Carente como eu tava, meu sobrinho aproveitou e me passou a vara!

Poucos anos atrás, no casamento do meu primo em Salvador, meu marido chegou atrasado no último dia. Eu já estava lá desde quinta-feira, sozinha no hotel, sentindo o corpo latejar de tédio e desejo acumulado. Meu sobrinho, na época com 26 anos, começou a se aproximar de mim desde o primeiro dia. Éramos do mesmo tipo: gostávamos de beber, dançar, rir de sacanagem. Ele era alto, moreno, corpo definido de academia, pica grossa que eu já tinha sentido roçar em mim sem querer durante as danças. Eu, com meus 37 anos, seios pesados, bunda grande e redonda, buceta sempre molhada fácil, grelinho sensível pra caralho, me sentia cada vez mais atraída. Meu marido não dava conta de me foder direito fazia meses. E ali, no meio da família, eu comecei a imaginar o pau do meu próprio sobrinho dentro de mim.
Na noite do coquetel, a festa durou até duas da manhã. A gente dançou colado, ele com a mão na minha cintura, descendo devagar pra minha bunda. Eu sentia a pica dele dura contra minha barriga. - Tia, você tá demais hoje, essa roupa marca tudo... - ele sussurrou no meu ouvido, cheirando meu pescoço. Eu ri nervosa, mas minha buceta já pulsava. - Para de falar besteira, sobrinho safado... - respondi, mas não tirei a mão dele do meu rabo. A gente ficou os três últimos: eu, ele e a noiva que já tava quase dormindo. Depois de deixar ela no quarto, ele me acompanhou até o meu. O corredor estava vazio, luzes fracas. Meu coração batia forte. Eu abri a porta e ele entrou atrás de mim. - Só pra te deixar em segurança, tia... - disse ele, mas os olhos dele já estavam me devorando.
O que começou como um pequeno beijo virou tudo. Eu fechei a porta e ele me puxou pela cintura. Nossos lábios se tocaram devagar, mas logo a língua dele invadiu minha boca, quente, molhada, com gosto de uísque e desejo. - Caralho, tia, sua boca é gostosa pra porra... - ele gemeu entre os beijos. Eu respondi ofegante - Hmmm, beija mais, vai... - e abri a boca maior, chupando a língua dele como se fosse uma pica. Minhas mãos desceram até a calça dele, senti a pica grossa pulsando. Ele era grande, uns 20cm, veado, cabeça roxa latejando. Eu apertei forte. - Puta merda, sobrinho, tá durão assim por causa da tia? - - Sim, tia, tô louco pra enfiar essa pica na sua buceta desde que te vi hoje... -
Nós nos despimos rápido. Meu vestido caiu no chão. Ele tirou meu sutiã e chupou meus mamilos grandes e escuros com vontade, mordendo, puxando com os dentes. Eu gemi alto - Ahhh! Chupa mais forte, caralho! - Ele desceu beijando minha barriga, puxou minha calcinha molhada de lado e enterrou a cara na minha buceta. - Buceta peluda, cheirosa pra porra, já tá escorrendo... - A língua dele lambeu meu grelinho inchado, subiu e desceu, chupou os lábios, enfiou fundo. Eu segurei a cabeça dele, rebolei contra a boca dele. - Aaaahhh! Isso, sobrinho safado, lambe a buceta da tia! Chupa o grelho! Tô gozando já! - Meu corpo tremeu, gozei forte na boca dele, jorrando leitinho quente. Ele engoliu tudo, lambendo até a última gota. - Delícia de buceta, tia, doce pra caralho...
