Provocando o cara da manutenção, até ele não aguentar e me passar a rola!

Era uma manhã quente e úmida de verão quando o cara da manutenção tocou a campainha do meu apartamento. Eu tinha 28 anos, morava sozinha e adorava provocar os homens que vinham fazer serviço em casa. Hoje o ralo do banheiro estava entupido há semanas e eu chamei o técnico de propósito, sabendo que ia chegar cedo. Não tinha nem energia pra me arrumar direito. Abri a porta vestindo só uma camiseta branca fininha de malha que mal chegava na metade da bunda e uma calcinha fio dental branca que sumia entre as nádegas redondas e macias. A camiseta era tão fina que meus mamilos rosados e duros marcavam forte no tecido, como dois botões inchados pedindo pra serem chupados. A calcinha branca mal cobria a frente da minha buceta depilada, deixando os lábios carnudos quase à mostra, e atrás sumia no rabo, deixando as bochechas da bunda quase nuas.
- Bom dia, senhorita. Vim arrumar o ralo do banheiro que a senhora reclamou - disse ele, um homem de uns 35 anos, alto, forte, braços grossos de quem carrega peso o dia todo, barba por fazer, olhar escuro e penetrante que já desceu direto pros meus peitos.
- Entra, o banheiro é o segundo à direita. Desculpa a bagunça, eu tava dormindo ainda - respondi, virando de costas bem devagar, deixando ele ver a bunda quase toda de fora, as nádegas balançando levemente com cada passo, a calcinha sumindo no meio do rabo. Eu sentia o olhar dele queimando na minha pele.
Ele entrou carregando a caixa de ferramentas. Eu o guiei até o banheiro, rebolando um pouquinho mais que o normal. Quando entramos, ele viu tudo: sutiãs pendurados no chuveiro, calcinhas sujas jogadas no chão, e o meu vibrador rosa grande preso na parede do box com ventosa, ainda brilhando de lubrificante e meus fluidos da noite anterior. Eu não tinha escondido nada de propósito. Queria que ele visse.
- Tá bem bagunçado mesmo - ele murmurou, mas a voz saiu rouca. Ele se ajoelhou na frente da pia, abrindo o armário pra chegar no ralo. Eu fiquei parada na porta, encostada no batente, pernas ligeiramente abertas, deixando ele ver a frente da calcinha molhada quando ele virava a cabeça.
Conforme ele trabalhava, eu comecei a bater papo, mas não tinha interesse nenhum no ralo. Só queria que ele se virasse e me comesse com os olhos.
- Então, o que tá entupindo? Cabelo? Eu deixo cair bastante quando tomo banho e lavo o cabelo - falei, voz manhosa, me inclinando pra frente pra olhar dentro da banheira ao lado dele. A camiseta fina caiu pra frente, meus seios médios e firmes penduraram, mamilos rosados totalmente à mostra pra ele que estava de lado. Eu fiquei curvada bastante tempo, balançando o quadril devagar, a bunda empinada, a calcinha subindo ainda mais no cu, deixando o furinho marrom quase aparecendo.
Ele parou o trabalho, olhou direto pros meus mamilos, depois desceu pro meio das minhas pernas. Vi o volume na calça dele crescer, a pica grossa marcando no jeans.
- Senhorita... a senhora tá me distraindo - ele disse baixo, engolindo em seco.
- Eu peço desculpas pela distração e estar atrapalhando seu trabalho, mas você realmente se incomoda de eu estar assim? - perguntei, ainda curvada, rebolando bem devagar. - Eu vi você olhando minha bunda quando me virei na porta.
Ele respirou fundo, as mãos tremendo um pouco na ferramenta. - Porra, senhora... eu sou profissional, mas a senhora tá me deixando louco. Essa camiseta fina, esses mamilos marcando, essa calcinha sumindo no rabo... eu vi tudo. Vi o vibrador também. A senhora se masturba pensando em quê?
- Faz tanto tempo que não tenho um parceiro, um namorado, aí tem dias que eu não aguento, sabe, então faço pensando em tantas coisas.- respondi safada, me endireitando devagar, deixando ele ver o mel brilhando na parte interna da coxa. - Continua trabalhando, mas olha pra mim enquanto fala. Gosta das minhas pernas? - perguntei, passando a mão na coxa, subindo devagar até quase tocar a buceta por cima da calcinha. - Você se incomoda de eu continuar vestida assim?
Ao que ele não respondeu e continuou tentando trabalhar, mas o pau dele estava tão duro que o jeans apertava. Eu via o contorno da cabeça grossa. Meu grelinho latejava, a buceta pingando, molhando a calcinha toda. Eu me aproximei mais, me curvando de novo, a bunda quase encostando no rosto dele.
- Olha só como tá sujo aqui dentro da banheira... - murmurei, me inclinando tanto que a camiseta subiu até a cintura, a bunda totalmente empinada, a calcinha enfiada no meio do cu. - Você quer limpar meu ralo ou quer limpar outra coisa primeiro?
