Era um fim de semana de pura selvageria, longe de tudo, no meio do nada de um parque estadual isolado pra caralho. Eu, 25 anos, buceta já latejando de tesão só de imaginar, e meu namorado de 30 anos, forte, suado da trilha de mais de 11 km que a gente fez juntos, subindo morro, cruzando riacho, o suor escorrendo entre meus seios, descendo pela barriga, encharcando a calcinha, e a cada passo eu pensava “porra, quando a gente chegar eu quero essa pica grossa me rasgando a buceta no meio da mata, sem ninguém pra ouvir”. A trilha foi bruta, minhas pernas ardendo, mas o fogo na buceta era maior, ele parava às vezes, me jogava contra uma árvore, metia a mão por dentro da calça, dedava meu grelinho inchado, eu gemia baixo - Ai amor, não para, mas guarda pra quando a gente acampar de verdade, quero gritar alto sem ninguém escutar. - Ele ria sujo, lambia os dedos melados da minha buceta e falava - Sua putinha da trilha, essa buceta tá cheirando a tesão de mato, mal posso esperar pra encher de porra quente. Chegamos no local rústico, do outro lado da ponte, completamente vazio, só nós dois e a natureza bruta. Montamos a barraca, a rede, acendemos a fogueira. Tomamos banho na área de chuveiro gelado, a água fria fazendo meus mamilos virarem pedra, ele ensaboando minhas costas, descendo, enfiando dois dedos grossos na minha buceta molhada, eu rebolava - Fode com os dedos, amor, mas não goza ainda, quero guardar tudo pro seu pau. - Ele tirou, cheirou, lambeu e disse - Tá pronta pra ser fodida como uma vadia no meio do nada? - Respondi - Tô, meu cu e minha buceta tão pedindo porra. Logo depois que voltamos, ele me pegou pela cintura com força, me jogou sobre a mesa de piquenique de madeira áspera e fria, puxou minha calça e calcinha de uma vez só, expondo minha buceta peluda, lábios inchados, mel escorrendo. Ele tirou a calça, a pica dele grossa, 20cm de veias latejando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, e enfiou tudo de uma vez na minha buceta apertada. - Aaaahhh porraaa! Sua pica tá me esticando toda, amor, que delícia! - eu gritei, olhando pra mata escura à frente, árvores balançando, pássaros voando assustados com o barulho bruto. O pau entrava e saía com sons molhados “ploc ploc ploc ploc”, a mesa rangendo “criiic criiic”, minha bunda batendo na madeira dura, seios saltando, vento frio nas tetas duras. Ele metia forte, segurando meus quadris, - Toma, sua vadia do acampamento, sua buceta tá engolindo minha pica como uma puta faminta! Sente isso? Tô te fodendo no meio do mato, onde ninguém ouve você gemendo como uma cadela no cio! - Eu respondia gritando - Fode mais forte, mete até o fundo, rasga essa buceta molhada, olha como eu tô pingando, o mel escorrendo pro meu cu, querendo você lá também! - O grelinho sendo esfregado a cada estocada, eu gozei rápido, corpo tremendo, - Tô gozando, caralhooo! Goza comigo, enche minha buceta de porra quente agora! - Ele rosnou, meteu até o talo, o pau latejou forte e explodiu, jatos grossos de sêmen quente inundando meu útero, enchendo, transbordando, escorrendo pela bunda, pingando na mesa. - Isso, toma toda a porra, sua putinha! Enchi sua buceta, sente o leitinho quente vazando! - Ele ficou parado, pulsando, eu apertando as paredes pra mamar cada gota, o cheiro de sexo e suor misturado com o cheiro de pinheiro e terra molhada. A gente riu, sujo, a mesa com mancha grande de nossos fluidos. Depois montamos a rede entre duas árvores grossas, deitamos abraçados, o corpo colado, calor compartilhado