Traindo na hidromassagem!

Eu me chamo Amélia, tenho exatamente 18 anos e sempre fui a garota nerd tímida do grupo. Óculos grossos de grau, moletons largos que escondiam meu corpo magrinho de seios pequenos e firmes, bunda redondinha que eu nem sabia que chamava atenção, e noites inteiras jogando videogame com meu namorado Kuba. A gente só tinha transado umas cinco ou seis vezes na vida, sempre com a luz apagada, ele me penetrando devagar, suave, me chamando de “meu amor”, gemendo baixinho enquanto eu sentia um prazer calmo, quase chato. Eu não sabia o que era buceta latejando de tesão, grelinho inchado latejando, pica grossa rasgando, porra jorrando quente enchendo tudo. Eu era virgem de tudo que era bruto, safado, sujo. Até aquele fim de semana que mudou tudo.
Kuba viajou pra Cracóvia visitar a família e eu fiquei sozinha no apartamento. Minha amiga Zuzia, a mais safada e extrovertida, me mandou áudio:
- Amélia, vem pra festinha na casa do meu primo! Tem hidromassagem enorme, bebida pra caralho, só 12 pessoas, vai ser massa pra porra! Não fica aí em casa jogando sozinha, caralho!
Eu respondi que ia só dar uma passada, mas quando cheguei a casa já estava bombando. Música alta, cheiro de vodca, maconha e suor, gente rindo alto. Eu tomei dois shots de vodca com energético rapidinho – eu não bebo quase nada – e logo minha cabeça ficou leve, o corpo quente, a timidez sumindo. A gente foi pra área da hidromassagem, uma banheira gigante de hidromassagem com 10 lugares, água a 38 graus, jatos fortes borbulhando, fazendo espuma branca que subia até o peito. Eu entrei com meu biquíni preto simples, o tecido molhando instantaneamente, o calor subindo pelas coxas, relaxando meus músculos, fazendo minha buceta já começar a ficar sensível só com o calor.
Sentamos em círculo e alguém gritou:
- Vamos jogar Verdade ou Consequência, porra! Quem não quiser jogar sai!
Eu, já meio chapada, concordei. No começo eu só escolhia verdade, respondendo coisas bobas e inocentes:
- Qual o nome do teu namorado? Kuba.
- Já transou? Sim, mas só umas vezes, bem suave.
- Qual tua posição favorita? De lado, com luz apagada.
Todo mundo ria, mas as consequências dos outros estavam ficando pesadas: uma garota tirou o top e mostrou as tetas grandes, um cara teve que lamber o mamilo de outra, outro teve que sentar no colo pelado. Eu fiquei nervosa, o coração batendo forte, mas continuei escolhendo verdade até que Jakub – alto, moreno, corpo definido, sorriso de quem já fodeu muita gente – me olhou direto nos olhos e falou:
- Chega de verdade, Amélia. Agora é consequência ou o jogo acaba pra ti. Escolhe.
Eu, com a cara queimando e a buceta já úmida só de tensão, escolhi consequência. Ele sorriu safado e disse:
- Senta no meu colo, bem aqui na água.
- Eu tenho namorado… – murmurei baixinho.
Todo mundo começou a gritar:
- Senta! Senta! Não seja chata, caralho! Faz!
Zuzia riu e empurrou minhas costas:
- Vai, é só brincadeira, ninguém vai contar pro Kuba!
Nervosa pra caralho, eu me levantei na água, me virei e sentei no colo dele. Suas coxas eram duras, musculosas. Logo senti algo endurecendo contra minha bunda. A pica dele, presa no short de banho molhado, começou a crescer rápido, grossa, quente, latejando, pressionando entre minhas nádegas, separando as bundas mesmo com o tecido. Eu sentia o calor dela, o tamanho – maior e mais grosso que o do Kuba –, a cabeça inchada roçando meu cu por cima da calcinha.
- Tá sentindo a pica ficando dura pra ti, hein? – ele sussurrou no meu ouvido, o hálito quente misturado com vodca.
Eu assenti, sem conseguir falar. Minha buceta começou a pingar meleca na água, o grelinho inchando, latejando. Eu pensava: “Meu Deus, o pau de outro cara tá duro contra minha bunda, eu sou uma puta traindo o Kuba… mas tá tão quente…”.
O jogo continuou. Logo veio a próxima consequência pra mim:
- Beija o Jakub! Bem gostoso!
- Não posso, eu tenho namorado! – protestei, voz trêmula.
Mas todo mundo gritou mais alto:
- Beija! Beija! Faz, sua chata!
