Me vingando do meu namorado babaca: vizinho gostoso me passou a rola!

Eu morava naquele duplex quieto em Alagoinhas, tentando terminar o curso de administração, mas a verdade é que minha bucetinha apertada de 20 anos tava faminta por algo que meu namorado nunca conseguia dar. Ele era da minha idade, magrelo, gozava em três minutos e achava que lamber meu grelinho por dez segundos já era “oral”. Eu fingia gemidinho, gozava fingido e depois ia pro banheiro me masturbar pensando em ser usada de verdade. Meu vizinho do lado, Mark, 45 anos, divorciado, alto pra caralho, 1,92m, corpo ainda definido de academia, peito peludo, barba grisalha, mãos grandes de quem já carregou muito peso na vida. Por meses ele me lançava aqueles olhares… não de tarado nojento, mas de quem sabia. Como se ele visse através da minha cara de boa moça e percebesse que eu era uma putinha que queria ser comida até não aguentar mais.
Na semana passada explodiu tudo. Briga idiota com o namorado por causa de uma mensagem que ele não respondeu. Eu tava chorando na varanda, copo de vinho tinto na mão, shortinho jeans rasgado no meio das coxas, blusinha fina sem sutiã, mamilos duros cutucando o tecido por causa do ar noturno. De repente a porta do lado abriu e Mark saiu pra pegar o correio. Ele parou, me olhou de cima a baixo, notou os olhos vermelhos, e falou baixo:
- Noite difícil, vizinha?
Eu só balancei a cabeça, sem conseguir falar. Ele acenou e entrou. Algo estourou dentro de mim. No dia seguinte, 14h, eu tava de shortinho curto de algodão branco (aqueles que marcam tudo) e regatinha fina. Bati na porta dele sem pensar duas vezes. Ele abriu só de calça de moletom cinza, sem camisa, peito peludo brilhando de suor leve, cheiro de sabonete masculino misturado com masculinidade pura. Me olhou de cima a baixo, viu minha cara de tesão e desespero, deu um passo pro lado e falou:
- Entra.
Eu entrei, virei pra ele, fechei a porta com o pé e soltei:
- Preciso tirar isso do meu sistema. Sem amarras, sem sentimentos, sem namoro. Só me usa. Me fode como se eu fosse sua putinha particular. Pode ser bruto, pode me bater, pode me chamar de vadia, pode gozar dentro… eu quero tudo. Você tem certeza que aguenta uma novinha de 20 anos te pedindo pra destruir ela?
Ele ficou quieto uns três segundos, olhos escuros fixos nos meus. Depois sorriu de lado, aquele sorriso de homem experiente que já viu de tudo, e respondeu:
- Você tem certeza, novinha? Porque quando eu começo, não paro até você estar tremendo e cheia de porra até o talo.
Eu não respondi com palavras. Puxei ele pelo pescoço e colei minha boca na dele. Foi fome pura. Língua dele grossa invadindo minha boca, saliva misturando, ele mordendo meu lábio inferior com força, puxando meu cabelo loiro com a mão direita enquanto a esquerda descia e apertava minha bunda com tanta força que eu sabia que ia ficar roxa. Eu gemi dentro da boca dele:
- Mmmph… caralho, Mark…
Ele me levantou como se eu não pesasse nada, minhas pernas envolveram a cintura dele automaticamente, e me carregou até a bancada da cozinha. A cozinha dele era simples, mármore frio, cheiro de café fresco. Ele me sentou na bancada, abriu minhas pernas com as mãos grandes e olhou pra minha buceta. O shortinho branco já tava encharcado no meio, marcando os lábios inchados e o grelinho duro pra caralho.
- Olha só essa xoxota molhada… - ele rosnou, passando dois dedos grossos por cima do tecido. - Tá pingando, porra. Há quanto tempo você não goza de verdade, hein?
- Meses… - eu gemi, rebolando o quadril contra os dedos dele. - Meu namorado é um merda… fode rápido e sai. Eu quero você… quero essa pica madura rasgando tudo.
