Minha irmã me tortura demais!

Todo dia era a mesma porra de tortura gostosa que me deixava com a pica latejando desde o momento que eu abria a porta de casa. Minha irmã de 21 anos, a baixinha de 1,57m e só uns 40 quilos molhada, um corpinho leve como pena que eu podia pegar e foder em qualquer posição sem esforço nenhum, usava roupas que pareciam feitas pra me deixar louco de tesão. Leggings pretas coladas que marcavam o traseiro dela até o último detalhe, o traseiro não era daqueles gigantes de academia, mas tinha um formato bonito pra caralho, redondo, empinado, as bochechas firmes e separadas de um jeito que o tecido sumia entre elas, destacando o contorno da buceta e do cuzinho apertado. Shorts curtos rasgados que mal cobriam as nádegas, e quando ela se curvava pra pegar algo no chão, o short subia até o meio da bunda, mostrando pele branquinha, o cu redondinho e a fenda da buceta marcada molhada. Às vezes ela se colocava de joelhos na minha frente, fingindo procurar a chave que caiu, o rosto a centímetros da minha virilha inchada, olhando pra cima com sorrisinho de puta que sabia exatamente o que tava fazendo.
- Irmão, você chegou? Tá com cara de cansado... quer que eu te ajude a relaxar? - ela dizia, se curvando bem devagar na minha frente, o traseiro empinado, o short subindo e mostrando quase o cu inteiro, o tecido fino marcando os lábios da buceta.
Eu respondia rouco, tentando disfarçar a pica dura nas calças:
- Sim, e você de novo com essas roupas que me deixam doido pra porra, irmã safada.
Ela ria safada, se ajoelhava, as mãos pequenas roçando na minha perna enquanto “procurava”, os olhos colados na minha virilha:
- Desculpa, irmão, sou desastrada... mas você não gosta de ver sua irmãzinha assim? Olha como meu traseiro fica bonito pra você - ela rebolava devagar, o cu quase roçando na minha perna.
Todo santo dia isso acontecia. Eu ia pro quarto, fechava a porta, tirava a pica grossa latejando e batia punheta imaginando enfiar ela na bucetinha apertada dela, lamber o grelinho rosa inchado, foder o cuzinho virgem, gozar fundo enquanto ela gemia meu nome. Mas era só fantasia... até aquele dia que tudo explodiu.
Cheguei em casa mais cedo, ela tava no sofá de shortinho branco transparente fininho, sem calcinha nenhuma, a buceta e o cu visíveis através do tecido, os peitinhos pequenos marcando na blusinha justa. Ela me viu e sorriu daquele jeito que me fazia querer foder ela ali mesmo.
- Irmão, tá cedo hoje... vem me ajudar aqui? Tô com dor nas costas e não alcanço - ela se curvou na frente do sofá, o short subindo até mostrar o cu branquinho inteiro e a buceta molhada brilhando.
Minha pica ficou instantaneamente dura, latejando, quase rasgando a calça. Eu avancei, peguei ela pela cintura fina, tão leve que levantei ela do chão sem esforço, colei na parede e rosnei no ouvido dela:
- Porra, irmã, você não para de me provocar todo dia. Se curvando, se ajoelhando na minha frente, me deixando excitado o tempo todo com esse traseiro bonito e essa buceta marcada. Eu não aguento mais, vou foder você agora, sua irmã puta.
Ela lambeu os lábios e respondeu ofegante:
- Finalmente, irmãozinho. Eu faço isso de propósito pra te deixar louco de tesão. Tô molhada o dia inteiro pensando em sua pica grossa rasgando minha buceta. Olha - ela puxou o short de lado com uma mão, mostrando a buceta lisa, sem um pelo, os lábios inchados e brilhantes de molhado, o grelinho protuberante e rosa latejando.
Eu não resisti nem mais um segundo. Abaixei o short dela com violência, joguei longe, abri as pernas finas e lisas dela no ar. A buceta estava escorrendo, pingando no chão, o cheiro doce e almiscarado de buceta molhada de irmã subindo pro meu nariz me deixando mais animal. Enfiei dois dedos grossos dentro da buceta quente e apertada, ela tava tão molhada que escorregou fácil, mas as paredes apertavam minhas falanges como se quisesse morder e nunca soltar.