Jakub me virou no colo dele, suas mãos grandes segurando minha cintura debaixo d’água, apertando forte. Seus lábios encontraram os meus. Foi completamente diferente do beijo suave do Kuba. Foi bruto, selvagem. Sua língua forçou minha boca aberta, invadiu, chupou minha língua com força, mordendo meu lábio inferior até quase sangrar. Saliva escorrendo pelo meu queixo, misturando com a água quente. Eu gemi no beijo:
- Hmmmph… aaah…
Suas mãos desceram, apertando minha bunda com força, dedos cravando na carne macia, separando as nádegas, roçando o tecido da calcinha contra meu cu e grelinho. A pica dele agora pressionava direto contra minha virilha, dura como pedra, quente, pulsando. Eu me perdi completamente no beijo, língua dele explorando minha boca como se quisesse me foder pela garganta.
Depois veio a consequência que me quebrou:
- Tira o top do biquíni, Amélia! Mostra essas tetinhas rosadas pra todo mundo!
Eu congelei. Lágrimas de vergonha subiram nos olhos.
- Não… por favor… eu sou tímida pra caralho…
Mas Jakub sussurrou bem perto do meu ouvido:
- Faz logo, não seja chata. Todo mundo quer ver essas tetas pequenas e duras. Tua bucetinha já tá encharcada, eu sinto.
Com mãos trêmulas, eu desamarrei o nó atrás do pescoço. O top soltou e flutuou na água como uma folha preta. Minhas tetas pequenas, firmes, de 18 anos, aréolas rosadas pequenas, mamilos endurecidos pelo ar fresco e pela excitação, ficaram completamente expostas. Alguém assobiou baixo, outro disse:
- Que tetas lindas, pequenas mas perfeitas pra mamar!
Eu quis cruzar os braços, mas Jakub segurou meus pulsos pra trás, me exibindo.
- Olha que safada… traindo o namorado e mostrando as tetas pra galera. Tua buceta deve estar pingando agora.
Eu me senti uma puta total, mas o tesão explodiu. Minha buceta contraía sozinha, meleca escorrendo pela coxa debaixo d’água.
Enquanto o jogo continuava com outras pessoas, as mãos de Jakub não paravam um segundo. Debaixo d’água ele beliscava meus mamilos, torcendo devagar, puxando, fazendo eu morder o lábio pra não gemer alto.
- Tua tetinha fica dura pra caralho quando eu belisco…
Depois sua mão desceu pela minha barriga lisa, entrou pela lateral da calcinha, encontrou meu grelinho inchado e latejando. Ele esfregou em círculos rápidos.
- Porra, tá molhada pra caralho, a bucetinha da putinha traindo!
Dois dedos grossos entraram na minha buceta apertada, fodendo devagar, curvando pra acertar o ponto sensível dentro, polegar pressionando o grelho sem parar. Eu gemia baixinho, desesperada:
- Hnnng… não para… tá tão bom…
Ao mesmo tempo ele me desafiou:
- Agora toca na minha pica.
Eu, nunca tendo tocado outro pau além do Kuba, enfiei a mão no short dele. Senti a pica grossa, quente, veias latejando, cabeça inchada e molhada de pre-gozo, bolas pesadas e cheias. Comecei a masturbar devagar, subindo e descendo o punho apertado, sentindo o tamanho – bem maior que o do Kuba. O pre-gozo vazava, misturando com a água. Ele gemia:
- Isso, porra… tua mãozinha apertada na minha pica… esfrega mais forte, sua putinha.
Uma hora depois, a maioria das pessoas saiu da banheira rindo, indo pra dentro da casa fumar ou transar, deixando só eu e o Jakub na água borbulhante, sozinhos. A privacidade fez o tesão explodir. Ele me puxou pra mais perto, beijou meu pescoço, chupando forte, deixando chupões vermelhos que eu ia ter que esconder do Kuba.
- Agora eu vou te foder, Amélia. Vou meter essa pica na tua buceta de namorada fiel e te encher de porra quente até transbordar.
Ele afastou minha calcinha pro lado. A cabeça grossa da pica pressionou a entrada da minha buceta. Empurrou devagar. A dor veio primeiro, forte: minha buceta, acostumada só com o pau suave do Kuba, esticou ao máximo, o anel ardendo como fogo, as paredes rasgando para o intruso grosso.
- Ai caralho… tá doendo pra porra! Tua pica é muito grossa! Tá rasgando minha buceta!
Mas ele continuou, centímetro por centímetro, até estar todo dentro, a cabeça batendo no fundo do útero. A dor virou prazer insano. O calor da água, os jatos da hidromassagem batendo direto no meu cu e no grelinho, amplificando tudo. Ele começou a foder, segurando minha cintura, me levantando e abaixando no pau dele, estocadas fortes e profundas. Água espirrava alto, bolhas explodindo, o som molhado “ploc ploc ploc” enchendo o ar.