Ele não aguentou. Largou a ferramenta, levantou rápido, me segurou pela cintura e me virou pra ele. - Sua vadia safada... você provocou o dia todo de propósito, né? Mamilos marcando, bunda quase nua, vibrador na parede... agora vai ter que aguentar.
Ele me beijou forte, língua grossa invadindo minha boca, mão descendo direto pra buceta por cima da calcinha molhada. - Tá encharcada, porra! Essa bucetinha tá pingando mel só de me provocar - rosnou ele, dedando por cima do tecido fino, apertando o grelinho inchado.
- Ahhh! Sim, seu safado! Tô molhada pra caralho desde que você chegou! - gemi, rebolando no dedo dele. - Tira essa calcinha e chupa minha buceta agora!
Ele ajoelhou, puxou a calcinha pra baixo com os dentes, cheirando forte o cheiro doce e salgado da minha excitação. - Que buceta gostosa, rosada, grelho grande e inchado... - ele lambeu devagar do cu até o clitóris, língua grossa abrindo os lábios, chupando o grelinho com força. Eu gritei, segurei a cabeça dele, rebolando na cara dele.
- Isso, lambe minha buceta toda, seu filho da puta! Chupa o grelinho, mete a língua no buraco! - eu gemia desesperada, mel escorrendo na barba dele. Ele chupava ruidoso, "slurp slurp", língua entrando e saindo, dedos grossos abrindo minha buceta, dedando fundo enquanto chupava o clitóris. Eu gozei na cara dele em menos de dois minutos, esguichando um jato quente na boca dele. - Ahhhh caralho! Tô gozando na sua boca, bebe meu mel todo, seu safado!
Ele lambeu tudo, engoliu, depois levantou, abriu o cinto, puxou o pau pra fora. Era enorme: 22 centímetros de comprimento, grosso como meu pulso, veias latejando, cabeça roxa inchada pingando pré-gozo grosso. - Agora chupa minha pica, sua puta exibicionista.
Eu ajoelhei no chão frio do banheiro, segurei a rola grossa com as duas mãos, lambendo a cabeça primeiro, chupando o buraco do pau, engolindo o pré-gozo salgado. - Hmmm, que pau gostoso, grosso pra caralho... vou engolir até o fundo - falei, abrindo a boca bem grande, enfiando a cabeça roxa até a garganta. Engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, mas continuei, indo fundo até o saco bater no meu queixo. "Gluck gluck gluck" fazia barulho enquanto eu mamava com vontade, girando a língua na cabeça, chupando forte, babando tudo.
- Porra, que boca gulosa! Engole minha pica toda, sua vadia! - ele segurou minha cabeça, metendo na garganta, fudendo minha boca com força. Eu engasgava, lágrimas nos olhos, mas amava, a buceta pingando no chão. Ele tirou o pau, bateu na minha cara, "tapa tapa", deixando marcas de saliva e pré-gozo nas bochechas. - Levanta, vou foder essa buceta agora.
Ele me virou, me dobrou sobre a borda da banheira exatamente como eu tinha fantasiado mais cedo. A cabeça grossa da pica abriu meus lábios molhados, empurrou devagar, abrindo a buceta apertada. - Ai meu Deus, tá rasgando! Sua pica é grossa pra caralho! - gritei, sentindo cada centímetro entrando, esticando as paredes da buceta. Ele meteu tudo de uma vez, o saco batendo na minha bunda. Começou a socar forte, "plap plap plap", a buceta fazendo barulho molhado, mel escorrendo pelas coxas.
- Fode essa buceta, seu filho da puta! Mete fundo, arromba minha xota! - eu gritava, rebolando pra trás, encontrando cada estocada. Ele segurava meus quadris com força, metendo como animal, o pau saindo quase todo e voltando com tudo, batendo no fundo da buceta. - Ahhh! Hmmm! Não para! Sua pica tá me destruindo, tô gozando de novo! - gozei forte, a buceta apertando o pau dele, esguichando mais mel no chão.
Ele não parou, continuou metendo sem piedade, trocando de posição: me levantou, me segurou no colo, pau ainda dentro, fudendo em pé, minha buceta escorregando pra cima e pra baixo na rola grossa. Depois me jogou no chão do banheiro, abriu minhas pernas em V e meteu de novo, olhando nos meus olhos enquanto socava. - Olha pra mim enquanto eu fodo sua bucetinha, sua puta! - ele rosnou. Eu gemia sem parar, "ai ai ai caralho", unhas arranhando as costas dele, pernas tremendo.
Depois de longos minutos de foda intensa, ele gemeu alto: - Vou gozar, sua vadia! Toma toda a porra quente na buceta! - Ele meteu fundo, parou, e eu senti jatos grossos e quentes enchendo meu útero, porra branca e espessa jorrando, transbordando, escorrendo pela bunda. Ele tirou o pau devagar, a porra escorrendo em fio grosso da minha buceta aberta. Eu passei os dedos, peguei um pouco e lambi. - Hmmm, delícia... agora quero no cu. Mete nesse cuzinho apertado, arromba meu rabo!
