No casamento de minha amiga, acabei dando pro filho dela!
O salão de festas do casamento da Cláudia estava lotado de gente rindo alto, copos tilintando e aquela música sertaneja misturada com funk que fazia todo mundo balançar o corpo. Ana, 35 anos, casada há doze com o marido que tinha ficado em casa por causa de uma viagem de trabalho, sentia o vestido colado na pele suada. O tecido leve, florido, marcava bem os quadris largos e as coxas grossas que ela sabia que chamavam atenção. Ela não estava pensando em nada além de curtir a noite da amiga de trabalho, mas aí o Kevin apareceu. Ele tinha 19 anos, filho da Cláudia, corpo de quem malha todo dia sem ser exagerado, pele morena clara, cabelo bagunçado e um sorriso que misturava timidez com safadeza. Os caras do casamento estavam fazendo aquela brincadeira idiota de pegar as garotas mais próximas pra tirar foto. Kevin escolheu a Ana sem pensar duas vezes. O braço dele rodeou o pescoço dela, firme, quente. A outra mão desceu pelas costas, passou pela cintura e parou bem na bunda. No começo era só envolvendo, mas quando ele a ergueu um pouco pra ajustar a pose, a mão escorregou. Os dedos dele apertaram a bochecha esquerda da bunda dela por cima do vestido fino e, de repente, dois deles se enfiaram entre a carne, pressionando exatamente onde a buceta encontrava o cu. Ana sentiu um choque elétrico subir pela espinha. A calcinha dela já estava úmida desde o início da festa, mas agora era outra coisa. O tecido da calcinha fina mal segurava o calor que saía da xoxota depilada. - Hum, Kevin? Tá com uma boa pegada aí? – ela murmurou, voz baixa, tentando soar casual, mas o corpo já traía. Ele só sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo. Não tirou a mão. Pelo contrário, apertou mais, o dedo médio roçando o lugar onde a bucetinha inchada começava a latejar. Eles tiraram a foto. Todo mundo riu. Ana desceu, pernas tremendo um pouco, e tentou esquecer. Mas o corpo não deixava. A calcinha estava grudada, molhada, o grelinho duro roçando no tecido a cada passo. Mais tarde, na piscina, o calor da tarde virou desculpa pra todo mundo pular na água. Ana trocou o vestido pelo maiô preto que marcava os seios grandes e a bunda empinada. Kevin apareceu de sunga, o volume já evidente, o pau semi-duro marcando o tecido molhado. Alguém sugeriu refazer a foto na água. Ninguém questionou. Kevin a pegou no colo de novo, agora debaixo d’água, o corpo dele colado no dela. A mão dele não fingiu mais. Desceu direto, os dedos abrindo caminho por baixo do maiô, pressionando a buceta inchada. Dois dedos roçaram o grelinho, depois desceram e apertaram os lábios carnudos da xoxota. - Kevin, acho que não é assim que você deve me segurar – ela sussurrou, voz rouca, mas o corpo se abriu todo, a buceta pulsando contra os dedos dele. Ele sorriu de novo, mexeu os dedos devagar, circulando o clitóris inchado, sentindo a baba quente da buceta dela se misturar com a água da piscina. - Eu sei exatamente onde estou tocando, tia Ana – ele respondeu baixo, só pra ela ouvir. – E você tá encharcada pra caralho. Ele segurou ela assim por uns três minutos inteiros, dedos entrando e saindo devagar do maiô, roçando a entrada da buceta sem penetrar de verdade. Ana mordia o lábio inferior, os mamilos duros roçando no peito dele, a respiração curta. Quando ele finalmente a colocou no chão, ela mal conseguia andar. No abraço de despedida, ele colou a boca no ouvido dela. - Eu sabia que você ia estar depilada – murmurou, voz rouca. – A bucetinha lisinha, né? - Kevin! – ela riu, fingindo choque, mas a buceta dela contraiu forte, soltando mais melzinho que escorreu pela coxa. O resto da tarde foi tortura. Ana trocou de roupa, bebeu mais, dançou, mas a mente estava toda no pau que ela tinha visto marcando a sunga dele. O marido mandou mensagem perguntando como estava a festa. Ela respondeu com emoji de risada e guardou o celular. Não ia contar onde o Kevin tinha enfiado os dedos. A noite caiu e a festa continuou no salão. Kevin a encontrou de novo perto do bar. Desta vez não teve foto. Ele simplesmente pegou a mão dela e puxou pra um canto mais escuro, atrás de uma coluna. - Vem cá, tia Ana. Eu não aguento mais fingir – ele disse, voz baixa e urgente. - Kevin, eu sou casada… sua mãe é minha amiga… – ela tentou, mas a voz saiu fraca, as pernas já se abrindo quando ele colou o corpo. Ele não respondeu com palavras. Beijou o pescoço dela, mordeu de leve, a mão subindo por baixo do vestido curto que ela tinha colocado pra noite. Dedos grossos encontraram a calcinha encharcada e puxaram pro lado. Dois dedos entraram direto na buceta quente, molhada, apertada. - Porra, tia Ana… sua buceta tá piscando no meu dedo – ele gemeu no ouvido dela. - Aaaah… Kevin… devagar… – ela gemeu baixinho, quadril se mexendo sozinha, fodendo os dedos dele. Ele tirou os dedos, lambeu, e puxou ela pra um corredor que levava pros quartos de hóspedes do resort. A porta do quarto vazio se fechou atrás deles. As luzes ficaram baixas. Kevin tirou a camisa, o peito definido brilhando de suor. Ana caiu de