De filhinha da mamãe a putinha de um coroa!

Meu nome é Ângela, sou uma morena clara de olhos castanhos levemente puxados, com 1,62m de altura e 51kg. Meus seios são médios e meu bumbum empinadinho, estilo mignon.
Hoje estou com 23 anos e sou noiva, mas, encorajada por um amigo que conheci na Internet, vou contar uma experiência que aconteceu quando eu tinha 18 anos e mudou minha vida completamente.
Dos 16 aos 18 anos eu namorei meu atual noivo. Mas, pela educação rígida que eu recebi da minha mãe, eu era super comportada e puritana. Eu tinha o ideal de me casar virgem, entrando na igreja toda de branco e pura. Mas o namoro estava indo mal e imaginei que ao transar com meu namorado tudo se resolveria.
Transamos poucas vezes, com aquele nervosismo da primeira vez para ambos, de forma rápida e afoita. Ou seja, foi horrível a experiência e pouco antes do Natal terminamos.
Fiquei arrasada todo o fim do ano e como era costume na minha família, fomos passar o Ano Novo na casa da minha avó, em uma pequena cidade vizinha. Fomos eu, minha mãe e minha irmã no sábado pela manhã e encontramos toda a família reunida na casa da vovó.
Junto à família encontrava-se o seu Raul. Ele era um coroa de uns 43 anos que morava em um barracão no fundo da casa da minha avó e que era tratado como um filho por ela.
O seu Raul era um homem alto e forte, medindo cerca de 1,90m e pesando uns 110kg, como orgulhava-se em dizer, sempre batendo na barriga que não era grande, mas existia. Ele tinha cabelos pretos, sempre com a barba por fazer e a única coisa que eu achava bonita nele eram seus olhos verdes.
Ele sempre me tratou com educação e respeito, mas sempre que eu ia visitar minha avó eu observava os olhares maliciosos dele sobre mim, minha irmã e minha prima. Isso me causava nojo. Um homem barrigudo, todo peludo, com idade para ser meu pai, me olhando daquele jeito.
Mas como minha avó gostava dele, eu não criava confusão, apenas não me aproximava muito dele.
Os dias passaram e no dia 1º de janeiro, meus familiares foram indo embora, um a um. Como eu estava de férias, minha mãe sugeriu que eu ficasse uns dias com minha avó para me distrair e me recuperar melhor do término do namoro.
Ficamos então minha avó, eu, e meu priminho de 5 anos. Minha avó tomava uns medicamentos fortes e por volta das sete da noite já tinha ido dormir, ficando eu e meu priminho assistindo filme na sala. Por volta das dez e meia da noite o seu Raul passou pelo corredor acompanhado de uma menina.
Nem dei bola e continuei assistindo o filme enquanto meu priminho já dormia. Um tempo depois comecei a ouvir uns gritos abafados e sons de tapas vindos do barração. Abaixei o som da TV e pude ouvir o seu Raul dizendo: "Toma, putinha...", (em seguida o som de um tapa), e a garota falando "Pára, pára...".
Fiquei revoltada com aquilo. Como um homem pode tratar uma mulher assim?!? Pensei até em chamar a polícia. Nisso meu priminho acordou querendo ir ao banheiro e ao ouvir o barulho me perguntou o que era. Eu disse que era um filme e ele acabou dormindo novamente.
Fui à cozinha beber água e ouvindo melhor o barulho que vinha do barracão, em meio aos gemidos, o que a garota dizia era "Não pára, não pára...". Ou seja, ela estava gostando dos tapas. Fiquei um tempo ali na cozinha ouvindo tudo e um calor começou a subir pelas minhas pernas, uma sensação que eu nunca tinha sentido antes.
Mas junto a esta sensação, meu lado puritano me deixava revoltada pela garota aceitar uma situação daquelas e pelo seu Raul fazer um "show" daqueles sabendo que na casa da minha avó existiam outras pessoas, entre elas uma criança e uma idosa.
Fiquei em estado alfa, perdida em pensamentos conflitantes de prazer e revolta quando o seu Raul abriu a porta do barracão e saiu de mãos dadas com a garota, os dois conversando e sorrindo. A menina era muito linda, magrinha, de cabelos longos. Fiquei pensando como uma garota daquelas poderia ficar com um coroa nojento igual a ele.
Fiquei paralisada atrás da janela observando e torcendo para não ser vista. Quando eles passaram por mim fui correndo para o quarto tentar dormir. Mas fiquei algumas horas rolando na cama com aqueles gemidos perturbando minha mente até eu conseguir dormir.
