Era uma viagem em família para o litoral da Bahia, em pleno verão. Eu tinha 25 anos, minha irmã Laura tinha 23. Meus pais reservaram o hotel beira-mar, mas o sistema deu overbooking e só sobrou um quarto duplo para mim e ela. Os pais ficaram no quarto ao lado. Quando a gente chegou, o recepcionista entregou a chave com um sorriso amarelo. - Desculpa o transtorno, mas o quarto é espaçoso, tem cama king - ele disse. Eu olhei para Laura, ela deu de ombros. - Não tem problema, a gente divide - respondi, tentando parecer calmo, mas por dentro já sentia o tesão subir só de imaginar dormir do lado dela. Fizemos check-in, subimos, largamos as malas. O quarto cheirava a ar condicionado e lençol limpo. Tinha uma varanda com vista pro mar, mas a cama dominava o espaço. Eu peguei um travesseiro extra do armário e coloquei bem no meio da cama. - Pra separar, tá? Não quero acordar com você me chutando - falei rindo. Ela riu também, jogando o cabelo castanho longo por cima do ombro. - Tá bom, seu bobo. Como se eu fosse pular em cima de você de madrugada. A gente saiu pra comer num quiosque na praia. Comemos moqueca de camarão, bebemos duas caipirinhas cada. Voltamos rindo, um pouco quentes da bebida. No quarto, escovamos os dentes juntos no banheiro pequeno, cotovelo roçando cotovelo. Eu fiquei só de cueca boxer preta justa, ela trocou pro short jeans super curto que marcava a bunda redonda e um top branco fininho sem sutiã, os mamilos já marcando um pouco. Deitamos. O ar condicionado zumbia baixo. O barulho do mar entrava pela janela entreaberta. Eu não conseguia dormir. O corpo dela a 20 centímetros, o cheiro doce de shampoo de morango misturado com suor leve da praia. Minha pica começou a endurecer dentro da cueca, pulsando devagar. Depois de uns dez minutos, ela se mexeu, puxando o travesseiro do meio. - Me dá o travesseiro, eu quero abraçar também - ela sussurrou. - Não, eu tô usando - respondi, segurando. - Só me abraça ou o que for, só dorme - ela disse, virando de costas pra mim, a bunda empinada levemente. Eu soltei o travesseiro e abracei ela por trás. Meu peito colado nas costas dela, minha pica semi-dura encostando direto na fenda da bunda através da cueca e do short fino. O calor dela era insano. Eu fiquei quietinho uns minutos, respirando no pescoço dela. Mas o tesão ganhou. Comecei a fazer umas subidinhas bem de leve, roçando a cabeça da pica contra a bunda macia dela, subindo e descendo devagar, sentindo o short dela esquentar. Ela percebeu na hora. Virou um pouco a cabeça. - Você tá sempre com tesão, não sei o que tá acontecendo com você - ela sussurrou rouca. - Contanto que você não pense em me foder pelada, só não me incomoda pedindo nada. Aquilo me deu licença. Eu abracei mais forte, meu braço por baixo do peito dela, mão fechando no seio esquerdo por cima do top. Comecei a chupar o pescoço dela com vontade, língua molhada lambendo a pele quente, mordiscando de leve, deixando chupão roxo. Ela gemeu baixo - Ai... para... - mas não parou de rebolar de leve contra mim. Eu lambi os lábios dela por trás, beijando o canto da boca. Ela virou mais, nossos lábios se encontraram de lado. Eu chupei a língua dela, molhado, faminto. Minha pica ficou rocha dura, grossa, veias saltadas, cabeça roxa latejando dentro da cueca. Eu rebolei mais forte, a seco, a pica inteira esfregando na fenda da buceta dela através das roupas, sentindo o calor úmido começando a vazar. - Porra, sua bunda é gostosa pra caralho - eu sussurrei no ouvido dela, voz rouca de tesão. - Tô louco pra enfiar tudo. - Só não pede pra eu ficar pelada - ela repetiu, mas o quadril dela empurrava de volta, a buceta esquentando e umedecendo o short. Eu continuei as subidinhas por quase vinte minutos, ritmo constante, minha mão apertando o peito dela, dedão roçando o mamilo duro. Chupei o pescoço com mais força, lambi o lóbulo da orelha, mordi. O cheiro de buceta excitada começou a subir, misturado com o cheiro da minha porra prestes a jorrar. Eu acelerei, roçando forte, a cabeça da pica pressionando direto na entrada da buceta dela por cima do tecido. Ela gemia baixinho, desesperada - Ahhh... tá