Não esperava o que fosse acontecer após sentar no colo de meu irmão!

Era uma noite quente e abafada de verão, por volta das duas da manhã. A casa grande e silenciosa pertencia só a nós dois: eu, Ana, 24 anos, e meu irmão mais novo, Lucas, de 22. Nossos pais tinham viajado e a casa era nossa pra porra. O sofá de couro preto no quarto escuro era o nosso ninho. Só a TV piscava luz azulada no filme de terror que ele tinha escolhido, daqueles com jumpscares que faziam o coração sair pela boca. Eu vestia um shortinho jeans ridiculamente curto, que mal cobria o bundão grande, redondo e firme que eu sabia que ele babava por trás. Sem calcinha por baixo, porque eu planejava tudo. Regatinha branca fininha, sem sutiã, meus peitos médios e firmes com mamilos rosados e duros roçando no tecido, marcando forte. Ele só de moletom cinza velho, folgado, sem cueca nenhuma. A rola dele marcava de leve quando ele se mexia, grossa, pesada, como um tubo de borracha grossa e quente.
O filme era assustador pra caralho. Monstros, sangue jorrando, gritos agudos. Eu me agarrava nele de propósito, corpo inteiro colado no dele, peitos pressionando o peito musculoso, barriga sentindo o calor da pele dele. O cheiro masculino dele — suor leve misturado com sabonete e algo selvagem — me deixava molhada já. Nossos braços entrelaçados, minhas coxas roçando nas dele. Meu coração batia forte, não só pelo filme.
- Lucas, esse filme tá me matando de medo, porra - falei com voz trêmula de propósito, apertando mais o abraço.
- Relaxa, Ana. É só filme. Se assustar, se agarra em mim que eu te protejo - ele respondeu com aquela voz grave que fazia minha buceta pulsar.
Eu levantei pra ir ao banheiro. O corredor estava escuro pra porra e eu tinha medo de verdade, mas era parte do plano.
- Lucas, vem comigo, por favor? Tô com medo pra caralho de ir sozinha no escuro.
Ele riu baixo, mas levantou e me seguiu. No banheiro eu fiz xixi rápido, lavei as mãos, coração batendo. Quando saí, ele estava encostado na parede do corredor me esperando, braços cruzados, moletom marcando a rola mole grossa. Eu me joguei nos braços dele de propósito, abraçando forte, corpo colado inteiro. Senti a rola mole dele contra minha barriga, quente, grossa como borracha grossa, macia, pesada. Eu apertei o abraço “sem querer”, esfregando minha barriga nela, sentindo o volume cedendo macio entre nós. Celestial. Meu cu e buceta latejaram forte.
- Obrigada, irmão... você me protege - sussurrei, olhando pra ele com cara de safada.
Voltamos pro sofá. Ele sentou primeiro. Eu esperei dois segundos, fingindo olhar a TV com medo, coração acelerado. Então “corri” de volta, tropeçando de propósito, e sentei direto na rola dele com todo o peso da bunda grande. Não foi suave. Minha bunda aterrissou exatamente em cima da rola mole dele, que estava deitada pro lado na calça folgada. A sensação foi porra... indescritível. A rola grossa, quente, como um tubo de borracha grossa e macia, se aninhou perfeitamente entre minhas nádegas, pressionando minha bunda, o calor passando pelo short fino e pela calça dele direto na minha pele. Eu senti cada detalhe: o volume pesado, a maciez que cedia sob minha carne, o jeito que ela se moldava entre as bochechas do meu bundão. Meu cu apertou, buceta encharcou na hora. Eu mexi o quadril devagar, “ajustando”, sentindo a rola rolar sob mim, deslizando quente e grossa entre as minhas bochechas. Foi celestial, como eu sonhava. Eu tinha certeza que ele sentiu também, porque ele prendeu a respiração e a rola deu um pulso mole.
- Desculpa, Lucas! Tô com tanto medo que tropecei - falei, mas não levantei. Fiquei sentada ali mais uns dez segundos, sentindo a rola amolecida dele debaixo de mim, quente, convidativa, grossa pra caralho. Eu apertei as bochechas da bunda ao redor dela, sentindo-a ceder macia, quente, como se minha bunda tivesse sido feita pra isso. Meu short já estava molhado de tanto tesão.
Ele tossiu, voz rouca.
- Tudo bem, Ana... senta aí, não tem problema.
Eu sorri por dentro. De propósito, porra. Eu queria essa rola na minha xoxota desde que eu vi a marca dele saindo do banho uma vez. Agora eu tinha a rola grossa como borracha entre o meu bundão e não ia parar por aí.
