No mesmo dia que chupei gostoso minha mãe, meu padastro me enrabou!

Ontem, domingo, uma manhã quente de Dia das Mães. Eu, Clara, 22 anos, 1,75 m, seios firmes e barriga chapada igual à da minha mãe Sofia, 39 anos, passei pelo quarto dela sem saber que ela estava no banho. A porta estava entreaberta e vi o vestido vermelho curto que ela ia vestir, a calcinha fio dental de cereja e os adesivos de mamilo separados em cima da cama.
Pensei que tinha tempo. Fiquei nua ali mesmo, o corpo todo arrepiado de tesão só de imaginar. Experimentei o vestido vermelho: ele grudou no meu corpo como segunda pele, marcando os mamilos duros. Coloquei a calcinha fio dental de cereja; o fio fino subiu direto no meu cu apertado, fazendo cócegas gostosas no buraco. Os adesivos de mamilo cobriram meus bicos rosados.
- Nossa, fiquei gostosa pra caralho - sussurrei sozinha, rebolando na frente do espelho, sentindo a calcinha sumir entre as nádegas.
Enquanto tirava tudo devagar, a porta do banheiro abriu. Minha mãe saiu completamente nua, toalha enrolada na cabeça, o cabelo longo pingando água nas costas. Seios pesados balançando, mamilos escuros e grossos, barriga lisa, e entre as pernas a buceta depilada, lábios grossos e carnudos, o grelinho já meio inchado. E lá estava o vibrador roxo grande, ainda ligado, vibrando dentro da xoxota dela, pingando creme branco e transparente.
As duas congelamos. Eu nua, ela nua, o cheiro de buceta molhada no ar.
- Clara? Que porra você tá fazendo com a minha roupa, sua safada? - ela perguntou, mas a voz saiu rouca, excitada, não brava.
Eu não respondi com palavras. Estava hipnotizada pelo vibrador vibrando dentro da buceta da mamãe, o suco escorrendo pela coxa dela. Minha própria xoxota latejava, pingando no chão.
- Mamãe… você tava se masturbando? Posso ajudar? - perguntei, a voz sumindo de tesão.
- Pode sim, filha. Me ajuda… tira esse vibrador e cuida da buceta da mamãe - ela respondeu, sentando na cama, abrindo as pernas grossas, a xoxota se abrindo como uma flor molhada.
Eu me ajoelhei na frente dela. Tirei o vibrador devagar, o pau de borracha saiu coberto de creme grosso, branco, cheiroso. Cheirei, depois lambi tudo devagar, a língua longa passando por todo o comprimento, chupando a cabeça, engolindo o suco salgado-doce da buceta da minha própria mãe. O gosto era viciante, quente, levemente amargo de excitação.
- Hummm… que delícia o creme da sua xoxota, mamãe. Tão gostoso, tão molhado - eu gemi, lambendo os lábios.
Coloquei o vibrador ainda quente e melado na minha própria buceta, empurrando fundo. O buzz forte fez minhas pernas tremerem. Aí ataquei a buceta da mamãe.
Primeiro, abri os lábios grossos com os dedos, expondo o grelinho rosa inchado, latejando. O cheiro forte de buceta excitada invadiu meu nariz. Lambi devagar de baixo pra cima, a língua plana passando por toda a fenda, sentindo a maciez, o calor, o gosto que explodia na boca. Chupei o grelinho, puxando com os lábios, sugando forte, a língua girando em círculos rápidos.
- Ai porra, filha… chupa o grelinho da mamãe assim… que delícia - Sofia gemeu, jogando a cabeça pra trás, os seios balançando.
Eu não parava. Enfiei dois dedos na buceta quente e apertada dela, fodendo devagar no começo, depois mais rápido, curvando os dedos no ponto G. A língua não saía do grelinho: chupava, mordiscava leve, lambia rápido como um gatinho. O suco escorria pela minha mão, pingava no meu queixo, no meu peito. Eu engolia tudo que podia, babando na buceta da mamãe.
