Eu e minha irmã sendo perversas com nosso irmão!

Nos últimos dias eu e minha meia-irmã Sofia tínhamos transformado a casa num verdadeiro inferno de tesão para o nosso irmão Mateus. Não era mais só provocação leve. A gente já andava pelada pela casa de propósito, calcinha fio dental enfiada no rabo, sutiã aberto “sem querer”, sentando no colo dele de calcinha molhada, esfregando a bunda na pica dele por cima da bermuda e fingindo que era brincadeira. Ontem à noite tudo explodiu.
Era só nós três em casa. Os pais tinham viajado e a gente sabia que podia ir até o fim. Eu e Sofia tínhamos tarefas para fazer antes da academia, mas decidimos fazer tudo de lingerie. Eu vesti uma calcinha preta fio dental que mal cobria meus lábios da buceta e um sutiã rendado branco que deixava os mamilos à mostra. Sofia, a safada, tirou a blusa no meio da sala e ficou só de sutiã preto e calcinha vermelha. Os peitos dela são grandes, pesados, com mamilos grossos e escuros que ficaram empinados na hora. A gente andava pela casa de propósito, se curvando na frente dele, abrindo as pernas no sofá, deixando ele ver o contorno da buceta inchada por baixo do tecido fino.
Mateus não aguentava mais. A gente via o volume da pica dele crescendo na bermuda, latejando, marcando tudo. Em determinado momento ele sumiu no banheiro e ficou lá quase vinte minutos. A gente se olhou e riu baixo. Sabíamos exatamente o que ele estava fazendo: batendo punheta desesperado, imaginando a gente pelada, pensando em meter aquela rola grossa de 20 centímetros na gente.
Quando ele saiu do banheiro o rosto estava vermelho, o cheiro de porra no ar, e a bermuda ainda com uma manchinha molhada. Eu e Sofia já tínhamos terminado as tarefas e estávamos sentadas no sofá da sala, de lingerie, assistindo TV como se nada estivesse acontecendo. Quando ele nos viu — eu de calcinha preta e sutiã quase transparente, Sofia com os peitos quase pulando para fora do sutiã — ele parou no meio da sala, olhou de um lado para o outro e correu até nós.
- Caralho… vocês estão muito gostosas pra porra… olha isso… porra… - ele falou rouco, a voz falhando.
Sofia, que é mais direta, virou o rosto para ele e confrontou na hora:
- É por isso que você demorou tanto no banheiro, seu safado? Ficou lá dentro batendo punheta pensando na gente? Imagina a gente pelada enquanto você esporrava na pia? Confessa, Mateus. Sua pica de 20 centímetros tava doendo, né? Tava latejando pra ser acariciada. -
Ele ficou vermelho como um pimentão, olhou para os nossos corpos, para os nossos peitos, para as nossas calcinhas finas, e admitiu baixinho, quase gemendo:
- Porra… sim… eu não aguento mais. Vocês duas estão me matando. Minha rola tá dura o dia inteiro. Eu bati punheta três vezes hoje pensando em vocês. Preciso… preciso que alguém cuide dela. -
Eu e Sofia nos entreolhamos. Meu coração estava batendo forte, minha buceta já estava molhada, o grelinho latejando. Eu respondi primeiro:
- Se você quer isso agora, tira essa pica pra fora, irmão. A gente te ajuda. A gente vai revezar pra masturbar você. Uma hora eu, uma hora ela. A gente vai fazer você gozar gostoso em nós duas.
Ele não pensou duas vezes. Puxou a bermuda e a cueca de uma vez só. A pica dele saltou para fora, dura pra caralho, 20 centímetros de rola grossa, veias saltadas pulsando, cabeça roxa e brilhando com pre-gozo, as bolas pesadas e cheias balançando por baixo. Era uma pica linda de tão grande e grossa. A gente ficou olhando, babando.
Nós três sentamos no sofá. Mateus no meio, eu do lado esquerdo, Sofia do lado direito. A rola dele apontava para cima, latejando no ar, o buraco da glande já babando um fio grosso de lubrificante.
Eu comecei. Estiquei a mão e envolvi a base grossa com meus dedos. A pele estava quente, macia por cima, mas a rola era dura como pedra por baixo. Senti cada veia pulsando na minha palma. Subi devagar até a cabeça, passei o polegar na glande molhada e desci de novo. O pre-gozo escorria, molhando meus dedos.
