A atração proibida começou quando ela tinha só 14 anos e eu, com 20, já sentia o pau endurecer só de olhar para o corpo dela se desenvolvendo. Nada aconteceu na época. Eu me contentava em cheirar as calcinhas sujas que ela deixava no banheiro, inalando aquele cheiro de bucetinha jovem misturado com suor, imaginando o gosto salgado da xota dela. Ela, por outro lado, parecia sentir nojo de mim. Mal falava comigo, virava o rosto quando eu entrava no quarto. Mas o tempo passou, e quando ela completou 19 anos, algo mudou. O nojo virou brincadeira perigosa. Depois que saí de casa aos 24, voltei por um período e nossa relação virou outra coisa. Não era mais de irmão e irmã comum. Ela passava por mim no corredor, agarrava minha pica por cima da calça e apertava forte, rindo safada. Eu retribuía indo por trás, abraçando ela apertado e apertando aqueles seios pequenos e perfeitos, tamanho B, que cabiam direitinho na minha mão. Os mamilos dela eram sensíveis pra caralho, endureciam rápido com o toque. Mas o nosso encontro mais foda, o que eu nunca vou esquecer, foi depois que ela pariu o primeiro filho, seis meses atrás. O marido dela saiu com a criança para visitar os avós, e ficamos só nós dois em casa. Estávamos na sala, conversando sobre a vida, como ela estava se recuperando do parto. O corpo dela tinha mudado um pouco, os quadris mais largos, mas a buceta continuava perfeita, eu sabia. De repente, sem aviso, ela levantou a blusa e mostrou os mamilos grossos, escuros, inchados de tanto amamentar. - Olha só o que a gravidez fez com eles... Estão enormes, né? Quer tocar? Meu pau deu um salto dentro da calça. Fiquei duro na hora. Ela percebeu e sorriu maliciosa. Sabia que eu tinha fetiches esquisitos, incluindo urina. Do nada, ela falou: - Tô com vontade de mijar agora. Quer que eu mije na sua boca, irmãozinho pervertido? Eu nem pensei duas vezes. Assenti, excitado pra porra. Fomos para o quintal, um lugar mais reservado. Tirei minha blusa, deitei no chão de concreto quente. Ela tirou a calça devagar, revelando a buceta lisinha, ainda inchada do parto, mas linda, com os lábios carnudos e o grelinho aparecendo. O cheiro dela era forte, leite materno misturado com suor e um leve aroma de xota molhada. Ela se agachou sobre o meu rosto, as coxas grossas apertando minhas orelhas. Baixou a buceta até quase encostar na minha boca. - Lambe primeiro, vai... Prova a bucetinha da sua irmã. Dei uma lambida rápida, sentindo o gosto salgado e levemente azedo dos fluidos pós-parto. Ela gemeu baixinho e começou a soltar o mijo. O jato quente acertou minha boca aberta. Engoli parte, o sabor forte e quente descendo pela garganta. Parei um pouco para cuspir o resto, mas ela continuou, enchendo minha boca várias vezes. - Isso, engole o mijo da mana... Tá gostando, né? Olha como sua pica tá dura... Eu lambia entre os jatos, chupando o clitóris dela enquanto ela controlava o fluxo. O líquido escorria pelo meu queixo, molhando meu peito. O cheiro de urina fresca enchia o ar. Ela tremia de prazer, segurando minha cabeça. Depois de esvaziar a bexiga, ela se levantou, o rosto vermelho. - Agora me fode, irmão. Quero essa pica grossa dentro de mim. Levantei rápido, tirei a calça. Minha pica estava latejando, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela se apoiou na parede do quintal, empinou a bunda. Segurei os quadris dela e enfiei devagar na buceta quente e molhada. Estava apertada pra caralho, mesmo depois do parto. - Aaaahhh... Que pica grande, porra... Me rasga devagar... Comecei a meter com força, o som de bolas batendo na bunda dela ecoando. Os seios pequenos balançavam. Eu apertava os mamilos grossos, tirando um pouco de leite que escorria pelos meus dedos. O cheiro de sexo misturado com mijo e leite enchia o quintal. Aumentei o ritmo, metendo