contra o frio da noite que caía. Começamos a nos beijar com fome, línguas se enroscando, mãos explorando, ele apertando meus seios firmes, beliscando mamilos duros, eu agarrando a pica já dura de novo. Tentamos missionário na rede, ele em cima, mas a rede balançava demais, ele escorregava, a pica saía com “pop” molhado, nós dois rindo - Porra, foder na rede é foda, amor, parece que a rede quer nos jogar no chão! - Mudamos pra conchinha, ele atrás, a pica escorregando fácil na minha buceta já cheia de porra do antes, os sons “squish squish squish” da porra sendo empurrada pra fora a cada estocada. - Mete devagar primeiro, amor, sinto sua porra saindo toda, que nojo gostoso! - eu disse, empurrando a bunda. Ele segurou meu seio, meteu mais forte, a rede “criiic criiic criiic” no ritmo, - Sua buceta tá tão molhada com minha porra, parece um rio, tô fodendo meu próprio leitinho de volta pra você! - Eu gemia alto - Sim, fode a porra que você gozou, mistura tudo, eu quero mais! Tô gozando de novo, aaaahhh! - O orgasmo me pegou forte, corpo convulsionando na rede que balançava, a mancha molhada crescendo debaixo de nós, mel e porra pingando no chão da mata. Ele não gozou dessa vez, segurou, beijou meu pescoço suado - Mais tarde eu encho de novo, agora quero sua boca quente na minha pica. Mais tarde, sentamos na cadeira de camping perto da fogueira que ele acendeu, as chamas crepitando “pop pop pop”, lançando luz laranja em nossos corpos nus. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, peguei a pica grossa ainda com cheiro forte de buceta e porra, e comecei a chupar com vontade. A cabeça quente na minha boca, eu lambia a glande, chupava fundo até engasgar “gluck gluck gluck”, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nas bolas pesadas dele. O fogo crepitava, sombras dançando na minha cara enquanto eu engolia até o fundo, o pau batendo na garganta. Ele gemia rouco - Isso, sua boqueteira safada, chupa minha pica como se fosse a última, lambe o gosto da sua buceta e da minha porra! Olha pra lua, ela tá vendo você sendo uma puta no meio do mato! - Eu meti a mão na minha buceta, dedando o grelinho inchado enquanto chupava, gozei com a boca cheia, corpo tremendo, ele segurando minha cabeça - Engole, porra, mas não goza ainda, guarda pra quando eu te foder de novo. Um pouco depois a gente estendeu o saco de dormir perto da fogueira, o calor das chamas aquecendo nossos corpos suados. Eu montei nele, posicionei a pica na entrada da buceta, desci devagar, sentindo cada centímetro esticando minhas paredes, a porra do anterior facilitando mas ainda apertado pra caralho. - Aaaah, que pica gostosa, tá me enchendo toda! - Eu comecei a rebolar, subindo e descendo, a bunda batendo nas coxas dele “clap clap clap”, seios pulando, mãos no peito dele, beliscando mamilos. Ele segurava minha cintura, ajudando o movimento - Rebola, vadia, moa essa buceta na minha pica, quero sentir você gozando em cima de mim! - Eu gemia desesperada - Fode de baixo, amor, mete forte, sua pica tá acertando meu ponto, tô gozando de novo! Aaaaiii porraaa! - Meu corpo se contorcia, orgasmo rasgando, buceta apertando, esguichando mel quente no pau dele. Ele não aguentou, agarrou minha bunda, meteu pra cima com força - Vou encher essa buceta de novo, toma toda a porra, sua gostosa! - O pau pulsou, jatos quentes de sêmen jorrando fundo, enchendo, eu senti o calor se espalhando, transbordando, escorrendo pela bunda e coxas, pingando no saco de dormir, fazendo uma grande