- Nossa, que pica gostosa, irmão… tão grossa… tão quente… - eu gemi baixo.
Sofia observava com os olhos brilhando, uma mão apertando o próprio peito. Quando eu subi até o topo ela estendeu a mão também. Nós revezamos. Eu soltava, ela pegava. Ela subia e descia com mais força, torcendo o pulso quando chegava na cabeça, fazendo a rola latejar mais forte.
- Olha como ela pulsa… - Sofia falou safada. - Ele tá quase gozando já… mas a gente não vai deixar. Vamos torturar ele gostoso. -
Mateus jogou a cabeça para trás no sofá e soltou um gemido longo e desesperado:
- Ahhh… porra… que delícia… suas mãos… não para… caralho… -
Eu ri baixo e segurei as bolas dele com a mão esquerda enquanto Sofia continuava batendo. As bolas estavam pesadas, cheias, quentes. Eu massageava devagar, apertava de leve, enquanto ela acelerava a punheta. O som molhado da mão dela subindo e descendo na rola babada enchia a sala.
Depois de um tempo eu falei:
- Agora é minha vez de novo. -
Sofia soltou. Eu cuspi na cabeça da pica, a saliva escorrendo grossa pelo tronco, e comecei a bater mais molhado, mais ruidoso. Ploc ploc ploc. A rola brilhava com minha saliva misturada com o pre-gozo dele. Eu acelerava, desacelerava, apertava mais forte na base, soltava na cabeça, brincava com a glande usando só os dedos.
Mateus estava se contorcendo no sofá. Ele esticou as mãos e agarrou nossos peitos. Uma mão no meu sutiã, apertando meu mamilo, a outra mão no peito da Sofia, beliscando o mamilo dela. A gente gemia junto com ele.
- Porra… que peitos gostosos vocês têm… - ele falou ofegante. - Continua… não para… -
Sofia pegou a vez de novo. Ela segurou a rola com as duas mãos, uma em cima da outra, e começou a subir e descer devagar, apertando forte. Eu fiquei responsável pelas bolas, massageando, puxando de leve para baixo, sentindo elas subirem e descerem com o tesão.
- Sente como ele tá cheio, Laura? - Sofia perguntou para mim, os olhos brilhando. - Essa porra toda vai jorrar em nós duas. -
- Vai… - eu respondi. - Mas ainda não. Vamos fazer ele implorar. -
Nós revezamos por muito tempo. Uma hora eu batia rápido, quase violento, a mão subindo e descendo sem parar, a outra mão apertando as bolas. Quando ele começava a gemer mais alto e as bolas subiam, eu parava, apertava a base forte e impedia o gozo. Ele implorava:
- Não… porra… eu tô quase gozando… me deixa gozar… por favor… -
- Ainda não, seu tarado - eu respondia. - Deixa a gente brincar mais um pouco com essa pica grossa. -
Depois Sofia fazia o mesmo. Ela batia devagar, quase carinhosa, subindo até a cabeça, girando a mão, descendo até a base. Quando ele estava quase lá ela parava, dava uns tapas leves na cabeça da rola e ria quando ele gemia de frustração.
- Olha ele tremendo… coitadinho… - ela provocava. - Quer gozar tanto… mas a gente ainda não vai deixar. -
Mateus estava suando, o peito subindo e descendo rápido, as mãos apertando nossos corpos com força. Ele metia o quadril para cima, tentando foder nossas mãos. A pica dele estava ainda mais grossa, a cabeça inchada, babando sem parar.
Eu me aproximei mais, meu ombro roçando no dele. Minha buceta estava encharcada, a calcinha colada nos lábios. Sofia também estava molhada, eu via a mancha escura na calcinha vermelha dela.
- Toca minha buceta enquanto eu bato pra você - eu falei para ele.
Ele obedeceu na hora. A mão dele desceu, entrou por dentro da minha calcinha e encontrou minha buceta molhada. Dois dedos grossos entraram fácil. Eu gemi alto enquanto continuava masturbando ele.
- Ahhh… porra… que bucetinha molhada… - ele gemeu.
Do outro lado Sofia fez o mesmo. Ela puxou a calcinha para o lado e colocou a mão dele na buceta dela também. Agora ele tinha um dedo na minha buceta e outro na dela, enquanto nós duas revezávamos na punheta da rola dele.
