Provocando minha chefe até ela não aguentar!

A tensão no escritório já durava meses, e eu, com meus 29 anos, sabia exatamente como mexer com a cabeça da minha chefe. Julia era aquela gerente baixinha, 1,57m de pura sarada, corpo definido de quem malhava todo dia, pele morena clara, cabelo preto liso que caía nos ombros. Todo mundo via ela como a durona que cobrava prazos, mas nas nossas reuniões semanais eu via o outro lado. Ela ficava nervosa pra caralho quando eu olhava direto pra ela. Desviava o olhar, mexia no cabelo, cruzava as pernas apertado. E os mamilos? Porra, aqueles biquinhos ficavam duros como pedra toda vez, marcando o tecido fino da blusa ou do vestido.
Naquela semana específica, eu decidi acelerar o jogo. Coloquei a calça de moletom cinza, aquela bem folgada que deixava a pica bem evidente. Antes da reunião, fiquei no banheiro pensando em tudo que eu queria fazer com ela: chupar aqueles mamilos duros, enfiar os dedos na bucetinha molhada, ouvir ela gemendo meu nome. Saí meio duro, a cabeça da pica marcando o tecido. Entrei na sala de reunião e sentei. Julia já estava lá, com uma saia curta preta que mal cobria as coxas grossas e firmes, blusa branca justa que mostrava o contorno dos seios pequenos mas empinados.
- Bom dia, Marcos. Vamos começar? - ela disse, voz um pouco rouca, olhos tentando não descer.
Eu sorri, abri o notebook e comecei a falar dos relatórios, mas meus olhos não saíam dela. Logo os mamilos dela endureceram, dois pontinhos visíveis pra caralho. Ela cruzou as pernas e eu vi: a calcinha cinza clara aparecendo, o tecido escuro no meio, molhado. Porra, ela estava encharcada só de me ver. Meu pau começou a inchar de verdade, a marca grossa agora óbvia no moletom.
Ela tentou focar, mas os olhos dela viviam caindo na minha virilha. Quando eu me ajeitava na cadeira, o pau latejava e ela mordia o lábio. A reunião foi se arrastando, o ar ficando pesado. No final, quando ela se levantou, o couro da cadeira ficou com uma manchinha escura e brilhante. Buceta pingando, caralho.
- Julia, você tá bem? - perguntei baixo, me aproximando enquanto fechava a porta da sala.
Ela corou, mas não fugiu.
- Tô... só calor aqui dentro.
Eu cheguei perto, baixinha do jeito que era, a cabeça dela batia no meu peito. Coloquei a mão na mesa ao lado dela e deixei o pau roçar de leve na coxa dela por cima do moletom.
- Calor? Ou é outra coisa? Toda reunião você fica assim... acha que não percebo seus mamilos duros, calcinha molhada. Eu vejo tudo, sabia?
Ela respirou fundo, tremendo.
- Marcos... não faz isso. Eu sou sua chefe.
Mas a voz dela saiu fraca, quase um gemido. Eu sorri e segurei o queixo dela, levantando o rosto.
- Chefe safada pra caralho. Olha pra minha pica. Tá dura faz meia hora pensando na tua buceta. Quer sentir?
Ela olhou pra baixo, olhos vidrados na marca grossa. A mão dela subiu devagar e apertou por cima do tecido.
- Porra... é tão grossa... - murmurou.
Foi o estopim. Eu tranquei a porta, baixei o moletom e a cueca de uma vez. Minha pica pulou pra fora, 20cm latejando, veias inchadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Julia caiu de joelhos na mesma hora, olhos arregalados.
- Caralho, que pica linda... - ela sussurrou antes de abrir a boca.
- Chupa, Julia. Engole essa pica toda que você fica babando nas reuniões.
Ela lambeu a cabeça devagar, língua quente girando no freio, depois engoliu metade. Gagou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Segurou minhas bolas e chupou com fome, cabeça indo pra frente e pra trás, olhos lacrimejando.
- Mmmph... gluck... gluck... que pau gostoso do caralho... - ela gemia entre chupadas.
Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela devagar, empurrando até o fundo da garganta. Ela engasgava, cuspe escorrendo nos peitos, mas gemia mais alto.
- Isso, engole, safada. Toda reunião olhando pra minha virilha... agora tá com a pica na boca.
Depois de uns minutos eu puxei ela pra cima, tirei a blusa dela. Os seios pequenos pularam livres, mamilos duros como cerejas. Chupei um, mordi de leve, ela arqueou as costas.
- Aaaahhh! Porra, morde mais... chupa meus bicos, Marcos!
Desci a saia e a calcinha molhada. A buceta dela era linda: depilada, lábios inchados, grelinho protuberante brilhando de tesão, mel escorrendo pelas coxas saradas. Enfiei dois dedos de uma vez, ela estava encharcada, quente pra caralho.
- Olha essa buceta molhada... pingando pra mim faz meses, né? - eu disse, dedando forte, polegar no grelinho.
- Sim... aaaahhh! Todo dia eu saio das reuniões e me masturbo no banheiro pensando na tua pica... porra, me fode, Marcos!
Coloquei ela sentada na mesa de reunião, abri as pernas dela e enfiei a cara. Chupei o grelinho inchado, lambi a buceta toda, enfiei a língua dentro, suguei o mel. Julia segurava minha cabeça, rebolando no meu rosto.
- Isso... chupa minha buceta... lambe meu grelinho... caralho, tô gozando... aaaahhh! GOZEI!