- Ai, porra, seus dedos são tão grossos e longos... fode minha buceta com eles, irmão, deda fundo até o fundo - ela gemeu alto, rebolando o quadril no ar, o traseiro tremendo, as pernas finas se abrindo mais.
Eu dedava ela com força bruta, o polegar apertando o grelinho, circulando rápido, apertando de vez em quando, o som molhado de dedo entrando e saindo enchendo o quarto junto com os gemidos desesperados dela.
- Ahhhnnn, uhhh, mais rápido, caralho! Tô gozando, irmão! Enfia mais um dedo, fode essa bucetinha apertada da sua irmã! - ela gritou, o corpo pequeno tremendo inteiro, a buceta apertando meus dedos em espasmos fortes, esguichando um jatinho quente de gozo nos meus dedos e na minha mão.
Eu tirei os dedos, lambi devagar, o gosto dela era viciante pra porra, doce, salgado, cheiro de tesão de irmã safada. Lambi os dedos um por um, olhando nos olhos dela.
- Delícia de buceta, irmã. Agora chupa minha pica, sua puta.
Eu tirei a roupa rápido, a pica pulou pra fora, 20 centímetros de pau grosso, veias saltadas latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo grosso. Ela se ajoelhou no chão, as mãos pequenas mal fechando ao redor da base grossa, e enfiou a cabeça na boquinha quente molhada, chupando com fome de puta, a língua enrolando na glande, babando pra caralho, o queixo e os peitinhos molhados de saliva.
- Hummm, hummm, que pica gostosa pra porra, irmão, tem gosto de homem de verdade, gosto de irmão safado - ela disse com a boca cheia, engasgando quando eu empurrava fundo na garganta, a cabeça batendo no fundo, a garganta apertando como um cuzinho.
Eu segurava a cabeça dela com as duas mãos, fodendo a boquinha dela com movimentos lentos no começo, depois mais rápido e bruto, as bolas batendo no queixo dela.
- Isso, chupa essa pica grossa, irmã puta. Engasga nela, engole até o fundo, sua irmã safada que me provoca todo dia - eu gemia, sentindo a garganta dela apertar a cabeça da pica, a saliva escorrendo pelas minhas bolas.
Ela chupava com vontade de quem tava morrendo de tesão há anos, as mãos massageando minhas bolas pesadas, os olhos lacrimejando mas ela não parava, gemendo com a boca cheia, o som molhado de boquete guloso enchendo tudo.
- Hummm, delícia, quero engolir seu gozo quente, irmão - ela tirou a pica por um segundo, babando grossa, então engoliu de novo até o fundo.
Depois de minutos de boquete intenso, eu a levantei como se fosse uma boneca, pus no sofá de quatro, o traseiro empinado pra mim, a buceta e o cuzinho expostos, pingando no sofá. Eu me ajoelhei atrás, abri as nádegas com as mãos grandes, e comecei a lamber tudo sem piedade: do grelinho inchado até o cuzinho apertado, enfiando a língua no cu, chupando os lábios da buceta, sugando o grelinho forte como chupeta.
- Ai, ai, ai, porra, irmão, lambe meu cuzinho, chupa minha buceta toda! Tô louca de tesão, rebola na sua cara, irmão safado - ela gemia alto, rebolando o rabo na minha cara, o rosto afundado no sofá, as mãos apertando o tecido, o corpo pequeno tremendo de prazer, o traseiro macio nas minhas mãos.
Eu chupava o grelinho com força bruta, chupando como se fosse sugar o gozo dela, a língua entrando fundo na buceta, depois no cuzinho apertado, alternando rápido, lambendo o ânus rosado, chupando os lábios inchados. Ela gozou na minha boca forte, o corpo inteiro convulsionando, gemendo desesperada:
- Ahhh! Tô gozando na sua boca, irmão! Porra, que delícia, lambe tudo, bebe o gozo da sua irmã safada!
Eu continuei lambendo, bebendo os sucos quentes dela, o rosto molhado, o cheiro de buceta gozada me deixando animal.