O cheiro de sexo já estava forte na sala. O barulho das mãos molhadas na pica, os gemidos dele, nossos gemidinhos baixos… tudo misturado.
Eu peguei a vez de novo. Segurei a rola com as duas mãos e comecei a bater forte, rápido, sem piedade. A cabeça batia na minha palma toda vez que eu subia. O precum jorrava. Sofia massageava as bolas dele e chupava o mamilo dele ao mesmo tempo.
- Goza, irmão… - eu falei perto da orelha dele. - Joga toda essa porra grossa em nós duas. Encharca a gente. -
Ele não aguentou mais. O corpo inteiro dele ficou tenso. As bolas subiram. A pica latejou violentamente na minha mão.
- Ahhh… porra… eu vou gozar… caralhooo… - ele gritou.
Nós duas aceleramos juntas. Mãos sobrepostas na rola grossa, subindo e descendo rápido, ordenhando ele sem parar.
A primeira jorrada saiu forte, grossa, branca, e acertou o rosto da Sofia em cheio. Ela abriu a boca e recebeu mais um jato na língua. O segundo jato veio forte e acertou meu peito, quente, escorrendo entre os meus peitos. Mais jatos seguiram, um atrás do outro, cobrindo nossos corpos. Porra na cara da Sofia, na boca dela, nos peitos dela, no meu peito, na minha barriga, até na minha calcinha. A rola dele pulsava e jorrava sem parar, como se tivesse acumulado por dias.
Nós continuamos a ordenhar até o último gole, apertando a base, subindo devagar, tirando até a última gota. A porra escorria pelos nossos dedos, pelo pau agora sensível, pingando no sofá.
Mateus estava mole no sofá, ofegante, suado, a pica ainda meio dura pulsando.
Nós duas olhamos um para o outro, cobertas de porra, e rimos safadas. Sofia passou o dedo no meu peito, pegou um pouco da porra dele e lambeu. Eu fiz o mesmo, lambi o dedo dela.
- Porra… que gozada gostosa… - eu falei. - Olha como ele encharcou a gente. -
Mas a noite ainda estava só começando. Porque depois que ele gozou, a gente não parou. A gente continuou revezando, agora com a pica sensível, fazendo ele tremer, fazendo ele gemer mais alto, fazendo ele implorar de novo enquanto a gente brincava com a rola ainda latejando, com as bolas vazias, com nossos corpos sujos de porra.
Eu subi no colo dele de frente, a buceta por cima da pica mole, esfregando devagar enquanto Sofia batia de novo. Depois trocamos. Sofia sentou de costas, o rabo empinado, enquanto eu masturbava ele por baixo dela. A gente se beijou na frente dele, nossas línguas se encontrando com gosto de porra, enquanto nossas mãos revezavam na rola dele mais uma vez.
Mateus gemia baixo, exausto, mas a pica dele já começava a endurecer de novo.
- Vocês vão me matar… - ele falou rouco.
- Ainda não acabou, irmão… - Sofia respondeu. - A gente vai revezar a noite inteira. -
E foi isso que a gente fez. Mãos alternando, bocas ocasionalmente lambendo a cabeça, dedos entrando nas nossas bucetas enquanto a gente masturbava ele, gemidos desesperados, porra jorrando de novo mais tarde, corpos suados, cheiro de sexo por toda a sala.
Quando finalmente paramos, horas depois, a gente estava exausta, coberta de porra seca, as calcinhas encharcadas, as bocetas latejando de tesão. Mateus estava destruído no sofá, a rola vermelha, sensível, as bolas completamente vazias.
Eu me deitei no peito dele, Sofia do outro lado, e a gente ficou ali, respirando pesado, os corpos colados.
Depois que a gente ordenhou ele até a última gota no sofá, o quarto cheirava a porra, suor e buceta molhada. A pica do Mateus ainda pulsava, meio mole mas já começando a endurecer de novo só de ver a gente lambendo a porra dele dos dedos e esfregando nos peitos. Eu estava com a calcinha encharcada, a buceta latejando de tesão. Sofia também, a calcinha vermelha dela colada nos lábios inchados.