No outro dia pela manhã meu priminho ficou com saudades da mãe e foi embora. Ficando só eu e minha avó. Na hora do almoço minha avó pediu para eu levar uma correspondência para o seu Raul. Ao chegar no barraco, chamei por ele e ele pediu para eu entrar.
Ele estava na cozinha terminando o almoço e entreguei a correspondência super séria. Ele brincou comigo, dizendo que eu estava com uma cara de sono. Não aguentei e disse:
- Você não tem vergonha de fazer o barulho que fez ontem?!? Na casa da frente tinham pessoas de bem tentando dormir. Meu priminho perguntou o que era o barulho e tive que inventar uma história...!
Ele me interrompeu.
- Você gostou do que ouviu, Ângela? - o seu Raul perguntou com a maior cara de pau.
Mas que safado!! Fiquei vermelha de raiva na hora. Como ele ousava dizer aquilo?
- Eu vi você na cozinha quando saí de casa com a menina. E então, gostou do que ouviu? Você reparou como ela saiu daqui feliz depois que fiz ela de putinha? - ele emendou.
Meu deusssss!!! Fiquei de cabeça baixa, agora vermelha de vergonha e cada palavra que ele dizia me machucava.
Como eu, toda certinha, tinha conseguido ficar ali parada, na noite anterior, ouvindo todos aqueles gemidos e gritos?
Eu não disse nada, apenas me virei e fui saindo devagar. Quando eu estava chegando na porta ele me segurou pelo braço e disse bem baixinho no meu ouvido:
- Hoje à noite estou livre, Ângela! Se você quiser, vem pra cá e vou te fazer a putinha mais feliz da cidade. Você vai adorar!!
Nossaaaaa!! Saí de lá quase correndo, com as pernas bambas e fui para a casa da minha avó. Fiquei a tarde toda assistindo TV e com aquelas palavras rondando meus pensamentos.
A revolta não existia mais com ele, e sim comigo, que estava me deixando ser levada por aqueles pensamentos sacanas e indecentes. No fim da tarde minha avó fez um bolo para o seu Raul. Como o horário do remédio dela tinha chegado, ela foi se deitar e pediu para que eu entregasse o bolo a ele.
Fiquei atenta para poder entregar o bolo logo que ele chegasse, no corredor mesmo, e evitar ir ao barracão. Uma meia hora depois ele abriu o portão e me levantei correndo para pegar o bolo e entregar a ele. Mas, quando eu estava saindo da sala o telefone tocou e fui atender.
Era a minha mãe querendo saber como eu e minha avó estávamos. Eu estava louca pra desligar o telefone e entregar o bolo ao seu Raul no corredor, mais minha mãe falava e falava, e isto me deixou frustrada, pois agora eu teria que ir até o barraco.
Uns vinte minutos depois minha mãe desligou. Fui para a cozinha, olhei o bolo e fiquei alguns minutos ensaiando o que falar e sair de lá rapidamente. Planejei mentalmente chamar ele, entregar o bolo e sair. Respirei fundo e fui.
Chamei o seu Raul e depois de um tempinho ele abriu a porta enrolado em uma toalha e foi para o quarto dele, pedindo para eu entrar. Nem deu tempo de eu falar nada, e fiquei parada na porta sem saber o que fazer. Logo ele gritou do quarto:
- Entra, menina! E fecha a porta! Parece que não me ouviu?!?
O tom dele ao falar isso foi meio agressivo, e me deu um certo medo. Entrei, fechei a porta do barraco e fiquei parada em frente à porta do quarto, esperando ele sair pra eu entregar o bolo e voltar correndo para a casa principal.
Ele não estava com um pingo de pressa. Ele nem saiu do quarto, apenas colocou uma música brega para tocar e me perguntou:
- Tá pronta pra ser minha putinha? Achei que fosse demorar mais!!
- Você está enganado sobre mim, seu Raul! Não sou este tipo de menina! Só vim aqui trazer este bolo que minha avó pediu, só... - falei, meio que engasgando.
Ele me interrompeu rindo:
- Não precisa mentir, meu amorzinho! Tô vendo nos seus olhos que você quer aprender a ser uma putinha como aquela outra menina! Você não quer que eu faça com você o que fiz com ela ontem?
Meu deusssss!! Fiquei de cabeça baixa lembrando dos gemidos da noite anterior e o calor voltou a subir pelas minhas pernas. Na hora minha buceta começou a dar umas piscadinhas e percebi que eu já tinha perdido a parada. Aquele coroa safado e nojento ia meter sua rola em mim.
