Não aguentei vendo minha irmã e a namorada dela!

Bianca mal podia acreditar no quanto a vida tinha mudado desde que a irmã mais velha, Amanda, saiu de casa para morar com a namorada Fernanda. Antes eram só os três, pai, ela e Amanda, um apartamento simples no centro da cidade onde o silêncio da noite era quebrado só pelo barulho do ventilador velho. Mas agora, toda vez que Bianca ia visitar as duas no apartamento novo delas, o ar ficava carregado de tesão. Amanda e Fernanda nunca foram discretas. Desde a primeira noite que Bianca dormiu lá, elas avisaram sem rodeios que gostavam de foder alto e que as paredes eram finas pra porra. Bianca, com seus 19 anos, sentiu um frio na barriga na hora, mas achou que era só irritação de irmã mais nova. Naquela primeira visita, ela ouviu tudo. Os gemidos abafados no começo, depois virando gritos molhados. - Ai Fernanda, lambe minha buceta assim, vai, chupa esse grelinho inchado que eu tô pingando pra você. - respondia Amanda com a voz rouca de tesão. Fernanda ria safada e o barulho de bocas molhadas, línguas lambendo, dedos entrando e saindo com aquele som de porra acumulada ecoava pelo corredor. Bianca ficou paralisada na cama de hóspedes, a calcinha molhada colando na pele, o coração batendo forte. Ela tentou ignorar, mas o corpo traiu. A mão desceu sozinha, dedos roçando por cima da calcinha fina, sentindo a bucetinha quente e inchada. Ela gozou baixinho naquela noite, mordendo o travesseiro, imaginando as duas se pegando.
Depois daquela vez, Bianca jurou que não voltaria a dormir lá tão cedo. Mas o tesão é filho da puta e a curiosidade venceu. Nas visitas seguintes, ela começou a prestar atenção nos horários. Às vezes fingia ir pegar água na cozinha só para passar devagar pelo quarto delas. A porta, muitas vezes, ficava entreaberta de propósito. Bianca via as duas nuas, corpos suados brilhando sob a luz fraca do abajur. Amanda deitada de pernas abertas, buceta depilada brilhando de saliva e porra, Fernanda com a cara enterrada ali, língua girando no grelinho da Amanda enquanto enfiava dois dedos fundo, fazendo a buceta fazer barulho de tão molhada. - Porra, Fernanda, mete mais fundo, fode minha buceta com esses dedos grossos, eu tô louca pra gozar na sua boca. - Amanda gemia desesperada, quadril rebolando, peitos balançando. Fernanda levantava o rosto sujo de melzinho e ria. - Goza pra mim, sua puta safada, inunda minha língua com essa porra de buceta. Bianca ficava ali no corredor, escondida na sombra, mão dentro da calcinha, dedinho circulando o próprio grelinho enquanto via a cena. Ela gozava ali mesmo, joelhos tremendo, deixando uma poça pequena no chão de madeira. Depois limpava com a ponta da camisola, mas deixava um cheiro leve de buceta jovem no ar, torcendo para que elas sentissem e quem sabe um dia a convidassem.
As paredes realmente eram uma merda. Mesmo com a porta trancada, Bianca ouvia tudo. O barulho molhado de bocetas se esfregando uma na outra, o clap clap dos corpos se chocando, os gemidos virando gritos. - Ai caralho, Amanda, sua buceta tá apertando meu dedo, goza, goza agora sua vadia. - Fernanda mandava. Amanda respondia gritando. - Tô gozando, porra, tô gozando na sua mão, não para, mete mais. Bianca se encostava na parede do corredor, calcinha abaixada até os joelhos, dois dedos enfiados na própria buceta, fodendo rápido, imaginando o gosto da irmã e da namorada. Ela gozava forte, gemendo baixinho, mas uma vez soltou um gemido mais alto e ouviu as duas rirem dentro do quarto. Não pararam. Pelo contrário, foderam mais alto ainda, como se soubessem que ela estava ali se tocando como uma pervertida. Bianca começou a deixar evidências de propósito. Manchas molhadas no chão, calcinhas sujas esquecidas no banheiro, cheiro de buceta no ar. Elas nunca reclamaram. Só sorriam quando ela chegava, olhares cúmplices, toques demorados no ombro ou na coxa quando se abraçavam. Mas nunca chamavam. O tesão só crescia.