Ele puxou o shortinho pra baixo num movimento seco, deixando minha buceta exposta: raspadinha, lábios gordinhos, clitóris inchado brilhando de mel. Cheiro doce e almiscarado subiu. Ele cheirou fundo, olhos fechando de tesão, e falou:
- Cheiro de buceta nova… puta que pariu.
Ele se ajoelhou ali mesmo, no chão da cozinha, e lambeu minha fenda inteira de uma vez, língua grossa e quente subindo do cuzinho até o grelho. Eu gritei:
- Aaaah! Caralho, Mark! Que língua gostosa!
Ele não teve pressa. Chupou meu grelinho com força, sugando como se fosse um docinho, depois enfiou dois dedos grossos dentro da minha buceta apertada, fazendo barulho molhado de “ploc ploc ploc”. Eu sentia os dedos dele curvando, acertando meu ponto G, enquanto a língua não parava de girar no clitóris. Meu corpo inteiro tremeu. As pernas começaram a tremer descontroladas.
- Eu vou gozar… porra, eu vou gozar na sua boca! - eu gritei, puxando o cabelo grisalho dele.
Ele acelerou os dedos, “ploc ploc ploc” mais rápido, e chupou o grelho com força. Eu explodi:
- AAAAAH! GOZANDO! CARALHO, TÔ GOZANDO NA SUA BOCA, MARK!
Minha buceta contraiu forte, esguichando um jatinho de porra clara na cara dele. Ele lambeu tudo, gemendo de satisfação, e levantou com a barba molhada de mim. Meu gosto na boca dele. Ele me beijou de novo, me fazendo provar meu próprio mel, e falou:
- Agora é minha vez, putinha. Tira essa regatinha.
Eu tirei rapidinho. Meus peitinhos firmes de 20 anos pularam pra fora, mamilos rosados duros como pedra. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve, enquanto a mão livre massageava minha buceta ainda sensível. Eu sentia a pica dele roçando minha coxa por cima da calça de moletom. Estava gigante. Tirei a calça dele com as mãos trêmulas. A pica pulou pra fora: 21 centímetros de grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, bolas pesadas e peludas cheias de leitinho. Cheiro forte de homem, suor e tesão. Eu engoli em seco.
- Que pica… - eu sussurrei, pegando com as duas mãos. Mal cabia. - Tá quente pra caralho… grossa… eu nunca vi uma assim.
- Chupa, novinha. Mostra pro tio Mark como você é puta.
Eu me ajoelhei na cozinha fria, bunda empinada, e engoli a cabeça. Salgado, quente, macio na língua mas duro pra caralho. Engoli mais, engasguei, lágrimas nos olhos, baba escorrendo pelo queixo. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca devagar no começo, depois mais fundo, até a garganta.
- Isso, engole tudo… boa garota… - ele gemia. - Olha só essa boquinha gulosa tomando pica madura.
Eu chupei com vontade, lambendo as bolas, chupando uma de cada vez, depois voltando pra cabeça, masturbando o resto com as duas mãos. Ele tirou de repente, me levantou, me virou de costas pra bancada e empurrou minha cabeça pra baixo. Minha bunda empinada, buceta pingando, cuzinho apertado aparecendo. Ele cuspiu na minha fenda e esfregou a cabeça grossa da pica entre os lábios.
- Pede, vadia. Pede pra eu te foder.
- Fode, Vizinho! Enfia essa pica grossa na minha bucetinha apertada! Me usa! Me rasga!
Ele empurrou. A cabeça abriu meus lábios devagar, esticando tudo. Eu gritei:
- AAAAH! CARALHO, TÁ ENTRANDO TUDO! QUE GROSSA!
Ele foi fundo de uma vez, bolas batendo no meu grelho. 21cm inteiros dentro da minha buceta de 20 anos. Eu sentia batendo no fundo do útero. Ele começou a meter forte, “plap plap plap”, mãos agarrando minha cintura fina, puxando meu cabelo loiro.
- Toma, toma, toma, sua putinha! - ele rosnava. - Buceta nova apertada pra caralho… tá me engolindo vivo!
Eu gemia sem parar:
- Ah! Ah! Ah! Mais forte! Fode mais fundo! Bate no meu útero, porra! Eu sou sua cadela! Sua puta de aluguel!
