Monique, 28 anos, corpo curvilíneo com bunda grande e redonda que balançava gostoso até quando ela só respirava, estava deitada na cama king size que dividia com o irmão Davi sempre que estavam em casa. O short de malha fina subia pelas coxas grossas e macias, quase não cobrindo as nádegas fartas. O top cropped justo apertava os seios médios e firmes, sem sutiã por baixo, os mamilos escuros roçando o tecido e já meio intumescidos. Sem calcinha também. Ela tinha ido dormir mais cedo porque o cansaço do monitor estava pesado, mas o sono não chegava. Seu corpo estava quente, inquieto, a buceta levemente latejando por causa da ovulação forte que fazia o grelho inchar e pingar um mel quente sem motivo nenhum. Davi, 23 anos, entrou no quarto depois de um tempo, cheirando a sabonete, só de cueca boxer preta que marcava o volume da pica grossa. Ele parou do lado da cama olhando para a irmã mais velha. - Por que você tá dormindo tão cedo, mana? Tá doente ou só cansada? - perguntou ele, voz rouca, já com aquele tom safado que ela conhecia bem. Monique virou o rosto no travesseiro, voz baixa e manhosa. - Tô cansada pra porra, Davi... não tô me sentindo bem. Corpo mole, cabeça pesada... Ele sorriu de canto, subiu na cama por trás dela sem pedir licença e colou o corpo inteiro no dela como uma colher. Peito largo contra as costas, coxas grossas encaixadas nas dela, a pica semi-dura pressionando bem no meio da bunda por cima do short. As mãos grandes foram direto para onde sempre iam: a bunda da irmã. - Porra, Monique... essa sua bunda me deixa obcecado. Olha o tamanho, como ela é macia e redonda... eu fico viciado só de apertar. - As palmas dele abriam e fechavam as nádegas, separando-as, apertando forte, sentindo o calor da pele nua que o short não conseguia cobrir direito. Ela empinou o quadril um pouco, gostando demais daquela obsessão do irmão. - Você é louco por essa bunda da sua irmã, né seu safado? Sempre que a gente dorme junto você fica aí, apertando, cheirando, falando putaria... - Louco pra caralho. Podia passar o dia inteiro com a cara enterrada aqui. - Ele inclinou o rosto no pescoço dela, beijando, mordiscando a pele sensível enquanto as mãos continuavam a massagem. Os dedos desceram pela fenda entre as bundas, por cima do short primeiro, depois ele puxou o tecido para o lado, expondo a pele quente. O dedo médio roçou o ânus fechado, apertado, aquele anel muscular que há meses ninguém explorava desde que ela voltara do exterior. Monique prendeu a respiração quando sentiu a pressão leve. - Hmmm... Davi... Ele não parou. Os dedos exploraram mais, descendo para a frente, encontrando a buceta quente, inchada, os lábios já molhados de mel grosso. Ele passou dois dedos pela fenda inteira, coletando o líquido viscoso e quente, esfregando devagar no grelho inchado e sensível. - Caralho, irmã... sua xoxota tá encharcada. Tá ovulando forte, né? Essa buceta latejando, pingando, pedindo pra ser arrombada. Sente como tá molhada pra porra? - Ele esfregava círculos lentos no clitóris, pressionando, fazendo ela apertar as almofadas com força, o quadril rebolando contra a mão dele. - Ai sim... tô molhada pra caralho... seu dedo na minha buceta... continua, Davi... esfrega mais... - Ela gemia baixo no começo, depois mais alto quando ele aumentou a pressão no grelho. O short na frente já estava escuro de tanto mel que escorria. Ele voltou os dedos para o cu. Usou o próprio suco da buceta dela como lubrificante perfeito, aquele mel quente e grosso que deixava tudo escorregadio. O dedo, agora brilhando com o creme dela, pressionou o ânus e entrou devagar, centímetro por centímetro. O