bom... continua... não para... Meu corpo inteiro tremeu. O tesão explodiu. Jatos grossos, quentes, longos de porra jorraram dentro da cueca, mas como estávamos colados, a porra vazou pela cintura da cueca e molhou direto a calcinha dela, criando uma mancha quente, pegajosa, branca, escorrendo entre os lábios da buceta. Eu gozei tanto que pingou um pouco na coxa dela. Não contei nada. Fiquei abraçado, ofegante, a porra ainda latejando pra fora devagar. Ela achou que era suor da gente. A gente dormiu assim, meu pau mole contra a bunda dela, o cheiro de porra fresca enchendo o quarto. De manhã o sol entrou forte pela cortina. Eu acordei primeiro, pica dura de novo, colada na bunda dela. Ela se mexeu, sentiu a umidade fria e pegajosa na calcinha. Sentou na cama, puxou o short pra baixo, olhou. A mancha branca grossa, seca nas bordas, ainda úmida no meio, cheirando forte a porra. Ela cheirou o dedo. - Que porra é essa? Você gozou na minha calcinha, seu nojento! Porra, mano, que nojo! Tá fedendo a porra velha, seu safado! Eu sentei, coração batendo. - Desculpa, Laura... eu não aguentei ontem. Você é tão gostosa, a bunda, o cheiro, o jeito que rebolou... Ela ficou brava uns segundos, testa franzida, mas então olhou pra minha cueca. A pica grossa marcando forte, ainda com resto de porra seca. A raiva dela virou fogo puro no olhar. - Você é um porco safado... gozando na calcinha da própria irmã... mas... porra, eu tô molhada pra caralho agora. A porra quente me deixou com tesão do caralho. Sinto a buceta latejando. Ela se jogou em cima de mim, beijando louca, língua pra dentro, chupando minha língua como se fosse a última coisa na Terra. - Me beija, seu safado do caralho! Sua boca é gostosa pra porra! Nossos lábios se encontraram em beijo selvagem, saliva escorrendo pelo queixo, chupões barulhentos. Eu tirei o top dela num puxão. Peitos grandes, redondos, pesados, pele clara, mamilos rosados inchados pra caralho, duros como pedra. - Chupa meus peitos, vai, mama forte, mano! - ela gemeu. Eu chupei um, sugando fundo, língua rodando no mamilo, dentes roçando de leve. Ela jogou a cabeça pra trás - Ahhh! Chupa! Morde! Mama a irmã toda! A mão dela desceu, apertou minha pica por cima da cueca. - Tá grossa pra caralho! Tira essa merda agora! Quero ver o pau do meu irmão. Eu tirei a cueca. A pica saltou, 22 centímetros de carne grossa, veias azuis grossas saltadas, cabeça roxa brilhante de pré-gozo, bolas pesadas cheias. Ela tirou o short e a calcinha molhada, jogando pro lado. A buceta era perfeita: depilada só com um triângulo castanho claro em cima, lábios grandes inchados, molhados pra caralho, grelinho rosa saltado latejando, cheiro forte, doce e azedo de buceta no cio misturado com porra velha. Um fio de porra minha ainda escorria da entrada. - Olha como você sujou a buceta da sua irmã - ela disse, passando o dedo na mancha e enfiando na boca, lambendo devagar. - Agora enfia essa pica grossa na buceta da irmã. Fode sua irmã, vai! Eu deitei ela de costas, abri as pernas dela bem abertas, joelhos quase no peito. Esfreguei a cabeça grossa da pica nos lábios molhados, espalhando a porra, subindo pro grelinho, descendo. - Tá molhada pra porra, sua irmã puta! Buceta quente e escorregadia pro pau do mano! - Fode! Enfia tudo agora! - ela gritou baixo, mão na boca pra não acordar os pais no quarto ao lado. Eu empurrei. A cabeça forçou a entrada apertada. Centímetro por centímetro, devagar no começo, sentindo cada dobra quente da buceta dela apertando minha pica. Quando enfiei tudo, bolas coladas na bunda, ela arqueou as costas - Ai caralho! Tá rasgando! Tão fundo! Fode forte, mano! Bate no útero! Eu comecei a meter. Ritmo forte, constante, ploc ploc ploc molhado, bolas batendo na bunda. O som da buceta sendo fodida enchendo o quarto. - Toma, sua irmãzinha safada! Essa buceta é minha agora! Porra, tão apertada, tão quente! - eu gemia, metendo fundo, girando o quadril pra bater no ponto certo. Ela rebolava pra baixo, unhas cravadas nas minhas costas, arranhando sangue - Mais! Mais forte! Rasga essa buceta! Goza dentro, enche de porra quente, mano! Eu chupei os