Ele sorriu safado, virou eu de quatro de novo, cuspiu na minha entrada marrom, esfregou a cabeça do pau no cu. - Quer no cu, sua safada? Tá doendo já? - Ele empurrou devagar, a cabeça grossa forçando o anel apertado. - Ai meu Deus, tá rasgando meu cu! Dói pra caralho, mas não para, mete tudo! - gritei, lágrimas nos olhos, mas a buceta pingando de novo. Ele forçou, centímetro por centímetro, até o pau inteiro desaparecer no meu intestino quente e apertado. Eu sentia tudo: o calor, a pressão, a dor misturada com prazer insano.
Ele começou a foder meu cu devagar no começo, depois mais forte, "plap plap" na bunda, o cu fazendo barulho molhado e sujo. - Que cu apertado, chupa minha pica todinha! - ele gemia, metendo fundo, o saco batendo nas minhas pernas. Eu rebolava, gemendo desesperada: - Ahhh! Hmmm! Fode meu cuzão, seu safado! Tá doendo mas é gostoso pra caralho! Mete mais forte!
Ele meteu forte por vários minutos, eu gozando só com o pau no cu, a buceta esguichando sem parar. Então ele tirou o pau devagar, "plop" molhado. Eu comecei a rebolar o rabo desesperada, tremendo forte, as nádegas balançando. "Prrrrt!" um peido alto e molhado saiu, e junto um pouquinho de bosta marrom escorreu pelo cu aberto, escorrendo pela coxa. - Ahhh que vergonha, tô cagando um pouquinho, mas não para, mete de novo! - eu gritei, rebolando mais, espalhando a merda leve no meu rabo, o cheiro sujo e excitante no ar.
Ele riu safado: - Olha a vadia peidando e cagando no meu pau! Que delícia suja! - E meteu de volta com tudo, "pah!", o pau entrando no cu sujo, misturando tudo. Eu continuei rebolando enquanto ele metia, peidando de novo "Prrrt prrrt", mais um pouco de bosta saindo, eu gemendo e chorando de prazer. - Ai ai ai, sai mais bosta, mas fode esse cu, não tira não!
Ele tirou de novo, eu rebolei forte, peidei alto, mais merda escorreu, eu abri as nádegas com as mãos, mostrando o cu destruído pingando porra e bosta. - Rebola, sua puta! Mostra como você caga enquanto eu te fodo! - ele gritou, metendo de novo forte, socando o cu com fúria. Repetimos isso várias vezes: ele tirava devagar, eu rebolava o rabo gostoso, peidava alto e molhado, um pouco mais de bosta marrom escorria, eu gemia "Ahhh que safadeza, tô toda suja de merda e porra!", rebolava mais, e ele voltava metendo com tudo, o pau sujo entrando fundo no intestino.
A cada vez o prazer aumentava, a dor virava êxtase, eu chorava de tanto gozar, a buceta latejando, grelinho inchado, cu destruído mas pedindo mais. - Não para, fode meu cu sujo, mete até eu não aguentar mais! - implorava, voz rouca de tanto gritar.
Depois de várias rodadas assim, ele segurou meus quadris forte, meteu até o fundo e rosnou: - Agora vou gozar dentro do teu cu, sua vadia! Toma toda essa porra quente no intestino! - Ele explodiu, jatos grossos e quentes enchendo meu cu, porra jorrando fundo, misturando com a bosta. Eu não aguentei: o orgasmo veio como um tsunami, eu gritei alto, chorei lágrimas quentes escorrendo pelo rosto, corpo convulsionando, cu apertando o pau dele, buceta esguichando forte no chão.
- AHHHHH CARALHO! GOZEI GOZEI GOZEI COM O PAU NO CU! TÁ SAINDO TUDO! SUA PORRA GROSSA TÁ SAINDO MISTURADA COM MINHA BOSTA! SOCORRO, TÔ GOZANDO E CAGANDO AO MESMO TEMPO! - gritei chorando, rebolando louca, expelindo a mistura branca e marrom grossa do cu aberto, o semem dele escorrendo junto com pedacinhos de bosta, pingando pelas coxas, cheiro forte de sexo sujo no banheiro. Eu tremia inteira, lágrimas, saliva, porra e bosta tudo misturado, gozando sem parar, o cu expelindo mais e mais, "plop plop" sons molhados enquanto a porra grossa jorrava pra fora.
Ele tirou o pau devagar, mais uma porção de porra e bosta escorreu. Eu desabei no chão, ofegante, chorando de prazer, rindo louca, cu e buceta latejando, toda suja e destruída. Ele se deitou ao meu lado, me beijou, dedo no meu cu sujo.
- Foi a melhor foda da minha vida, sua puta exibicionista. Amanhã eu volto pra "arrumar" de novo - ele disse.
- Pode vir todo dia... meu cu e minha buceta são seus agora - respondi, lambendo os dedos sujos de porra e bosta, já pensando na próxima vez que ia provocar ele de novo, vestida só de calcinha fina, vibrador na parede, mamilos marcando, bunda empinada, pronta pra ser fodida até expelir porra e merda de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Provocando o cara da manutenção, até ele não aguentar e me passar a rola!

Codigo do conto:
261063

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/05/2026

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