Eu me chamo Franciele e tenho 19 anos. Nunca tive um irmão de verdade, mas desde os 13 anos essa porra me consome. No começo era só vontade de ter alguém pra me proteger… depois veio a pornografia de irmão mais velho fodendo a irmã mais nova. Eu montava no pente de cabelo da penteadeira, rebolava devagar, imaginando que era a pica dele entrando na minha bucetinha. Com o tempo o pente virou um dildo branco gigante de 25 cm. Eu montava nele todo dia, roleplayando com caras online que fingiam ser meu irmão. “- Irmãzinha, abre mais essa buceta pro irmãozão”, eles falavam, e eu gozava gritando o nome deles como se fossem família. Eu nunca parei. E hoje, finalmente, eu ia viver isso de verdade. Marcos, 25 anos, moreno, corpo sarado, pica de 22 cm grossa como punho, veio até minha casa depois de eu mandar um vídeo meu montando no dildo e chamando ele de irmão. A porta do meu quarto estava entreaberta. Eu estava nua, de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta depilada brilhando de tanta meleca que já escorria pelo cu apertado e pingava no lençol rosa. Ele entrou, fechou a porta e trancou. A voz saiu rouca, perfeita pro papel: - Olha só a irmãzinha safada… já de quatro, buceta pingando, cu piscando. Desde os 13 anos você sonha com isso, né? Sonha com o irmãozão te foder até você esquecer o próprio nome. Eu gemi baixo, rebolando o quadril pro ar, os seios balançando. - Sim, irmão… eu montava no pente imaginando sua pica me rasgando. Agora é real. Me fode. Me trata como sua irmã putinha. Ele tirou a roupa devagar. A pica saltou dura, veias latejando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele se aproximou, passou a mão grossa pela minha bunda, abriu as nádegas e cuspiu direto no cu. - Primeiro eu vou comer essa buceta até você gozar na minha cara. Depois fodo o cu. E no final você vai montar em mim como fazia no dildo, mas agora com a pica de verdade do seu irmão. Ele ajoelhou atrás de mim, agarrou meus quadris e enterrou a cara inteira na minha buceta. A língua larga lambeu do grelinho inchado até o cu, chupou forte o grelinho, sugou os lábios, enfiou a língua fundo na entrada molhada. Dois dedos grossos entraram na buceta devagar, curvados, massageando o ponto G enquanto ele chupava o grelinho como se fosse doce. Eu já estava tremendo. - Ahhh… irmão… sua língua… caralho, lambe mais forte! Chupa o grelinho da sua irmã! - eu gemia, empurrando a buceta contra a boca dele. A meleca escorria grossa, ele engolia, fazia barulho obsceno de chupada molhada. Os dedos fodiam rápido, a palma batendo no grelinho, e eu senti a primeira onda subir como um trem. - Irmão! Eu vou gozar! Não para! AHHHH! CARALHO, IRMÃOOOOO! - o squirt jorrou forte, molhando o queixo dele, o peito, o lençol. Meu corpo convulsionou, as pernas tremeram, os olhos reviraram, a boca aberta num gemido longo e desesperado. Ele continuou lambendo tudo, bebendo meu gozo, os dedos ainda dentro, prolongando o orgasmo até eu implorar. - Porra, irmãzinha… sua buceta goza gostoso pra caralho. Agora é minha vez. Ele se levantou, posicionou a cabeça grossa da pica na entrada da buceta ainda pulsando e enfiou tudo de uma vez, até as bolas baterem no meu cu. Eu gritei. - AHHHH! PORRA! TÃO GROSSA! ESTÁ ENCHENDO TUDO, IRMÃO! - a buceta esticou ao máximo, as paredes apertando cada veia, o colo do útero sendo batido. Ele não deu tempo de acostumar. Começou a foder forte, estocadas longas e brutais, a pica saindo quase toda e voltando com tudo, o barulho de pele batendo em pele ecoando no quarto. O cheiro de sexo, suor e buceta molhada tomou tudo. - Toma, irmã safada! Toma a pica do seu irmão mais velho! Essa buceta apertada é minha agora! - ele rosnava, uma mão na minha cintura, a outra puxando meu cabelo. - Sim! Sim! Fode sua irmã! Me fode como uma puta! Mais forte, caralho! A buceta está doendo de tão gostoso! - eu gemia sem parar, rebolando pra trás, encontrando cada estocada. Meus seios balançavam, os mamilos roçando no lençol. O grelinho inchado era esfregado toda vez que ele entrava fundo. Eu sentia a porra dele misturada com minha meleca escorrendo pelas minhas coxas. Ele me virou de lado, levantou minha perna esquerda e continuou fodendo, agora mais fundo ainda. Os dedos dele desceram pro meu cu, enfiando dois sem aviso. - Olha esse cuzinho piscando… quer porra aqui também, irmãzinha vadia? - Sim! Fode meu cu, irmão! Enche de porra quente! Eu quero tudo! Ele tirou a pica da buceta, cuspiu