Dez minutos inteiros. Eu não parava nem pra respirar direito. A buceta dela contraía, apertava meus dedos, o grelinho inchava mais. Sofia segurava minha cabeça com as duas mãos, rebolando o quadril na minha cara, esfregando a xoxota inteira na minha boca.
- Isso, filha safada… come a buceta da mamãe… lambe tudo… suga forte… eu vou gozar na sua cara toda - ela gemia desesperada, a voz falhando.
Eu acelerei: dedos entrando até o fundo, língua chicoteando o grelinho sem parar, o barulho de chupada molhada enchendo o quarto: slurp slurp slurp. A buceta dela começou a tremer forte. Os músculos internos apertaram meus dedos como um punho.
- Ai ai ai caralho… tô gozando, filhaaa… toma tudinho - ela gritou.
A buceta dela explodiu. Jatos fortes de squirt quente acertaram minha cara, meu cabelo, meus seios. O líquido quente, transparente e cremoso escorreu pelo meu queixo, pingou nos mamilos, molhou o vestido vermelho no chão. Eu continuei lambendo, engolindo o que caía na boca, o rosto inteiro encharcado, brilhando de porra de buceta.
Isso me deixou louca. O vibrador dentro da minha xoxota vibrava sem parar, batendo no meu ponto G. Meu corpo inteiro tremeu, a buceta apertou forte, e eu gozei gritando abafado na buceta da mamãe. A porra jorrou pra fora, empurrando o vibrador com força. O brinquedo voou da minha buceta, caiu no chão com um barulho molhado, e junto saiu um jato grosso do meu próprio suco, espirrando no tapete, formando uma poça brilhante.
- Porra… que gozada forte… - ofeguei, o rosto colado na buceta ainda latejando da mamãe.
Sofia, toda tremendo, me puxou pra cima, me deu um beijo longo, lambendo o próprio squirt na minha cara.
- Vai se limpar e se arrumar, filha. O almoço vai começar. Mas hoje… a gente continua depois.
Eu fui pro banheiro, o corpo mole, a buceta ainda pulsando, o rosto cheirando a buceta da mamãe. Tomei banho rápido, coloquei o vestido vermelho de novo, sem calcinha agora, só o fio dental de cereja que eu roubei. A buceta ficava exposta toda vez que o vestido subia.
Cheguei no almoço. A mesa cheia: minha mãe Sofia (vestido azul, sem sutiã, mamilos marcando), o padrasto Carlos (45 anos, alto, forte, barba por fazer, pau grosso que eu já tinha visto uma vez semi-duro), meu irmão postiço Lucas, o primo Pedro, a tia Ana, o tio Marcos e o primo postiço João. Todo mundo rindo, conversando, comendo arroz, feijão, carne assada, salada.
Eu sentei do lado do Carlos. A buceta ainda molhada, pingando um pouco na cadeira. Trocava olhares com a mamãe do outro lado da mesa. Ela sorria de canto, sabia exatamente o que eu estava sentindo. Carlos, do meu lado, percebeu meu cheiro. Ele cheirou o ar, olhou pra mim, pra minha boca ainda um pouco inchada de tanto chupar buceta, pro decote do vestido.
Durante o almoço ele colocou a mão na minha coxa por baixo da mesa. Dedos subindo devagar. Eu abri as pernas disfarçado. Ele encontrou a buceta pelada, molhada pra caralho. Enfiou dois dedos grossos sem aviso, fodendo devagar enquanto todo mundo conversava.
- Tá molhada pra porra, sua putinha - ele sussurrou no meu ouvido. - Depois do almoço a gente resolve isso.
Eu quase gozei na mesa. Apertei a coxa dele, rebolei no dedo. A mamãe percebeu, piscou pra mim.
Depois do almoço, os outros foram pra sala ver TV. A mamãe disse que ia descansar no quarto dela. Eu fui pro quarto de hóspedes no fundo da casa. Carlos me seguiu, fechou a porta, trancou.
- Agora é nossa vez, Clara. Sua mãe me contou que já comeu você hoje de manhã… agora sou eu que vou te foder até você não aguentar mais.
Ele me jogou na cama, tirou o vestido vermelho num puxão. Meus seios saltaram. Ele chupou os mamilos com força, mordendo, sugando, deixando marcas roxas. Desceu, lambeu minha barriga, abriu minhas pernas e enterrou a cara na buceta.