Numa noite quente de verão, Bianca foi visitar de novo. O pai tinha viajado, ela estava sozinha e o tesão da última visita ainda latejava entre as pernas. Chegou no apartamento das duas já com a buceta molhada só de pensar. Amanda e Fernanda receberam ela com um jantar simples, mas os olhares eram diferentes. Elas vestiam só shortinhos curtos e camisetas finas sem sutiã, mamilos marcando o tecido. Durante o jantar, Amanda passou a mão na coxa de Fernanda por baixo da mesa e Bianca viu. O clima ficou pesado. Depois do jantar, as duas foram pro quarto e deixaram a porta entreaberta de novo. Bianca fingiu ir dormir, mas ficou no corredor, coração acelerado. Os gemidos começaram baixos e logo viraram um espetáculo. - Fernanda, chupa minha buceta, vai, enfia a língua bem fundo, lambe esse cu também, sua puta. - Amanda mandava. O som de línguas lambendo, cuspe, dedos entrando no cu e na buceta ao mesmo tempo. Bianca não aguentou. Abaixou a calcinha ali mesmo, sentou no chão com as pernas abertas e enfiou três dedos na buceta encharcada, fodendo forte, polegar no grelinho. Ela gozou duas vezes ouvindo as duas, mas o tesão não passava. Era como se o corpo dela pedisse mais. Pica. Porra grossa. Um pau de verdade esticando ela toda.
Tremendo, suada, buceta pingando no chão, Bianca pegou o celular e mandou mensagem pro Pedro, o amigo foda que ela comia escondido de vez em quando. - Vem agora pro apartamento da minha irmã. Porta da frente tá aberta. Quero sua pica grossa me fodendo até eu não aguentar mais. As duas estão no quarto delas, mas eu tô no quarto de hóspedes. Vem rápido. Pedro respondeu em dois minutos. - Tô indo, sua safada. Chego em 15. Bianca limpou a poça no chão com a camisola, deixou a porta do quarto de hóspedes entreaberta e esperou, o corpo todo latejando.
Pedro chegou silencioso, como combinado. Entrou no quarto de hóspedes e fechou a porta quase toda. Bianca já estava nua na cama, pernas abertas, buceta inchada brilhando. - Porra, Bianca, você tá molhada pra caralho. - ele sussurrou, tirando a roupa rápido. O pau dele já estava duro, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Bianca lambeu os lábios. - Vem, Pedro, enfia essa pica logo na minha buceta. Eu tô louca de tesão ouvindo minha irmã e a namorada dela fodendo do lado. Ele subiu na cama, agarrou as coxas dela e enfiou a pica de uma vez, fundo, esticando a buceta apertada. - Aaaahhh caralho! - Bianca gemeu alto, unhas cravando nas costas dele. - Mete forte, Pedro, fode minha buceta, rasga ela toda. Ele começou a meter com força, bolas batendo no cu dela, pau entrando e saindo com barulho molhado de porra. - Sua buceta tá apertando pra caralho, Bianca, tá pingando no meu pau. - ele rosnava, suado. Ela rebolava embaixo dele, peitos balançando. - Mais fundo, porra, enfia até o fundo, quero sentir sua pica batendo no meu útero. Os gemidos dela misturavam com os das duas no quarto ao lado, criando uma sinfonia de sacanagem.
Eles foderam por quase uma hora assim, mudando de posição. De quatro, Bianca com a cara no travesseiro abafando os gritos enquanto Pedro metia por trás, mão no cabelo dela, puxando. - Toma essa pica, sua puta, toma tudo na buceta. - ele mandava. - Aaaaiii Pedro, eu tô gozando de novo, não para, mete, mete! - ela gritava, buceta esguichando no pau dele. Ele virou ela de lado, perna levantada, metendo devagar depois rápido, dedo no grelinho dela girando. Bianca gozou mais três vezes, corpo tremendo, olhos revirando. O quarto cheirava a buceta molhada, suor e pau. Finalmente, Pedro acelerou, pau inchando dentro dela. - Vou encher sua buceta de porra, Bianca. - ele avisou. - Goza dentro, porra, enche minha buceta toda de sêmen quente. - ela implorou, rebolando no pau dele. Ele gozou forte, jatos grossos de porra quente enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas, misturado com a meladinha dela. Bianca gozou junto, gritando. - Aaaahhh caralho, tô sentindo sua porra quente dentro de mim, goza mais, enche tudo!
