Viagem com casal de amigos!

A viagem começou de um jeito inocente. Eu tinha uns dias de férias acumulados e, em vez de receber em dinheiro, resolvi tirar. Minha melhor amiga, a Carla, e o marido dela, o Marcos, iam pra uma praia no Nordeste. A filha deles não podia ir por causa da faculdade, então me perguntaram se eu topava ir no lugar dela. Só precisava mudar o nome na passagem. Aceitei na hora. Sol, mar, cachaça gelada e companhia boa. O que podia dar errado?
No aeroporto, o Marcos me puxou pro canto enquanto a Carla estava no banheiro. Ele era um cara alto, moreno, daqueles que malham sem ser exagerado, com uma voz rouca que sempre me deixava um pouco desconfortável de um jeito bom.
— Olha, Ana, vou te pedir um favorzinho — ele disse baixinho, olhando pros lados. — Quando a gente chegar na casa, você pode dar um tempo pra mim e pra Carla ficarem sozinhos? Tipo, sumir por umas duas, três horas? Eu tô louco pra fazer ela perder a cabeça de vez. Faz tempo que a gente não tem uma noite inteira sem interrupção.
Eu ri por dentro. Sabia exatamente do que ele estava falando. A Carla já tinha me contado, entre taças de vinho, como o Marcos comia ela gostoso pra caralho quando tinha tempo. Eu só balancei a cabeça, fingindo naturalidade.
— Pode deixar, Marcos. Eu dou um jeito de sumir. Divirtam-se.
Chegamos na casa alugada, uma coisa linda de frente pro mar, com varanda enorme e quartos separados. Nos primeiros dois dias foi tudo normal: praia, cerveja, risada. Eu e a Carla conversando besteiras, o Marcos fazendo churrasco. Mas na segunda noite, depois que eles foram pro quarto, eu fiquei na sala com o coração acelerado. Fazia duas semanas que eu não gozava direito. Meu vibrador tinha ficado em casa e a mão sozinha não estava dando conta. Eu tava apertada, molhada só de pensar.
Quando vi que o silêncio tomou conta da casa, entrei pro meu quarto, tranquei a porta (ou pelo menos achei que tranquei), coloquei uma playlist bem baixinho no celular — um R&B lento pra disfarçar qualquer barulho — e me deitei na cama só de calcinha. A luz do abajur era fraquinha, dourada. Tirei a calcinha devagar, abri as pernas e comecei a me tocar.
Meus dedos deslizaram fácil. Eu tava encharcada. O grelinho já inchado, latejando. Circulei ele devagar no começo, depois mais rápido, imaginando uma boca quente chupando ali. Soltei um gemidinho baixo:
— Ahh... porra...
Enfiei um dedo na buceta, depois dois. Entravam molhados, fazendo aquele barulhinho safado de carne molhada. Meu quadril começou a rebolar sozinho contra a mão. Eu tava tão necessitada que nem percebi o tempo passando. A música ajudava a disfarçar meus gemidos que iam ficando mais altos.
— Hmmm... assim... caralho, que delícia...
Não ouvi a porta abrir. Só senti o ar mudar no quarto. Quando abri os olhos, o Marcos estava parado ali, de bermuda de praia, olhando direto pra minha buceta aberta, meus dedos enfiados até o meio. Ele não falou nada no primeiro segundo. Só ficou olhando, a boca entreaberta.
Eu gelei, mas não tirei a mão. Meu corpo tava quente demais pra parar.
— Marcos... que porra... — eu sussurrei, a voz tremendo de tesão e vergonha.
Ele fechou a porta devagar atrás de si e deu dois passos pra dentro do quarto. A barraca na bermuda dele já estava armada, grossa.
— Desculpa, Ana. Eu ouvi um barulho... pensei que você tinha chamado. Mas... caralho... olha pra você.
Eu tirei os dedos devagar da buceta, mas não fechei as pernas. O cheiro do meu tesão já estava no ar. Ele lambeu os lábios.
— Faz tempo que você não goza, né? — ele perguntou, a voz baixa e rouca.
— Duas semanas — eu confessei, sem graça. — Tô doida.
Ele deu mais um passo. A mão dele desceu e apertou o pau por cima da bermuda.
— A Carla tá dormindo pesado. Eu dei pra ela até ela desmaiar de tanto gozar. Agora ela ronca. E você aqui... se tocando gostoso pra caralho.
Eu senti a buceta pulsar só com as palavras dele. Não respondi. Só olhei pro volume na bermuda dele.
— Quer ajuda? — ele perguntou direto, sem enrolação.
Meu coração batia na garganta. Eu sabia que era errado. Era o marido da minha melhor amiga. Mas meu corpo tava pegando fogo.
— Só... só a boca — eu pedi baixinho. — Não vou conseguir dormir assim.
Marcos sorriu, aquele sorriso safado que eu já tinha visto ele dar pra Carla quando achava que ninguém estava olhando. Ele tirou a bermuda num movimento só. A pica dele pulou pra fora, grossa, veias marcadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Era maior do que eu imaginava. Uns bons 20 centímetros, bem grossa na base.
Ele subiu na cama, abriu minhas pernas com as mãos grandes e se encaixou entre elas. O cheiro dele era quente, suor misturado com sexo recente. Ele abaixou o rosto e deu uma lambida longa, bem devagar, da entrada da buceta até o grelinho.
— Haaaa... porra... — eu gemi, já arqueando as costas.
