Deixei o marido de minha amiga me dedar, daí pra frente foi só pra trás!
Eu sempre me dei bem com todo mundo e me disseram que sou madura pra minha idade, então não ligo muito de ter alguns amigos mais velhos que eu. Porém, um em particular com quem fiquei próxima é casado e uns 15 anos mais velho, e eles foram gente boa o suficiente pra me convidar pra algumas viagens com o grupo de amigos deles. Todos são casados, alguns têm filhos, então nessas viagens em grupo eles bebem bastante… Uma das noites estávamos na casa de férias de um dos amigos e ainda estava quente o suficiente pra eu estar só de biquíni com uma minissaia por cima da parte de baixo. Devo ter dormido no sofá na varanda porque quando acordei, não tinha ninguém por perto e todo mundo foi dormir. Levantei e fui pra cozinha pegar água quando o marido da minha amiga (vamos chamá-lo de Rubens) também entrou. Acho que minha blusa desarrumou porque ele apontou sem jeito que meu mamilo estava aparecendo e deslizou o biquíni… a mão dele ficou ali. Senti a tensão e tentei quebrar com uma piada de que ainda estou muito bêbada, quem sabe o que mais está desarrumado e apontei pra minha calcinha. Ele se abaixou e por baixo da minha saia e começou a apalpar minha calcinha. Fiquei instantaneamente molhada e acho que ele sentiu isso porque de repente o dedo dele estava dentro de mim. Ele me disse que sempre quis ver o quão apertada eu era porque ele podia dizer que eu seria como uma morsa. Durante todo o tempo, tudo que eu podia fazer era tentar não gemer muito alto pra não acordar ninguém, especialmente a esposa dele, mas dava pra ouvir o quão molhada eu estava e quando gozei tive que me segurar no balcão pra me firmar. Na manhã seguinte ele se esfregava em mim sempre que ninguém estava olhando e eu ficava molhada toda vez. Mas essa foi só a porra do começo, o que rolou depois foi muito mais safado, muito mais intenso, e eu vou contar tudo com todos os detalhes nojentos e deliciosos que você quer, sem poupar em nada. Eu tinha 20 anos na época, magrinha, bunda redonda e empinada, tetas pequenas de 34B com mamilos rosados e grandes que ficavam durinhos fácil, xoxota lisinha depilada, grelinho inchado e sensível pra caralho. Rubens tinha 35, alto pra porra, 1,85m de puro macho, barriga tanquinho, peito peludo, barba por fazer, e uma pica grossa de 22 centímetros, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, bolas pesadas e cheias de porra quente. A Ana, minha amiga e esposa dele, dormia no quarto ao lado, roncando bêbada depois de tanta caipirinha. Naquela madrugada, depois que ele enfiou o dedo na minha xoxota e eu gozei apertando ele como uma morsa, minha buceta latejava, pingando mel quente pelas coxas. Eu voltei pro sofá da varanda tremendo, mas não consegui dormir. Meu grelinho pulsava, minha entrada ainda sentia o dedo grosso dele abrindo tudo. Pensei: “Porra, eu deixei o marido da minha amiga me dedar na cozinha enquanto todo mundo dormia… que vadia eu sou”. Mas o tesão era maior que a culpa. Meu cu também apertava sozinho, virgem, só imaginando o que podia rolar depois. De manhã o sol queimava. Todo mundo na piscina, sunga molhada, corpos suados. Rubens não perdia oportunidade. Quando a Ana foi pro banheiro, ele passou atrás de mim na cozinha, encostou o pau duro na minha bunda, esfregando devagar pela sunga. - Sente essa pica grossa, sua putinha? Tô duro desde ontem por causa da sua buceta apertada que engoliu meu dedo como uma morsa. Amanhã de noite eu vou meter ela toda na sua xoxota e depois no seu cuzinho virgem. - Eu gemi baixo, rebolei de leve, sentindo o volume quente pulsando contra minha bunda. Minha buceta encharcou na hora, calcinha sumindo entre os lábios inchados. - Ai Rubens… para… alguém pode ver… - Mas eu não queria que parasse. Ele passou a mão por baixo da minha saia curta, dedinho roçando meu grelinho por cima da calcinha molhada. - Tá pingando de novo, safada. Sua xoxota traidora não aguenta ficar sem ser fodida. O dia inteiro foi tortura gostosa. Na piscina ele mergulhou, passou a mão entre minhas pernas debaixo d’água, dedou minha buceta por cima do biquíni fio dental, apertando