Lutinha com minha irmã terminou de maneira gostosa!

A chuva batia forte nas janelas da sala, uma cortina cinza e constante que isolava todo mundo lá fora. Eu, Renato, estava jogado no tapete felpudo da sala, entediado pra porra, o pau mole dentro da calça de moletom, quando ouvi os passinhos leves e apressados da Larissa descendo as escadas pulando como sempre fazia. Ela surgiu na porta da sala com aquele short de ginástica velho e surrado, o tecido fino subindo no rabo redondo e marcando o cavalo da buceta, e uma regata fina que já tinha visto dias melhores, os seios pequenos saltando levemente a cada pulo, os mamilos duros marcando o tecido.
- Tô entediada pra caralho - ela anunciou, se jogando no tapete bem do meu lado, o corpo jovem e quente colidindo contra o meu braço. O cheiro dela subiu direto pro meu nariz: suor leve, sabonete de baunilha e aquele cheirinho doce e salgado da bucetinha que eu já tinha sentido de longe outras vezes.
- Eu também - respondi, virando o rosto pra ela.
Ela me olhou com aquele brilho safado nos olhos verdes, o rabo de cavalo loiro sujo balançando. - Quer lutar?
Eu ri baixo. - Você? Lutar comigo? Vou te destruir, Larissa.
- Muita conversa de quem perdeu pra mim no Mario Kart duas vezes seguidas - ela já estava de pé, pulando nas pontas dos pés, o short subindo ainda mais e deixando ver o começo da bunda branquinha. - Vamos lá, medroso. Ou tá com medo de levar porrada da sua irmã mais nova?
Algo no tom dela me fez levantar. Meu pau deu uma piscadela dentro da calça. - Tá bom. Mas não chora quando perder, sua putinha.
O tapete era grosso e macio. A gente se posicionou no centro da sala. Larissa era dez anos mais nova que eu, mas sempre foi briguenta pra porra, corpo magrinho, bunda empinada, pernas torneadas de tanto correr e dançar. Ela atacou primeiro, rápida, pegando meu braço esquerdo e tentando torcer atrás das costas. Deixei ela achar que tinha vantagem, sentindo o peito pequeno dela roçando nas minhas costas, o calor da bucetinha através do short fino pressionando contra minha coxa. Meu pau começou a endurecer na hora.
Aí eu girei rápido, prendi o pé atrás do tornozelo dela e puxei. Nós dois caímos num emaranhado de pernas e braços. Ela soltou um gritinho agudo misturado com risada, o cabelo caindo no rosto. Eu rolei por cima, prendendo os ombros dela no tapete, os quadris encaixados entre as coxas abertas dela.
- Desiste? - provoquei, a voz já rouca.
- Nunca, seu filho da puta - ela respondeu, os olhos brilhando, bochechas coradas. Ela se contorceu forte embaixo de mim, tentando me jogar pra fora. As coxas dela apertaram minha cintura, o short subiu até quase mostrar a calcinha, e o atrito da bucetinha contra o meu pau que já estava duro pra caralho me deu um choque elétrico. Eu senti o calor úmido dela mesmo através das roupas.
- Cansando, irmão? - ela provocou, mas a voz saiu mais manhosa do que ela queria.
- Cala essa boca safada - eu rosnei, ajustando o peso, montando nos quadris dela. Meu pau latejava, pressionando direto contra a entrada da buceta através do short e da calça. Ela sentiu. Parou de se mexer por um segundo, os olhos arregalados, o rubor subindo pelo pescoço e descendo pros peitinhos.
- Foi isso... - ela sussurrou, a respiração acelerada.
- Desculpa - eu murmurei, mortificado e excitado pra porra ao mesmo tempo. - Eu não queria...
Mas ela não desceu. Em vez disso, pressionou os quadris pra cima, deliberadamente, esfregando a bucetinha quente e úmida contra o volume duro da minha pica. O olhar dela mudou. Curiosidade. Fome. Desejo safado de irmãzinha.
- Renato... - ela começou.
- Não fala nada - ela cortou, a voz rouca. - Só... não para.