fundo, batendo no fundo da buceta dela. Ela gemia desesperada: - Isso, fode sua irmã... Mete essa pica toda... Ai, caralho, tô sentindo o grelinho latejar... Segurei o cabelo dela, puxando para trás enquanto socava. O suor escorria pelos corpos. Ela rebolava, apertando a buceta em volta da minha rola. Os gemidos viraram gritos. - Mais forte! Me quebra! Quero gozar na pica do meu irmão! Senti ela apertar, os músculos da xota pulsando. Gozou forte, esguichando um pouco de squirt misturado com o resto do mijo. Continuei metendo, prolongando o orgasmo dela até ela tremer inteira. Virei ela de frente, deitei no chão e fiz ela sentar na minha pica. Ela subia e descia, os seios balançando na minha cara. Chupei os mamilos, bebendo o leite doce enquanto ela cavalgava. - Tá gostoso, né? Essa buceta pós-parto tá apertadinha pra você... Meteu mais fundo, rebolando o quadril. Eu apertava a bunda dela, abrindo as nádegas. Os gemidos eram constantes, misturados com palavrões. - Porra, irmão... Sua pica tá batendo no meu útero... Me enche de porra! Senti o gozo subindo. Segurei ela firme e gozei forte dentro da buceta, jatos grossos de sêmen enchendo ela até transbordar. Ela gozou de novo, apertando a rola, leite escorrendo dos peitos. - Aaaaiii... Tá enchendo tudo... Que porra quente... Ficamos ali um tempo, ofegantes, minha porra escorrendo da buceta dela para minhas bolas. Mas eu ainda estava duro. Olhei para o cu dela, piscando, apertado. - Agora quero esse cu, mana. Vou te foder no rabo bem dolorido. Ela hesitou um segundo, mas o tesão falou mais alto. - Vai devagar no começo... Tá apertado desde o parto. Cuspi na mão, lubrifiquei a cabeça da pica e o cuzinho dela. Posicionei e empurrei devagar. Ela gritou de dor. - Aaaaiii... Caralho, tá doendo! Sua pica é grossa demais pro meu cu... Mas ela empurrou para trás, querendo mais. Entrei centímetro por centímetro, sentindo o cu apertar forte, quente, seco no começo. A dor misturada com prazer fazia ela gemer alto. - Devagar... Ai, porra... Tá rasgando meu cu... Comecei a meter, devagar no início, depois mais forte. O cuzinho dela se acostumou, ficava mais molhado com o pré-gozo. Os sons eram obscenos, ploc ploc de pica entrando no cu. Ela rebolava, desesperada, o prazer tomando conta. - Agora tá gostoso... Mete fundo no meu cu, irmão... Me arromba! Aumentei o ritmo, socando forte. Ela gritava, gemendo: - Isso! Fode meu cu! Tô sentindo sua pica toda dentro... Ai, vou gozar de novo! O cu dela apertava tanto que parecia que ia espremer minha rola. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo, suando, leite escorrendo dos mamilos. Os gemidos eram desesperados, roucos. - Não para! Tá doendo mas é tão bom... Meu cu tá pulsando na sua pica! Segurei os quadris e meti com tudo. Ela avisou, ofegante: - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar... Tá cheio, irmão... Não goza dentro! Mas eu estava perto demais. O tesão era insano. Meti mais fundo e gozei forte dentro do cu dela, enchendo de porra quente. - Aaaahhh... Tá gozando no meu cu! Porra, vai me fazer cagar! Ela gozou violentamente com a pica ainda dentro, o corpo convulsionando, gritando de prazer e dor. Quando tirei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando. Ela rebolou, gemendo, e começou a cagar. Um pouco de merda misturada com meu sêmen grosso escorreu, sujando a bunda, as coxas e o chão. O cheiro forte de sexo, porra e fezes encheu o ar. - Olha o que você fez... Me fez cagar com a porra no cu... Tá escorrendo tudo... Ela tremia de prazer, tocando o cu sujo, esfregando a mistura na bunda. Eu olhava hipnotizado, o pau ainda latejando. Ficamos ali, sujos, exaustos, mas satisfeitos como nunca. A relação proibida tinha chegado ao limite máximo.
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