- Hummm… ainda cheira a buceta da sua mãe. Delícia - ele rosnou, e começou a comer minha xoxota com fome.
A língua dele era grossa, áspera. Lambia o grelinho, chupava forte, enfiava fundo na entrada, sugava os lábios. Eu gemia alto, segurando a cabeça dele.
- Ai caralho, padrasto… chupa minha buceta… igual eu chupei da mamãe mais cedo… não para…
Ele chupou até eu gozar na boca dele, jorrando squirt quente que ele engoliu tudo, lambendo até a última gota.
Aí ele tirou a calça. A pica dele saltou: grossa, veada, cabeça roxa brilhando de porra, uns 22 cm de pau duro pra caralho. Eu ajoelhei, engoli até o fundo, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo, babando no saco dele.
- Isso, chupa a pica do padrasto, sua filha safada - ele gemia, segurando meu cabelo, metendo na minha garganta.
Depois me deitou de costas, abriu minhas pernas até doer, e enfiou a pica toda de uma vez na buceta molhada.
- Ai porra… que buceta apertada… - ele rosnou.
Ele fodeu forte, estocadas profundas, o saco batendo no meu cu, o barulho molhado plap plap plap enchendo o quarto. Eu gemia desesperada:
- Ai ai ai caralho… fode mais forte… rasga minha buceta… enche de porra… por favor padrasto…
Ele metia como animal, suando, os músculos do peito brilhando. Eu gozei três vezes seguidas, a buceta esguichando no pau dele, molhando a cama toda. Ele não parava. Acelerou mais, o pau latejando dentro de mim.
- Tô gozando… toma toda a porra do padrasto, sua putinha - ele gritou, enfiando fundo.
Jatos quentes e grossos de porra explodiram dentro da minha buceta. Tanto que transbordou, escorreu quente pelas minhas nádegas, pingou no cu. Ele ficou parado, pulsando, enchendo até não caber mais. Quando tirou, a buceta ficou aberta, branca de porra, pingando grossa no lençol.
- Agora… o cu - ele disse, virando eu de quatro, empurrando meu rosto no travesseiro, o rabo empinado.
Ele cuspiu no meu cuzinho apertado, enfiou a língua primeiro, rimming gostoso, molhando tudo. Depois um dedo, dois, três, abrindo devagar. Eu gemia de dor e tesão.
- Ai caralho… seu cu é virgem, né? Apertado pra porra - ele rosnou.
Ele posicionou a cabeça grossa da pica no buraco. Empurrou. A dor foi forte no começo.
- Ai ai ai porra… dói… seu pau é grosso demais pro meu cu… tá rasgando… - eu gritei, lágrimas nos olhos.
Mas ele continuou, centímetro por centímetro, devagar, até a cabeça popar pra dentro. O cu se abriu ao redor da pica grossa. A sensação de queimação, de ser esticada até o limite, misturada com um prazer fundo que eu nunca senti. Quando ele enfiou tudo, parou, me deixando sentir o pau latejando nas minhas entranhas.
- Relaxa, filha… seu cu vai amar isso - ele disse, beijando minhas costas.
Começou a mexer. Devagar primeiro, saindo quase todo, voltando. A dor foi virando prazer quente, intenso. Meu cu apertava o pau dele, sugando.
- Ahhh… agora tá bom… fode meu cu… fode forte… rasga tudo - eu gemi, rebolando o rabo.
Ele acelerou. Estocadas longas e fortes, o pau entrando até o saco, meu cu fazendo barulho molhado, o corpo inteiro balançando. Eu gozei com o pau no cu, o corpo convulsionando, a buceta jorrando no lençol, o cu apertando rítmico no pau dele.
- To gozando gostoso e forte pelo cu… porra… não para… - gritei.
Ele fodeu mais uns minutos, quase gozando, mas parou, tirou o pau devagar. Meu cu ficou aberto, gape grande, piscando. Eu rebolei o rabo gostoso, sacudindo as nádegas.
