Sou um Uber de sorte!

Era uma madrugada abafada de verão, tipo 2:45 da manhã, quando meu app do Uber apitou com uma corrida no bar alternativo do centro. Eu, 26 anos, alto pra caralho, branco, atlético, barriga tanquinho, cara de quem já fodeu umas boas, tava dirigindo há dois anos e já tinha pegado de tudo: bêbados, putas, casais traindo. Mas nada, porra nenhuma, me preparou pro que a Monique ia me dar naquela noite.
Cheguei no bar, luzes neon piscando, cheiro de cigarro e álcool no ar. E lá estava ela: Monique, bartender, uns 22 anos, 1,55m de pura safadeza alternativa, 45kg molhada, corte pixie loiro platinado que caía no rosto dela de um jeito fofo e sujo ao mesmo tempo. Saia jeans curtíssima, mal cobrindo a bunda redondinha e empinada, blusa xadrez aberta por cima de um top preto justo que marcava os peitinhos pequenos e firmes, mamilos já durinhos marcando o tecido. Tênis All Star preto, meia arrastão rasgada de propósito. Olhos grandes, delineado grosso, boca carnuda com gloss rosa.
- Oi, você é o Uber? - ela perguntou, voz rouca de quem passou a noite servindo drink e flertando.
- Sou eu. Monique, né? Entra aí, vamos te levar pra casa.
Ela subiu no banco da frente, saia subindo um pouco, mostrando coxas magrinhas e lisas. O cheiro dela invadiu o carro: perfume doce misturado com suor de bar, um leve cheiro de buceta já úmida, sei lá, instinto. Começou a falar sem parar enquanto eu dirigia pelas ruas quase vazias.
- Você dirige há quanto tempo? Gosta de música? Qual seu hobby? É solteiro? - ela disparava, corpo virado pra mim, joelhos quase encostando na minha coxa.
Eu respondia rindo, sentindo o olhar dela descendo pro meu volume na calça jeans. Meu pau já tava meio duro só de imaginar aquela bundinha pequena sentada no meu colo.
Chegamos perto da casa dela, rua residencial silenciosa, luzes amarelas fracas. Eu, sem saber por que, soltei:
- Ah, você parece dar muito trabalho...
Ela ficou quieta. Silêncio de uns 5 segundos que pareceram uma eternidade. Meu coração batia forte. Então ela virou o rosto, olhos brilhando de malícia, e disse devagar, quase sussurrando:
- Você quer arrumar um pouco de confusão?
Eu quase engasguei com a própria saliva. - Uhm... o quê?
Ela repetiu, voz mais grossa, mordendo o lábio inferior:
- Você quer arrumar um pouco de confusão?
Meu pau pulou na calça. - Uhm... o que você quer dizer com isso?
Ela ficou frustrada, voz mais alta, quase rosnando:
- Continue dirigindo, vire à direita. Agora. Um lugar escuro.
Eu obede ci, o sangue todo descendo pro pau. Virei à direita, depois à esquerda, ruas mais escuras, sem câmeras, sem gente. Paramos num beco fundo, duas ruas antes da casa dela, árvore grande tapando a luz. Carro desligado, só o barulho distante de cachorro latindo.
- Apaga as luzes - ela mandou.
Eu apaguei tudo. Escuridão total. Ela já tava escalando pro banco de trás, saia subindo até a cintura, calcinha preta fio-dental aparecendo. Eu segui, espaço apertado, bancos de couro preto, cheiro de novo carro misturando com o cheiro dela.
Ela se jogou contra a porta do passageiro, costas encostadas no vidro, pernas abertas de um jeito obsceno, saia embolada na cintura, calcinha já molhada escura no meio. Olhou pra mim com aqueles olhos de vadia que diziam "pode fazer o que quiser, estranho".
Não falamos mais uma palavra. Nos beijamos como animais. Bocas se chocando, línguas se fodendo, saliva escorrendo pelo queixo dela, mordidas fortes nos lábios. Eu desci pro pescoço fino dela, mordi forte, chupei deixando chupão roxo, ela gemeu alto:
- Ai caralho... morde mais forte, porra! Deixa marca pra ele ver depois!