- Você é uma putinha tão apertada por trair seu namorado! Kuba vai morrer quando souber que eu enfiei a pica até o fundo e gozei dentro dessa buceta apertada!
Eu gemia desesperada, o corpo tremendo inteiro:
- Aaaah! Haaah! Fode mais forte, Jakub! Tua pica tá rasgando minha buceta! Tô traindo o Kuba mas é tão bom, não para! Me fode como puta!
Minhas tetas pulavam na água, mamilos roçando no peito dele. Eu gozei pela primeira vez, forte pra caralho, o corpo inteiro convulsionando, buceta apertando o pau em ondas violentas, pernas batendo na água, água espirrando pra todo lado.
- Caralhooo! Tô gozando na tua pica! Porra, que delíciaaaa! Tô gozando traindo meu namorado! Aaaah porraaaa!
Ele não parou. Meteu mais rápido, o pau latejando dentro da minha buceta encharcada.
- Tô quase gozando, putinha!
- Goza dentro! Enche minha buceta de porra quente! Quero sentir jorrando! – implorei, completamente perdida.
Ele empurrou fundo, a pica pulsando forte, e jatos grossos de porra quente jorraram dentro de mim – um, dois, três, quatro, cinco jatos longos. Eu sentia cada pulso, o calor enchendo meu útero, transbordando pela entrada esticada, vazando branca grossa pela coxa debaixo d’água, misturando com meus fluidos de gozo.
- Aaaah… tô cheia de porra! Sinto jorrando dentro, quente pra caralho!
Ele ficou dentro, beijando minha boca, nossa língua se enroscando, saliva misturando. A porra vazava devagar, mas sua pica não amoleceu – ficou dura de novo dentro da minha buceta cheia de porra, pulsando.
- Agora quero foder teu cu, Amélia. Quero esticar esse cuzinho apertado até tu chorar de prazer e cagar no meu pau.
Eu, ainda tremendo do orgasmo, com a porra dele vazando da buceta, assenti louca de tesão:
- Sim, me fode o cu! Eu nunca fiz anal, mas quero sentir tua pica rasgando meu cu virgem! Me transforma em tua putinha, Jakub!
Ele me virou na banheira, me fez apoiar os cotovelos na borda, bunda empinada pra fora da água um pouco, calcinha puxada pro lado. Cuspiu na minha entrada do cu, o cuspe quente escorrendo pelo anel virgem. Esfregou a cabeça da pica – melada de porra da buceta e meus fluidos – no cuzinho apertado. Começou a empurrar.
A dor foi brutal, insana. O anel do cu resistiu, queimando como fogo, o tecido rasgando devagar para acomodar a cabeça grossa.
- Ai ai ai… tá rasgando meu cu! Doeu pra caralho! Tua pica vai me rasgar ao meio!
Eu chorei, lágrimas caindo na água, mas empurrei a bunda pra trás, querendo mais. Centímetro por centímetro o pau entrou, esticando o intestino apertado, a pressão estranha e intensa, fazendo minha buceta pingar mais porra e meleca. Quando ele esteve todo dentro, a cabeça no fundo do cu, eu gemi alto:
- Uuuuh! Tá todo dentro do meu cu! Sinto no estômago quase! Tá me rasgando gostoso!
Ele começou a foder meu cu, devagar no começo, o pau saindo até a cabeça e voltando fundo, o anel esticando a cada vez com som molhado “pop”. Depois acelerou, estocadas fortes, o pau batendo no fundo, minhas nádegas batendo contra o corpo dele, água espirrando, o som “ploc ploc ploc ploc” alto na noite. Eu gemia desesperada, o corpo se acabando:
- Haaah! Uuuuh! Ahhh porra! Fode meu cu, Jakub! Me fode forte! Tô gozando com esse pau gostoso no meu cu! Nunca senti nada assim! É diferente, é mais intenso, tá me matando de prazer! Tô traindo o Kuba dando o cuzinho agora!
Minhas mãos foram pro grelinho, esfregando enquanto ele metia no cu, fazendo eu gozar de novo, o corpo tremendo, buceta esguichando squirt misturado com a porra dele da buceta, jatos quentes na água.
Então veio a parte mais suja e intensa que tu pediu: ele tirou o pau devagar do meu cu. Com um som molhado “plop”, o cu gapeou aberto como uma flor rosa, ar entrou, e eu peidei alto e longo:
- Prrrrrrrrrrrt!