Mas o tesão não acabou. Pedro ainda estava duro dentro dela, porra escorrendo. Ele puxou o pau devagar, viu a buceta aberta, vermelha, cheia de sêmen branco grosso pingando. Bianca virou de bruços, empinou o cu redondo e falou safada. - Agora fode meu cu, Pedro. Eu quero sentir dor e prazer ao mesmo tempo. Enfia essa pica grossa no meu cu virgem hoje. Ele cuspiu na mão, passou no pau e no cuzinho apertado dela e começou a empurrar. A cabeça do pau forçou a entrada, Bianca mordeu o travesseiro. - Aaaaiii porra, tá doendo, mas não para, enfia devagar. - O cu dela resistia, mas ele forçou mais, centímetro por centímetro, até a base sumir dentro do cu apertado. - Caralho, Bianca, seu cu tá esmagando minha pica. Tá quente pra porra. - ele gemeu. Ela sentia dor lancinante misturada com prazer insano, o pau esticando o cu dela de um jeito que nunca sentiu. - Mete, Pedro, fode meu cu, rasga ele. - ela mandava, voz rouca. Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais forte, bolas batendo na buceta cheia de porra. Bianca gemia desesperada. - Aaaahhh que dor gostosa, fode mais, enfia fundo no meu cu. O prazer veio forte, ela começou a rebolar no pau, cu piscando em volta da pica. Ele metia mais rápido, mão descendo para esfregar o grelinho dela. Bianca gozou loucamente, corpo convulsionando. - Tô gozando com seu pau no cu, porra, tô gozando pelo cuuu! Aaaaiii caralhooo!
Ela gritava alto agora, sem se importar se as duas no quarto ao lado ouviam. - Se você gozar dentro do meu cu, Pedro, eu vou me cagar, tá avisado, minha buceta e meu cu tão cheios, se você encher meu cu de porra eu vou cagar mesmo. - ela avisou, voz tremendo de prazer. Pedro sorriu safado e meteu mais forte. - Então eu vou gozar dentro, sua puta, vou encher esse cu de sêmen. Ele acelerou, pau inchando no cu dela, e gozou forte, jatos quentes de porra enchendo o intestino dela. Bianca gozou de novo, gritando. - Aaaahhh tá enchendo meu cu de porra quente, tô gozando, tô gozando pelo cuuu! O orgasmo foi tão forte que o corpo dela relaxou todo. Pedro tirou o pau devagar, a cabeça saindo do cu dilatado com um plop molhado. Bianca rebolou o cu empinado, gemendo. - Aaaaiii tá saindo, tá saindo tudo. E saiu. Primeiro a porra grossa dele escorrendo branco e espesso do cu aberto, depois, misturado, um pouco de merda mole, marrom clara, escorrendo junto com o sêmen, sujando as coxas dela, o lençol, pingando no colchão. Ela rebolava devagar, empinando mais o cu, sentindo o alívio e o tesão sujo. - Olha o que você fez, Pedro, eu caguei mesmo com sua porra no cu, tá tudo misturado, olha como tá saindo. - ela falava rouca, dedo descendo para espalhar a mistura no cu e na buceta. Pedro olhava hipnotizado, pau ainda meio duro pingando. - Porra, Bianca, você é a puta mais safada que eu já fodi.
Eles ficaram ali um tempo, suados, sujos, ofegantes. Bianca sentia a buceta e o cu latejando, porra e merda escorrendo, o cheiro forte de sexo e sacanagem enchendo o quarto. Do quarto ao lado, ouviu Amanda e Fernanda rindo baixo e gemendo de novo, como se tivessem ouvido tudo e gostado. Bianca sorriu, exausta e feliz. O tesão da provocação das duas tinha virado isso: uma foda insana, buceta cheia, cu arrombado, porra e merda misturadas, corpo se acabando de prazer. Ela sabia que nas próximas visitas ia ser ainda mais perigoso. E ela mal podia esperar.
