Convivência com o enteado, após a morte do marido!
Mizuki acordou naquela manhã de domingo com o sol filtrando pelas cortinas grossas do quarto principal, o mesmo quarto que antes era do marido rico dela e agora pertencia ao Felix, o enteado que tinha virado o dono de tudo. Aos 34 anos, ela ainda se olhava no espelho do banheiro e via a mesma asiática magrinha de pele clara, cabelo preto liso caindo até a cintura, peitos firmes que o marido falecido tinha pagado pra deixar ainda mais empinados. Mas agora o corpo dela pertencia ao Felix. Totalmente. Ele era o mestre da casa, e ela, a mamãe dele e a puta dele ao mesmo tempo. Ela desceu pra cozinha só de uma camisola fina de seda que mal cobria a bunda redonda, o tecido colando nas coxas grossas. Felix já estava lá, sentado à mesa de mármore, mexendo no celular. Tinha 22 anos agora, alto, corpo definido de quem malhava todo dia, cabelo castanho bagunçado e aquele olhar que misturava o menino que ela tentou criar com o homem que fodia ela sem piedade. - Bom dia, mamãe – ele disse com a voz rouca de quem ainda estava acordando, mas já com aquele tom safado que fazia a buceta dela latejar. - Bom dia, meu filho – Mizuki respondeu, se aproximando por trás e passando os braços em volta do pescoço dele, encostando os peitos nas costas largas. O cheiro dele, misturado com o café, deixava ela molhada na hora. Eles tinham começado assim, devagar, depois da morte do pai. No começo era só conforto. Ela o abraçava quando ele chorava, ele a chamava de mamãe pela primeira vez de verdade. Depois veio a fotografia. Felix amava fotografar, e Mizuki se jogou nisso pra ficar perto dele. Sessões no jardim, no quarto, ela posando com vestidos leves que iam ficando mais curtos. Um dia, durante uma sessão no estúdio improvisado no porão, ele pediu pra ela tirar a blusa. Ela obedeceu, tremendo. Ele fotografou os peitos nus, depois se aproximou, e a primeira vez que a pica dele entrou na buceta dela foi ali mesmo, em cima do tapete, com a câmera ainda gravando tudo. Desde então não pararam. Todo dia, toda noite. Ele a fodia como esposa e ela cuidava dele como mãe. Era doentio pros outros, mas pra eles era perfeito. Hoje Felix não queria esperar. Ele virou a cadeira, puxou Mizuki pro colo dele e enfiou a mão por baixo da camisola, encontrando a buceta já molhada, sem calcinha. - Porra, mamãe, sua bucetinha tá encharcada logo de manhã – ele murmurou, enfiando dois dedos grossos sem aviso, fazendo ela gemer baixinho. - Aaaahh... meu filho... você me deixa assim toda vez – ela sussurrou, rebolando devagar no colo dele, sentindo a pica dura dele pulsando contra a coxa. Felix não aguentou. Levantou ela como se não pesasse nada, jogou em cima da mesa da cozinha, abriu as pernas dela bem abertas e baixou a cabeça. A língua dele lambeu o grelinho inchado com fome, chupando forte, sugando o clitóris enquanto os dedos entravam e saíam da buceta apertada. - Hummm... que buceta gostosa da mamãe... tá pingando pra mim – ele disse entre as chupadas, o som molhado ecoando na cozinha. Mizuki segurou a cabeça dele, cravando as unhas no cabelo. - Ai, filho... chupa a buceta da mamãe... assim... aaaahhh... vai, lambe meu grelinho... porra, que delícia... Os gemidos dela foram ficando mais desesperados enquanto ele metia a língua fundo, depois voltava pro clitóris, mordiscando de leve. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, jorrando na boca dele, o corpo tremendo inteiro, as pernas apertando a cabeça do enteado. - Aaaaiiiiii... tô gozando, meu filho... mamãe tá gozando na sua boca... porraaa... Felix levantou, limpou a boca com as costas da mão e puxou a camisola dela por cima da cabeça, deixando ela completamente nua em cima da mesa. A pica dele, grossa, veiada, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, estava pra fora da calça de moletom. Ele esfregou a glande na entrada da buceta dela, batendo de leve no grelinho. - Olha pra isso, mamãe. Essa pica é toda sua agora. Vou te foder até você esquecer o próprio nome. - Me fode, filho... enfia essa pica grossa na buceta da mamãe... eu preciso – ela implorou, abrindo mais as pernas, a buceta piscando, molhada pra caralho. Ele meteu de uma vez, até o talo. A buceta dela apertou em volta da pica como um punho quente e molhado. Felix começou a meter forte, o som de pele contra pele ecoando, os ovos batendo na bunda dela. - Porra, mamãe... sua buceta tá mamando minha pica... tá tão apertada... que delícia... - Aaaahhh... filho... me rasga... mete fundo... aaaaiii... sua pica tá batendo no meu útero... porra, que gostoso... Ele metia sem parar, segurando os quadris dela, os peitos balançando a cada estocada. Mizuki gemia alto, sem vergonha, o suor escorrendo entre os seios. Ele se inclinou, chupou um mamilo enquanto metia, depois o outro, mordendo de leve. - Olha como você geme pra mim, mamãe... parece uma puta