Ele metia sem parar, suando, peito peludo roçando minhas costas. Meu corpo inteiro tremia. Gozei de novo, buceta espremendo a pica dele, esguichando no chão da cozinha.
- GOZANDO DE NOVO! AAAAAH!
Ele não parou. Virou meu rosto e me beijou enquanto metia, língua na minha boca, saliva escorrendo. Depois me colocou sentada na bancada de frente pra ele, pernas abertas no máximo, e fodeu olhando nos meus olhos. Eu via a pica entrando e saindo, brilhando de mel e pré-gozo, meus lábios inchados agarrando ela.
- Olha como sua bucetinha ama pica velha… - ele disse, sorrindo safado. - Tá vermelha de tanto ser comida.
Eu gozei mais duas vezes assim, uma delas quase desmaiando, língua pra fora, olhos revirados. Ele segurava minhas pernas abertas, metendo fundo, bolas molhadas batendo no meu cuzinho.
- Eu vou encher essa buceta, porra… - ele avisou, voz rouca. - Vou te marcar por dentro.
- Goza dentro! Enche minha xoxota de leitinho quente! Quero sentir tudo!
Ele acelerou, “plap plap plap” ensurdecedor, suor pingando no meu peito. De repente ele travou, rosnou alto e gozou. Jatos grossos, quentes, pulsando dentro de mim. Eu sentia cada jato batendo no fundo do útero, enchendo tudo. Porra branca escorrendo pelos lados da pica, pingando no chão, fazendo poça. Ele ficou ali, pulsando, enchendo até transbordar. Quando tirou, um rio de leitinho quente desceu pela minha coxa.
- Porra… que delícia… - eu gemi, passando dedo na fenda e lambendo o leitinho misturado com meu mel.
Mas eu queria mais. Meu cuzinho apertado tava pulsando de tesão. Eu me virei, apoiei os cotovelos na bancada, empinei o rabo branco e gordo e falei:
- Agora meu cu, Vizinho. Quero sentir essa pica madura rasgando meu cuzinho virgem de 20 anos. Pode ser bruto. Eu aguento.
Ele riu baixo, passou a mão na minha bunda, abriu as nádegas e cuspiu direto no cuzinho rosado.
- Cuzinho apertadinho… nunca foi fodido, né? - ele disse, enfiando um dedo grosso devagar. Eu gemi de dor e tesão.
- Nunca… ai, doeu… mas continua… estica ele pra sua pica.
Ele enfiou dois dedos, depois três, abrindo devagar, girando, me preparando. Eu sentia a queimação gostosa, o anel esticando. Depois cuspiu na própria pica ainda dura (homem de 45 anos tem recuperação rápida pra caralho) e posicionou a cabeça no meu cuzinho.
- Respira fundo, putinha.
Ele empurrou. A cabeça grossa forçou o anel. Eu gritei alto:
- AAAAAAAAH! CARALHO, TÁ RASGANDO! MEU CU TÁ RASGANDO COM ESSA PICA GROSSA!
A dor foi forte no começo, queimação intensa, mas logo veio o prazer profundo, aquela sensação de estar sendo aberta por dentro. Ele foi entrando centímetro por centímetro, devagar, gemendo:
- Porra… tão apertado… tá me engolindo o pau todo… bom demais…
Quando a cabeça passou, ele enfiou o resto de uma vez. 21cm dentro do meu intestino. Eu sentia na barriga, cheio pra caralho. Começou a meter devagar, depois mais forte. “Plap plap” molhado agora com cuspe e meus fluidos. Minhas bochechas rebolavam a cada estocada. Eu gemia desesperada:
- Ai! Ai! Ai! Fode meu cu! Mais forte! Me destrói! Tô sentindo na garganta!
Ele segurou minha cintura e meteu como um animal. Meu corpo inteiro tremia. O prazer era tão intenso que eu comecei a chorar de tão bom, lágrimas escorrendo enquanto eu gemia alto. Meu grelho inchado batia na bancada a cada estocada. Eu gozei só do anal, sem tocar no clitóris:
- GOZANDO! CARALHO, EU TÔ GOZANDO COM O PAU NO MEU CU! AAAAAH! TÔ GOZANDO PRA CARALHO!
