Sem conseguir me aguentar, me acabei na siririca enquanto dirigia!
- Caralho, que dia de merda na escola... eu pensava enquanto dirigia meu carro velho pela estrada de volta pra casa, o sol batendo forte no para-brisa e o ar-condicionado ligado no máximo pra não derreter. Tinha 18 anos recém-completados, corpo de puta safada que todo mundo na turma olhava de canto, peitos grandes e suculentos balançando na blusa justa da escola, buceta sempre latejando de tesão reprimido. Moro com meus pais, aqueles filhos da puta controladores, então nunca posso me dar o luxo de meter o vibrador no meio da buceta em casa sem fazer barulho. Hoje eu decidi foder o risco. Peguei o brinquedinho rosa, aquele de cabeça grossa que vibra pra caralho, e enfiei na bolsa antes de sair. - Porra, hoje eu vou gozar na rua mesmo, bem safada... - murmurei pra mim mesma, mordendo o lábio inferior enquanto o carro seguia devagar pela avenida pouco movimentada do subúrbio. Meu short jeans curto já estava molhado só de imaginar. Parei num sinal vermelho, olhei pros lados – ninguém por perto ainda – e afastei o short pro lado com uma mão, a calcinha fio-dental já encharcada de tesão. O vibrador zumbiu baixo quando eu liguei no modo baixo, e eu o pressionei direto no grelinho inchado, aquele botãozinho sensível que latejava pedindo atenção. - Aaaahhh... que delícia, porra... - gemi baixinho, os olhos semicerrados enquanto o prazer subia pela espinha. O sinal abriu, eu acelerei devagar, uma mão no volante, a outra segurando o vibrador firme contra a minha buceta depilada, lisinha e molhada pra caralho. Os sucos escorriam pelo banco do carro, fazendo barulhinho molhado toda vez que eu mexia o quadril. Eu tava dirigindo devagar, pernas abertas o máximo que o espaço permitia, o short todo puxado pro lado, a buceta exposta pro ar fresco do carro. O vibrador agora no modo médio, vibrando forte no grelinho, fazendo minhas coxas tremerem. - Caralho, minha buceta tá piscando... tá tão molhada que tá pingando no banco... - falei sozinha, voz rouca de tesão. Meus peitos grandes, aqueles dois melões pesados e firmes, estavam apertados na blusa da escola, mamilos duros roçando o tecido. - Foda-se... eu quero ver eles quicando... - decidi no impulso. Com uma mão só, desabotoei a blusa toda, puxei o sutiã pra baixo e liberei os peitos. Eles pularam pra fora, pesados, mamilos marrons e durinhos apontando pro ar, balançando com o movimento do carro. O vento entrava pela janela entreaberta e batia neles, arrepiando tudo. Eu tava uma putinha total: peitos de fora, buceta exposta com o vibrador enfiado no grelinho, dirigindo pela rua como se nada. - Aiii porraaa... tá tão bom... meu grelinho tá inchado pra caralho... - gemi mais alto agora, o vibrador subindo pro modo alto. O zumbido enchia o carro, misturado com o barulho molhado da minha buceta sendo massageada sem piedade. Eu apertava os peitos com a mão livre, torcendo os mamilos duros, puxando eles pra cima enquanto o carro seguia. Meus quadris rebolavam no banco, fodendo o vibrador imaginário, sucos escorrendo pela coxa. De repente, vi ela. Uma mulher mais velha, uns 40 e poucos, gostosa pra porra, passeando com o cachorro na calçada. Cabelo preso, shortinho justo marcando a bunda empinada, blusa fina. Ela olhou pro carro, e nossos olhos se cruzaram por um segundo. Em vez de surtar, de cobrir os peitos e tirar o vibrador da buceta, eu senti um tesão do caralho subir. - Olha pra mim, sua vadia... vê como eu sou uma putinha safada... - pensei, mas saiu da minha boca em gemido: - Aaaahhh caralhooo... eu tô gozando... bem na frente dela... O orgasmo veio como um caminhão. Meu corpo inteiro tremeu, buceta contraindo forte em volta do vibrador, jorrando suco quente no banco. Os peitos quicavam loucamente enquanto