Não imaginei o que poderia acontecer apos ver minha mãe se acabar na siririca!
Era uma tarde quente de verão, e eu, com meus 22 anos, ainda morava na casa da minha mãe, a Rita, uma mulher de 44 anos que ainda tinha um corpo que fazia qualquer homem virar a cabeça. Seios grandes e pesados, quadril largo, bunda carnuda e uma buceta peluda que eu nunca tinha visto tão de perto até aqueles dias que mudaram tudo. Eu sempre soube que ela era gostosa, mas depois de flagrá-la se masturbando com aquele frasco de perfume enorme, as fantasias de incesto tomaram conta da minha cabeça. Meu pau endurecia só de lembrar dela enfiando aquilo na buceta peluda, gemendo baixinho. Naquele dia fatídico, eu tinha saído pra casa de um amigo, mas ele cancelou. Voltei quietinho, sem fazer barulho, e a porta do quarto dela estava entreaberta. Meu coração acelerou quando eu espiei. Lá estava ela, só de calcinha rosa fio-dental, de quatro na cama, empinando aquela bunda madura. O frasco de perfume, grosso e longo como uma pica de verdade, estava na mão dela, e ela pressionava a ponta contra o cu rosado, forçando devagar. O rosto dela se contorcia de dor misturada com prazer. - Ai, porra... dói mas é bom... enche esse cu guloso... - ela murmurava sozinha, a voz rouca de tesão. Eu fiquei ali, pau latejando dentro da calça, assistindo ela empurrar mais fundo. A calcinha rosa estava puxada pro lado, revelando o mato escuro da buceta inchada, molhada, pingando. O cheiro de perfume misturado com o aroma de buceta excitada chegava até mim. Meu pau babava pré-gozo só de ver. Depois de alguns minutos, culpado pra caralho, eu saí e fui pro amigo. Mas as imagens não saíam da cabeça. Eu batia punheta pensando nela, imaginando minha pica no lugar daquele frasco. Os dias seguintes foram tortura. Eu evitava olhar pra ela, mas à noite, no quarto em frente ao dela, eu ouvia barulhinhos. Gemidos abafados. Uma noite, não aguentei. Fingi que ia dormir cedo, mas deixei minha porta aberta. Por volta das onze, ela entrou no quarto dela. Eu espiei. Rita tirou a camisola fina, ficando nua. Os seios caídos mas ainda firmes balançaram quando ela se deitou na cama, pernas abertas. A buceta peluda brilhava de tesão. Ela pegou o frasco de novo. - Vem, seu safado... enfia nessa buceta molhada da mamãe... - sussurrou, como se falasse com alguém. Eu entrei devagar, sem bater. Ela me viu, mas dessa vez não fechou as pernas. Seus olhos estavam vidrados de desejo. - Filho... o que você... ai, porra... você viu tudo, né? - ela disse, voz tremendo, mas não parou de esfregar o frasco na buceta. - Vi, mãe. E não consigo parar de pensar na sua buceta peluda e nesse cu apertado. Eu quero você. Quero foder minha própria mãe. Ela mordeu o lábio, gemendo alto. - Vem cá, seu pervertido. Se é pra pecar, vamos pecar direito. Tira essa roupa e me mostra essa pica dura que você tanto bate pensando em mim. Eu tirei tudo rapidinho. Meu pau estava roxo de tão duro, veias pulsando, cabeça brilhando de baba. Rita arregalou os olhos. - Caralho, filho... que pica grossa. Maior que o frasco. Vem, enfia na buceta da mamãe. Eu tô louca pra sentir carne de verdade. Eu pulei na cama, agarrei aqueles seios pesados, chupando os mamilos marrons duros enquanto ela gemia. Meu pau roçava na coxa peluda dela. O cheiro dela era inebriante – suor, buceta molhada, perfume doce. Desci beijando a barriga mole, até chegar no mato escuro. Separei os lábios grossos com os dedos, vendo o grelinho inchado, rosado, brilhando. - Que buceta linda, mãe. Peluda pra caralho, toda molhada pra mim. - Chupa, filho. Chupa o grelinho da mamãe. Lambe essa porra toda. Eu enfiei a língua, saboreando o gosto salgado e doce de buceta madura. Ela segurou minha cabeça, rebolando no meu rosto, gemendo desesperada. - Ai, meu Deus... que língua gostosa... lambe mais fundo... enfia na buceta da mamãe... porra, eu tô gozando já! O corpo dela tremeu, ela apertou as coxas na minha cabeça e gozou forte, jorrando um líquido quente na minha boca. Eu bebi tudo, pau latejando. Levantei, posicionei a cabeça da pica na entrada da buceta dela e empurrei