peitos de novo, mordi forte, ela gritou abafado no travesseiro. Viramos de lado, eu segurando a perna dela no ar, metendo fundo, sentindo o útero batendo na cabeça da pica. Depois ela por cima, cavalgando louca, peitos pulando, cabelo voando, rebolando o quadril como puta profissional - Olha sua irmã cavalgando a pica grossa do mano! Olha como a buceta engole tudo! Depois fiz ela ficar de quatro, bem cachorrinha mesmo enquanto eu segurava a bunda redonda com as duas mãos, estapeando forte, deixando marca vermelha na pele clara. - Bate mais! Bate na bunda da irmã, seu cachorro, seu vagabundo! - ela gemia. Eu meti por quase quarenta minutos, suando pra caralho, mudando posição toda hora, dedando o cu dela enquanto metia na buceta, chupando o pescoço, lambendo suor. Ela gozou três vezes, buceta apertando forte, esguichando um pouco na minha pica, corpo tremendo. Finalmente eu não aguentei mais. - Tô gozando na sua buceta, irmã! Enchendo de porra quente! Porraaa! - o pau pulsou forte, jatos grossos, longos, quentes jorrando direto no fundo, enchendo ela até transbordar. Porra branca grossa vazando pela lateral da pica, escorrendo pela coxa, pingando na cama em poças. - Ai, tá quente! Tá enchendo tudo! Goza tudo na buceta da irmã! - ela gritou, gozando junto, buceta latejando ao redor da minha pica. A gente ficou colado, ofegante, suados, a buceta dela aberta, latejando, transbordando porra. Meu pau ainda duro, brilhando de porra e gozo dela. Eu tirei devagar, a porra escorrendo em fio grosso da buceta inchada. Eu olhei pro cu dela, rosado, apertadinho, virgem. - Agora quero o cu, Laura. Quero foder o cuzinho guloso da minha irmã. Ela olhou pra trás, olhos arregalados - Não, mano, nunca fiz anal. Sua pica é grossa pra caralho, vai doer pra porra! Tá doendo só de imaginar! - Vai ser bom, confia em mim. Vou cuspir pra lubrificar, devagar no começo. Eu pus ela de quatro, bem arregelanhadinha, bunda empinada. Cuspi direto no cu, ele piscou por instinto, esfreguei com o dedo, enfiei um, depois dois, abrindo devagar. Ela gemia - Ai... estranho... mas... continua... tá apertado pra caralho. Três dedos. O cu esticando. Eu cuspi na pica inteira, posicionei a cabeça roxa no anel apertado. - Devagar, por favor... tá doendo já - ela implorou, mordendo o travesseiro. Eu empurrei firme. O cu resistiu como uma virgem apertada. A cabeça forçou, ela gritou alto - Ai meu Deus, tá rasgando meu cu! Dói pra caralho! Tira! Tira agora! Eu segurei firme, beijei as costas suadas - Relaxa, vai entrar. Aguenta uns segundos, vai ficar gostoso pra porra. Depois de dois minutos de pressão constante, o anel relaxou com um estalo molhado. A cabeça entrou. Ela chorou, lágrimas caindo - Ai caralho, tá doendo! Mas... não tira... tá enchendo... Eu enfiei mais devagar. Cinco centímetros, oito, doze, até as bolas colarem na bunda. O cu quente pra caralho, apertando minha pica como uma luva de borracha quente e viva. - Porra, seu cu é o melhor! Apertado pra caralho! Tão gostoso, tão quente! - eu gemia, ficando parado pra ela acostumar. Ela começou a gemer diferente, rouco - Ai... tá... doendo mas... tá enchendo o fundo... fode devagar... tá começando a ficar bom... Eu comecei a meter devagar, saindo quase tudo, voltando fundo. O cu esticando, o anel branco ao redor da pica grossa. Ela tocou o grelinho inchado, gozou rápido, corpo tremendo - Tô gozando com esse pau atolado no cu! Porra! Ahhh! Tá doendo mas eu tô gozando! O corpo dela tremeu inteiro, cu apertando forte na pica como se quisesse morder. Eu acelerei, metendo forte agora, ritmo bruto, o som de cu sendo fodido enchendo o quarto: squish squish, estalos molhados, pele batendo. - Fode meu cu, irmão! Me fode até eu morrer! Goza no meu cu! Enche de porra! - ela gritou no travesseiro, babando. Eu meti por vinte minutos, ela gozando quatro vezes, chorando de prazer, rosto vermelho, olhos revirados, língua pra fora. O quarto cheirava a buceta, porra, cu, suor. Os pais bateram na porta uma vez - Tudo bem aí? - a gente parou trinta segundos, coração disparado, pica enterrada no cu dela. - Tá tudo bem, só sonhando alto! - respondi