Eu o empurrei pra cama, tirei a cueca dele. A pica saltou, grossa, pesada, com veias saltadas, cabeça brilhando de precum. Eu engoli até o fundo, engasguei, cuspi, voltei a engolir. - Hmmm, pica gostosa, cabe quase toda... - Ele segurou meu cabelo - Chupa fundo, tia, engole o pau do sobrinho! - Eu chupei com vontade, bolas na boca, língua girando na cabeça, babando tudo. Ele gemia - Porra, que boquete gostoso, tia! Vou gozar na sua boca se continuar! - Mas eu parei, subi em cima dele, cavalga. Segurei a pica grossa, esfreguei na entrada da buceta molhada, desci devagar. A cabeça abriu meus lábios, entrou estalando. - Ai caralho! Tua pica é grossa pra porra, tá rasgando minha buceta! - Eu desci até o fundo, o pau batendo no fundo do útero. Comecei a rebolar forte, subindo e descendo, a buceta fazendo barulho molhado "schlick schlick schlick". Ele segurava minha bunda, batia, - Toma, tia, fode no pau do sobrinho! -
Mudamos de posição várias vezes. De quatro, ele meteu por trás, puxando meu cabelo. - Fode forte, vai! Bate na minha bunda! - Plap plap plap, o som ecoava no quarto. Eu gemia desesperada - Aaaahhh! Uhhh! Mais fundo! Tô gozando de novo! - Gozei duas vezes seguidas, a buceta apertando a pica dele. Depois de missionário, pernas nos ombros dele, ele fodia fundo, olhos nos meus. - Olha pra mim enquanto eu fodo tua buceta, tia safada! - Eu chorava de prazer - Ai meu Deus, tá tão bom! Enche a buceta da tia de porra, vai! Goza dentro! - Ele acelerou, o pau latejando, e gozou forte. Jatos quentes de porra grossa jorraram fundo na minha buceta, enchendo tudo. - Tô gozando, tia! Toma toda a porra quente! - Eu senti o calor inundando, escorrendo pra fora, misturado com meu leite. Ele tirou devagar, a porra branca escorrendo da minha buceta aberta, pingando no lençol. Eu passei o dedo, lambi. - Delícia, sobrinho... mas eu quero mais. Quero teu pau no meu cu agora.
Ele ficou duro de novo rapidinho, vendo eu de quatro, bunda empinada, cu apertado piscando pra ele. - Quero foder teu cuzinho apertado, tia. - Ele cuspiu na minha bunda, lambeu o cu, enfiou dois dedos, abrindo devagar. Eu gemi - Hmmm, lambe meu cu, vai... - Ele lubrificou com mais cuspe e posicionou a cabeça da pica no cu. Empurrou devagar. A dor veio forte, misturada com prazer insano. - Aiiii caralho! Tá rasgando meu cu! Dói pra porra, mas não para! Enfia tudo! - A pica grossa abriu meu cu, centímetro por centímetro, até o fundo. Eu gritei - Uhhh! Ai meu Deus, tá fundo pra caralho! - Ele começou a meter devagar, depois mais forte. O cu apertava a pica como uma luva quente e suja. Ele tirou devagar, fazendo "pop" molhado. Eu soltei um peido alto e fedido "PRRRRRRT!", e um pouco de merda marrom escorreu do cu aberto, escorrendo pela pica dele. Eu rebolei o rabo desesperada, espalhando a merda, peidando mais "prrrrt prrrrt", enquanto gemia - Ai que vergonha, tô peidando e cagando um pouco no pau do meu sobrinho, mas é tão gostoso! Olha como meu cu pede mais! Rebola, tia! - Eu rebolava forte, a bunda tremendo, peidos saindo enquanto ele batia na minha bunda. - Volta a meter, vai! Fode meu cu sujo!
Ele enfiou de volta com tudo "THWACK!", fodendo forte, o pau entrando e saindo do cu, fazendo barulhos molhados e sujos. Eu gemia alto - Aaaahhh! Uhhh! Fode meu cu! Tô gozando só com pau no cu! - A buceta pingava no lençol. Ele tirou de novo devagar. Outro peido forte "BRRRRRRT!", mais merda saiu, escorrendo quente pela minha coxa. Eu rebolei louca, peidando e cagando um pouquinho mais, a bunda rebolando em círculos, - Caralho, tô me acabando! Peido e cago enquanto rebolo pro meu sobrinho! Volta a foder forte! - Ele meteu de novo, mais forte, estocadas profundas, o pau sujo de merda e porra. Repetimos isso várias vezes.