o grelinho até eu morder o lábio pra não gemer alto. Eu gozei uma vez só com os dedos dele roçando, jorrando mel quente na água, pernas tremendo. - Goza quietinha, putinha. Goza na mão do marido da sua amiga. - Ele sussurrou no meu ouvido, língua lambendo minha orelha. Eu quase desmaiei de tesão. De tarde, no quarto de hóspedes enquanto todo mundo jogava baralho na varanda, ele me puxou rápido, me beijou com língua grossa, apertou minhas tetas, chupou meus mamilos até doer gostoso. - Sua boca é boa, mas quero sua buceta e seu cu hoje. - Eu ajoelhei, tirei a sunga dele, a pica saltou dura, cheirando a macho suado, veias latejando. Eu lambi as bolas pesadas, chupei o pau todo, engoli até a garganta, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas minhas tetas. - Porra, sua boquinha engole bem, mas hoje vou gozar dentro da sua buceta e depois no seu cu guloso. - Ele segurou minha cabeça e meteu na boca forte, fodeu minha garganta até eu chorar de engasgo gostoso, lágrimas escorrendo. À noite, depois de mais bebida, todo mundo apagado de bêbado, nós dois nos esgueiramos pro quarto de hóspedes no fundo da casa. Trancamos a porta. O risco de a Ana acordar e vir nos pegar era alto pra caralho, mas isso só deixava tudo mais molhado. Ele me jogou na cama, arrancou meu biquíni e a minissaia. Minha buceta brilhava de mel, lábios inchados, grelinho vermelho latejando. Ele lambeu tudo, língua grossa entrando na xoxota, chupando o grelinho, lambendo meu cuzinho apertado. Eu gemia desesperada, rebolando na cara dele: - Ai… lambe minha buceta… chupa meu grelinho… lambe meu cu também… tô molhada pra você… - Ele enfiou dois dedos na buceta e um no cu, metendo os três juntos, curvando pra acertar meu ponto G enquanto a língua batia no grelinho. Eu gozei três vezes seguidas, squirt jorrando na boca dele, gritando abafado no travesseiro: - Hnnnng… porra… tô gozando… sua língua… ai meu Deus… não para…deixa eu gozar na sua cara… - Depois ele subiu, pica dura pingando pré-gozo grosso. Enfiou de uma vez na minha buceta apertada, fundo até bater no útero. - Ai caralho! Sua pica é grossa pra porra! Tá rasgando minha xoxota! - Eu gritei baixo, dor deliciosa misturada com prazer insano. Ele meteu forte, estocadas brutais, saco batendo na minha bunda, som molhado ploc ploc ploc ecoando no quarto. - Sua buceta é apertada como uma morsa, engole meu pau todo, sua putinha traidora! Fode, rebola, senta nessa pica enquanto a Ana dorme do lado! - Eu rebolava como louca, tetas pulando, unha cravando nas costas dele. Gozei mais duas vezes, buceta espremendo o pau dele, jorrando mel quente que escorria pro meu cu. Ele trocou de posição: me pôs de quatro, segurou meu cabelo, meteu mais fundo ainda, estocando como animal. - Toma, vadia! Sua xoxota traidora ama pica de homem casado! - Eu gemia desesperada: - Ai… ai… fode mais forte… enche minha buceta de porra… goza dentro… eu quero seu leitinho quente… não para… tô gozando de novo… Ele gozou primeiro, jatos grossos e quentes enchendo minha buceta até transbordar. - Toma toda minha porra, sua safada! Enche sua xoxota de leitinho do marido da sua amiga! - A porra escorria quente pelas minhas coxas, misturada com meu mel. Eu gozei junto, apertando o pau dele, gritando no travesseiro: - Ai… tô gozando… sua porra quente bem fundo… delícia… enche tudo… - Mas ele não tirou o pau. Ficou duro de novo dentro da minha buceta cheia de porra. Virou meu corpo, me pôs de bruços, levantou minha bunda. - Agora é a vez do seu cuzinho virgem, putinha. Vou foder seu cu enquanto sua buceta pinga minha porra. - Eu tremi: - Ai… vai devagar… nunca dei o cu… seu pau é grosso demais… vai doer… - Mas meu cuzinho apertava sozinho de tesão. Ele cuspiu na entrada, esfregou a cabeça roxa na minha bunda, empurrou devagar. A dor foi uma facada quente, meu anel apertado resistindo, rasgando devagar. - Ai, ai, ai! Dói pra caralho! Seu pau tá rasgando meu cu! Tá entrando tudo… ai que dor gostosa… não para… fode meu cu… - Lágrimas escorreram, mas o prazer veio junto, quente, fundo no intestino. Ele encheu meu cu com o pau todo, 22cm de grossura esticando tudo. Começou