Continuamos assistindo, mas eu não via mais o filme. Minha cabeça estava 24 horas por dia, 7 dias por semana pensando naquela rola grossa. Eu queria ela dura, enfiada fundo na minha buceta melada, esticando minhas paredes, batendo no útero. Minha xoxota estava encharcada, short colado na buceta inchada, grelinho latejando. Eu me mexia devagar, “sem querer”, esfregando minha bunda na rola dele. Senti ela começar a endurecer. Primeiro mole e macia, depois inchando devagar, crescendo, ficando grossa e dura como uma pedra coberta de veludo quente. A cabeça dela começou a empurrar contra minha buceta por cima das roupas, grossa, quente, pulsando. Eu sentia o calor subindo, a rola ficando mais longa, mais pesada, veias começando a marcar.
O filme tinha uma cena tensa, monstros aparecendo do nada. Eu “saltei” de susto de propósito e moí o quadril forte, sentindo a rola agora completamente dura, longa, grossa pra porra, batendo contra minha entrada molhada. A cabeça roxa pressionava minha buceta por cima do short.
- Lucas... sua rola tá dura pra caralho - sussurrei, virando o rosto pra ele, nossos rostos a centímetros, respiração misturada.
Ele olhou pra mim, olhos escuros de tesão reprimido, mandíbula travada.
- Você sentou de propósito, né sua safada? Senti sua bunda gostosa e macia na minha pica mole, quase gozei ali mesmo. E agora tá me esfregando feito uma putinha no cio, sentindo ela crescer na sua bunda. Porra, Ana, você é minha irmã, mas tá me deixando louco.
Eu ri baixo, safada pra caralho, e apertei mais a bunda na rola dura.
- Sim, irmão. Eu sentei na sua rola de propósito. Quero isso na minha buceta. Quero você me fodendo até eu não aguentar mais, até minha xoxota transbordar de porra do meu irmão. Senti ela mole e grossa como borracha e agora tá dura pra me rasgar. Me come, Lucas.
Ele não precisou de mais. Virou pra mim, me puxou pra um beijo selvagem, desesperado. Nossas bocas se chocaram com força, línguas se enroscando molhadas, saliva escorrendo pelo queixo, ele mordendo meu lábio inferior com força, eu gemendo na boca dele.
- Porra, Ana, você é minha irmã mas sua boca é gostosa pra caralho - ele grunhiu, mordendo meu pescoço, chupando a pele deixando marca.
- E sua pica é o que eu mais quero, Lucas. Me come, irmão safado. Quero sentir essa rola grossa esticando minha buceta.
As mãos dele subiram pela regatinha, apertando meus seios com força, beliscando os mamilos duros e rosados até eu gritar baixinho.
- Seus peitinhos são perfeitos, irmã. Mamilos rosados, duros pra mim, pedindo pra serem chupados.
Eu gemi alto, - Ahhh, aperta mais, irmão! Belisca meu mamilo enquanto sua rola tá dura na minha bunda!
Minha mão desceu, abriu o moletom dele, puxou a rola pra fora com dificuldade porque ela era grossa pra porra. Caralho, era perfeita: 20 centímetros de pau grosso, veias grossas saltadas pulsando visíveis, cabeça roxa e inchada brilhando de pré-gozo transparente, gotejando grosso. As bolas pesadas, cheias, peludas, cheirando a homem. Eu segurei com as duas mãos, a mão não fechava ao redor por causa da grossura. A pele era macia como veludo quente, mas por baixo dura como pedra. Eu masturbei devagar, sentindo cada veia, o jeito que a cabeça inchava mais, o pré-gozo escorrendo pelos meus dedos.
- Que rola deliciosa, irmão. Grossa como uma garrafa de cerveja, quente pra porra, veias pulsando na minha mão. Quero chupar até engasgar.
Eu me ajoelhei no sofá, bunda empinada pro ar, short subindo, e enfiei a rola na boca. Engoli fundo na primeira, a cabeça grossa batendo no fundo da garganta, fazendo eu engasgar forte. - Gluck... gluck... gluck... - os sons molhados e sujos enchiam o quarto escuro. Spit grosso escorria pelo meu queixo, pingando nas bolas pesadas dele. Eu chupava com força, bochechas afundando, língua girando na cabeça inchada, sugando o pré-gozo salgado e amargo. Eu descia até as bolas tocarem meu queixo, nariz enterrado no abdômen dele, garganta se abrindo pra engolir tudo. Lágrimas escorriam dos olhos de tanto engasgo, mas eu amava, buceta escorrendo pelo short.