Primeira vez: tirou, peido alto, merda escorrendo, eu rebolei gritando - Aiii! Mais! - ele meteu forte. Segunda: tirou devagar, peido longo "prrrrrrt", merda marrom pingando, eu balancei o rabo, espalhando, gemendo desesperada - Tô gozando de novo, caralho! - ele voltou metendo até o saco bater no meu cu. Terceira: tirou, peido e mais um pouco mais de merda, eu chorei de prazer - Ai, tá doendo gostoso pra porra! - rebolei forte, ele enfiou com força, fodendo como animal. Quarta: tirou, peido fedido, merda escorrendo pela pica, eu gemi - Olha o cu da tia cagando pra você, sobrinho! Rebola enquanto peida! - ele meteu fundo, acelerando. Quinta: tirou, peido + merda, eu quase desmaiei de prazer, rebolando louca, buceta jorrando, ele bateu forte. Sexta: tirou, peido alto, merda quente escorrendo, eu gritei - Fode meu cu sujo! Tô me acabando de gozar! - ele enfiou de novo, agora metendo sem parar, o pau todo sujo. Sétima: tirou devagar, peido longo e molhado, mais merda saiu, eu rebolei desesperada, peidando enquanto rebolava, - Porra, que delícia suja! Volta! - ele meteu com tudo, fodendo o cu como se quisesse rasgar. Oitava: tirou pela última vez antes do final, peido forte "PRRRRT!", merda escorrendo, eu balancei o rabo sujo, gemendo alto - Tô gozando sem parar, caralho! Meu cu tá pedindo porra! -
Ele não aguentou mais. Metendo forte, fundo, o pau latejando no meu cu apertado e sujo, ele gritou - Tô gozando dentro do teu cu, tia safada! Toma toda a porra quente no cu! - Jatos grossos de porra jorraram fundo no meu intestino, enchendo tudo, quente, pulsando. Eu senti o calor explodindo dentro, o cu se contraindo forte. Comecei a chorar de prazer insano, lágrimas escorrendo, corpo tremendo inteiro. - Ai meu Deus! Tô chorando! Tô gozando forte pra caralho! Aaaaahhh! Uhhhh! Caralhoooo! - Gritei alto, o corpo se contorcendo, a buceta jorrando leite enquanto o cu apertava a pica dele, expelindo porra branca misturada com merda e peidos "prrrrt prrrrt", o sêmen escorrendo quente pela minha bunda, pingando no lençol sujo. Eu gozei tanto que quase desmaiei, o cu pulsando, expelindo mais porra dele, chorando, gritando, rebolando fraco enquanto o orgasmo me rasgava por dentro. - Tô gozando... tô gozando com o pau no cu... expelindo tudo... ai caralho... -
Nós caímos na cama sujos, cheirando a sexo, porra, merda, suor. Eu beijei ele, ainda tremendo. - Que pecado gostoso, sobrinho... prometo que ninguém nunca vai saber... mas eu quero repetir toda vez que tiver chance. - Ele sorriu, passando a mão na minha bunda suja - Qualquer hora, tia. Tua buceta e teu cu são viciantes pra porra.
A noite continuou com mais fodas, mas essa foi a parte mais intensa, exatamente como você pediu. Eu nunca me senti tão puta, tão viva, tão cheia de porra e merda e prazer ao mesmo tempo. Meu sobrinho me fodeu como ninguém nunca fodeu. E eu amei cada segundo sujo, dolorido e delicioso.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Carente como eu tava, meu sobrinho aproveitou e me passou a vara!

Codigo do conto:
261349

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/05/2026

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