Ela gozou na minha boca, pernas tremendo, buceta pulsando, jorrando um pouco de squirt no meu queixo. Levantei, alinhei a pica e enfiei tudo de uma vez na buceta quente.
- Aaaaiiii porraaa! Que pica grossa... me rasga, Marcos! - ela gritou, unhas cravando nas minhas costas.
Comecei a meter forte, a mesa rangendo, bolas batendo na bunda dela. A buceta dela apertava como um punho, molhada pra caralho, barulho de tapa molhado ecoando na sala.
- Toma essa pica, chefe safada. Toda reunião com os mamilos duros... agora tá levando vara de verdade.
- Sim... me fode... mais forte... aaaahhh! Tua pica tá batendo no fundo da minha buceta... caralho, que delícia!
Meti em várias posições. De quatro na mesa, segurando o cabelo dela como rédea, metendo fundo enquanto ela gemia feito cachorra. Depois ela sentou no meu colo, rebolando, buceta engolindo a pica toda, seios pulando no meu rosto. Eu chupava os mamilos enquanto ela subia e descia desesperada.
- Rebola nessa pica, Julia... quica gostoso... porra, tua buceta tá me ordenhando.
- Aaaahhh! Tô gozando de novo... porra, me enche de porra, Marcos! Goza dentro da minha buceta!
Eu não aguentei. Segurei a bundinha firme dela e meti fundo, gozando jato atrás de jato, enchendo a buceta dela de porra quente. Ela gozou junto, corpo tremendo inteiro, buceta piscando e espremendo cada gota.
- Siiimmm... tá enchendo minha buceta... porra quente... caralho, que delícia... - ela gemia, olhos revirados.
Ficamos um minuto assim, ofegantes, porra escorrendo da buceta dela pela mesa. Mas eu ainda estava duro. Puxei o pau devagar, um fio grosso de porra e mel ligando a cabeça da pica à buceta inchada. Julia olhou pra trás, olhos vidrados.
- Não para... quero mais. Quero no meu cu agora.
Eu sorri, malicioso.
- Tem certeza? Tua buceta tá toda melada, mas o cu...
- Enfia no meu cu, Marcos. Quero sentir essa pica abrindo meu cuzinho.
Virei ela de quatro de novo, cuspi na mão e passei no cu dela, que piscava apertado, rosadinho e virgem. Alinhei a cabeça da pica e empurrei devagar. Ela gemeu alto, dor misturada com tesão.
- Aaaaiiii... tá doendo... porra, é grosso demais... mas não para... enfia devagar...
Empurrei mais, centímetro por centímetro, o cu dela apertando como um anel de ferro. Ela suava, unhas cravando na mesa, mas rebolava devagar pra trás.
- Isso... abre meu cu... aaaahhh! Tá rasgando... mas tá gostoso... caralho, me fode o cu!
Quando enfiei tudo, comecei a meter devagar, saindo quase todo e enfiando de novo. O cu dela foi relaxando, virando um veludo quente. O barulho era obsceno, porra da buceta escorrendo e lubrificando o cu. Acelerei, metendo forte, mão no grelinho dela, dedando a buceta ao mesmo tempo.
- Aaaahhh! Porra, tá bom demais... me fode o cu... mais forte... eu tô gozando com pau no cu... caralhooo!
Ela gozou violento, corpo convulsionando, cu apertando a pica como nunca. Gritava desesperada, voz rouca.
- Aaaaiiii! Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Marcos! Tô falando sério... vou cagar na tua pica!
Eu não parei. Meti mais fundo, sentindo o cu dela pulsar, o prazer subindo.
- Então goza de novo, safada. Eu vou encher esse cu de porra.
Ela gritava, rebolando contra mim, gozando sem parar, lágrimas escorrendo.
- Porra... tô gozando de novo... aaaahhh! Enche meu cu... me cagando toda... caralhooo!
Eu gozei forte, jatos grossos enchendo o cu dela, porra quente jorrando fundo. Ela tremia inteira, gozando junto, cu piscando e ordenhando cada gota.
- Siiimmm... tá enchendo meu cu de porra... porra, tô me acabando...
Quando tirei o pau devagar, o cu dela ficou aberto, vermelho, piscando. Julia rebolou a bundinha sarada, gemendo baixo.
- Olha... tá saindo... porra, tô cagando...
Um pedaço de merda marrom misturado com minha porra branca grossa começou a sair do cu dela, escorrendo devagar pela bunda, pingando na mesa. Ela rebolava devagar, olhos fechados de prazer e vergonha misturados, gemendo.
- Caralho... tô cagando tua porra toda... olha o que você fez comigo... aaaahhh... tá saindo mais...
A merda misturada com sêmen escorria em fios grossos, sujando as coxas dela, o cheiro forte enchendo a sala. Ela não parava de rebolar, como se quisesse mostrar tudo, gozando levemente só com a sensação.
- Porra... nunca gozei assim... você me fez cagar no cu... mas foi tão bom...
Eu olhei, pau ainda latejando, e sorri.
- Safada pra caralho. Amanhã na reunião a gente repete.
Ela riu fraca, ainda rebolando devagar, merda e porra escorrendo.
- Pode apostar... agora eu sou tua puta de escritório.
A sala ficou em silêncio, só o som da respiração pesada e o gotejar obsceno no chão. Meses de provocação tinham virado isso: uma foda bruta, suja e inesquecível. E a gente sabia que era só o começo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Provocando minha chefe até ela não aguentar!

Codigo do conto:
259927

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/04/2026

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