Minha buceta esguichou forte no chão, pernas bambas. Mas ele não parou. Continuou metendo fundo, acertando meu ponto mais sensível. Eu tava em êxtase, língua pra fora, babando na bancada, rebolando o rabo pra trás, pedindo mais.
- Mais! Mais! Me fode até eu desmaiar!
Ele meteu mais rápido, suor pingando nas minhas costas, mãos deixando marcas vermelhas na minha pele clara. Eu sentia o orgasmo subindo de novo, mais forte que todos os anteriores. Meu corpo inteiro convulsionava.
- MARK! SE VOCÊ GOZAR DENTRO DO MEU CU EU VOU ME CAGAR TODA! PORRA, NÃO GOZA DENTRO QUE EU ME CAGO! EU TÔ AVISANDO!
Ele riu safado, voz rouca de tesão:
- Vai se cagar mesmo, vadia? Então se caga… porque eu vou encher esse cuzinho de porra quente agora!
Ele travou fundo, rosnou como um leão e gozou. Jatos longos, quentes, grossos, enchendo meu intestino. Eu sentia cada pulsação, o leitinho quente se espalhando lá dentro. Ele gozou tanto que eu sentia a barriga inchando um pouco. Quando ele começou a tirar devagar, eu comecei a rebolar o rabo como uma puta em cio, empurrando pra baixo, fazendo força.
A pica grossa dele saiu devagar, brilhando de porra branca misturada com… merda marrom clara. E junto com ela saiu um pedaço grosso de cocô, quente, macio, escorrendo pela minha bunda branca, pingando no chão da cozinha, misturando com o leitinho dele que transbordava do cuzinho aberto. Eu continuei rebolando, gemendo de alívio e tesão sujo:
- Ahhh… porra… tô cagando… olha só o que você fez, Mark… me fez cagar com sua porra quente no cu… caralho, que delícia…
Eu empurrei mais, outro pedacinho saiu, misturando tudo, marrom e branco escorrendo pelas minhas coxas grossas, cheiro forte de sexo e merda subindo, mas eu tava tão gozada que não ligava. Rebolei mais forte, fazendo a mistura esparramar, sentindo o alívio delicioso do cu se esvaziando enquanto o leitinho quente escorria junto. Mark ficou olhando, pica ainda semi-dura, babando de tesão.
- Porra, que cena… - ele murmurou. - Novinha gozando e cagando ao mesmo tempo… que puta gostosa.
Eu ri fraco, ainda tremendo, cu aberto pulsando, merda e porra escorrendo, e falei ofegante:
- Foi… a melhor foda da minha vida… meu namorado nunca vai saber… mas eu vou voltar aqui toda semana pra você me foder assim… me usar… me fazer cagar de tanto gozar…
Ele me ajudou a levantar, me beijou devagar, mão na minha bunda suja, e respondeu:
- Pode vir quando quiser, vizinha. Essa pica é sua agora. Sempre que precisar tirar o stress… vem que eu te encho de novo. Buceta, cu, boca… tudo.
Eu me vesti com dificuldade, pernas bambas, cu doendo gostoso, buceta latejando, cheiro de porra e merda no corpo. Saí pela porta, dei um tchau safado balançando o rabo, e voltei pro meu duplex com um sorriso secreto no rosto. Meu namorado nunca ia entender. Eu tava viva. Cheia de porra velha no cu e na buceta, cuzinho aberto, e já pensando na próxima vez que ia bater na porta dele e pedir pra ser fodida até me cagar de novo.
E foi assim que eu transei com meu vizinho de 45 anos e virou a melhor decisão da minha vida. Agora toda vez que eu vejo ele pegando correio, a gente troca aquele sorriso… e eu já sinto a buceta e o cu pulsando de saudade daquela pica grossa que me destruiu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me vingando do meu namorado babaca: vizinho gostoso me passou a rola!

Codigo do conto:
261447

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
07/05/2026

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