Voltei à realidade quando ele gritou:
- Coloca esse bolo na cozinha e vem aqui!
Eu não tinha mais controle sobre mim e fiz o que ele mandou. Quando eu entrei no quarto, ele me colocou sentada na cama e me disse bem sério:
- O que você veio fazer aqui? Só vou fazer o que você quiser, não vou forçar nada!! Agora me diz, de verdade, o que veio fazer aqui?!
Fiquei muda, cabisbaixa. Ele me olhou por alguns segundos, levantou meu rosto carinhosamente e me deu um tapa na cara, bem forte mesmo.
- Vamos, menina!! O que você veio fazer aqui? Fala!! - ele insistiu.
Ao invés da revolta, o tapa fez o calor entre minhas pernas aumentar ainda mais. Percebi neste momento que eu estava num caminho sem volta.
- V-v-v-im p-p-pra s-e-r s-s-s-sua pu-pu-pu-tinha, seu R-r-raul!! - falei com dificuldades e chorando.
Ele enxugou meu rosto e me beijou gostoso, de língua, sugando meus lábios e dando mordidinhas na minha boca. Deus do céuuuu!!! Que loucuraaa!! Em seguida ele tirou a toalha, ficando totalmente nu.
Apesar de não ser mais virgem, aquela era a primeira vez que eu via um homem nu, no claro, com as luzes acesas. Até então, todas as minhas transas eram no escuro, e muitas delas de roupa. Meu namorado só abria a calça, tirava o pau pra fora, eu levantava minha saia, puxava a calcinha de lado e ele metia em mim, todo desajeitado.
- Seu Raul... não sou mais virgem... mas não tenho experiência nenhuma... nem sei o que fazer!! - falei com voz assustada.
- Calma que te ensino tudo, Ângela!! Agora tira a roupa e se deita na cama! - ele falou com uma voz firme mas que conseguiu me acalmar um pouco mais.
Depois de uns segundos de indecisão eu tirei meu vestido e me deitei na cama, de calcinha e sutiã, muito constrangida.
- Tudoooooo!!! Tira tudo... vamos!!... rápido, menina!! - ele ordenou.
Cheia de vergonha tirei meu sutiã e a calcinha, cruzando minhas pernas para que ele não visse minha buceta.
Ele deitou ao meu lado e pude sentir o cheiro de perfume barato. Em seguida ele começou a beijar a minha boca e meu pescoço, enquanto aquelas mãos fortes e calejadas percorriam meu corpo, passando por meus seios, barriga, pernas, bumbum e finalmente chegando à minha xaninha.
Estremeci toda quando os dedos dele tocaram meu clitóris e o massagearam. Fui ao paraíso.
- Aiiiiiiiiii... devagarrrrrrr... são muito sensíveissss!!! - gemi e soltei um gritinho quando ele abocanhou, de uma só vez, um de meus peitinhos. Enquanto chupava um seio, ele apertava o outro com uma das mãos.
- Fica quieta, sua putinha safada... eu vou chupar do jeito que eu quiser!! - o seu Raul falou e começou a mamar nas minhas peitoquinhas pequenas e redondas. Nossaaaaaaa!! Que delícia!! Ele chupava o peito inteiro, depois lambia o biquinho e dava umas sugadas. Fechei os olhos e senti um prazer indescritível.
Logo ele deixou meus seios e foi descendo seus beijos pela minha barriga, umbigo e chegou até minha xaninha. Eu nunca tinha sido chupava em toda a minha vida, mas sabia o que fazer. Abri minhas pernas ao máximo e senti sua língua percorrer minha buceta em movimentos rápidos que me levavam à loucura.
Enquanto ele me chupava, uma onda de prazer foi me possuindo e eu não pensava em mais nada, só gemia de prazer e me entregava, gozando como louca na boca do seu Raul. Depois de gozar eu rolei na cama pra ele parar de chupar, pois meu grelo estava muito sensível.
Ao rolar na cama ele saiu do meio das minhas pernas e pude me ver no espelho, toda descabelada e com o rosto vermelho igual um pimentão. Meu deussssssss!! Nunca imaginei que eu estaria em uma situação daquelas, sendo chupada por um coroa safado e tarado, e na cama dele. Mas não tinha acabado ainda.
- Hummmmmm... a putinha gozou! Que coisa mais linda!! - o seu Raul falou, me dando outro beijo na boca e me colocou sentada na beirada da cama. Em seguida ele ficou em pé na minha frente e punhetou o pau algumas vezes, deixando-o bem na altura do meu rosto.