Ela se inclinou e me beijou. Os lábios dela eram macios, quentes, com gosto de chiclete de morango. Eu gemi baixo na boca dela, as mãos descendo pra apertar a bunda redonda por baixo do short. A língua dela entrou tímida, depois mais atrevida, lambendo a minha. Meu pau pulsava contra ela, latejando de vontade de foder.
Ela quebrou o beijo ofegante, sentou em cima de mim e puxou a regata por cima da cabeça num movimento rápido. Os seios pequenos e firmes saltaram livres, mamilos rosados e duros como pedrinhas. O short veio logo depois, descendo pelas pernas, e a calcinha de algodão branco veio junto. A calcinha estava molhada no cavalo, umidade transparente marcando o formato da buceta. O cheiro forte e doce de buceta molhada subiu direto pro meu nariz.
- Sua vez - ela disse, a voz grossa de tesão. - Tira tudo. Quero ver essa pica grossa que tá me cutucando.
Eu tirei a camisa, depois a calça e a cueca num segundo. Meu pau saltou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando com pré-porra, o saco pesado e cheio. Larissa arregalou os olhos, a boca entreaberta.
- Caralho, Renato... é tão grande. Grosso pra porra. Vai caber na minha bucetinha?
- Você já fez isso antes? - perguntei, a voz rouca.
Ela balançou a cabeça, mordendo o lábio inferior. - Nunca. Mas eu quero. Quero você primeiro. Quero sentir a pica do meu irmão rasgando minha buceta virgem.
Ela se arrastou entre minhas pernas, a mão pequena e quente envolvendo a base da minha pica. O toque foi fogo. Ela masturbou devagar, o polegar espalhando o pré-gozo pela cabeça. Depois se inclinou e lambeu, a língua quente e molhada subindo pela veia principal.
- Assim? - ela perguntou, os olhos subindo pra mim, cheios de malícia.
- Porra, sim. Chupa direito, Larissa. Engole a pica do seu irmão.
Ela abriu a boca e engoliu a cabeça, os lábios esticando ao redor da grossura. Eu gemi alto, a cabeça caindo pra trás. A boca dela era quente, úmida, apertada. Ela chupou devagar no começo, experimental, a língua girando na cabeça, depois sugando mais forte, as bochechas afundando. Baba escorria pelo meu saco. Eu segurei o cabelo dela e comecei a guiar, metendo devagar na boca dela.
- Isso, sua putinha. Engole mais fundo. Boa garota.
Ela engasgou quando a cabeça bateu na garganta, mas não parou. Relaxou, engoliu mais, a garganta apertando minha pica como um cu. Eu fodi a boca dela com mais vontade, os quadris subindo do tapete, o barulho molhado de chupada enchendo a sala junto com a chuva lá fora.
- Porra, Larissa... sua boca é viciante. Chupa mais forte. Vai engolir tudo quando eu gozar?
Ela olhou pra cima com os olhos marejados e assentiu com a cabeça, sem tirar a pica da boca. Eu acelerei, metendo mais fundo, as bolas batendo no queixo dela. A pressão subiu rápido.
- Tô gozando, porra! Engole tudo, sua irmã safada!
Eu explodi. Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto na garganta dela. Ela engasgou, mas engoliu como uma vadia faminta, a garganta trabalhando, engolindo cada jato. Um pouco de leitinho branco escapou do canto da boca e escorreu pelo queixo. Quando terminei, ela lambeu a cabeça limpa, lambendo os últimos fios, e sorriu com a boca brilhando de porra e baba.
- E aí... revanches? - ela perguntou, a voz rouca, a buceta pingando no tapete.
Eu não respondi com palavras. Puxei ela pra cima de mim, beijei ela com gosto de porra, e rolei, colocando ela de costas no tapete. Abri as pernas dela bem abertas, o grelinho inchado e brilhando de molhado. A buceta era rosada, apertada, os lábios pequenos tremendo de expectativa. Eu desci, lambi tudo, chupando o grelho, enfiando a língua dentro da entrada quente. Larissa gritou, as mãos no meu cabelo.
- Aaaahhh! Porra, Renato! Chupa a buceta da sua irmã! Hnnng!
Eu lambi e chupei até ela tremer, até o gosto dela encher minha boca. Depois subi, posicionei a cabeça grossa da pica na entrada molhada e empurrei.