cuzinho estava apertado pra caralho, quente por dentro, as paredes macias resistindo um pouco no início. - Porra... que cuzinho apertado... tá engolindo meu dedo, mana. Sente ele entrando devagar? Tô usando o mel da sua buceta pra abrir você. Tá tão quentinho por dentro... - Ele parou com o dedo metade dentro, girando devagar, abrindo o anel com paciência safada. Monique ofegava, o corpo tenso de uma mistura de prazer e a sensação nova e intensa. Ela começou a se esfregar sozinha, movendo o quadril para trás e para frente, fazendo o dedo entrar mais fundo por conta própria. - Ahhh... hmmm... Davi... seu dedo tá no meu cu... que delícia... tá apertado pra porra... mas eu gosto... não tira... mete mais... Ele enfiou até o nó do dedo, depois começou a dedar devagar, entrando e saindo, fodendo o cu da irmã com o dedo enquanto com a outra mão apertava a bunda ou descia para beliscar o mamilo por baixo do top. O som molhado do dedo entrando e saindo do cuzinho lubrificado ecoava baixo no quarto. A buceta dela pingava mais ainda, o grelho latejando forte. Ela estava super a fim, ovulando, o corpo inteiro pedindo mais. - Olha como você rebola, irmã safada. Tá gostando de ter o dedo do seu irmão no cuzão? Eu sou obcecado com essa bunda, com esse cu apertado. Queria enfiar a pica grossa aqui um dia, arrombar devagar enquanto você geme meu nome e aperta as almofadas. - Ai meu Deus... sim... fala mais safado... me deda o cu... hmmm... ahhh... caralho, Davi... seu dedo tá me abrindo... não para... - Os gemidos dela ficavam mais altos, mais desesperados. Ela apertava as almofadas com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. O quadril rebolava sem parar, o cu apertando e relaxando ao redor do dedo do irmão. Ele acelerou o ritmo, o dedo entrando fundo, girando, puxando quase todo para fora e voltando rápido. O cuzinho dela já estava mais relaxado, engolindo o dedo com mais facilidade, o mel da buceta escorrendo para baixo e lubrificando ainda mais. Com a outra mão ele beliscava o mamilo, puxava, fazia ela gemer mais alto. - Porra, Monique... seu cu tá quente pra caralho... tá me apertando o dedo como se quisesse não soltar nunca. E sua buceta pingando em cima da minha mão... você é a irmã mais safada do mundo. Ela gemeu alto, quase um grito abafado no travesseiro. - Hmmm... ahhh... eu sou safada pra você... só pra você, irmão... mete mais fundo... arromba meu cuzinho com o dedo... tô louca... Depois de longos minutos assim, com ela quase gozando só do dedo no cu e dos dedos na buceta, Monique não aguentou mais. Virou no braço dele, encarando o rosto do irmão no escuro do quarto. Seus lábios se encontraram em um beijo faminto, línguas se chupando com vontade, saliva escorrendo pelo queixo de ambos. As mãos dela foram direto para a cueca, puxando para fora a pica grossa, dura como pedra, veias pulsando, cabeça brilhando de precum. - Me beija, irmão... chupa minha boca enquanto você fode meu cu com o dedo... - - Porra, Monique, você é a irmã mais gostosa e safada que existe. Eu te amo pra caralho e te desejo ainda mais. Enquanto se beijavam com fome, ela tirou o top cropped de vez, seios saltando livres, mamilos duros e escuros. Ela empurrou um deles contra a boca dele. - Chupa, Davi. Mama o peito da sua irmã. Chupa forte, como se quisesse leite. Eu queria tanto estar com leite pra te dar de mamar enquanto você mete o dedo no meu cu e me faz gemer. Ele obedeceu com vontade safada, boca quente engolindo o mamilo inteiro, sugando forte, língua circulando rápido, dentes roçando de leve. Ela gemeu alto no quarto, o dedo dele ainda metendo fundo no cu, agora com dois