desesperada... mas é minha puta, né? - Sim... sou sua puta... sua mamãe puta... me fode mais forte... aaaahhh... vou gozar de novo... Ela gozou pela segunda vez, a buceta apertando a pica dele, esguichando um pouco. Felix não parou. Continuou metendo, cada vez mais rápido, o suor pingando da testa dele no corpo dela. - Vou encher essa buceta de porra, mamãe... tomar tudo... - Goza dentro... enche a buceta da mamãe... me dá toda a porra quente... Com um rugido, Felix enterrou fundo e gozou. Jatos grossos de porra quente encheram a buceta dela, transbordando, escorrendo pela bunda enquanto ele ainda metia devagar, espremendo cada gota. - Porraaa... tá enchendo tudo... sinto sua porra quente dentro de mim... aaaahhh... Ele ficou ali dentro um tempo, pulsando, depois tirou a pica devagar, vendo a buceta aberta, vermelha, cheia de porra branca escorrendo. Mas ele não tinha terminado. Virou ela de bruços na mesa, a bunda empinada pra cima. Passou a mão na porra que escorria da buceta e espalhou no cu dela, o cuzinho rosado piscando. - Agora vou comer esse cu, mamãe. Vou te foder bem dolorido, do jeito que você gosta. Mizuki tremeu. Ela adorava quando ele metia no cu, mas doía pra caralho no começo, e era exatamente isso que deixava ela louca. - Vai devagar no começo, filho... o cu da mamãe tá apertado hoje... Felix cuspiu no cu dela, esfregou a cabeça da pica, ainda melada da porra da buceta, e começou a forçar. O cu resistiu, mas ele empurrou, devagar no início, depois mais firme. A cabeça entrou com um pop, e Mizuki gritou. - Aaaaiii... porra... tá doendo... mas não para... enfia mais... Ele meteu centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar como um anel de fogo. Quando estava todo dentro, parou, deixando ela se acostumar. - Respira, mamãe... relaxa esse cu pra mim... tá apertando minha pica pra caralho... - Aaaahhh... filho... seu pau tá me rasgando o cu... mas que delícia... começa a bombear, vaaai... Felix começou devagar, saindo quase todo e enfiando de novo. Cada estocada fazia ela gemer mais alto, a dor misturando com um prazer insano. Logo ele acelerou, metendo fundo, os ovos batendo na buceta melada. - Porra, mamãe... seu cu tá mamando minha pica... tá engolindo tudo... que cu guloso... - Aaaaiii... mete... fode o cu da mamãe... mais forte... aaaahhh... tô sentindo no estômago... Os gemidos dela viraram gritos desesperados. Ela se acabava, o corpo tremendo, o cu piscando em volta da pica grossa. Felix segurou o cabelo dela como rédea, puxando pra trás enquanto metia. - Goza pro seu filho, mamãe... goza com minha pica no seu cu... - Tô gozando... aaaaiiiiii... tô gozando com esse pau gostoso socado no cu... porraaa... não para... Ela gozou forte, o cu apertando tanto que quase expulsou a pica, o corpo convulsionando, baba escorrendo da boca. Mas Felix continuou, metendo mais fundo ainda. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar, filho... tô falando sério... vou me cagar toda... Ele sorriu, malicioso, e meteu ainda mais rápido. - Então se caga, mamãe... eu quero ver... vou encher esse cu de porra também... E ele gozou. Jatos quentes de porra encheram o intestino dela, fundo demais. Mizuki gritou, o prazer misturado com a sensação de que ia perder o controle. - Aaaaiii... tá enchendo meu cu... porraaa... tô gozando de novo... e vou me cagar... aaaahhh... Felix tirou a pica devagar, centímetro por centímetro. Quando a cabeça saiu, o cu dela não aguentou. Ela rebolou, empinando a bunda, e começou a cagar. Um jato de porra misturado com merda mole escorreu do cu aberto, escorrendo pelas coxas, pingando no chão da cozinha. Ela rebolava devagar, gemendo de vergonha e prazer ao mesmo tempo. - Olha o que você fez, filho... eu me caguei... tô cagando sua porra misturada... aaaahhh... que delícia... Felix ficou olhando, a pica ainda dura, vendo o cu dela piscar e soltar mais, a mistura branca e marrom escorrendo, o cheiro forte enchendo o ar. Ele passou a mão na bunda dela, espalhando um pouco, depois enfiou dois dedos no cu melado, tirando mais porra e merda. - Que mamãe safada... cagou tudo pra mim... agora limpa essa pica com a boca. Mizuki se virou, de joelhos no chão sujo, e chupou a pica dele, limpando o resto de porra e o cheiro do próprio cu. Ela lambeu tudo, gemendo baixinho. - Hummm... gosto do seu pau sujo do meu cu... meu filho... Eles ficaram ali um tempo, ofegantes, o corpo dela marcado, a cozinha bagunçada. Depois ele a levantou, beijou a testa dela como um filho bom e disse: - Vamos tomar banho, mamãe. Depois você faz o almoço pra mim. E à noite a gente fotografa de novo... com você toda suja de porra e merda. Mizuki sorriu, o coração cheio, a buceta e o cu latejando. - Sim, meu filho. Mamãe cuida de tudo. E assim era a vida deles. Doente, safada, intensa. E eles não queriam que fosse diferente.
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