- Está gostando, putinha? Gostou do jeito que chupei sua buceta?? - ele perguntou, segurando meus cabelos e batendo a pica no meu rosto.
Totalmente sem saber o que fazer, fiz que "sim" com a cabeça.
- Agora você vai me chupar! Bem gostoso, tá? - ele disse, já com a cabeça da rola encostada nos meus lábios.
- Mas eu nunca fiz isto, seu Raul... vamos pular esta parte!! - falei e, pela primeira vez naquela noite eu deixei escapar um sorriso.
- Preocupa não, sua boba!! É como se você chupasse um sorvete... só tenha cuidado com os dentes!
Vendo que não tinha como escapar, comecei a dar beijinhos na cabeça da rola dele, em seguida abri minha boca ao máximo e engoli alguns centímetros de pau. Quando fechei a boca e apertei os lábios, o seu Raul tremeu.
- Ohhhhhhhhhhhhhh... puta que pariu, meninaaaaa!!... que boca mais gostosaaaaaa... - ele gemeu deliciosamente e vi que eu estava no caminho certo. Repeti este movimento mais algumas vezes e logo peguei o jeito. Eu engolia parte da pica, fechava a boca e puxava, deslizando os lábios e soltando cuspe pelo caminho.
- Isso mesmo, Ângela! É assim mesmo, cabritinha!!... Tá gostando de chupar minha pica? Engole ela todinha e deixa ela bem dura pra eu te foder bem gostoso. Você quer?
- Q-q-quero!! - falei com a voz estremecida.
- Então me pede... vai, putinha safada!!!
Parei de chupá-lo e disse:
- Me come, seu Raul... por favor!!
- Isso... isso... tá gostando, Angelinha?... tá gostando de ser minha puta?.. fala!!
- Tô!!!
- Ohhhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaa... chupa, cadelinhaaaaa... tá se divertindo, não está, putinha? - ele gemia e falou enquanto eu mamava na sua rola igual uma gatinha faminta.
Ao sorrir e dizer que "sim", levei mais um tapa na cara, bem colocado mesmo.
- E o que você quer agora, sua putinha?... Fala!!!
- Quero que o senhor me coma, seu Raul!! Quero sua pica em mim, dentro da minha bucetinha!!!
Deus do céu!! Quando eu falei isso ele me jogou na cama, com a barriga para cima, se posicionou entre minhas pernas e começou a me penetrar.
- Ahhhhhhhhhiiinnnnn... devagarrrrr... enfia mais devagarrrrr... - gemi quando o pau foi entrando e alargando minha bucetinha pequenina e apertada.
Meu deusssss!!! Ele veio se deitando em cima de mim e soltou o peso. Senti a pica entrar toda, bem no fundo. Cruzei as pernas na cintura dele e comecei a gemer descontrolada, pedindo pra ele me comer bem gostoso. Ele começou a bombar lentamente e foi aumentando o rítmo aos poucos. Em pouco tempo eu já aumentava os gemidos e explodi em um gozo maravilhoso.
Sem perder tempo ele se deitou e pediu para que eu subisse sobre ele. Instintivamente posicionei a cabeça da pica na minha entradinha e soltei o corpo.
- Ahhhhhhhhhhhhhh... que gostosooooooooo!! - gemi quando minha buceta foi engolindo o pau dele aos poucos. Logo me joquei pra frente e comecei a cavalgar sobre ele, que apertava meus seios com as mãos e forçava aquela pica imensa, me penetrando cada vez mais forte.
Ele então começou a apertar e dar tapas no meu bumbum. Reclamei que os apertões estavam doendo mas ele nem se importou, e apertava cada vez mais, socando o pau de baixo pra cima sem dó nem piedade. Depois de uns minutos ele pediu para eu sair de cima dele e ficar de quatro, o que fiz rapidamente.
Ele então se posicionou atrás de mim, deu alguns tapas no meu bumbum, lambeu meu cuzinho lentamente e começou a penetrar minha buceta novamente, cada vez mais fundo e mais forte.
- Você sabe o que você é agora, Ângela? - ele perguntou, forçando o polegar contra a entradinha apertada do meu cu.
Eu só gemia e não falei nada. Então ele puxou meus cabelos fortemente, levantando meu rosto e falou:
- Olha pra frente, Ângela! O que você está vendo?
