Minha maninha Isadora!

- Ei, mana, tá tudo bem? – eu perguntei baixinho, entrando no quarto dela devagar, o coração já martelando no peito só de ver o corpo dela esticado na cama, de camiseta larga que mal cobria a curva da bunda e aquela legging preta colada como uma segunda pele.
Isadora virou o rosto de leve no travesseiro, os olhos ainda grudados no celular, mas a voz saiu normal, quase cansada:
- Ah, é você... O que rolou? – ela respondeu, sem virar o corpo todo, mas eu vi o jeito que o quadril dela se mexeu de leve, como se estivesse fingindo que não sentia nada.

Eu me sentei na beirada da cama, as pernas penduradas pra fora, e comecei a falar de bobagem, do dia, das tarefas, do silêncio da casa à tarde. Mas meus olhos não saíam dela. A camiseta subia um pouco nas costas, mostrando a pele branquinha, macia, e eu lembrava da noite passada, daquele beijo roubado no corredor, da forma como nossos corpos se encostaram sem querer e o pau latejou na calça. Ela estava triste o dia todo, fingindo que não, trancada aqui, mas eu sabia que era tesão acumulado, frustração, vontade de mim.
- Você tá tensa pra caralho, Isadora... Deixa eu te massagear um pouco, vai? – eu disse, já colocando as mãos nos ombros dela, apertando devagar, sentindo os músculos duros debaixo da camiseta.
Ela soltou um gemidinho baixo, quase um suspiro:
- Hmmm... Tá bom... Mas só os ombros, hein? – e fechou os olhos, o rosto afundando no travesseiro.
Eu massageei com força, os polegares girando nos nós das costas, descendo pros ombros, apertando os braços. Ela gemia mais alto agora, não de sacanagem ainda, mas de alívio puro:
- Aaaah... Isso... Mais forte aí... Caralho, como você faz isso tão bem...
Eu me ajoelhei na cama ao lado dela, o pau já meio duro dentro da bermuda folgada, roçando de leve na coxa dela enquanto eu trabalhava. Massageei o pescoço, os dedos enfiando no cabelo dela, puxando de leve. Depois desci pras costas inteiras, por cima da camiseta, sentindo a curva da coluna, o jeito que a bunda dela empinava um pouquinho pra trás toda vez que eu apertava mais fundo.
- Relaxa, mana... Deixa eu cuidar de você... – eu murmurei, a voz rouca, e ela só gemeu em resposta, o corpo amolecendo.
Voltei pros "pneuzinhos" dela, aquelas gordurinhas deliciosas na cintura, apertando, amassando. Quase não toquei na bunda no começo, mas o tesão tava foda, o pau latejando, inchado, marcando a bermuda. Eu me posicionei atrás dela, de joelhos, encaixando meu volume bem na fenda da bunda por cima da legging. Comecei a massagear as costas de novo, mas agora era diferente – eu ia e vinha devagar, esfregando a rola grossa na racha dela, sentindo o calor da bucetinha dela mesmo através do tecido.
- Hmmm... O que você tá fazendo? – ela perguntou, a voz saindo mais baixa, mais molhada, mas sem parar de gemer.
- Nada... Só massageando... Tá gostoso, né? – eu respondi, empurrando mais forte, o pau já babando pré-gozo dentro da cueca.
Ela não respondeu com palavras, só soltou um gemido mais longo, mais desesperado:
- Aaaahhh... Porra... Continua...
Agora ela tava gemendo de excitação pura, a buceta esquentando, eu sentia o cheiro dela no ar, aquele cheiro de mulher molhada misturado com o suor da pele. Eu empurrei o volume com tudo, a rola dura pressionando a fenda, e de repente o tecido da legging cedeu um pouco – o pau entrou uns cinco centímetros na rachinha, ainda por cima da roupa, mas era o suficiente pra ela arquear as costas e gemer alto:
- Caralhooo... Que delícia... Empurra mais, irmão... Não para...