A cabeça entrou devagar, abrindo a buceta virgem. Larissa gritou alto, as unhas cravando nos meus ombros.
- Aaaaaiiii caralho! Dói! Sua pica é grossa demais! Tá rasgando!
- Relaxa, irmã... vai entrar todinha. Sua bucetinha vai engolir meu pau.
Eu continuei empurrando, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo pra mim. Quando entrei até o fundo, as bolas encostando na bunda dela, eu pausei. A buceta dela apertava minha pica como um punho molhado e quente. Larissa ofegava, os olhos revirados.
- Porra... tá tão fundo... sinto você latejando dentro de mim.
Eu comecei a foder. Devagar no começo, tirando quase tudo e enfiando de novo, sentindo cada dobra da buceta dela massageando meu pau. O barulho molhado era obsceno. Ploc. Ploc. Ploc. Os sucos dela escorriam pelo meu saco.
- Fode mais forte, irmão! Mete fundo nessa bucetinha apertada! - ela gemia, as pernas envolvendo minha cintura.
Eu acelerei. Meti com força, as bolas batendo na bunda, a cabeça da pica batendo no fundo. Larissa gritava sem parar, gemidos desesperados.
- Aaaahhh! Hnnng! Porra! Fode! Fode a buceta da sua irmã! Mais forte! Mais fundo!
Mudei de posição. Coloquei ela de quatro, segurei os quadris e meti por trás. A visão da bunda empinada, o cu apertado piscando acima da buceta sendo fodida, era demais. Eu dei tapas na bunda, deixando marcas vermelhas, enquanto metia sem parar.
- Olha como você rebola, sua safada. Gosta de levar pica do irmão, né?
- Gosto! Porra, gosto pra caralho! Fode mais! Goza dentro de mim! Enche a buceta da sua irmã de porra quente!
Eu fodi ela em várias posições. Ela por cima, rebolando no meu pau, os peitinhos pulando, o grelho roçando na minha barriga. Eu chupava os mamilos, mordia, enquanto ela rebolava como uma puta no cio. Depois de lado, eu metendo por trás, uma mão na frente apertando o grelho dela. Ela gozou várias vezes, a buceta contraindo e espremendo meu pau, os gemidos virando gritos.
- Tô gozando! Porra, tô gozando na sua pica! Aaaaahhhh!
Depois de muito tempo fodendo, a pressão nas minhas bolas ficou insuportável. Eu meti fundo, segurei os quadris dela e gozei.
- Tô gozando, Larissa! Toma porra na buceta!
Jatos grossos e quentes jorraram direto no fundo da buceta dela. Eu continuei metendo enquanto gozava, enchendo ela até transbordar. Porra branca e grossa escorria pela minha pica, misturando com os sucos dela, pingando no tapete. A buceta dela ficou toda melada, aberta, pulsando, cheia do meu leitinho.
Eu tirei o pau devagar, vendo a porra escorrer da buceta inchada. Mas meu pau ainda estava duro. O cuzinho dela, bem acima, apertado e virgem, chamava.
- Agora eu vou foder esse cuzinho apertado, Larissa.
Ela olhou pra trás, ofegante, o corpo ainda tremendo do orgasmo. - O cu? Vai doer pra caralho...
- Vai doer. Mas depois vai ser gostoso. Quero foder seu cu enquanto você ainda tá cheia de porra na buceta.
Eu usei a porra que escorria da buceta dela e bastante saliva pra lubrificar. Esfreguei no cuzinho, enfiei um dedo, depois dois, abrindo devagar. Larissa gemeu, empurrando o rabo contra minha mão.
- Hmmm... estranho... mas tá bom...
Eu posicionei a cabeça grossa da pica no cuzinho e empurrei. A entrada foi difícil pra porra. O anel apertado resistiu, depois cedeu devagar. Larissa gritou de dor, o corpo tenso.
- Aaaaaiiii caralho! Dói! Tá rasgando meu cuzinho! Sua pica é grossa demais! Para! Não... não para... mete devagar!
Eu entrei centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar minha pica como um torniquete quente. Quando a cabeça passou e eu entrei mais fundo, ela ofegava, lágrimas nos olhos, mas não pediu pra parar. Quando entrei até o meio, comecei a mexer devagar.