Então posicionei a cabeça grossa da pica na entrada da buceta molhada e quente, empurrei devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido pela bucetinha apertada de irmã, as paredes massageando o eixo, o fundo batendo na glande.
- Caralho, tão apertada... sua bucetinha é o paraíso pra minha pica grossa - eu gemia, empurrando até o fundo, as bolas pesadas batendo contra a buceta, o colo do útero sendo batido toda estocada.
Ela gritou de prazer misto, alto e desesperada:
- Enfia tudo, irmão! Rasga essa buceta da sua irmã! Ahhhnnn, uhhh, mais fundo, bate no fundo da minha buceta! Fode forte, porra, fode sua irmã safada!
Eu comecei a estocar com força bruta, segurando os quadris estreitos dela, o som de pele batendo em pele molhada, ploc ploc ploc alto, o cheiro de sexo de irmão e irmã enchendo o ar, os gemidos dela desesperados ecoando pela casa toda.
- Porra, porra, porra, fode mais forte, irmão! Sua pica tá me destruindo de um jeito gostoso pra caralho! Tô gozando de novo, aperta meu cu enquanto fode! - ela implorava, rebolando pra trás com força, encontrando cada estocada bruta, o traseiro tremendo e vermelhando a cada tapa que eu dava.
Eu fodia ela como um animal selvagem, o corpinho leve dela balançando no sofá, os peitinhos pequenos pulando, os bicos rosados duros roçando no tecido. Eu segurava o cabelo dela, puxava a cabeça pra trás, mordia o pescoço fino.
- Olha esse traseiro empinado pra mim, sua irmã safada que me provoca todo dia. Eu sempre quis foder você assim, todo dia te vendo se curvando, se ajoelhando na minha frente, me torturando com esse cu bonito e essa buceta marcada. Agora você é minha pra foder quando eu quiser - eu disse entre dentes, batendo na bunda dela com força, deixando marcas vermelhas na pele clara.
Ela respondia entre gemidos altos e ofegantes:
- Sim, irmão, eu fazia de propósito pra te deixar excitado o tempo todo! Queria sua pica grossa desde que comecei a usar essas roupas. Fode essa buceta, enche de porra quente, irmão safado! Tô gozando de novo, caralho!
Eu continuei fodendo sem parar, mudando o ângulo, batendo no ponto G dela com a cabeça da pica, ela gozando mais uma vez forte, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando minha pica em ondas ritmadas, esguichando gozo quente nas minhas bolas.
- Ai, ai, ai, tô gozando de novo, porra! Não para, fode mais, irmão! Enfia fundo, bate no útero da sua irmã! - ela gritava desesperada, os gemidos agudos e longos, a voz falhando de tanto prazer.
Eu tirei a pica da buceta pingando, cuspi grosso no cuzinho apertado rosado, esfreguei a cabeça da pica no orifício, e enfiei devagar centímetro por centímetro, o cu abrindo para a grossura da pica, as paredes apertando como um anel quente.
- Agora vou foder esse cuzinho apertado, irmã. Você quer sentir a pica do irmão no cu, né, sua puta?
- Sim, porra, fode meu cu! Quero sentir sua pica grossa abrindo meu cuzinho apertado! Ai, caralho, dói pra porra, mas é gostoso demais! Enfia tudo, rasga meu cuzinho, irmão! - ela implorou, a voz desesperada e aguda, os dedos cravando no sofá, o corpo tenso, o traseiro empinado mais ainda.
Eu enfiei devagar até o fundo, o cuzinho apertando minha pica como um anel de fogo quente, as paredes massageando cada veia latejando. Comecei a foder o cu com movimentos lentos no começo, depois mais forte e bruto, as bolas batendo na buceta molhada.
- Caralho, que cuzinho apertado... parece que vai me partir ao meio, mas é tão gostoso pra porra - eu gemia, fodendo o cu com estocadas profundas, uma mão na buceta dedando o grelinho com força.
Ela gritava alto, o corpo pequeno tremendo inteiro, suor escorrendo pelas costas, o traseiro batendo contra meu ventre a cada estocada.