Eu cavalguei ela assim por uns cinco minutos, indo e vindo, o pau roçando o grelinho dela por cima da legging, o tecido ficando encharcado do mel dela. Meu saco batia na bundinha dela, e eu tava louco, suando, o coração explodindo. Gozei de repente, jorrando porra grossa dentro da bermuda, o gozo quente molhando tudo, escorrendo pela coxa. Eu caí por cima dela, mas me apoiei nos braços pra não esmagar o corpo dela, respirando pesado no pescoço dela.
A bermuda tava encharcada, o cheiro de porra forte no quarto. A bunda dela também devia tá molhada pra caralho, a legging preta escondendo, mas eu sentia o calor úmido. Ela ficou quieta, respirando devagar, olhos fechados como se dormisse. Eu me inclinei, dei um beijo molhado na bochecha dela:
- Desculpa, mana... Eu não queria... Mas você tava tão gostosa...
Ela abriu os olhos devagar, um sorrisinho safado no canto da boca:
- Não para agora, porra... Eu tô molhada pra caralho... Tira essa legging de mim e me fode de verdade...
Foi o suficiente. Eu me levantei, tirei a bermuda suja de porra num puxão, o pau ainda meio duro mas já voltando a inchar só de olhar pra ela. Isadora se virou de lado, ajudando a puxar a legging pra baixo, revelando a buceta lisinha, inchada, os lábios melados de tesão brilhando. A calcinha dela tava encharcada, grudada na racha. Eu arranquei tudo, jogando pro lado.
- Olha só essa bucetinha... Toda molhadinha pra mim... – eu disse, abrindo as pernas dela com as mãos, os dedos já roçando o grelinho inchado.
- Aaaah... Chupa ela, irmão... Lambe minha buceta toda... – ela pediu, a voz rouca de tesão, empinando o quadril pra mim.
Eu mergulhei o rosto ali, a língua lambendo da entrada do cu até o grelinho, chupando forte, sugando o mel dela que escorria grosso. Ela gritava, as mãos agarrando meu cabelo:
- Porraaa... Que língua gostosa... Chupa o grelinho, caralho... Aaaahhh... Vou gozar na sua cara...
Eu enfiei dois dedos na buceta apertada, curvando pra acertar o ponto G dela, enquanto a boca sugava o clitóris inchado. Ela se contorcia, as coxas apertando minha cabeça, gozando pela primeira vez com um grito desesperado:
- Tô gozandooo... Porra, irmão... Não para... Aaaahhhh!!!
O mel dela jorrou na minha boca, doce e salgado, escorrendo pelo queixo. Eu não parei, continuei lambendo até ela tremer inteira, pedindo pau.
- Me fode agora... Enfia essa pica grossa na minha buceta... Quero sentir você me arrombando... – ela implorou, de quatro na cama, a bunda empinada pra mim, o cu piscando e a buceta aberta, pingando.
Eu me posicionei atrás, a rola latejando, cabeça grossa roçando os lábios molhados. Empurrei devagar no começo, sentindo a buceta dela engolir centímetro por centímetro, quente, apertada, sugando.
- Caralho... Que buceta gulosa... Tá me apertando todo... – eu gemi, enfiando até o talo, o saco batendo na bucetinha dela.
- Aaaahhh... Me fode forte... Rasga minha bucetinha... – ela gritou, rebolando pra trás, empalando mais fundo.
Eu comecei a meter com força, estocadas longas e fundas, o quarto cheio do barulho de pele batendo em pele, o som molhado da buceta dela engolindo a pica. Eu agarrava a cintura dela, puxando pra mim, metendo como um animal. Ela gemia desesperada, o rosto afundado no travesseiro:
- Mais fundo... Me arromba... Porra, que pica deliciosa... Tô sentindo no útero... Aaaahhh... Goza dentro, irmão... Enche minha buceta de porra quente...