Foi aí que olhei pra frente e me vi no espelho, de quatro, engatada com aquele coroa peludo, barrigudo, com aquela barba horrível que há um dia atrás eu achava nojento. Enquanto eu só conseguia gemer ele continuou:
- Tá vendo só, Angelinha? Agora você é uma putinha... a minha putinha... e eu sou seu dono, entendeu? Me fala o que você é? Fala!!!
- Sou sua putinha, seu Raul!! A partir de hoje faço tudo o que o senhor quiser!!! - falei desesperada, com medo de ele parar de meter.
Ele enterrou o polegar no meu cu e eu travei minha bundinha, tentando segurar o dedo dele dentro do meu ânus. Ele riu e voltou a me penetrar mais fundo e com mais violência. Eu gemia de prazer, sentindo uma onda me invadir e quando me dei conta, comecei a gritar como uma louca:
- Não pára, seu Raul... não pára... ahhhhh... tô gozan... tô gozan... - falei e uma descarga elétrica percorreu meu corpo dos pés à cabeça. Lá estava eu gozando novamente na rola daquele coroa safado, tarado, indecente, filho da puta, fedido... mas muito gostoso.
Ele saiu de trás de mim e me mostrou seu pau todo lambuzado do meu gozo. Em seguida me colocou sentada na cama e ficou em pé na minha frente.
- Agora você vai tomar leitinho nessa boquinha linda... e se fizer graça apanha, ok? - ele falou, ameaçando me dar um tapa.
Abri um sorriso e quando ele recolheu a mão fiquei frustrada. Percebendo isto ele perguntou:
- Ahhhhhhh! Você gostou de apanhar, né, putinha? Quer apanhar mais, quer?
Fiz que "sim com a cabeça.
- Eitaaaaa!!! Mas virou uma putinha mesmo!! - o seu Raul falou e me deu dois tapas bem fortes e colocados. Nossaaaaa!! Senti lágrimas saltarem dos meus olhos.
- Isso, vadiazinha... sua menina mimada... achou que ia escapar, né?.. chupa minha pica pra tomar meu leitinho chupa!!!
Dei mais umas mamadas e ele gozou tudo na minha boca. Que gosto mais estranho!! Era a primeira vez que um homem gozava na minha boca! Fiquei parada olhando pra ele, com a boca cheia de esperma e os olhos arregalados, sem saber o que fazer.
- Engole, Ângela... engole tudo... se cuspir fora eu faço você lamber!! - ele falou sério.
Balancei a cabeça negativamente, querendo chorar!
- Vai engolir, safadinha... e vou te ajudar!! - ele disse e segurou firme minha cabeça e a inclinou para trás.
Em seguida ele, usando os fortes dedos, fechou meu nariz. Deus do céu!!! Ele não precisava ter sido tão violento. Me debati sem ar e engasgando, até que a porra desceu toda pela minha garganta. Tossi como uma desesperada. E ele rindo, se divertindo às minhas custas. No final comecei a rir também.
- Viu? Não é tão ruim assim, Ângela! Da próxima vez vou ter que forcá-la a engolir novamente? - o seu Raul falou e fiz que "não" com a cabeça. E, para demonstrar que eu tinha aprendido a lição, caí de boca no pau dele, já meio mole, e mamei até sair todo o restinho de porra que tinha ficado.
Quando terminei ele se deitou e me chamou pra perto dele. Fiquei um tempo ali parada, quieta, deitada naquele peito peludo, abraçando aquele coroa que me despertava nojo mas que, naquele dia me fez a garota mais feliz do mundo.
Cochilei e acordei por volta de 1:00hs da manhã. Me levantei e comecei a vestir minha roupa. Nessa hora ele pegou minha calcinha e disse que ficaria com ela. Nem o questionei. Me despedi e fui embora apenas de vestido e sutiã. Ainda tive tempo de me virar e vê-lo dando uma cheirada bem gostosa na minha calcinha e me olhando com aquela cara de tarado.
Cheguei na casa da minha avó com o mesmo sorriso da garota da noite anterior. Eu estava toda serelepe, animada, com a bucetinha inchada de tanto meter, e dormi como uma pedra o resto da noite. No dia seguinte minha mãe ligou e perguntou se estava tudo bem comigo.
Respondi que "sim" e disse a ela que eu estava adorando as férias. Na hora pensei no seu Raul e nos castigos que ele me faria passar nos dias seguintes. Aproveitei os quinze dias de férias que ainda restavam e dei a buceta pro seu Raul como se o mundo fosse acabar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
De filhinha da mamãe a putinha de um coroa!

Codigo do conto:
260011

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
21/04/2026

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