Depois dessa foda, Bianca não dormiu. O corpo ainda tremia. Ela levantou devagar, cu doendo gostoso, sentiu mais porra e merda escorrendo pelas pernas. Foi até o banheiro do corredor, deixou a porta aberta de propósito. Sentou na privada e empurrou, mais sêmen misturado com merda mole saindo, fazendo barulho molhado. - Porra, que delícia sentir o cu assim, todo arrombado e sujo. - ela sussurrou pra si mesma. Voltou pro quarto, Pedro ainda na cama, pau semi duro. Ela subiu nele de novo, sentou na pica devagar, agora com o cu ainda melado. - De novo, Pedro? Enfia no meu cu mais uma vez, quero sentir dor de novo. Ele riu e meteu. Eles foderam mais uma rodada inteira, anal puro, ela gozando gritando, ele enchendo o cu de novo. Quando tirou, mais porra e mais merda saíram, ela rebolando forte, gemendo - Aaaaiii tô cagando de novo, olha como sua porra sai misturada com minha merda, que safadeza. O lençol ficou destruído, o quarto cheirando a sexo sujo. Bianca limpou superficialmente, deixou o cheiro no ar. De manhã, quando Amanda e Fernanda acordaram e passaram pelo quarto, sentiram o cheiro forte. Sorriram cúmplices, mas não falaram nada. Só Amanda piscou pra Bianca na cozinha e disse baixinho. - Parece que alguém se divertiu bastante ontem à noite, hein irmãzinha. Bianca corou mas sorriu. - Vocês me provocaram demais. Agora eu tô no mesmo nível.
E o dia seguiu assim, com Bianca andando com o cu dolorido, sentindo a porra ainda dentro, o corpo marcado. À tarde, enquanto as duas saíram pra comprar coisa, Bianca e Pedro foderam de novo no sofá da sala, buceta primeiro, ele enchendo de porra mais uma vez, depois anal no chão, ela de quatro gritando. - Mete no cu, Pedro, fode forte, quero cagar de novo quando você gozar. Ele gozou dentro, tirou, e ela rebolou no tapete, cagando porra e merda misturadas bem ali, gemendo de prazer sujo. - Aaaahhh tá saindo tudo, olha que bagunça, sua porra e minha merda juntas. Eles limparam rindo, mas o tesão só crescia. Bianca sabia que essa provocação da irmã tinha aberto uma porta que nunca mais fecharia. Toda visita agora seria chance de foda louca, seja ouvindo as duas, se tocando no corredor ou chamando o Pedro pra arrombar ela toda.
O conto segue com mais camadas de tesão. Nas semanas seguintes, Bianca voltou mais vezes. Cada visita era um ritual. Chegava, jantava com as duas, via os olhares, ia pro quarto e esperava os gemidos começarem. Depois mandava mensagem pro Pedro ou, às vezes, se masturbava loucamente no corredor, dedando a buceta e o cu ao mesmo tempo, imaginando a pica dele. Uma noite, ela deixou a porta do quarto dela aberta de propósito e fodeu com Pedro enquanto as duas fodiam no quarto delas. Os gemidos se misturavam. - Aaaaiii Pedro, fode minha buceta, enche de porra. - e do outro lado - Fernanda, lambe meu cu, enfia a língua. Bianca gozava ouvindo e sendo ouvida. Depois da creampie na buceta, sempre vinha o anal. Sempre dolorido no começo, o cu apertado resistindo à pica grossa, depois virando prazer insano. Ela gozava gritando as mesmas palavras. - Se você gozar no meu cu eu vou me cagar, Pedro, tô avisando. Ele gozava, tirava devagar e ela rebolava, empinando, sentindo o cu piscar e soltar tudo: porra branca grossa misturada com merda marrom mole, escorrendo pelas coxas, pingando no chão. Ela adorava o sentimento sujo, o alívio, o tesão proibido. - Olha o que sua pica fez comigo, eu caguei de verdade com sua porra dentro, que delícia. Depois lambia os dedos sujos, chupava o pau dele limpando tudo, gemendo. - Sabor de porra e merda misturado, porra que safadeza.
E assim o tesão só aumentava. Bianca contava nos dedos as vezes que gozou, as vezes que o cu dela foi arrombado, as poças de porra e merda que deixou. A provocação da irmã Amanda e da Fernanda tinha virado combustível pra ela virar a maior puta da família. E toda noite, antes de dormir, ela revivia cada detalhe: o som da pica entrando na buceta, o estalo do cu sendo aberto, o calor da porra enchendo, o prazer dolorido do anal, o grito quando gozava, o rebolar final com a merda saindo misturada. Era intenso, sujo, real e viciante pra caralho. E ela não queria que acabasse nunca.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Não aguentei vendo minha irmã e a namorada dela!

Codigo do conto:
260098

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
22/04/2026

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