Eu meti mais rápido, o pau inchando dentro dela, as bolas apertando. Senti o orgasmo subir, e gozei com tudo, jorrando jato atrás de jato de porra grossa, enchendo a bucetinha dela até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados, misturado com o mel dela.
- Tô enchendo você todinha... Toma minha porra, mana... – eu rosnei, ainda metendo devagar enquanto gozava.
Ela gozou junto, o corpo tremendo, a buceta apertando a pica como se quisesse ordenhar até a última gota:
- Aaaahhh... Sinto sua porra quente... Tô gozando de novo... Caralhooo!!!
Nós ficamos assim um tempo, eu ainda dentro dela, o pau amolecendo devagar na buceta cheia de porra. Mas o tesão não passou. Eu olhei pro cu dela, piscando, apertadinho, e soube que queria mais. Puxei o pau devagar, um fio de porra escorrendo da buceta pro cu.
- Agora eu quero esse cu, Isadora... Deixa eu arrombar esse cuzinho guloso... – eu disse, cuspindo na mão e passando no pau, que já voltava a endurecer.
Ela olhou pra trás, os olhos cheios de medo e tesão misturados:
- Vai doer, né? Mas eu quero... Enfia devagar no começo... Meu cu é apertado pra caralho...
Eu posicionei a cabeça grossa no anelzinho rosado, pressionando devagar. Ela gemeu de dor no começo, o cu resistindo:
- Aaaaiii... Tá doendo... Mas continua... Força um pouco... Aaaahhh...
Eu empurrei mais, o cu dela cedendo centímetro por centímetro, quente, apertado como nunca. A pica entrou inteira, devagar, e ela gritou, mas o grito virou gemido de prazer:
- Porraaa... Tá me rasgando... Mas que delícia... Mete no meu cu... Me fode o rabo...
Eu comecei a meter, primeiro devagar, sentindo o cu dela apertar a rola toda vez que eu entrava. O prazer era insano, o cuzinho dela sugando, quente, lubrificado só com cuspe e o resto da porra da buceta. Ela rebolava, empinando mais, pedindo mais forte:
- Mais rápido... Arromba meu cu... Aaaahhh... Tô sentindo no intestino... Goza no meu cu também...
A dor misturada com prazer tava deixando ela louca. Eu metia fundo agora, as bolas batendo na buceta molhada, o pau saindo quase todo e enfiando de novo com força. Ela se acabava de gozar, o corpo tremendo, gritando desesperada:

- Tô gozando com pau no cuuu... Porra, que delícia... Aaaahhhh... Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda... Não aguento... Mas não para... Me fode mais...

Eu meti mais forte, sentindo o orgasmo subir de novo, o cu dela apertando como um punho. Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, suando, babando no travesseiro:
- Goza dentro... Enche meu cu de porra... Eu vou me cagar, irmão... Aaaaiii... Tô gozando de novo!!!
Eu não aguentei. Gozei com tudo dentro do cu dela, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino, o cu piscando e apertando enquanto eu jorrava. Ela gritava, o orgasmo dela explodindo junto:
- Sinto sua porra no cu... Tô gozando... Caralhooo!!!
Eu puxei o pau devagar, o cu dela ainda apertado, relutando em soltar. Quando a cabeça grossa saiu, ela rebolou a bunda com força, gemendo alto, e aconteceu exatamente como ela avisou: um jato de merda misturada com minha porra grossa escorreu do cu arrombado, sujando a cama, escorrendo pelas coxas dela. Ela rebolava, o cu piscando, soltando mais, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto, mas o tesão tava tão alto que eu só olhava, o pau ainda pingando.
- Olha o que você fez... Eu me caguei toda com sua porra no cu... Mas foi tão gostoso... – ela disse, ofegante, virando o rosto com um sorriso safado, o corpo ainda tremendo.