- Ahhh! Uhhh! Mais! Fode meu cu, irmão! Deda minha buceta enquanto fode meu cuzinho! Tô gozando de novo, porra! Enche meu cu de porra quente! - ela gozou forte, o cuzinho apertando em espasmos ritmados na minha pica, a buceta esguichando nos meus dedos, o corpo inteiro em convulsão, gemendo desesperada sem parar.
Eu não aguentei mais, gozei jatos grossos e quentes dentro do cuzinho apertado dela, enchendo, o gozo vazando ao redor da pica quando eu tirava um pouco e empurrava de novo, o cheiro de porra e buceta misturado.
- Porra, que delícia, irmã. Você é a melhor foda da minha vida, sua irmã safada que me provoca todo dia - eu disse ofegante, o corpo suado colado ao dela, a pica ainda latejando dentro do cu.
Ela sorriu virando o rosto, cansada mas com olhos de tesão ainda brilhando:

- E isso foi só o começo, irmão. Agora toda noite quando você chegar, eu vou estar de joelhos ou curvada, esperando sua pica grossa. Eu te amo, irmão safado, quero ser sua puta particular pra sempre, foder todo dia, gozar no seu pau.
- Eu também te amo, minha irmãzinha. Você me deixa excitado o tempo todo com esse traseiro bonito e essas poses de joelhos e curvada, e agora vamos foder todo dia, sem parar, enchendo você de porra quente na buceta, no cu, na boca - eu respondi, apertando o traseiro dela, sentindo o gozo quente vazando do cuzinho.
Nós ficamos ali por um tempo, descansando ofegantes, mas logo ela se mexeu, desceu devagar, pegou minha pica semi-dura com a boquinha molhada, chupando de novo com fome, fazendo ela ficar dura em segundos, babando grossa.
- Agora eu vou te foder, irmão. Olha como sua pica volta a ficar dura pra sua irmã safada - ela disse, montando em mim, segurando a pica grossa com as duas mãos pequenas, enfiando na buceta molhada e cheia de gozo, rebolando o quadril devagar no começo, o traseiro subindo e descendo, o som molhado de foda enchendo o quarto de novo.
Eu segurava as nádegas pequenas dela, ajudando a subir e descer, puxando pra baixo com força, a pica entrando fundo toda vez, batendo no fundo.
- Isso, rebola nessa pica grossa, irmã. Sua buceta é viciante, quente, apertada, pingando de gozo - eu gemia, olhando o rosto dela de prazer puro, a boca aberta em gemidos, os peitinhos pulando.
Ela rebolava mais rápido, girando o quadril, o grelinho roçando na minha barriga, os peitinhos pequenos pulando, os bicos duros.
- Ahhh, porra, tô gozando de novo! Sua pica me faz gozar tanto, irmão! Fode pra cima com força, porra! Enfia fundo na buceta da sua irmã! - ela gritava, rebolando desesperada, o corpo tremendo.
Eu fodia pra cima com força bruta, segurando ela no lugar, estocando fundo, ela gozando mais uma vez forte, o corpo convulsionando em cima de mim, o gozo dela escorrendo pelas minhas bolas e coxas.
Eu gozei de novo dentro da buceta, enchendo mais, o gozo misturando com o anterior, vazando pra fora enquanto ela rebolava.
Continuamos por horas sem parar, em todas as posições que a gente conseguia imaginar, cada uma mais intensa e chula que a anterior. De lado, eu fodendo de conchinha, a pica entrando devagar e fundo, uma mão na buceta dedando o grelinho, a outra apertando o seio pequeno, ela gemendo baixo e longo:
- Ahhh, irmão, fode devagar assim, sinto cada centímetro da sua pica abrindo minha buceta. Tô gozando devagar, porra, aperta meu cu com a outra mão.
Depois eu assumia o controle, fodendo com força bruta, o som molhado alto, ela gritando:
- Ai, ai, ai, porra, fode mais forte, irmão! Rasga essa buceta! Tô toda molhada, fode como quiser!