Eu olhei para ele e falei baixo, rouco de excitação:
- A gente não vai parar só na punheta, irmão. Você vai meter essa pica grossa na gente agora. Primeiro em mim. Depois na Sofia. A gente vai gozar gostoso na sua rola.
Mateus arregalou os olhos, a respiração pesada. A pica dele deu um pulo e começou a ficar dura de novo.
- Porra… vocês são doentes… eu vou foder vocês duas… - ele gemeu.
A gente se levantou do sofá, as pernas bambas, e fomos para o quarto dele. Eu deitei na cama primeiro, abri as pernas, puxei a calcinha para o lado e mostrei a buceta molhada, os lábios brilhando, o grelinho inchado. Sofia sentou do meu lado, uma mão no meu peito, apertando meu mamilo.
Mateus subiu na cama, a pica dura balançando, grossa, as veias saltadas. Ele se posicionou entre minhas pernas, esfregou a cabeça da rola na minha entrada molhada, espalhando o pre-gozo com a porra seca que ainda tinha no pau.
- Entra… - eu pedi, a voz já falhando. - Mete tudo, porra. -
Ele empurrou devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios, esticou minha entrada e entrou. Eu soltei um gemido longo e alto:
- Ahhh… caralho… que pica grossa… tá rasgando minha buceta… -
Ele continuou empurrando, centímetro por centímetro, até estar todo enterrado. Eu sentia a rola dele latejando dentro de mim, quente, preenchendo tudo. Quando ele começou a meter de verdade, indo e voltando, o barulho molhado da buceta dele enchendo a sala.
Sofia ficou assistindo de perto, uma mão na própria buceta, dedando devagar enquanto via o irmão me foder.
- Olha como ela tá aguentando… - ela provocou. - Mete mais forte nela, Mateus. Faz ela gozar na sua pica. -
Ele obedeceu. Segurou minhas coxas, abriu mais e começou a meter forte, o pau entrando e saindo inteiro, as bolas batendo na minha bunda. Eu gemia sem parar, alto, escandaloso:
- Ahhh porra… ahhh caralho… tá tão fundo… sua pica tá me fodendo gostoso… não para… -
Eu sentia cada veia roçando nas paredes da minha buceta, a cabeça batendo no fundo toda vez que ele metia até o talo. Minha buceta estava encharcada, o mel escorrendo para o cu, molhando o lençol. Eu apertava os peitos, beliscava meus mamilos, rebolava o quadril para cima encontrando as estocadas dele.
Sofia se inclinou e começou a chupar meu mamilo enquanto ele me fodia. O tesão subiu rápido. Eu sentia o orgasmo chegando forte, meu corpo inteiro tremendo.
- Eu vou gozar… porra… eu vou gozar na sua pica… - eu gritei.
Ele acelerou, metendo fundo e rápido. Minha buceta contraiu forte ao redor da rola dele, apertando, pulsando. Eu gozei escandalosamente, gritando, jorrando mel quente na pica dele, molhando tudo, o squirt molhando o pau, as bolas e o lençol. Meu corpo se contorcia, as pernas tremendo, a buceta espremendo a rola dele sem parar.
- Ahhh caralhooo… tô gozando… tô gozando gostoso na sua pica… porraaa… - eu gemi alto, desesperada.
Ele continuou metendo devagar enquanto eu gozava, sentindo minha buceta pulsar ao redor dele. Quando eu comecei a descer do orgasmo, ofegante, suada, ele tirou a pica de dentro de mim, brilhando com meu mel.
Sofia já estava de quatro na cama, calcinha puxada para o lado, o rabo empinado, a buceta pingando.
- Agora é minha vez… - ela falou, rebolando o rabo. - Mete nessa buceta também, irmão. Faz eu gozar na sua rola igual ela gozou. -
Mateus se posicionou atrás dela, segurou o quadril dela e enfiou a pica melada da minha buceta direto na dela. Sofia soltou um gemido alto e longo:
- Ahhh… porra… que delícia… tá quente… tá grossa… -
Ele começou a meter nela com força, as estocadas fazendo o rabo dela tremer. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc molhado, as bolas batendo na buceta dela. Sofia gemia sem parar, rebolando para trás, encontrando as metidas.
Eu me sentei na frente dela, abri as pernas e ela começou a lamber minha buceta sensível enquanto levava pica. Eu gemia junto, segurando a cabeça dela.