Eu me deitei ao lado dela, puxando ela pra meus braços, os dois suados, sujos, exaustos, mas felizes pra caralho. A casa tava silenciosa, mas o quarto cheirava a porra, buceta, cu e merda misturados. E eu sabia que isso era só o começo – amanhã eu ia cozinhar pra ela, dar presente, fazer ela se sentir a rainha que era. Mas agora, só ficamos ali, respirando juntos, o corpo dela colado no meu, a buceta e o cu ainda latejando do que a gente tinha feito.
Eu não conseguia parar de pensar na forma como a buceta dela tinha sugado minha pica, apertando cada veia, cada centímetro enquanto eu metia. Isadora tava deitada de lado agora, a perna dela por cima da minha, a buceta ainda vazando porra minha misturada com o mel dela, escorrendo pela coxa e sujando o lençol. Eu passei a mão ali, sentindo o calor pegajoso, e enfiei dois dedos de novo, devagar, mexendo na porra que tava lá dentro.
- Olha só como ficou cheia... Minha porra tá toda guardadinha na sua bucetinha gulosa... – eu falei, a voz rouca, girando os dedos e sentindo ela se contrair.
- Hmmm... Para... Tô sensível pra caralho... Mas continua mexendo... Aaaah... Tira mais porra de mim... – ela gemeu, rebolando o quadril devagar contra minha mão.
O quarto tava quente, o ar pesado com o cheiro de sexo. Eu lembrei de como ela tava triste o dia todo, trancada, fingindo que não queria nada, mas agora aqui, com a buceta arrombada e o cu sujo de porra e merda, ela tava radiante, os olhos brilhando de tesão. Eu puxei os dedos, lambi eles na frente dela, provando o gosto misturado.
- Delícia... Sua buceta tem o melhor gosto do mundo, mana... – eu disse, e ela riu baixinho, safada.
- Você é um safado do caralho... Mas eu amo... Agora me beija... Quero sentir meu gosto na sua boca...
Eu colei minha boca na dela, a língua enfiando fundo, trocando saliva e o resto do mel dela. O beijo foi longo, molhado, desesperado, enquanto minhas mãos apertavam os peitos dela por baixo da camiseta, beliscando os bicos duros. Ela gemia na minha boca, o corpo se esfregando no meu, o pau já meio duro de novo roçando na barriga dela.
- De novo? Você não cansa, hein? – ela perguntou, a mão descendo e agarrando a rola, apertando devagar.
- Com você nunca... Essa pica é sua... Chupa ela um pouco, vai... Limpa o resto da porra com essa boquinha gulosa... – eu pedi, empurrando o quadril pra frente.
Isadora desceu o corpo, se posicionando entre minhas pernas, os olhos fixos nos meus enquanto a língua dela lambia da base até a cabeça, limpando o mel da buceta e o resto de porra que tinha ficado. Ela chupou devagar no começo, sugando a glande, depois enfiou fundo na garganta, engasgando um pouco mas continuando, os olhos lacrimejando de tesão.
- Glup... Glup... Que pau gostoso... Tão grosso... Me fode a garganta... – ela murmurou entre uma chupada e outra, babando tudo.
Eu agarrei o cabelo dela, metendo na boca devagar, sentindo a garganta apertar. Ela gemia com a pica na boca, o som abafado e molhado enchendo o quarto. Depois de uns minutos, eu puxei ela pra cima, virando ela de novo de quatro.
- Quero foder essa buceta mais uma vez antes de ir pro cu de novo... Abre bem pra mim... – eu ordenei, e ela obedeceu, empinando a bunda alta, a buceta aberta, pingando.
Eu enfiei tudo de uma vez, metendo forte, as estocadas fazendo a cama ranger. Ela gritava a cada entrada:
- Aaaahhh... Me rasga... Fode essa buceta como uma vadia... Sou sua putinha, irmão... Aaaahhh!!!