eu me contorcia no volante, uma mão apertando o seio esquerdo com força, unhas cravando na carne macia. - Porraaa... aaaaiii meu deus... minha buceta tá explodindo... olha meus peitos grandes balançando, sua coroa... - gemi desesperada, voz alta agora, sem me importar se ela ouvia. O carro quase desviou, mas eu segurei o volante, pernas tremendo, grelinho pulsando tão forte que doía de prazer. Suor escorria pelo vale entre meus peitos suculentos, mamilos latejando. A mulher parou, olhos arregalados, cachorro latindo, mas eu não parei. Continuei fodendo o vibrador no grelinho, rebolando o quadril como uma puta em completo cio. - Tá vendo, né? Tô gozando pra você... minha buceta tá toda aberta, molhada pra caralho... aaaahhh fodeee... - berrei, o segundo wave do orgasmo me acertando mais forte. Meu cu piscava junto, apertado de tesão, imaginando um pau grosso enfiando ali enquanto a coroa olhava. Os peitos quicavam tanto que batiam um no outro, fazendo barulho molhado de carne contra carne. Ela não saiu correndo. Ficou ali, olhando fixo pros meus peitos expostos, pros meus gemidos ecoando pela rua. Eu sorri safada, mordendo o lábio, e empinei os peitos mais pra frente, apertando eles com as duas mãos agora, o carro quase parando no acostamento. - Vem cá, olha de perto... toca nesses peitos grandes se quiser... eu sou uma putinha que adora ser vista... - falei alto, voz rouca, mesmo sabendo que ela não ia chegar. Mas o tesão tava no pico. O vibrador ainda zumbia implacável no grelinho inchado, mandando ondas de prazer que faziam minha buceta jorrar mais suco, manchando o short todo. - Aaaaiiii porraaa... tô gozando de novo... minha bucetinha tá piscando tanto... olha o grelinho... tá todo vermelho e sensível... - gemi desesperada, corpo arqueando no banco, pés pressionando o freio. O orgasmo público mais quente da minha vida. Quase fui pega, ali, sendo a vadia mais safada do bairro, peitos de fora quicando, buceta exposta pro mundo ver. A mulher finalmente virou o rosto, puxando o cachorro, mas eu vi o rubor nas bochechas dela. Sorri, ofegante, tirando o vibrador devagar da buceta encharcada, lambendo ele todo sujo de meus sucos. - Caralho... que delícia... meu primeiro orgasmo público... e foi foda pra caralho... - sussurrei, recolocando o short no lugar, mas deixando os peitos pra fora mais um pouco, sentindo o vento neles enquanto dirigia o resto do caminho. Em casa, meus pais nem imaginavam que a filhinha deles tinha acabado de se exibir como uma puta no meio da rua, gozando feito louca pros olhos de uma estranha. Mas o tesão não parou ali. Chegando em casa, tranquei a porta do quarto e me joguei na cama, ainda com o cheiro de buceta molhada no ar. Peguei o vibrador de novo, enfiei fundo na buceta agora, imaginando a coroa voltando pra me comer. - Vem, sua gostosa... come minha buceta com a língua... lambe meu grelinho enquanto eu quico esses peitos na tua cara... - gemi sozinha, voz abafada no travesseiro. O vibrador entrava e saía rápido, fazendo barulho de porra molhada, meu cu piscando pedindo dedo. Eu enfiava um dedo no cu apertado, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. - Aaaahhh caralhooo... imagina se ela tivesse entrado no carro... chupado meus mamilos duros enquanto eu dirigia... enfiado a mão na minha buceta... - fantasiava alto, gemidos cada vez mais desesperados. Peitos balançando livres, uma mão apertando eles com força, torcendo os bicos até doer de prazer. O terceiro orgasmo veio rápido, mais forte que os do carro. Buceta contraindo, jorrando squirt no lençol, cu apertando meu dedo. - Porraaa... tô gozando de novo... sou uma putinha viciada em risco... aaaaiii fode meu cu... fode minha buceta... - berrei, corpo convulsionando na cama, pernas abertas no ar, grelinho