Não resisti quando vi minha irmã chupando meu irmão!
Eu cheguei em casa aquela manhã carregando as sacolas de compra, o sol batendo na cara e o coração ainda acelerado da correria no supermercado. A casa estava quieta, só o barulho do ventilador da sala. Empurrei a porta da sala e parei congelado. Minha irmã, a Larissa de dezenove anos, estava de joelhos bem no meio da sala, na frente do nosso irmão mais velho, o Marcos de vinte e seis. Ele tava sentado na poltrona grande, as pernas abertas, calça arriada até os tornozelos, e a pica dele – caralho, que pica grossa – enfiada até o meio na boca dela. A Larissa chupava com fome, os olhos fixos nele, as bochechas afundando enquanto ela engolia mais fundo. A saliva escorria pelo queixo dela, pingando nos peitos pequenos que balançavam livres, os bicos duros como pedra. A pica do Marcos era grossa pra porra, uns dezoito centímetros de comprimento mas parecia mais por causa da circunferência. As veias saltadas pulsavam contra os lábios dela, esticando a boca da minha irmã de um jeito obsceno. Ela gemia baixinho, um som molhado e guloso, enquanto a mãozinha dela subia e descia no que não cabia na boca, apertando as bolas pesadas dele. – Porra, mana… chupa mais fundo essa pica grossa do irmão… isso, assim… engole tudo que tu consegue – ele murmurou com a voz rouca, a mão enfiada no cabelo dela, guiando o ritmo. Ela não parou nem quando me viu. Continuou chupando, os olhos agora desviando pra mim por um segundo, cheios de tesão e provocação. O Marcos sorriu malicioso, sem tirar a pica da boca dela. – Olha só quem chegou… vem cá, maninha… fica olhando enquanto tua irmã mama meu pau… tu tá molhada já, né? Eu sei que tu quer essa pica também. Eu fiquei parada, as sacolas caindo dos dedos. Minha buceta latejava por baixo da calcinha, o clitóris inchado roçando no tecido. Não consegui sair. Fiquei ali, vendo a Larissa babar na pica dele, o som de gluck gluck gluck enchendo a sala. Ela tirou o pau da boca por um segundo só pra respirar, a saliva formando um fio grosso ligando os lábios dela à cabeça roxa e brilhante. – Olha pra ela, maninha… tá vendo como tua irmã é uma putinha gulosa? – ele riu, batendo a pica molhada no rosto dela. A Larissa lambeu os lábios, sorrindo safada. – Vem cá, mana… quer provar também? Ou só quer ver ele me foder até eu gozar? Eu não respondi, mas meu corpo traiu. Fiquei ali, encostada na parede, a mão descendo sem querer pra apertar a buceta por cima da calça. O Marcos levantou, puxou a Larissa pelos cabelos e enfiou a pica até o fundo da garganta dela. Ela engasgou, os olhos marejando, mas não parou. Chupou mais forte, as mãos apertando a bunda dele. De repente ele grunhiu alto, o corpo tremendo. – Caralho… tô gozando… toma tudo, putinha! Ele puxou a pica pra fora e jorrou. O primeiro jato acertou bem no meio do rosto dela, branco e grosso, escorrendo pela testa até os olhos. Ela abriu a boca rápido, a língua pra fora, pegando o resto direto na garganta. Gozou tanto que pingava no chão. Ela ainda chupou a cabeça sensível, limpando cada gota, depois deu um tapinha brincalhão na bunda dele e ficou jogada no sofá, o rosto melado de porra, ofegante, as pernas abertas mostrando a buceta inchada e molhada. O Marcos nem deu tempo pra ela se recuperar. Levantou, a pica ainda meio dura balançando pesada entre as pernas, e veio direto pra mim na cozinha. Eu tava tentando guardar as compras, o coração disparado, mas ele me agarrou pela cintura por trás, a mão grande apertando meu peito por cima da blusa. – Vem cá, maninha… tu viu tudo, agora é tua vez… eu sei que tu tá pingando por mim – ele rosnou no meu ouvido, o pau roçando na minha bunda. Eu me debati, tentando empurrar ele. – Para, Marcos! Seu animal… seu doente… isso é errado pra caralho, tu é meu irmão! – eu gritei, batendo no peito dele, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão que já molhava minha calcinha. Ele não soltou. Me virou de frente, prensou contra a geladeira, a boca colando no meu pescoço, chupando forte. – Animal? Tá bom, então deixa esse animal te foder… tu quer tanto quanto a Larissa, para de fingir, sua putinha enrustida. Eu tentei brigar mais, empurrando os ombros dele, as mãos tremendo. – Seu porco… seu incestuoso filho da puta… me solta, caralho… eu não sou igual a ela! Mas o corpo não obedecia. Minhas pernas amoleceram quando ele enfiou a mão dentro da minha calça e sentiu o quanto eu tava encharcada. Ele sorriu vitorioso e me beijou. Primeiro foi bruto, quase mordendo, depois virou um beijo molhado, línguas se enrolando, saliva trocando, o gosto dele misturado com o resto da porra que ele tinha dado pra Larissa. Eu cedi. Segurei a nuca dele e correspondi, gemendo baixinho na boca dele. – Isso… boa menina… agora volta pra sala comigo – ele murmurou contra meus lábios, puxando minha mão. Voltamos pra sala de mãos dadas, eu ainda com as pernas bambas. A Larissa já tava se acabando no sofá, deitada de lado, uma perna aberta, dois dedos enfiados