dedos devagar, abrindo mais o anel apertado. - Hmmm... ahhh... chupa mais... mama o peito da mana... seu dedo tá me enlouquecendo... ai caralho... dois dedos no meu cu... que delícia... - O corpo dela tremia, o quadril rebolando para frente e para trás, a buceta escorrendo pelo short, pingando na coxa dele. Ele sugava um peito, depois o outro, alternando, lambendo, mordiscando, enquanto os dois dedos no cu entravam e saíam num ritmo constante, molhado, obsceno. O som de chupada nos mamilos misturava com o som molhado do cu sendo dedado. Monique estava no limite, gemendo sem parar, apertando a pica dele com a mão, masturbando devagar. De repente ele parou os dedos e olhou para ela com os olhos brilhando de luxúria pura. - Mana... você senta na minha cara? Quero comer essa sua bunda gostosa, lamber seu cu e sua buceta até você gozar na minha boca toda. Monique sentiu um choque de tesão tão forte que a buceta apertou sozinha. Ela adorava sentar na cara, e fazer isso com o irmão era ainda mais proibido e quente. - Ai porra, sim... eu tava esperando você pedir isso... vem cá, senta na cara do seu irmão safado que vai comer minha bunda. Ela se levantou rápido, tirou o short de vez, ficando completamente nua. A buceta brilhando de mel, os lábios inchados, o grelho latejando. Subiu na cama, posicionou os joelhos de cada lado da cabeça dele, a bunda grande e pesada pairando sobre o rosto. Devagar, bem devagar, ela baixou o peso, sentando as nádegas nas bochechas dele. Davi enterrou o rosto inteiro entre as bundas fartas da irmã. A língua saiu quente e molhada, primeiro lambendo a fenda toda, do grelho inchado até o ânus fechado. Ele lambeu o cu com vontade, saliva escorrendo, fazendo barulhos molhados e guloso de chupada. A língua pressionou o anel, abriu caminho, entrou um pouco, fodendo o cuzinho com a língua. - Hmmm... porra... que bunda gostosa pra caralho... que cu delicioso... eu amo comer sua bunda, mana... - Os sons vinham abafados de baixo dela enquanto ele comia com fome. Monique rebolava no rosto dele, esfregando a buceta e o cu na língua e no nariz, gemendo desesperada, as mãos segurando a cabeceira da cama. - Ai Davi... come minha bunda... lambe meu cuzinho... ahhh... hmmm... mais fundo... enfia a língua... porra... que delícia... eu tô gozando com você me chupando assim sentando a cara... Ele segurava as coxas grossas dela, puxando para baixo, quase se sufocando na bunda macia e quente, mas amando cada segundo. A língua alternava entre o cu apertado e a buceta encharcada, chupando os lábios, sugando o grelho com força, bebendo o mel que escorria em quantidade, lambendo tudo com barulhos obscenos. Ela estava encharcando o rosto inteiro dele, o queixo, o nariz, a boca. - Porra, irmã... sua buceta tá pingando na minha cara... que gosto bom... eu quero mais... senta mais forte... Ela rebolava mais, gemendo alto, o corpo tremendo, o orgasmo se aproximando só da língua no cu e no grelho. Depois de vários minutos de ela rebolando e gozando levemente no rosto, ela se virou, posicionando para o 69. Agora sua boca estava bem na frente da pica grossa e dura do irmão, e a buceta com o cu sobre o rosto dele de novo. Ela agarrou a rola com a mão, sentindo o calor, a pulsação forte, as veias saltadas. A cabeça roxa brilhando de pre-gozo. Ela lambeu primeiro, devagar, da base grossa até a cabeça, saboreando o gosto salgado e masculino. - Porra, Davi, sua pica tá tão dura... grossa pra caralho... eu adoro chupar o pau do meu irmão... Ela enfiou na boca, chupando fundo, a cabeça batendo no fundo da garganta, engasgando um pouco mas continuando, subindo e descendo, saliva