Ele não foi devagar. Chupou meu grelinho com vontade, sugando ele pra dentro da boca, a língua batendo rápido. Depois desceu e enfiou a língua dentro da buceta, fodendo com ela como se fosse um pau pequeno. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, rebolando contra a cara dele.
— Isso... chupa minha buceta... assim... ahh, Marcos... que boca gostosa do caralho...
Ele grunhiu contra minha carne molhada, o som vibrando direto no meu clitóris. Dois dedos grossos entraram em mim, curvando pra cima, batendo naquele ponto que me fazia ver estrelas. Eu tava pingando no queixo dele.
— Você tá encharcada, Ana. Essa bucetinha tá pedindo pau, hein?
— Só a boca... só a boca por enquanto... — eu pedi, mas minha voz já estava fraca.
Ele obedeceu por uns minutos, mas depois subiu o corpo, a pica roçando na minha coxa, deixando um rastro de baba. Ele se ajoelhou ao lado da minha cabeça.
— Então chupa meu pau pra eu te dar o que você precisa.
Eu virei o rosto e abri a boca. A cabeça grossa entrou devagar. Tinha gosto salgado, de homem excitado. Eu chupei com fome, passando a língua na fenda, descendo até conseguir engolir mais da metade. Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca com estocadas curtas.
— Porra, Ana... que boca gulosa... engole mais... isso...
Eu babava tudo, o som molhado ecoando no quarto junto com a música baixa. Meu dedo voltou pro grelinho, me tocando enquanto chupava ele. Ele gemia baixo, controlado, mas eu sentia a pica latejando na minha língua.
Depois de uns minutos ele puxou o pau da minha boca com um estalo.
— Vira de quatro. Quero comer essa buceta com a boca mais um pouco antes de gozar.
Eu obedeci rápido, empinando a bunda. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos e enterrou o rosto no meu cu e na buceta ao mesmo tempo. A língua dele rodava no meu cuzinho apertado, depois descia pra chupar os lábios inchados. Eu tava tremendo.
— Haaaa... meu Deus... isso... lambe meu cu também... que delícia...
Ele deu um tapa leve na minha bunda e enfiou dois dedos na buceta enquanto a língua trabalhava no grelinho de novo. Eu comecei a rebolar desesperada contra a cara dele.
— Vou gozar... Marcos... não para... chupa meu grelinho... ahh... ahhhhh...
Ele acelerou, sugando forte. Meu corpo inteiro travou. O orgasmo veio violento, como se tivesse guardado força por semanas. Eu gritei sem conseguir segurar:
— Aaaahhh porraaa! Tô gozandooo! Haaaaaaa! Caralhooo!
Minha buceta jorrou um pouco, molhando o queixo e o peito dele. Eu tremia inteira, os gemidos saindo altos e escandalosos, sem controle. Ele continuou chupando até eu não aguentar mais, empurrando a cabeça dele pra longe.
Eu caí de bruços na cama, ofegante. Ele se deitou ao meu lado, a pica ainda dura, brilhando da minha saliva.
— Agora é minha vez — ele disse, a voz rouca.
Eu me virei, ainda zonza do gozo, e peguei o pau dele com a mão. Comecei a bater uma punheta lenta enquanto olhava nos olhos dele.
— Quer gozar na minha boca?
— Quero. E quero que você engula tudo.
Eu sorri safada e desci o rosto. Engoli a pica até onde conseguia, chupando com força, a cabeça batendo no fundo da minha garganta. Usei a mão na base, girando enquanto subia e descia a boca. Ele gemia mais alto agora.
— Isso... chupa gostoso... porra, Ana... você mama melhor que a Carla...
Eu não respondi, só chupei mais fundo. As bolas dele estavam pesadas, contraídas. Eu sentia que ele tava perto. Acelerei o movimento, babando tudo, fazendo barulho de garganta engasgada.
— Tô quase... continua... assim... caralho...
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e deu umas estocadas curtas na minha boca. De repente o pau inchou ainda mais.
— Vou gozar... toma... engole tudo, Ana... aaaahhh porraaa!
O primeiro jato foi forte, quente, acertando direto na minha garganta. Eu engoli sem tirar a boca. Ele continuou gozando, gemendo rouco, o corpo inteiro tremendo. Jato atrás de jato, grosso, salgado. Eu engoli tudo, até a última gota, limpando o pau com a língua depois.
Quando ele saiu da minha boca, eu abri pra mostrar que não tinha sobrado nada. Ele sorriu, ainda respirando pesado.
— Caralho... você é foda.
Eu me deitei ao lado dele, o corpo ainda formigando. A gente ficou em silêncio por uns minutos, só ouvindo a respiração um do outro. A música ainda tocava baixinho.
— Isso não pode acontecer de novo — eu disse, mas minha voz não convencia nem a mim mesma.
Ele riu baixo e passou a mão na minha coxa.
— A viagem ainda tem mais cinco dias, Ana. E eu ainda tenho muita vontade de te ver gozando gritando daquele jeito.
Eu não respondi. Só fechei os olhos, sentindo o gosto dele ainda na boca e a buceta latejando de novo, já querendo mais.
A noite estava só começando, e a casa ainda tinha muitos cantos escuros pra gente se perder.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Viagem com casal de amigos!

Codigo do conto:
260013

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/04/2026

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