fundo na bucetinha dela, esfregando o grelinho inchado com a outra mão. Ela gemia alto, os olhos semicerrados, a buceta fazendo barulho molhado. – Aaaahhh… mana… vem… olha como eu tô me dedando pensando na pica dele… caralho, tô quase gozando de novo… O Marcos me empurrou pro chão, de joelhos na frente dele, ao lado da Larissa. A pica dele já tava dura de novo, latejando, brilhando de saliva velha. – Agora as duas… chupem juntas essa pica grossa do irmão… mostrem como vocês duas são putinhas. A Larissa se arrastou pro meu lado, ainda dedando a buceta dela, e nós duas atacamos o pau dele. Eu segurei a base grossa, sentindo o calor, e lambi a cabeça devagar, provando o gosto salgado. A Larissa chupou o lado oposto, as línguas se encontrando no meio, babando tudo. – Porra… duas bocas na minha pica… isso, maninhas… chupem mais fundo… lambam essas bolas pesadas… Nós duas gememos ao mesmo tempo, babando, engolindo, revezando a cabeça grossa na garganta. Eu engasgava, lágrimas escorrendo, mas não parava. A Larissa chupava as bolas dele enquanto eu mamava o pau todo. O Marcos segurava nossas cabeças, metendo devagar na boca de uma, depois da outra. – Caralho… tô gozando… abre a boca, maninha… toma na garganta! Ele puxou e jorrou na minha boca primeiro, jatos quentes e grossos enchendo minha língua. Eu engoli o que deu, o resto escorrendo pelo queixo. A Larissa lambeu o que sobrou, limpando tudo. Mas ele não parou. Puxou nós duas pro sofá, deixou a Larissa de quatro de um lado e eu do outro, bundas empinadas lado a lado. A pica dele tava ainda mais dura, brilhando de nossa saliva. – Agora eu vou comer as duas… bucetinha primeiro, bem fundo e bruto… aguentem. Ele enfiou na Larissa primeiro, estocada única até o talo. Ela gritou, o corpo inteiro tremendo. – Aaaaiii… caralho… me arrombou a buceta… tá batendo no útero… fode mais forte, mano! Ele meteu como um animal, as bolas batendo forte na buceta dela, o som ploc ploc ploc molhado ecoando. Depois tirou e veio pra mim, enfiando tudo de uma vez na minha bucetinha apertada. Eu gritei, as unhas cravando no sofá. – Aaaahhh… porra… tá rasgando minha buceta… seu pau é grosso demais… me fode, seu animal… me fode fundo! Ele alternava entre nós duas, cada vez mais intenso, segurando nossos cabelos, batendo a pica com força. A Larissa gozou primeiro, jorrando na pica dele, o líquido escorrendo pelas coxas. – Tô gozando… caralho… enche minha buceta de porra depois! Ele gozou dentro dela, enchendo a bucetinha até transbordar, porra branca escorrendo pelos lábios inchados. Depois veio pra mim e gozou de novo, jatos quentes pintando o fundo da minha buceta. Nós duas tremíamos, gozando uma atrás da outra, os gemidos misturados. – Agora os cuzinhos… vou arrombar os dois ao mesmo tempo, mais bruto que nunca. Ele cuspiu nos dois cuzinhos, um de cada lado, e enfiou dois dedos primeiro, abrindo. Depois veio a pica grossa. Primeiro no cu da Larissa, empurrando devagar mas firme. Ela gritou de dor e prazer. – Aaaaiii… dói pra caralho… meu cu tá rasgando… mas enfia tudo… me arromba esse cuzinho safado! Ele meteu fundo, estocadas brutais, o cu dela esticando vermelho ao redor da grossura. Depois tirou e enfiou no meu cu, do mesmo jeito. Eu chorei de dor, mas o prazer veio rápido. – Aaaahhh… caralho… tá me partindo ao meio… fode meu cu, mano… me rasga toda! Ele alternava, metendo em um cu, depois no outro, cada vez mais fundo, mais forte, as bolas batendo nas bundas. Nós duas gozávamos sem parar, o grelinho latejando, a buceta pingando porra velha. – Tô gozando de novo… com esse pau no meu cu… aaaaiii… se tu gozar dentro, eu vou me cagar… – Nós duas vamos nos cagar, caralho! Ele acelerou, segurando nossas bundas abertas. – Então aguentem, putinhas… eu vou encher os dois cuzinhos de porra quente… gozem enquanto se cagam pra mim! Ele gozou primeiro no cu da Larissa, jatos grossos enchendo o intestino dela. Depois tirou rápido e enfiou no meu, gozando o resto dentro de mim. Nós duas gritamos juntas, os orgasmos explodindo. – Aaaaiii… tô me cagando… caralho… tô gozando e me cagando! Quando ele tirou o pau devagar, nós duas rebolamos ao mesmo tempo, bundas empinadas lado a lado. Os cuzinhos abertos, vermelhos, pulsando. Primeiro saiu a porra dele, cremosa e quente, escorrendo dos dois cus. Depois veio o resto – nós duas nos cagando de verdade, coco mole misturado com sêmen branco, escorrendo pelas coxas, pingando no sofá, um cheiro forte e sujo enchendo a sala. A Larissa rebolava mais forte, gemendo de prazer. – Olha… tô cagando tudo… misturado com tua porra… caralho, que delícia… Eu fiz o mesmo, rebolando, sentindo o cu piscar, expelindo mais, o corpo tremendo de vergonha e tesão puro. – Aaaahhh… me fez cagar com esse pau no meu cu, irmão… e ainda gozei… somos todas putas agora… O Marcos riu, ofegante, passando a mão na nossa bunda suja, espalhando a mistura. – Minhas maninhas… que família safada… isso aqui mal começou.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.