devagar. Era apertado, quente, molhado pra caralho. Centímetro por centímetro, eu entrava enquanto ela gemia alto. - Ai, filho... tá enchendo a buceta da mamãe... que pica grossa... me rasga... mais fundo! Eu meti tudo, bolas batendo no cu dela. Comecei a foder com força, o som de carne molhada ecoando no quarto. Os seios dela balançavam a cada estocada. Eu pegava neles, apertava, torcia os bicos. - Fode, mãe... toma essa pica do filho... sua buceta é tão quente e peluda... eu vou encher você de porra! Ela rebolava, unhas cravadas nas minhas costas. - Isso, mete forte... fode a mamãe como uma puta... ai, ai, tô gozando de novo... porraaaa! A buceta dela apertou minha pica como um punho, ordenhando. Eu não aguentei e gozei forte, jatos grossos de porra enchendo o fundo da buceta dela. Fiquei lá dentro, pulsando, enquanto ela tremia. Mas não acabou. Meu pau ainda estava meio duro dentro dela. Tirei devagar, vendo a porra escorrer da buceta peluda, misturada com os cremes dela. Virei ela de quatro, empinando aquela bunda grande. - Agora o cu, mãe. Eu vi você enfiando o frasco. Quero sentir esse cuzinho apertado na minha pica. Ela olhou pra trás, olhos cheios de medo e tesão. - Filho... dói muito... o frasco é menor... sua pica é enorme... vai rasgar o cu da mamãe... - Relaxa, eu vou devagar. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho piscante dela. Pressionei. O anel apertado resistiu, mas eu forcei. - Aaaaiii! Dói, porra! Tira um pouco... ai, caralho... tá entrando... Centímetro por centímetro, eu invadia o cu quente e apertado dela. Era dolorido pra ela, dava pra ver no rosto contorcido, lágrimas nos olhos, mas ela empinava mais. - Mais... enfia tudo... rasga esse cu guloso... ai, filho... que dor gostosa... Finalmente, eu estava todo dentro. O cu dela pulsava ao redor da minha pica, queimando. Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. O atrito era insano, seco no começo, mas a porra da buceta ajudava a lubrificar. - Fode o cu da mamãe... mete forte agora... ai, ai, tá doendo mas eu tô gozando... porra, que prazer! Eu acelerei, batendo as bolas na buceta molhada dela. Os gemidos dela viraram gritos desesperados. - Aaaahhh! Mais fundo... destroça esse cu... eu sou sua puta, filho... fode o cuzinho da mamãe! Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, cu apertando minha pica como se quisesse espremer. O suor escorria pelos corpos, o cheiro de sexo, porra e suor enchia o quarto. Eu metia com tudo, segurando o quadril largo dela, vendo a bunda balançar. - Vou gozar no seu cu, mãe... encher esse cuzinho de porra quente! - Goza, filho... enche o cu da mamãe... mas se você gozar dentro, eu vou me cagar toda... ai, porra, tô gozando de novo com pau no cuuuu! Ela gritava, corpo tremendo violentamente, gozando tão forte que squirt escorria da buceta. Eu não parei, metendo mais fundo, e explodi. Jatos grossos de porra quente inundaram o intestino dela. Ela berrou. - Aaaaiiii! Tá enchendo... quente pra caralho... vou me cagar... porraaa! Eu gozei tudo, esvaziando as bolas no cu dela. Fiquei lá dentro um tempo, sentindo o cu pulsar. Depois, devagar, comecei a tirar. Ela rebolava, gemendo. - Tira devagar... ai... tá saindo... Quando a cabeça da pica saiu do cu dilatado, um barulho molhado veio. Ela não aguentou e começou a cagar. Um monte de merda mole, misturada com minha porra branca grossa, saiu do cu, escorrendo pelas coxas, sujando a cama. Ela rebolava, empinando, gemendo de vergonha e prazer residual. - Olha o que você fez... eu tô cagando sua porra do meu cu... ai, filho... que safadeza... mas foi tão bom... Eu assistia hipnotizado, pau ainda duro, vendo o cu piscando, soltando mais sêmen misturado com coco marrom. O cheiro forte enchia o ar, mas só aumentava o tesão doentio. Ela virou, olhos vidrados, e puxou minha cabeça pra beijar. - Agora a mamãe tá toda suja... limpa com a boca se quiser, seu pervertido. A noite foi longa. Nós fodemos mais vezes, explorando cada buraco, sujando tudo. O incesto virou nossa realidade suja e viciante.
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