pulsando visível. Depois, deitada suada, peitos marcados de unhas, buceta inchada e vermelha, eu sorri. Aquele dia mudou tudo. Nunca mais ia gozar quietinha em casa. Queria mais: mais público, mais olhares, mais risco de ser pega sendo a safada que eu sou. Peitos grandes sempre prontos pra quicar, buceta molhada pedindo pra ser vista. E assim começou minha vida de putinha exibicionista. Todo dia, depois da escola, eu planejava o próximo show. Talvez na próxima eu pare o carro, chame a coroa pra dentro e deixe ela lamber minha buceta até eu gozar na boca dela. Quem sabe? O mundo tava cheio de gente pra me ver gozar como a vadia desesperada que eu nasci pra ser. - Amanhã eu vou de saia sem calcinha... vibrador no cu e na buceta ao mesmo tempo... e vou passar bem devagar na frente da praça lotada... - pensei, já molhando de novo só com a ideia. Meu corpo todo latejava de tesão puro. Nunca mais ia segurar. Eu era uma putinha pública agora, e caralho, era a melhor sensação do mundo. Voltei na memória pro momento exato: o carro seguindo, peitos livres balançando com cada buraco da rua, mamilos roçando o volante de leve quando eu me inclinava. O vibrador pressionado forte, girando no grelinho, fazendo minha buceta babar sem parar. - Olha esses peitos suculentos... tão grandes que cabem duas mãos neles... quica pra ela ver... - eu falava sozinha, apertando um peito com força, leite imaginário saindo dos bicos de tanto tesão. A mulher parou mesmo, olhos fixos nos meus peitos quicando, depois descendo pra onde o vibrador sumia entre minhas pernas abertas. Eu acelerei o ritmo, enfiando o vibrador mais fundo, fodendo a entrada da buceta com ele. - Aaaahhh... tá vendo minha bucetinha rosa? Tá toda melada... quer chupar? - gemi alto o suficiente pra ela ouvir talvez. O cachorro latiu, ela corou mais, mas não saiu. Fiquei ali, parada no acostamento agora, pernas no painel do carro, buceta totalmente exposta, peitos pra cima, mão esquerda abrindo os lábios inchados pra mostrar o grelinho pulsando. - Porra... vem lamber aqui... enfia a língua no meu cu também... eu sou tua putinha de rua... - berrei, orgasmo explodindo de novo. Jatos de squirt acertaram o painel, escorrendo pelo acelerador. Meu corpo inteiro tremia, gemidos roucos saindo sem controle: - Aaaaiiii fodeee... caralhooo... gozei pra você, sua safada... olha como minha buceta tá jorrando... Ela finalmente andou, mas olhando pra trás, mordendo o lábio. Eu ri ofegante, lambendo meus dedos sujos de porra, peitos marcados de vermelho. Dirigi o resto do caminho com os peitos ainda pra fora, vento batendo, mamilos duros como pedra. Em cada curva, eles quicavam, lembrando o prazer. Chegando em casa, meus pais na sala assistindo TV. Eu entrei com o short molhado, blusa meio abotoada, cheiro de sexo no corpo. - Oi filha, como foi a escola? - perguntou minha mãe. - Foi ótima, mãe... gozei pra caralho no caminho... - pensei, sorrindo inocente. - Normal, mãe. Cansativa. Subi pro quarto, tranquei a porta e repeti tudo na cama, dedo no cu, vibrador na buceta, fantasiando a coroa voltando com uma amiga, as duas me comendo no carro estacionado. - Duas línguas na minha buceta... uma no grelinho, outra enfiada no cu... apertem meus peitos grandes... chupem esses mamilos... - gemia alto, abafando no travesseiro. Orgasmo atrás de orgasmo, até o lençol ficar encharcado. Mais de três gozadas seguidas, corpo exausto mas buceta ainda pedindo. Aquela noite eu dormi nua, peitos pra fora do lençol, mão entre as pernas, sonhando com o próximo risco. Amanhã seria na estrada mais movimentada, talvez com caminhoneiros olhando. Peitos quicando, buceta exposta, gemendo alto pra todos ouvirem. Eu era viciada agora. Putinha pública pra sempre.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.