Eu meti sem parar, as mãos dando tapas na bunda dela, deixando marcas vermelhas. O suor escorria pelos nossos corpos, o som molhado da porra dela sendo mexida ecoando. Ela gozou de novo, o corpo tremendo, a buceta esguichando um pouco no pau.
- Tô gozandooo... Porraaa... Enche de novo... Mas guarda pra foder meu cu depois...
Eu gozei pela segunda vez na buceta, enchendo ainda mais, a porra transbordando e escorrendo grossa. Agora sim, o cu tava chamando. Eu puxei o pau, limpei na bunda dela, e posicionei no anelzinho de novo.
Dessa vez, eu cuspi bastante, lubrifiquei o cu dela com os dedos, enfiando dois, depois três, abrindo devagar. Ela gemia de dor e prazer:
- Aaaai... Tá doendo... Mas abre mais... Quero sentir essa pica grossa me arrombando o cu...
Eu enfiei a rola devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela ceder, apertar, pulsar. Quando tava todo dentro, eu parei, deixando ela se acostumar, o corpo dela tremendo.
- Tá todo dentro... Que cu apertado... Delícia... – eu disse, começando a meter devagar.
A dor inicial virou prazer puro pra ela. Ela rebolava freneticamente, pedindo mais:
- Mete forte... Fode meu cu como uma puta... Aaaahhh... Tô sentindo no estômago...
Eu acelerei, as estocadas fundas, o pau saindo quase todo e entrando com força, o cu dela fazendo barulho molhado de tanto que tava lubrificado com cuspe e porra velha. Ela se acabava, gozando sem parar, os gemidos virando gritos desesperados:
- Tô gozando com esse pau no cu de novo... Aaaahhhh... Se você gozar dentro, eu vou me cagar de novo, tô sentindo a bosta querendo sair mais... Não segura... Enche meu intestino... Mas eu vou cagar de novo, eu vou... Aaaaiii... Tô gozando!!!
O orgasmo dela era violento, o corpo convulsionando, o cu apertando a pica como um torno. Eu meti mais fundo, sentindo as bolas apertarem, e gozei com tudo, jatos quentes enchendo o cu dela até o fundo.
- Toma minha porra no cu... Enchei você todinha... – eu rosnei.
Quando puxei o pau devagar, o cu dela não aguentou. Ela rebolou mais forte ainda, gemendo alto, e a merda misturada com porra grossa jorrou pra fora de novo, escorrendo em fios grossos, sujando a cama inteira, as coxas dela, pingando no chão. O cu piscava, soltando mais, o cheiro forte, mas ela só ria e gemia, rebolando mais, como se estivesse gozando com a sensação.
- Olha o que você fez de novo comigo, porra... Eu tô toda cagada por causa dessa sua rola e essa porra inundando meu buraquinho... mas foi o melhor gozo da minha vida... – ela disse, virando pra mim, o rosto vermelho, os olhos brilhando de satisfação.
Nós ficamos ali, sujos, exaustos, mas conectados como nunca. Eu limpei ela com um lençol velho, beijei cada parte do corpo dela, prometendo que amanhã ia ser diferente – um presente, um jantar, carinho. Mas no fundo, nós dois sabíamos que o tesão ia voltar, e a gente ia repetir tudo, mais forte, mais sujo, mais intenso. A casa silenciosa à tarde tinha virado nosso ninho de sacanagem, e Isadora, minha irmã, era minha puta favorita, minha paixão proibida, minha tudo.
- Irmão... Eu te amo pra caralho... Mesmo suja assim... – ela sussurrou no final, colada em mim, o corpo ainda tremendo levemente.
- Eu também, mana... E amanhã a gente repete... Com mais força... – eu respondi, beijando a testa dela, o quarto ainda ecoando os gemidos imaginários que a gente tinha soltado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha maninha Isadora!

Codigo do conto:
260202

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/04/2026

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