelindo. Eu sou sua puta safada agora, para sempre. E assim, a descoberta dos vídeos transformou nossa relação em uma de foda intensa, cheia de detalhes chulos, gemidos desesperados, buceta cheia de porra e cu fodido com peidos e cagadas, prazer sujo e ilimitado.
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