mancha molhada. - Sente, amor? Enchi sua buceta de porra, tá vazando tudo, que delícia! - Eu desabei em cima dele, beijando, ofegante - Foi incrível, mas eu quero mais... quero você no meu cu agora. Quero sentir sua pica rasgando meu rabo enquanto eu grito pro céu. Ele sorriu safado, pegou o lubrificante, aplicou generosamente no meu cu apertado, massageando o anel com os dedos, enfiando um, depois dois, preparando devagar. Eu estava de quatro no saco de dormir, bunda empinada, buceta ainda pingando porra. Ele posicionou a cabeça da pica no meu cu, eu tentei devagar, empurrando pra trás, a cabeça escorregou pra dentro com um “pop” molhado, mas doeu pra caralho, o estiramento queimando como fogo, eu mordi o lábio, tentando não gritar, suor escorrendo pela testa. - Ai... doeu um pouco, amor, tá apertado demais... - Ele parou, acariciou minhas costas suadas - Tá bem, meu amor? Quer parar? - Respondi - Não, continua, mas vai devagar... Então ele falou com voz rouca e dominante - Você pode gritar o mais alto que quiser, ninguém vai nos ouvir. Aqui no meio do nada, só as estrelas e a lua vão ouvir você sendo fodida no cu como uma puta selvagem. Grita pra elas, amor, deixa sair tudo, grita pra lua e pras estrelas enquanto eu rasgo seu cu! - Com isso, ele segurou firme minha bunda, abriu as nádegas, e meteu fundo de uma vez, a pica inteira desaparecendo no meu cu apertado, o calor da porra anterior misturando com o lubrificante. Eu gritei alto, ecoando pela mata vazia - AIIIII CARALHOOO! PORRA, TÁ DOENDO MAS É GOSTOSO PRA CARALHO, RASGA MEU CU, SEU SAFADO FILHO DA PUTA! AAAHHH FODE FORTE! - Ele começou a foder, estocadas longas e fortes, a pica saindo quase toda e voltando a fundo, as bolas batendo na minha buceta inchada e melada, som “plap plap plap” alto, minha bunda vermelha das palmadas dele. Eu gritava sem parar - Fode meu cu, mete até o talo, eu quero sentir você no intestino, porra! Tô gozando só com o cu, olha como minha buceta tá jorrando! Aaaahhh não para, amor, me fode como um animal! - O prazer misturado com a dor era intenso, meu corpo se acabando, grelinho latejando, ele dedando ele enquanto metia, eu gozava uma, duas, três vezes, esguichando no saco de dormir, pernas tremendo, voz rouca de tanto gritar pra estrelas que brilhavam acima, lua cheia testemunhando nossa foda bruta. Então veio a cena que eu mais queria, ele começou a tirar o pau devagar, a cabeça esticando meu esfíncter, saindo com um “pop” molhado. Eu senti o ar frio entrando no cu vazio, e então involuntariamente “prrrrt” um peido alto e úmido escapou, seguido de um pouco de cocô mole saindo junto com o lubrificante e a porra que tinha vazado da buceta pro cu. O cheiro forte de merda e sexo subiu, mas ao invés de nojo me deu mais tesão, eu rebolei a bunda, twerkando as nádegas, fazendo “clap clap” enquanto mais peidos “prrrrt prrrrt” saíam e um pouco mais de cocô escorria pela coxa, misturado com o branco da porra. - Olha só, sua bunda safada tá peidando e cagando pra mim enquanto eu tiro a pica, que delícia nojenta! Rebola mais, sua putinha exibidora, caga toda a porra que eu gozei na sua buceta que desceu pro cu! - ele disse, rindo sujo, batendo na minha bunda. Eu rebolei mais forte, o cu piscando, expelindo mais “prrrrt splat”, o marrom claro misturado com branco escorrendo, eu gemia - Ai que vergonha, amor, eu tô cagando e peidando, mas é tão gostoso, continua tirando e metendo, faz eu expelir tudo enquanto rebolo! - Ele voltou a meter forte, a pica escorregando