rouco. Assim que os passos se afastaram, eu meti mais forte que antes. Eu comecei a tirar devagar. A pica saindo centímetro por centímetro, o cu dela se fechando atrás, mas ela rebolou as ancas forte, desesperada - Rebola, vai, sua gostosa! Não para! Quando quase saindo, o ar preso saiu num peido alto, longo, molhado - Prrrrrrrrrrrrrt! Fedido pra caralho, cheiro de sexo, porra e cu. Enquanto peidava, ela rebolou mais forte, quadril girando louco. Eu ri excitado, pau latejando - Olha pra você, irmã ,peidando no pau do mano! Que safada do caralho! Ela corou, mas o tesão era maior - Ai, não para! Tira e mete de novo! Eu quero sentir rasgando de novo! Eu tirei mais, e com o peido saiu um pouco de bosta marrom clara, mole, escorrendo pela cabeça da pica, manchando. - Tá cagando no meu pau, sua vadia safada! Que delícia! Olha só a merda saindo com o peido! Ela rebolou desesperada, gemendo alto - Ai porra, tira e mete forte! Eu quero sentir de novo! Fode! Eu tirei quase tudo, ela peidou de novo - Prrrt prrrt! - mais um pouco de merda mole saiu, pingando na cama. Enquanto ela peidava e rebolava louca, eu meti forte de uma vez, enfiando tudo até as bolas, rasgando o cu de novo. - Toma, sua deliciosa do caralho que peida e caga no pau! Fode forte, vai! Ela gritou - Ai porra! Tá doendo mas é gostoso pra caralho! Goza! Fode meu cu até eu gozar de novo! Eu repeti o processo cinco vezes: tirava devagar, ela peidava alto, rebolava o quadril como puta, cagava um pouco mais (pedacinhos moles saindo com o peido, escorrendo pela pica), o cheiro forte no quarto, eu excitado pra porra, metia forte de volta, estapeando a bunda. Cada vez ela gozava mais forte, corpo se acabando, gritando no travesseiro, lágrimas escorrendo, unhas rasgando o lençol. - Mais! Tira e mete! Eu tô gozando sem parar! Seu pau no cu é viciante! Rasga mais! O quarto cheirava a porra, buceta, cu fodido, bosta, suor, peido. Nós dois suados pra caralho, ela com o cabelo grudado no rosto, peitos balançando, bunda vermelha, cu aberto latejando, grelinho pulsando. Ela gozou tantas vezes que o lençol ficou molhado embaixo dela. Finalmente eu não aguentei. Enfiei fundo até o fundo do cu, bolas coladas, e gozei forte. - Tô gozando no seu cu, irmã! Enchendo ele de porra quente! Porraaa! - o pau pulsou violentamente, jatos grossos, longos, quentes jorrando direto no intestino dela, enchendo até não caber mais. Ela explodiu em orgasmo intenso, desesperado - Ai meu Deus! Tô gozando pra caralho com esse pau sujo no meu cu! Grraaah! Ahhh! Porra! Ela chorou alto, lágrimas jorrando, gritou rouco - Porra! Goza! Expulsa a porra toda! Tô gozando de novo! O cu dela contraiu forte, ela empurrou a raba pra tras com tudo, e expeliu: porra branca grossa jorrando misturada com bosta marrom, saindo forte, pingando na cama, escorrendo pela pica, pelo saco. Ela continuou gozando, corpo convulsionando, rebolando, peidando de leve, expelindo mais porra e merda. - Tá saindo tudo! Sua porra no meu cu! Tô gozando de novo! Ai caralho! Ela caiu na cama, exausta, cu aberto, escorrendo porra e merda, peidando baixinho ainda, corpo tremendo com espasmos de prazer. Eu tirei o pau sujo, brilhando de porra e bosta, e me deitei ao lado dela. A gente se abraçou, sujos, cheirando a sexo proibido, cu e buceta destruídos. - Porra, mano... foi intenso pra caralho - ela sussurrou rouca, voz rouca de tanto gritar. - Meu cu tá destruído, latejando, mas eu gozei tanto que chorei. Obrigada por foder sua irmã assim. Nunca gozei desse jeito na vida. Eu beijei o pescoço dela, ainda sujo. - A gente vai fazer de novo antes de sair do hotel, tá? E em casa também. Essa buceta e esse cu são meus agora. Ela sorriu, cansada, feliz, safada. - Só não conta pros pais... e me fode de novo amanhã de manhã, com peido e tudo. A gente dormiu sujo, abraçados, a porra e a merda secando na pele. Pela manhã, antes de descer pro café com a família, a gente transou de novo, rápido, no banheiro, ela sentada na pia, cu cheio de porra da noite anterior, gemendo baixo enquanto eu metia. Mas essa já é outra história... Fim.
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