escorrendo pelo pau todo, fazendo barulhos molhados de garganta. As mãos massageavam as bolas pesadas, apertavam, puxavam de leve. Ela chupava com vontade safada, língua circulando na cabeça, sugando forte. Enquanto isso, Davi debaixo comia ela com mais fome ainda. Língua no cu, depois na buceta, dedos entrando na xoxota enquanto a língua fodida o ânus. Dois dedos na buceta, dedando rápido e fundo, a língua no cuzinho, chupando o grelho com força. Os sons de chupada e dedada enchiam o quarto. - Chupa minha pica, irmã safada... toma tudo na boca... porra, você chupa tão gostoso... eu vou gozar... toma o leitinho do seu irmão... Ele avisou, o corpo tenso, as bolas subindo. Monique acelerou a chupada, querendo tudo. Logo ele gozou forte, jatos grossos e quentes de porra jorrando direto na garganta dela. Ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelos cantos da boca, pingando no pau e nas bolas enquanto ela continuava chupando e lambendo tudo, não parando nem um segundo. Mas ele não parou também. Mesmo gozando, o pau pulsando na boca dela, ele continuou comendo a buceta e o cu dela com fúria. Os dedos agora três na buceta, dedando rápido e fundo, a língua no cu, chupando o grelho com força. Monique sentiu o orgasmo subir como uma onda gigante. - Ai porra... Davi... eu vou gozar... não para... come minha buceta... arromba meu cuzinho com os dedos... hmmm... ahhh... caralho... tô gozando... tô gozando na cara do meu irmão... Ela gozou forte, o corpo inteiro convulsionando, as pernas tremendo, a buceta apertando os dedos dele com força, jatos de líquido quente esguichando e creme grosso escorrendo pelo rosto inteiro dele. Foi uma das gozadas mais intensas da vida dela, longa, com gemidos altos e desesperados, o nome do irmão saindo entre soluços de prazer e chorinho safado. - Ai meu Deus... porra... que delícia... você me fez gozar tanto... hmmm... não para de lamber... Eles ficaram assim por um tempo, ela tremendo em cima dele, o pau ainda na boca, lambendo o resto da porra que escorria, enquanto ele lambia devagar as partes sensíveis dela, bebendo tudo, a língua macia passando no cu e na buceta inchada. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Os corpos suados, a respiração ofegante. Depois ela desceu devagar, deitou ao lado, abraçada forte nele, os corpos colados, o dedo dele ainda brincando levemente no cu dela, agora relaxado, usado e sensível. Eles se beijaram de novo, devagar, saboreando o gosto um do outro na boca. - Porra, mana... você é incrível. Essa bunda, esse cu apertado, essa buceta encharcada... eu sou completamente viciado em você. Quero fazer isso todo dia. - E eu em você, irmão safado. Nunca ninguém me fez gozar como você hoje. Seu dedo no meu cu... a língua comendo minha bunda... nossa... quero mais vezes assim. Quero você dedando meu cuzinho enquanto eu sento na sua cara de novo... Eles ficaram abraçados, suados, o dedo dele ainda dentro do cu dela, mexendo devagar, provocando mais gemidinhos baixos. A noite ainda era longa. Eles sabiam que iam repetir, talvez com mais dedos, talvez com a pica entrando devagar no cuzinho apertado, talvez com ela gozando várias vezes na cara dele até não aguentar mais. Irmão e irmã, amantes secretos, viciados um no outro, na bunda, no cu, na buceta e na porra quente que misturava tudo. Monique sorriu no escuro, apertando o dedo dele com o cuzinho, já pensando na próxima vez que ele fosse meter dois, depois três, depois quem sabe a pica grossa enquanto ela gemia “arromba meu cuzinho, irmão” e gozava desesperada na cara safada dele de novo. Fim.
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