E então saiu: **prrrrt** — um peido alto, molhado, fedido. Junto veio um pouco de merda marrom clara, escorrendo devagar do cu aberto.
- Olha só… seu cu tá peidando e cagando pra mim, sua vadia safada - Carlos riu, excitado pra caralho, a pica brilhando de merda e porra.
Eu não parei de rebolar. Continuei sacudindo o rabo, mais peido saiu **prrt prrt**, mais merda escorreu, sujando minhas coxas. Eu me senti suja, puta, e isso me deixou ainda mais louca.
- Isso, papai, não para de socar, vaaai… me faz rebolar enquanto eu peido e cago no seu pau… olha como meu cuzinho tá sujo pra você - eu gemi, safada.
Ele, louco de tesão, enfiou o pau de volta forte, metendo no cu sujo, o barulho agora mais molhado, mais nojento, mais gostoso. Fodeu forte de novo, o pau entrando e saindo, sujando mais.
Repetimos o ciclo quatro vezes. Cada vez mais intenso:
1. Ele fodia forte, eu gozava gritando, ele tirava devagar ? eu rebolava, peidava alto, cagava mais um pouco, ele metia de volta com força.
2. Mudei de posição: de lado, perna levantada. Ele metia fundo, eu rebolava o quadril, peidava, cagava, ele ria e metia mais forte.
3. Eu por cima, reverse cowgirl. Rebolava no pau, o cu subindo e descendo, peidando toda vez que tirava, a merda escorrendo pelo pau dele, eu rindo e gemendo ao mesmo tempo.
4. De novo de quatro, ele segurando meu cabelo, metendo como se quisesse me destruir. Cada tirada era um peido + cagada pequena, eu rebolava mais forte, ele voltava metendo até o fundo com tudo.
Eu estava acabada: chorando de prazer, gemendo sem parar, o cu ardendo, latejando, mas querendo mais. O cheiro de sexo, porra, merda e suor enchendo o quarto.
Na quinta vez, ele não aguentou. Enfiou fundo até o saco, rosnou:
- Tô gozando no seu cu… toma toda a porra quente, sua filha da puta…
Jatos grossos, quentes, intermináveis de porra explodiram dentro do meu cu. Tanto que meu abdômen inchou um pouco. Eu senti tudo: o calor enchendo as entranhas, pulsando, transbordando.
Meu corpo explodiu. Gozei mais forte que nunca na vida. O pau no cu, a porra enchendo, a dor e o prazer misturados. Eu chorei alto, lágrimas escorrendo, gritei:
- Ahhhhhh caralho… to gozando… meu cu tá cheio de porra… não aguento… ai ai ai porra porra porra
O corpo inteiro convulsionou. A buceta esguichou forte no lençol. E ao mesmo tempo eu empurrei: a porra branca grossa misturada com merda marrom saiu jorrando do meu cu, escorrendo pelas coxas, pingando na cama, fedendo, sujando tudo.
Ele tirou o pau devagar. Mais porra e merda escorreram. Meu cu ficou aberto, pulsando, expelindo o sêmen dele em golfadas, junto com mais peidos molhados e um pouco mais de merda.
Eu caí na cama, tremendo, chorando de tanto prazer, o cu destruído, a buceta pulsando, o corpo coberto de suor, porra e merda. Carlos se deitou do meu lado, me beijando, lambendo as lágrimas do meu rosto.
- Melhor Dia das Mães da sua vida, né, filha? - ele sussurrou.
- Sim… porra… sim… - eu respondi, ainda ofegante, o cu ainda expelindo porra devagar.
Lá fora, a família assistia TV. A mamãe no quarto ao lado provavelmente ouviu tudo e sorriu. Eu sabia que depois, quando todo mundo dormisse, eu ia pro quarto dela de novo… e talvez o Carlos fosse junto.
Mas por enquanto, eu estava ali, com o cu cheio de porra do padrasto, o rosto ainda cheirando a buceta da mamãe, o corpo inteiro destruído de tanto gozar.
E eu já queria mais.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
No mesmo dia que chupei gostoso minha mãe, meu padastro me enrabou!

Codigo do conto:
261805

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/05/2026

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