- Ahhh porra, Ana! Chupa a pica do seu irmão, sua putinha! Engole tudo, garganta apertada pra caralho, engasga na rola grossa do irmão! - ele gemia, segurando minha cabeça com as duas mãos, fodendo minha boca devagar, estocadas curtas que faziam minha garganta inchar.
Eu engolia até não dar mais, puxava pra fora só pra lamber as bolas pesadas, chupar uma de cada vez, sentir o gosto salgado da pele, o cheiro forte de homem. Depois voltava, engolia fundo de novo, - gluck gluck gluck - spit jorrando.
Ele me puxou pra cima, me deitou no sofá de costas, abriu minhas pernas com força, puxou o short pra lado. Minha buceta estava depilada lisinha, lábios rosados inchados e brilhantes de mel, grelinho grande e inchado latejando, buraco apertado pingando melado grosso que escorria pro cu. O cheiro doce e almiscarado da minha buceta enchia o ar.
- Olha essa buceta molhada, irmã. Tão rosadinha, cheirando a tesão doce, grelho inchado pedindo pra ser chupado. Vou chupar até você gozar na minha cara, sua safada.
Ele mergulhou o rosto entre minhas coxas, língua larga e quente lambendo do cu apertado até o grelho inchado, sugando o clitóris com força, chupando os lábios grossos, dedos grossos entrando na buceta apertada, curvando, acertando o ponto G com precisão. Ele chupava o grelho como se fosse doce, língua girando rápido, dedos fodendo minha xoxota molhada fazendo squelch sujo.
- Ahhhnnn! Porra, Lucas! Chupa meu grelinho, enfia os dedos na minha xoxota molhada! Tô gozando, irmão! Gozando na cara do meu irmão! - eu gritei, corpo arqueando forte, buceta esguichando mel quente na cara dele, jatos molhados pingando no sofá.
Ele lambeu tudo, dedo no cu apertado, dedilhando o anel, língua no grelho sem parar. Eu gozei forte, corpo tremendo inteiro, gritos roucos, pernas tremendo.
- Gozando, porra! Sua língua é gostosa pra caralho, irmão! Chupa mais!
Então ele se posicionou entre minhas pernas, rola grossa na entrada da buceta inchada, cabeça roxa pressionando os lábios molhados.
- Pronto para levar a pica grossa do irmão na buceta, sua safada incestuosa?
- Sim, enfia tudo, Lucas! Me fode forte, rasga minha xoxota com essa rola grossa! Quero sentir ela batendo no meu útero!
Ele empurrou devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios rosados, esticando as paredes apertadas molhadas, veias roçando cada centímetro sensível. Centímetro por centímetro a rola grossa invadiu, esticando minha buceta pra caralho, cabeça batendo no fundo, cervix, fazendo eu ver estrelas. A sensação de plenitude era insana, paredes apertando a rola grossa, pulsando ao redor dela.
- Aiii caralho! Tá enchendo minha buceta! Grossa pra porra, tá me rasgando gostoso! - eu gemia, unhas cravando nas costas dele, deixando marcas vermelhas.
Ele começou a meter: lento no começo, sentindo cada centímetro, depois rápido e forte, estocadas profundas que faziam as bolas pesadas baterem na minha bunda. Plap plap plap, o som sujo das bolas molhadas batendo na carne, squelch molhado da buceta encharcada engolindo a rola. A rola saindo quase toda, brilhando com meus sucos brancos, voltando fundo rasgando tudo.
Eu gozei de novo em menos de um minuto: - Gozando no pau do irmão! Enche minha buceta de porra, por favor!
Ele trocou de posição: me colocou de quatro, cachorrinho no sofá. Segurou minha cintura com força, meteu fundo de uma vez, bunda grande rebolando, carne tremendo e ondulando a cada estocada forte. A rola batia no fundo, estocadas que faziam minha bunda clap clap clap.
- Rebola nessa pica grossa, irmã! Sua bunda gostosa tá engolindo meu pau! Rebola mais, sua putinha!
Eu rebolava desesperada, cu apertado piscando, buceta engolindo a rola até o talo, porra e mel escorrendo pelas coxas. Outra posição: eu por cima, cowgirl. Eu cavalgava forte, subindo até a cabeça quase sair, descendo fundo até as bolas baterem, grelho roçando no abdômen dele, seios balançando e saltando. Suor escorria entre meus peitos, pingando nele.
- Ahhh, porra, eu adoro sentar na sua rola grossa, irmão! Mais fundo, bate no meu útero! Quero gozar mais!