joelhos antes mesmo de pensar. Puxou a calça dele pra baixo e o pau saltou, grosso, veioso, cabeça rosada já babando pré-gozo. - Caralho, que pica linda… – ela sussurrou, olhos vidrados. Pegou o pau com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça, chupou as bolas pesadas, depois engoliu tudo que conseguia. Kevin segurou o cabelo dela e fodeu a boca devagar. - Isso, chupa minha pica, tia Ana… engole fundo… porra, sua boca é quente pra caralho. Ela babava, engasgava, mas não parava. O pau dele pulsava na língua, grosso, salgado. Ele puxou ela pra cima, tirou o vestido dela num puxão, sutiã e calcinha voaram. Os seios grandes pularam livres, mamilos duros. Ele chupou um, depois o outro, mordeu de leve enquanto os dedos voltavam pra buceta. - Sua bucetinha tá pingando, hein? Tá louca pra levar pica. - Mete, Kevin… por favor… eu preciso da sua pica dentro de mim – ela implorou, voz rouca. Ele a jogou na cama de casal, abriu as pernas dela bem abertas. A buceta depilada brilhava, lábios inchados, grelinho protuberante. Ele lambeu devagar, língua circulando o clitóris, dois dedos dentro, fodendo ritmado. - Aaaahhh… Kevin… assim… chupa meu grelinho… porra, eu vou gozar na sua boca! Ela gozou forte, jorrando na cara dele, corpo tremendo. Ele não parou. Subiu, alinhou a pica grossa na entrada da buceta e meteu tudo de uma vez. - Uuuuuhhh… caralho… que buceta apertada… – ele gemeu, começando a meter forte, fundo, as bolas batendo na bunda dela. Ana cravou as unhas nas costas dele. - Mete, porra… fode minha buceta… mais forte… aaaahhh… sua pica tá me rasgando todinha! Eles foderam assim por um tempo longo, suados, barulhos molhados enchendo o quarto. Ele virou ela de quatro, meteu de novo, mão dando tapa na bunda. - Rebola nessa pica, vadia casada… isso… aperta a buceta no meu pau. - Aaaaiii… Kevin… eu sou uma vadia… fode meu cu também… não, espera… ainda não… Ele meteu mais fundo, sentindo a buceta dela contrair forte. Gozou dentro, jatos grossos e quentes enchendo a xoxota até transbordar, escorrendo pelas coxas dela. - Toma minha porra, tia Ana… tá enchendo sua bucetinha casada… porraaa! Ela gozou junto, gritando, corpo convulsionando. Mas ele não tirou. O pau ainda duro dentro da buceta cheia de porra. Ele puxou devagar, o sêmen branco escorrendo. Virou ela de lado, abriu a bunda com as duas mãos. - Agora o cu, Ana. Eu quero foder esse cu apertado. Ela sentiu o medo misturado com tesão louco. - Kevin… vai doer… eu nunca levei no cu assim… por favor, devagar… Ele cuspiu na rola, passou na cabecinha e pressionou contra o cuzinho rosado, franzido. Empurrou. A cabeça entrou com dificuldade. - Aaaaiiiiii… caralho… dói… tira… não… continua… aaaahhh! Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, o cu dela esticando ao máximo ao redor da pica grossa. A dor era absurda, queimando, mas misturada com um prazer sujo que fazia a buceta dela pulsar e soltar mais porra. - Porra, que cu virgem apertado… relaxa, Ana… deixa eu enterrar tudo… Ele meteu até o fundo. Ana gritou, lágrimas nos olhos, mas o quadril começou a rebolar sozinho. - Uuuuhhh… Kevin… tá me rasgando… mas tá gostoso… mete no meu cu… fode meu cu casado… Ele começou a bombear, devagar no começo, depois mais forte. O pau entrava e saía, o cu dela fazendo barulho molhado, a porra da buceta escorrendo e lubrificando tudo. Ana gozou de novo, forte, o cu piscando forte no pau dele. - Aaaahhh… eu tô gozando com seu pau no meu cu… porra… continua… não para! Ele acelerou, o quarto cheirando a sexo, suor e porra. Ela gritou desesperada: - Kevin… se você gozar dentro do meu cu… eu vou me cagar… eu juro… vou cagar tudo… aaaahhh… mas não tira… goza no meu cu… me enche de porra! Ele não aguentou. Segurou a cintura dela e meteu fundo, gozando jatos grossos dentro do intestino dela. - Toma no cu, vadia… tô enchendo seu cu de porra… porraaa! No momento que ele gozou, Ana gozou de novo, corpo inteiro tremendo, cu contraindo violento ao redor da pica. Ele tirou devagar, o pau saindo com um ploc molhado. Ana rebolou, empinando a bunda, e começou a cagar de verdade. Um jato de porra misturado com merda mole escorreu do cu arrombado, sujando as coxas, a cama, o pau dele que ainda pingava. - Aaaaiii… tô cagando… olha o que você fez… tô cagando sua porra toda… rebolando gostoso pra você ver… – ela gemeu, voz rouca de tesão e vergonha, rebolando devagar, o cu piscando e soltando mais, o cheiro forte enchendo o quarto. Kevin olhava hipnotizado, pau ainda duro, passando a mão na bagunça. - Caralho, Ana… que safada… você gozou cagando no meu pau… Eles ficaram ali, suados, sujos, ofegantes. A noite ainda não tinha acabado, mas o que aconteceu naquele quarto ia ficar marcado na memória dela pra sempre. O marido nunca ia saber. Kevin sorriu, limpando o pau na coxa dela. - Amanhã tem mais festa, tia Ana. E eu ainda quero foder essa buceta e esse cu de novo. Ela riu fraco, ainda sentindo o cu latejar e a porra escorrendo junto com o resto. - Seu safado… você me destruiu… mas eu quero mais.
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