A dor dela foi virando prazer. Ela começou a gemer mais alto, rebolando o rabo devagar.
- Ai ai ai... tá doendo mas é gostoso pra caralho! Fode meu cu, Renato! Mete mais fundo!
Eu acelerei. Fodi o cu dela com mais força, as bolas batendo na buceta melada de porra. O barulho era obsceno: pele batendo, o cu fazendo barulho molhado, os gemidos desesperados dela.
Enquanto eu metia no cu, ela começou a gozar de novo. O corpo inteiro tremeu, a buceta esguichou um pouco, contraindo forte.
- Porra! Estou gozando! Com esse pau no meu cu eu tô gozando gostoso pra caralho! Aaaaahhhh! Hnnnggg! Não para!
Eu continuei fodendo o cu dela sem piedade, sentindo as contrações apertarem meu pau ainda mais. A porra subiu de novo.
Ela gritou, quase chorando de tesão e vergonha:
- Se você gozar dentro do meu cuzinho, eu vou me cagar! Ai meu Deus, Renato! Se você jorrar essa porra quente dentro do meu cu, eu vou me cagar toda! Não goza dentro que eu vou cagar na sua pica! Por favor!
O aviso safado só me deixou mais louco. Eu meti mais forte, mais fundo, o cu dela agora bem aberto ao redor da minha pica. As bolas apertaram e eu gozei pra dentro, jorrando porra grossa e quente bem fundo no reto dela, enchendo o cu da minha irmã com leitinho quente. Eu gemi alto, pulsando várias vezes, enchendo ela até transbordar.
Quando terminei, comecei a tirar o pau devagar. A cabeça saiu com um pop molhado. Larissa gemeu, o cu piscando, porra branca escorrendo.
Então ela começou a rebolar o rabo, empurrando pra trás procurando encaixar novamente no meu pau, gemendo baixo. E saiu. Primeiro um pedacinho marrom de merda saiu devagar do cuzinho aberto, misturado com a porra branca e grossa que eu tinha jorrado. Depois mais, um fio grosso de merda e sêmen escorrendo pelo cu, pingando no tapete. O cheiro forte de merda misturado com porra subiu no ar.
Larissa rebolava o rabo, gemendo de vergonha e excitação, fazendo mais sair. Merda marrom misturada com porra branca escorria pelo cu dela, sujando as nádegas, caindo no tapete em pequenas pilhas molhadas. Ela continuou rebolando, empurrando, o cuzinho se abrindo e fechando, expelindo mais da mistura nojenta e safada.
- Olha só... tô cagando mesmo... misturado com sua porra quente no meu cu... que sacanagem, irmão... - ela gemeu, a voz rouca, rebolando mais devagar, fazendo mais merda e leitinho escorrer.
Eu assisti tudo, o pau ainda semi-duro brilhando de porra e merda, excitado pra caralho com a cena. A minha irmã mais nova, de quatro, o cuzinho sujo, cagando a porra que eu tinha enchido nela, rebolando o rabo enquanto a merda saía misturada com o meu gozo.
A chuva continuava batendo forte lá fora. Dentro, o cheiro de sexo, suor, porra e merda preenchia a sala. Larissa olhou pra trás, os olhos vidrados, o rosto corado, o cu ainda pingando a mistura.
- Você gostou de ver sua irmã cagando sua porra, né? - ela sussurrou safada.
Eu sorri, já sentindo o pau endurecer de novo.
- Porra, gostei pra caralho. E a gente ainda tem a noite inteira, Larissa.
Ela rebolou o rabo de novo, deixando mais sair, e sorriu de volta.
- Então vem, irmão. Fode meu cu de novo enquanto eu ainda tô suja da sua porra e da minha merda. Me faz gozar gritando de novo.
Eu me aproximei, o pau já duro outra vez, pronto pra enfiar no cuzinho sujo e aberto dela.
E a gente continuou. Muitas vezes. Até o tapete ficar todo sujo e a gente exausto, cheirando a sexo, porra e merda misturadas.
Fim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Lutinha com minha irmã terminou de maneira gostosa!

Codigo do conto:
262045

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/05/2026

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