a meter devagar, depois mais forte. Meu cu se acostumou, apertava o pau dele como uma morsa também, sugando. Eu gemia alto, rebolando: - Ai… agora é bom… fode meu cu… mete forte… eu sou sua putinha safada que ama dar o cu… sua vadia cagona… Ele começou o jogo que você pediu. Tirou o pau quase todo, cabeça roxa quase saindo do meu cu. Eu rebolei desesperada, e meu cu peidou alto: prrrrt! Um peido molhado e fedido saiu, e junto um pouco de merda marrom escorregou, grudento, caindo na cama e no pau dele. - Ai, eu tô peidando e cagando no seu pau… que vergonha… tô cagando enquanto você fode meu cu… - Eu chorei de tesão misturado com vergonha, mas rebolei mais forte, esfregando a bunda suja no pau dele. O cheiro forte de merda e sexo encheu o quarto. Ele riu safado: - Olha só sua putinha cagona! Peidando e cagando no pau do marido da sua amiga! Gosta, né? Sua buceta cheia de porra e cu cagando. Rebola mais, peida de novo pra mim! - Ele voltou a meter forte, ploc!, o pau sujo de merda entrando tudo de novo. Eu gemi alto: - Ai… volta… fode forte… eu peido de novo… - Ele tirou de novo devagar, eu rebolei, peidei mais alto: prrrrt prrrrt!, mais merda saiu, pedacinhos marrons grudando no pau dele e escorrendo pela minha bunda. Eu rebolei gostoso, sentindo o pau voltar a enfiar forte, batendo no fundo do meu cu, misturando dor latejante com prazer insano que fazia minha buceta jorrar porra e mel. Ele repetiu várias vezes: tirava o pau devagar, eu peidava e cagava um pouco mais, rebolava frenética, ele metia forte de novo, estocando como louco. - Peida mais, sua vadia suja! Caga no meu pau enquanto eu fodo seu cu! Sua buceta pingando minha porra e cu cagando… que tesão! - Eu me acabava de gozar, buceta esguichando sozinha, cu apertando o pau dele, lágrimas rolando: - Ai… tô peidando… cagando… rebolando… fode mais… não tira… ou tira e mete forte de novo… tô gozando com pau no cu… ai que delícia dolorida… Ele acelerou pra gozar, metendo brutalmente, pau entrando e saindo com barulho de peido e merda: ploc ploc prrrrt! Minha bunda suja, cheiro forte, eu rebolando sem parar. - Vou gozar no seu cu agora, sua putinha cagona! Toma meu leitinho quente no seu cuzinho sujo! - Ele gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo meu intestino, porra misturada com merda. Eu gritei alto, chorei de prazer extremo, corpo convulsionando: - Ai… tô chorando… tô gritando… gozando… seu pau gostoso no meu cu… porra quente enchendo… ai meu Deus… tô gozando e chorando… - Meu cu apertou em ondas, gozei violentamente, buceta esguichando forte, e eu expeli o semem dele: a porra grossa, branca e quente, misturada com merda marrom, saiu jorrando do meu cu, escorrendo pelas pernas, pingando na cama, cheirando forte. Eu rebolava expelindo tudo, gemendo e chorando: - Tô expelindo sua porra… saindo tudo misturado com minha merda… gozei tanto… choro de tanto prazer… seu leitinho quente saindo do meu cu cagado… ai… ai… - Ele tirou o pau devagar, mais porra e merda escorreram, eu continuei rebolando, peidando e expelindo o resto, corpo tremendo em orgasmos múltiplos. Caí na cama exausta, buceta e cu latejando, porra e merda por todo lado, cheiro de sexo e sujeira enchendo o quarto. Limpamos o melhor que pudemos com lençóis, rindo nervosos do risco, mas sabíamos que repetiríamos. Eu tinha deixado o marido da minha amiga me penetrar com o dedo primeiro, depois encher minha buceta de porra, e depois foder meu cu dolorido e prazeroso até eu chorar, gritar, gozar e expelir o semem dele enquanto peidava e cagava rebolando. Essa foi a noite que mudou tudo. Depois disso, nas outras viagens, sempre que a Ana não via, ele me dedava, chupava, metia a pica na buceta e no cu, sempre com eu peidando e cagando um pouco quando ele tirava pra meter forte de novo. Eu virei a putinha secreta dele, safada, traidora, cagona, e amava cada segundo de dor e prazer. Meu grelinho lateja só de lembrar. E você, que tá lendo isso, se tocou gostoso, bateu uma gostosa? Porque eu escrevi cada detalhe pra você gozar junto comigo, rebolando, peidando e gozando com a história.
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