Um peido úmido e forte, e um pouco de merda marrom escura saiu, escorrendo pela bunda e caindo na água da banheira, dissolvendo um pouco no meio da espuma. Eu fiquei mortificada, mas o tesão era maior que a vergonha:
- Ai meu Deus… tô peidando e cagando com teu pau saindo do cu! Que vergonha, tô suja pra caralho… mas rebolando gostoso.
Eu rebolei a bunda desesperada, rebolando as nádegas sujas, o cu piscando e contraindo, chamando o pau de volta, a merda ainda vazando um pouco.
- Rebola essa bundinha cagada pra mim, sua puta suja! – ele riu safado.
E meteu de volta forte, o pau empurrando a merda de volta pro intestino, fodendo através da sujeira quente, o cheiro de merda subindo com o vapor da água quente, misturado com cheiro de porra, buceta e cloro.
Ele tirou de novo. Eu peidei mais forte:
- Prrrt! Prrrrrt!
Mais merda saiu, eu rebolei loucamente, gemendo alto e desesperado:
- Aaaah! Peidando no teu pau, cagando enquanto rebolo! Me fode mais forte, empurra a merda de volta pro cu! Tô gozando rebolando suja!
Ele voltou a meter com força total, estocadas brutais, o pau agora sujo de merda, batendo sem piedade no fundo do meu cu. Eu gozando sem parar, chorando de tanto prazer e dor misturados:
- Chora, sua putinha cagona! Chora enquanto eu fodo teu cu cheio de merda!
As lágrimas rolavam pelo meu rosto, mas eu pedia mais:
- Mais! Mais forte! Tô gozando de novo pelo cu! Peidando e rebolando enquanto tu metes!
Ele repetiu o ciclo três vezes mais: tirar o pau devagar, eu peidando e cagando um pouco a cada vez, rebolando a bunda suja desesperada, gemendo incoerente, ele rindo e chamando de “puta cagona suja”, e voltando a meter forte, cada vez mais rápido, mais fundo, a água da banheira ficando turva com a merda dissolvida, porra e fluidos. Eu me perdia completamente, o corpo se acabando em orgasmos múltiplos, o cu apertando o pau, a buceta vazia contraindo e esguichando, os gemidos longos e desesperados enchendo a noite:
- Hnnng! Aaaah! Gozando pelo cu! Peidando e rebolando! Tô uma puta total! Me perdoa Kuba, eu sou viciada em receber pau no cu agora!
Finalmente ele não tirou mais. Meteu sem parar, fundo, rápido, selvagem, o pau latejando forte no meu cu apertado.
- Tô gozando no teu cu, Amélia! Enchendo teu cuzinho de porra quente! Toma tudo, sua puta cagona!
Ele gozou, jatos longos e grossos de porra jorrando direto no intestino, enchendo, tanto que o cu não aguentou – a porra vazando ao redor do pau esticado, escorrendo pela bunda. Eu explodi em orgasmo final, o corpo inteiro se contorcendo, chorando alto, gritando:
- Aaaaahhhh! Gozandooo! Tô expelindo tua porra do meu cu! Chorando de tanto gozar! Aaaah porraaaa! Kuba me perdoa, me perdoa amor, eu sou uma puta que goza expelindo porra do cu!
Eu empurrei com força, o cu contraindo, expelindo o sêmen dele misturado com minha merda e fluidos, um jorro sujo e branco saindo do cu gapeado, caindo na água, enquanto eu tremia incontrolavelmente, lágrimas de prazer rolando pelo rosto, gemidos virando soluços de êxtase.
Depois ele tirou o pau devagar. O cu ficou aberto, vazando porra grossa branca misturada com merda marrom, pingando na água. Eu desabei na banheira, exausta, o corpo mole, a buceta e cu latejando, cheia de culpa mas com uma satisfação que nunca tinha sentido na vida.
- Eu traí o Kuba… com a buceta cheia de porra e o cu cheio de porra e merda… mas foi o melhor sexo da minha vida…
Coloquei o biquíni de volta com mãos trêmulas, saí da hidromassagem, me despedi rápido, dirigi pra casa sentindo a porra e a merda vazando nas calcinhas, a sensação suja e gostosa entre as pernas o caminho inteiro.
Eu sempre fui a garota inocente e boa, nerd que só sabia de jogos e beijos suaves. Agora, depois dessa noite, eu não sei mais quem sou. Uma puta que goza com pau no cu, que peida e caga rebolando, que chora de prazer enquanto expulsa porra do cu. O Kuba volta amanhã, e eu vou ter que olhar pra ele nos olhos… mas toda vez que penso no Jakub, na pica dele, na porra jorrando, na merda saindo, minha buceta fica encharcada de novo, pronta pra trair de novo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Traindo na hidromassagem!

Codigo do conto:
261207

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/05/2026

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