fácil agora no cu lubrificado e relaxado - Toma, volta pra dentro, sua vadia que caga no pau! Sente como seu cu ama ser fodido assim! - Eu gozei de novo só com isso, corpo se contorcendo. Ele repetiu o ciclo: tirou devagar de novo, eu peidei alto “PRRRRT”, caguei mais um pouco, rebolei o cu, o cheiro ficando mais forte, o saco de dormir ficando sujo com nossos fluidos, mas nós não ligávamos, só o tesão importava. - Isso, rebola enquanto peida, amor, mostra pro mato como você é uma puta anal! - Ele meteu de volta com força, eu gritei - Aaaahhh! Mete, fode meu cu cagado, porra! - Repetimos mais uma vez, cada vez mais intenso, eu gozando sem parar, o cu se abrindo e fechando, expelindo, rebolando, ele louvando - Que bunda perfeita, cagando e pedindo mais pica! - Finalmente ele decidiu acabar, meteu fundo, segurou minha cintura, começou a estocar rápido e curto - Vou gozar no seu cu agora, amor, aguenta essa porra quente no rabo! - Eu respondi chorando de prazer já - Sim, enche meu cu de porra, goza fundo, eu quero sentir você transbordando! Tô pronta, amor, goza no meu cu apertado! - Ele explodiu, o pau pulsando forte, jatos grossos de sêmen quente jorrando direto no meu intestino, o calor me fazendo ver estrelas, o volume me fazendo sentir cheia pra caralho. Eu comecei a chorar, lágrimas escorrendo pelo rosto, corpo em espasmos - Chorando, porra! Tô gozando com o cu cheio de porraaaa! Aaaaiii meu Deus, é demais, tá explodindo dentro de mim! Grita, amor, grita comigo! - Eu gritei o mais alto possível, voz ecoando pela floresta vazia - PORRAAA CARALHOOO! GOZANDO COM O CU LOTADO DE LEITINHO QUENTE! NÃO AGUENTO, TÔ MORRENDO DE PRAZER! AAAHHH! - Meu cu apertou violentamente ao redor do pau dele, e eu expeli o sêmen dele com força, “prrrrt prrrrt splurt” peidos molhados altos, glóbulos de porra branca grossa saindo junto com mais cocô, jorrando pela coxa, pingando no chão, o cheiro intenso de sexo, merda e porra enchendo o ar. Minha buceta esguichou forte, corpo inteiro tremendo, eu solucei e gritei, gozando analmente de forma explosiva, prazer me rasgando por dentro, lágrimas misturadas com suor, boca aberta em grito quando a voz falhou. Ele ficou lá, gozando até a última gota, eu puxando pra expelir tudo, o cu piscando e cuspindo a porra dele de volta, eu rebolando instintivamente, mais peidos escapando com a porra. Quando ele tirou o pau finalmente, um jato de porra e cocô saiu, eu caí pra frente no saco de dormir, o cu aberto, gapeando, vazando, corpo ainda convulsionando com os ecos do orgasmo. Ele se deitou ao meu lado, me abraçou, beijou minhas lágrimas - Você foi incrível, amor, gritando, gozando, peidando e cagando assim, foi o mais safado e lindo que já vi. Te amo pra caralho. - Eu respondi ofegante, corpo dolorido - Meu amor, minhas pernas tão doloridas de tanto rebolar, minha xoxota latejando de tanto foder e gozar, meu cu ardendo e cheio de porra, mas foi o melhor fim de semana de acampamento da minha vida. A gente fodeu no meio do nada, gritei pro céu, gozei com o pau no cu enquanto peidava e cagava, expelindo seu semem, chorando de prazer. Nunca me senti tão viva, tão sua puta selvagem. Obrigada por me deixar gritar, por me foder assim. Amanhã as dores vão lembrar de cada estocada, mas valeu cada segundo. - Nós dormimos abraçados, fogo se apagando, estrelas piscando, cheiro de sexo e natureza misturado, prontos pro dia seguinte com o corpo marcado pelo amor bruto e intenso.
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