Ele segurou meus quadris, estocando de baixo com força, fodendo pra cima enquanto eu descia. Eu gozei várias vezes, squirt jorrando forte, molhando o sofá inteiro, corpo suado brilhando na luz da TV, gemidos desesperados enchendo a casa: - Gozando de novo! Porra, irmão, sua pica tá me matando de prazer!
Ele durou muito, segurando o gozo, mas finalmente não aguentou mais. Enterrou fundo, rola pulsando forte dentro da minha buceta.
- Vou encher sua buceta de porra, Ana! Toma o leitinho quente do seu irmão!
- Sim, goza dentro, irmão! Enche minha xoxota de porra grossa! Quero sentir ela transbordando!
Ele gozou forte: bolas apertando, rola pulsando em jatos grossos e quentes de porra espessa jorrando fundo na minha buceta, enchendo o útero, transbordando ao redor da rola, branco cremoso escorrendo pela rola grossa, pingando no sofá em poças. Tanto porra que escorria quente pelas minhas coxas. Eu gozei junto, apertando a rola com as paredes da buceta, ordenhando cada gota, corpo convulsionando.
- Porra, que delícia! Buceta cheia de porra do irmão! Tô gozando com o pau pulsando dentro de mim!
Nós descansamos assim, ele ainda dentro, porra escorrendo quente da minha buceta inchada. Eu beijei ele devagar, línguas preguiçosas, suor misturando.
- Obrigada, Lucas... agora quero no cu. Me fode o cu com essa pica grossa cheia de porra. Quero sentir ela rasgando meu cu apertado.
Ele sorriu safado, rola endurecendo de novo dentro da minha buceta cheia de porra.
- Sua putinha descarada. Quer o cu rasgado pelo pau do irmão? Depois de eu ter enchido sua buceta de porra?
- Sim, por favor, irmão. Enfia no meu cu apertado, me faz peidar e cagar enquanto você fode. Quero me acabar de gozar com o pau no cu.
Eu me virei de quatro no sofá, arqueei as costas forte, abri as bochechas do bundão grande com as mãos, mostrando o cu rosado apertado, com porra da buceta escorrendo quente pra ele, pingando no anel. O cheiro de sexo, porra e buceta enchia o ar.
Ele cuspiu na rola suja de porra e no cu, esfregou a cabeça grossa na entrada apertada, pressionando devagar.
- Relaxa o cu, irmã. Vou enfiar devagar... mas depois vou foder forte.
Ele empurrou. A cabeça grossa forçou o anel apertado, esticando dolorosamente, queimando, rasgando o cu virgem pra porra. Dor intensa, como se estivesse me rasgando ao meio.
- AIII PORRA! TÁ DOENDO PRA CARALHO! Seu pau é grosso demais pro meu cu apertado! Tá rasgando tudo! - eu gritei, lágrimas escorrendo dos olhos, corpo tremendo.
Mas eu empurrei pra trás, querendo mais, cu se abrindo devagar ao redor da rola grossa. Centímetro por centímetro a rola invadiu meu intestino, a sensação de plenitude dolorosa e deliciosa ao mesmo tempo, esticando as paredes internas, fazendo eu sentir cada veia. Quando totalmente dentro, bolas pesadas contra minha buceta pingando porra, eu gemi alto de prazer misturado com dor.
- Tá tudo dentro, porra! Seu cu tá apertado pra caralho, irmã! Tão quente e apertado que tá me matando!
Ele começou a foder meu cu: lento no começo, sentindo o aperto, depois forte, estocadas profundas que faziam a rola sair até a cabeça quase popar, voltando rasgando fundo. O som sujo: squelch molhado, pele batendo na bunda, porra da buceta pingando. Minha buceta pingava porra grossa, grelinho latejando, corpo suado.
Ele puxou devagar, a cabeça grossa popando para fora do cu com um som molhado e sujo. Imediatamente, ar escapou forte: Prrrrrrrrrrrt! Um peido longo, alto e fedido saiu do meu cu, cheiro forte de merda misturado com porra e buceta enchendo o quarto. Um pouco de merda marrom cremosa saiu junto, manchando a cabeça roxa da rola dele, escorrendo devagar.
Eu, sem parar, comecei a rebolar o bundão forte, balançando desesperada, bochechas grandes batendo clap clap clap, mais peidos escapando: Prrt prrt prrt! Mais merda saindo, escorrendo quente pela coxa, pingando no sofá enquanto eu rebolava o bundão como uma puta no cio.
Enquanto peidava e cagava, eu rebolava desesperada, gemendo alto, corpo se acabando de gozar, tremendo inteiro, buceta esguichando, lágrimas rolando forte.