Em 69, eu deitado, ela em cima de mim de cabeça pra baixo, a buceta na minha cara, eu lambendo o grelinho e o cuzinho com fome enquanto ela chupava minha pica com a boquinha gulosa, os gemidos abafados pela pica na garganta.
- Hummm, lambe meu cuzinho, irmão, chupa o grelinho da sua irmã, bebe meu gozo - ela gemia com a boca cheia, rebolando na minha cara, eu chupando forte, ela gozando na minha boca de novo, o gozo escorrendo pelo meu queixo.
Ela de joelhos de novo, eu fodendo a boca, depois a buceta, depois o cuzinho de novo, gozando na boca dela, ela engolindo tudo olhando pra cima com olhos de puta satisfeita e ainda com tesão.
- Delícia de porra, quero mais, enche minha boca de novo - ela dizia, lambendo os lábios e a pica limpa.
Eu a levantei no ar de novo, segurando as coxas finas, fodendo ela em pé, a pica entrando e saindo enquanto ela pendia no ar, as pernas em volta da minha cintura, os braços no meu pescoço, os gemidos no meu ouvido.
- Porra, você é tão leve, posso te foder assim o dia todo, irmã. Sua buceta engole minha pica toda, o traseiro bonito na minha mão - eu disse, empurrando forte, ela rebolando no ar, o corpo pequeno balançando.
Ela respondia gritando:
- Ai, sim, fode sua irmãzinha no ar! Tô gozando de novo! Ahhhnnn! Uhhh! Caralho, que gostoso pra porra! Enfia mais fundo, irmão!
Gozei mais uma vez, o gozo escorrendo pelas pernas dela quando eu a pus no chão, ela tremendo, as pernas bambas, o gozo vazando da buceta e do cuzinho.
No final, nós dois exaustos, suados, gozo vazando da buceta e do cuzinho dela, ela deitada em cima de mim, o traseiro pequeno no meu colo, o corpo leve colado ao meu, o cheiro de sexo e porra enchendo o quarto.
- Irmão, isso foi incrível pra porra. Agora todo dia quando você chegar, eu vou estar te esperando desse jeitinho que te deixa doido. Eu te amo, irmão safado - ela disse, beijando meu peito, lambendo o suor do meu corpo.
- Eu também te amo, minha irmãzinha. Você me deixa excitado o tempo todo com esse traseiro bonito e essas poses, e agora vamos foder todo dia, sem poupar nada, com gemidos desesperados, porra, buceta, cu, grelinho, tudo que você quiser - eu respondi, apertando o traseiro dela, sentindo o gozo quente vazando e escorrendo pela minha coxa.
E assim começou nossa vida secreta de foda intensa diária. Ela continuava me provocando todo dia com roupas apertadas, se curvando bem devagar, se ajoelhando na minha frente, e eu fodia ela em todas as posições, em todos os cômodos da casa, com intensidade bruta, gemidos desesperados, diálogos chulos, e muito, muito prazer sem fim. Toda vez ela gemia mais alto, implorava mais, gozava mais forte, e eu enchia ela de porra quente na buceta, no cuzinho, na boca, marcando ela como minha irmã safada pra sempre.
- Enfia a pica no meu cu de novo, irmão, quero sentir você gozando quente dentro enquanto deda meu grelinho - ela pedia toda noite, e eu fazia, fodendo o cuzinho apertado, dedando o grelinho, ela gozando e gritando meu nome em gemidos longos e desesperados.
- Porra, buceta apertada, cuzinho gostoso, grelinho delicioso, você é a melhor irmã do mundo - eu dizia enquanto fodia, e ela respondia gemendo:
- Sim, irmão, sou sua irmã safada, fode mais, não para nunca!
O prazer era infinito, o tesão não acabava nunca, e todo dia era melhor que o anterior, com mais detalhes chulos, mais gemidos, mais porra, mais intensidade. Minha irmã de 21 anos me deixava excitado o tempo todo, e agora eu fodia ela o tempo todo, sem poupar em nada, com riqueza de detalhes, diálogos com -, e muito, muito tesão bruto e gostoso pra caralho.


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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Minha irmã me tortura demais!

Codigo do conto:
261347

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/05/2026

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