- Mete mais forte nela… - eu falei para o Mateus. - Faz ela gozar gostoso. -
Ele meteu mais fundo, mais rápido. Sofia começou a tremer, os gemidos ficando mais altos e desesperados:
- Ahhh… eu vou gozar… caralho… eu vou gozar na sua pica… não para… porraaa… -
Ela gozou forte, gritando, a buceta espremendo a rola dele, jorrando mel quente que escorreu pela pica e pelas bolas. O corpo dela se sacudia, o rabo tremendo, ela lambeu minha buceta mais forte enquanto gozava. Foi escandaloso, molhado, lindo de ver.
Mateus tirou a pica dela, brilhando com o mel das duas. Ele estava ofegante, a rola latejando, quase gozando.
- Agora… de quatro vocês duas… - ele mandou, a voz rouca. - Quero ver vocês rebolando enquanto eu melo essas bundas. -
Nós duas obedecemos na hora. Eu e Sofia ficamos de quatro lado a lado na cama, bundas empinadas, calcinhas puxadas para o lado, as bucetas ainda pulsando e pingando. A gente começou a rebolar gostoso, os rabos tremerem, as bundas batendo uma na outra de leve.
Mateus ficou atrás de nós, admirando a visão. Ele deu uns tapas nas nossas bundas, apertou, abriu. Depois posicionou a pica na entrada da minha buceta de novo e meteu fundo de uma vez. Eu gemi. Ele meteu algumas vezes forte, depois tirou e meteu na Sofia do mesmo jeito. Ele alternava entre nós duas, metendo algumas estocadas em cada uma enquanto a gente rebolava sem parar.
- Rebola mais… - ele gemia. - Rebola essa bunda gostosa pra mim… -
A gente rebolava mais forte, os rabos subindo e descendo, as bundas tremendo, as bucetas engolindo a pica toda vez que ele metia. O barulho era alto, molhado, as nossas bundas estalando contra o corpo dele.
Ele meteu mais algumas vezes na Sofia, depois na mim, sentindo a gente apertar. Quando ele não aguentou mais, tirou a pica, segurou com a mão e começou a bater forte.
- Porra… eu vou gozar… - ele avisou.
Nós duas rebolamos mais gostoso, empinando as bundas, abrindo as pernas, mostrando tudo para ele.
- Goza nas nossas bundas… - eu falei. - Melá a gente todinha… -
Ele gozou com um gemido rouco e forte. A primeira jorrada grossa acertou minha bunda em cheio, quente, escorrendo pelo rabo. A segunda acertou a bunda da Sofia. Ele continuou jorrando, indo de uma para outra, melando nossas bundas com porra grossa e branca. Jatos longos cobriram nossas nádegas, escorreram pelo cu, pingaram na buceta. Ele ordenhou até o fim, passando a cabeça da pica na nossa pele, espalhando a porra.
Quando terminou, a gente ainda rebolava devagar, as bundas brilhando de porra, pingando no lençol. Mateus passou a mão nas nossas bundas, espalhando o gozo, metendo dois dedos na minha buceta e na da Sofia ao mesmo tempo.
Nós duas gememos baixinho, cansadas, satisfeitas, as bundas meladas, as bucetas latejando.
- Porra… que delícia… - Sofia falou, rebolando devagar na mão dele.
Eu me virei um pouco, olhei para trás e vi nossas bundas cobertas de porra, brilhando.
- Você melou a gente todinha… - eu disse, satisfeita.
Mateus deu uns tapas leves nas bundas meladas, fazendo a porra balançar.
- A gente vai fazer isso de novo… - ele falou, ainda ofegante. - Amanhã… e depois… sempre que quiserem. -
A gente ficou ali de quatro mais um tempo, rebolando devagar, sentindo a porra escorrer, as bucetas ainda sensíveis. Depois a gente se deitou, os três juntos, suados, fedendo a sexo, com a porra dele secando nas nossas bundas.
E foi assim que a noite terminou… mas a gente já sabia que no dia seguinte ia começar tudo de novo. Com punheta, com boca, com pica metendo fundo, com gozo nas bundas, nas bocas, nas bucetas. Nós três sozinhos em casa, sem limite.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu e minha irmã sendo perversas com nosso irmão!

Codigo do conto:
262216

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/05/2026

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