- Ahhh porra! Tô peidando e cagando na pica grossa do meu irmão! Merda saindo do meu cu enquanto eu rebolo! Mas continua, me fode o cu sujo! Tô gozando com isso, porra! Gozando enquanto cago e peido na rola do irmão!
Meu corpo se perdia de prazer, rebolando o bundão, peidando mais, merda escorrendo, gozando forte, gritando.
Ele, excitado pra porra pela sujeira extrema, deu um tapa forte na bunda, deixando marca vermelha.
- Sua putinha suja, cagando na rola do irmão! Peidando e rebolando enquanto eu tiro o pau! Toma, sua vadia safada! - ele rosnou, voz rouca de tesão.
Ele meteu forte de volta, a rola grossa empurrando a merda de volta para dentro, fodendo o cu misturado com merda, porra e sucos, estocadas brutais que faziam minha bunda tremer.
Eu gozei forte de novo, gritando rouco.
Ele repetiu a cena: puxou devagar de novo, pop! Prrrrrrrrrrrt! Peido mais alto, mais merda cremosa saindo, manchando mais a rola. Eu rebolava o bundão forte, balançando rápido, bochechas batendo, peidando enquanto rebolava, merda escorrendo mais, corpo convulsionando de gozo, chorando agora, lágrimas jorrando.
- Não para, irmão! Rasga meu cu! Peido e cago pra você enquanto rebolo! Tô me acabando de gozar com o pau saindo do meu cu!
Terceira vez: mesmo, puxou, peido longo fedido, merda saindo mais, eu rebolando desesperada, bundão tremendo, peidando e cagando ao mesmo tempo, gozando incontrolável, corpo se sacudindo, gritos desesperados, chorando de prazer extremo.
- Porra, irmão, tô gozando tanto que tô peidando e cagando sem parar! Continua me fodendo o cu sujo!
Quarta vez: ele puxou, peido forte, merda saindo, eu rebolando o bundão com tudo, peidando alto, cagando mais, corpo em êxtase total, gozando sem parar, chorando, gemendo, rebolando enquanto peidava.
Finalmente ele não aguentou mais. Enterrou a rola fundo no cu, moendo as bolas contra minha buceta, estocadas curtas e profundas.
- Vou gozar no seu cu, Ana! Toma o leitinho quente no cu da sua irmã safada!
- Goza, porra! Enche meu cu de porra grossa! Goza enquanto eu peido e cago na sua rola!
Ele gozou forte: jatos poderosos e quentes de porra grossa enchendo meu intestino, tanto que eu sentia o volume quente se espalhando, pulsando dentro de mim. Ele gozou por longos segundos, enchendo pra caralho.
Eu explodi completamente: corpo convulsionando violento, - AHHHHHHHHH PORRAAA IRMÃO! GOZA NO MEU CU! EU TÔ GOZANDO COM O PAU NO CUUUUU! CHORANDO DE PRAZER, PORRA! - gritos roucos, lágrimas jorrando dos olhos, buceta esguichando forte jatos de squirt, cu apertando e expelindo a porra dele misturada com merda e sucos, um creme branco e marrom saindo aos jorros enquanto eu gozava incontrolavelmente, rebolando, peidando mais, corpo se sacudindo todo, desabando no sofá chorando e gemendo de êxtase.
Eu desabei completamente, chorando, gemendo, corpo tremendo em aftershocks, cu expelindo porra e merda devagar, buceta pingando, suor escorrendo. Lucas saiu devagar, rola suja de merda e porra, e eu virei, lambi tudo, chupando a rola suja, sentindo o gosto salgado da porra misturado com o gosto terroso da merda, engolindo, olhos marejados de prazer.
- Porra, Ana... você é a melhor irmã do mundo. Sentou na minha rola de propósito e agora tá lambendo a rola suja de merda e porra.
Nós ficamos abraçados no sofá sujo, fedidos de sexo, porra, merda, suor, cuspe, tudo misturado. Meu cu latejava dolorido e cheio, buceta inchada e cheia de porra, corpo exausto de tanto gozar. Mas satisfeitos pra caralho.
Acordamos de manhã e fizemos de novo. Eu sentei na rola dele de propósito de novo, agora de dia, e repetimos tudo: buceta cheia de porra, cu rasgado, peidos, merda, rebolada, gozo dentro, choro de prazer. O tabu do incesto só tornava tudo mais gostoso, mais sujo, mais intenso.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não esperava o que fosse acontecer após sentar no colo de meu irmão!

Codigo do conto:
261615

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/05/2026

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