no cu e enfiou devagar. O anel apertado esticou, queimou gostoso, depois relaxou e engoliu a pica inteira. Eu gritei de prazer misturado com dor deliciosa. - AHHHH! DÓI TÃO BOM! FODE MEU CU, IRMÃO! MAIS FORTE! - ele fodeu meu cu sem piedade, as bolas batendo na buceta melada, os dedos dele agora no grelinho, esfregando rápido. Eu gozei de novo, o cu apertando a pica como um torno, o squirt jorrando da buceta vazia. - GOZANDO NO CU DA MINHA IRMÃ! PORRA! - ele gritou, enfiando até o fundo e jorrando jatos grossos de porra quente dentro do meu cu. Eu sentia cada pulsação, o calor enchendo, escorrendo quando ele puxou devagar. Eu não deixei ele sair. Me virei, ajoelhei e engoli a pica suja de porra e meleca. Chupei com fome, garganta relaxada, engolindo fundo até as bolas baterem no meu queixo. Engasguei, lágrimas escorreram, mas continuei. - Glub… glub… irmão, sua pica tem gosto da minha buceta e do meu cu… delícia… me fode a boca como se fosse outra buceta. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta, estocadas curtas e rápidas. Eu babava, a saliva escorria pelo queixo, pingava nos seios. Quando ele tirou, eu lambi as bolas, chupando uma de cada vez. - Boa irmãzinha… agora monta em mim. Como você fazia no dildo. Só que agora é a pica de verdade. Eu subi nele, posicionei a pica na buceta e desci devagar. A sensação foi diferente… quente, pulsando, viva. Eu rebolei devagar no início, sentindo cada centímetro, depois acelerei. O grelinho roçava no baixo ventre dele toda vez que eu sentava fundo. Meus seios balançavam na cara dele, ele chupava os mamilos com força. - Isso, irmã… rebola nessa pica. Monta no pau do seu irmão como a putinha que sempre foi. - Ahhh! Irmão! Eu tô fodendo meu irmão de verdade! A pica está batendo no fundo! Olha como minha buceta engole tudo! - eu gemia alto, cavalgando mais rápido, a bunda batendo nas coxas dele. O barulho molhado era obsceno. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, os olhos fechados, a boca aberta num gemido longo: - AHHHHH! IRMÃOOOOO! EU TÔ GOZANDO DE NOVO! NÃO PARA! ME FODE ENQUANTO EU GOZO! Ele segurou meus quadris e estocou por baixo, me fudendo enquanto eu gozava, prolongando o orgasmo até eu quase desmaiar. Depois ele me colocou de quatro de novo, mas dessa vez alternando: três estocadas na buceta, uma no cu, três na buceta, uma no cu. Eu estava louca, gemendo sem parar, implorando. - Fode as duas, irmão! Usa sua irmã como quiser! Sou sua irmãzinha putinha! Ele gozou de novo, dessa vez na buceta, enchendo até transbordar. A porra quente escorreu grossa pelas minhas coxas enquanto ele ainda estava dentro. Nós não paramos. Fizemos de tudo naquela noite. Ele me fodeu em pé contra a parede, minhas pernas enroladas na cintura dele, a pica entrando fundo enquanto eu mordia o ombro dele. Depois 69, eu engolindo a pica enquanto ele lambia minha buceta inchada e vermelha. Eu sentei na cara dele e rebolei até gozar de novo, sufocando ele com a buceta molhada. Na última rodada, eu montei de novo, mas reverse cowgirl. Ele via minha bunda subir e descer, a pica sumindo na buceta, depois no cu, alternando como eu queria. Eu controlava o ritmo, parava quando ele estava perto de gozar, provocava: - Não goza ainda, irmão… a irmãzinha quer brincar mais. Olha como seu pau some na buceta da sua irmã… quer gozar dentro? - Porra, safada… para de provocar ou eu te como vivo. Eu ri safada e voltei a rebolar, apertando a buceta em volta da pica, até ele implorar. Quando finalmente deixei, ele gozou tão forte que eu senti a porra jorrando fundo, quente, enchendo tudo. Eu gozei junto, gritando seu nome de “irmão” como se fosse meu de verdade. Depois, exaustos, suados, cheios de marcas de mordidas e chupões, ele me abraçou por trás, a pica ainda semi-dura encostada na minha bunda. - Irmãzinha… você é viciante. Essa buceta, esse cu, esses gemidos… eu volto quando quiser. Eu me virei, olhei nos olhos dele e sorri, ainda com porra escorrendo da buceta e do cu. - Qualquer hora, irmãozão. Desde os 13 anos eu sonho com isso. Agora que realizei, nunca mais paro. Pode me foder quando quiser. Sou sua irmã putinha pra sempre. Ele beijou minha testa suada. - Boa menina. Eu adormeci com a pica dele ainda dentro de mim, o corpo mole, a buceta latejando de tanto uso, o cu cheio de porra, o sorriso de quem finalmente viveu a fantasia mais proibida e gostosa da vida.
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