Eu mordi mais, língua descendo pelo decote da blusa xadrez, tirei tudo, top preto pra cima. Peitinhos pequenos, perfeitos, mamilos rosados duros como pedras. Chupei um, mordi o outro, puxei com os dentes, ela arqueou as costas no banco apertado:
- Chupa meus peitos, seu filho da puta! Morde o grelhinho dos meus mamilos!
Desci mais, beijando barriga lisa e tatuada com uma flor pequena, cheirei forte a buceta por cima da calcinha preta encharcada. Cheiro forte de mulher excitada, doce e salgado. Puxei a calcinha pro lado com os dentes, revelando a bucetinha rosa mais linda que já vi: grelinho inchado, brilhando de porra, lábios pequenos e carnudos, entrada apertada pingando.
- Que bucetinha de puta... - eu rosnei, antes de enfiar a cara.
Minha língua girou em círculos no grelinho inchado, chupando forte, dando tapinhas rápidos com a ponta da língua, depois fodendo fundo na buceta com a língua grossa. Ela gritava desesperada, mãos puxando meu cabelo:
- Ahhh! Chupa essa buceta! Sua língua é foda pra caralho! Vai gozar na sua boca, porra!
Ela gozou na primeira vez em menos de um minuto, jatos quentes de porra doce e salgada jorrando na minha boca, eu engoli tudo como se fosse a última água do deserto, lambendo sem parar, incentivando:
- Goza mais, sua putinha! Enche minha boca de porra da sua buceta!
Ela gozou de novo, corpo pequeno tremendo, coxas apertando minha cabeça, buceta pulsando na minha língua, mais porra escorrendo pelo meu queixo. Eu continuei, dedos dois entrando fácil na buceta molhada, curvando pra achar o ponto, língua no grelinho sem parar. Ela gozou terceira vez, esguichando forte, pingando no banco de couro, gemendo alto o suficiente pra acordar o bairro:
- Porraaaa! Gozei três vezes na sua boca! Que delícia de língua, caralho!
Ela me empurrou com força, pequena mas determinada, ajoelhou no banco apertado (espaço era foda, joelho dela batendo no meu), abriu meu zíper com pressa, puxou minha pica grossa de 22cm, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de lubrificante natural, pesada, quente.
- Que pauzão do caralho! - ela exclamou, olhos arregalados. - Nunca vi uma pica tão grossa e longa!
Ela engoliu a cabeça, boca pequena esticando ao máximo, engasgando na hora, saliva grossa escorrendo pelo meu pau até as bolas. Ela chupou como louca, garganta profunda, engasgando, tossindo, lágrimas nos olhos, mas não parava:
- Engasga nessa pica grossa, vadia! - eu disse, segurando o cabelo pixie dela com força, empurrando mais fundo.
- Que pica deliciosa... vou engolir até as bolas! - ela gaguejou entre engasgos, saliva pingando no meu saco, mãos massageando minhas bolas pesadas.
Boquete molhado por uns bons 5 minutos, ela engasgando, ofegando, babando tudo, pau inteiro brilhando de saliva e pré-gozo. Ela tirou da boca, cuspindo na cabeça:
- Fode essa buceta agora, por favor! Rápido, caralho, tenho que ir! Meu namorado tá esperando!
Eu ainda não sabia do namorado. Só sabia que queria destruir aquela bucetinha.
Levantei a saia dela até a cintura, calcinha preta pro lado, segurei suas pernas magrinhas e pus nos meus ombros (espaço apertado do banco de trás, cabeça dela batendo no teto, mas foda-se). Posicionei a cabeça grossa da minha pica na entrada molhada e enfiei tudo de uma vez, bolas profundas, estalando contra a bunda dela.
- Porraaaa! - ela gritou, buceta apertando minha pica como um torno. - Tão fundo! Tão grosso! Destrói minha bucetinha!
Eu comecei a meter agressivo, sem piedade, segurando os quadris pequenos dela com as duas mãos, puxando ela pro meu pau a cada estocada. O carro balançava, bancos rangiam, o som molhado de pica batendo em buceta cheia de porra "plap-plap-plap-plap" ecoando alto. Porra dela espirrando pra todo lado, pingando no meu saco, no banco, cheiro de sexo forte tomando conta do carro.
- Toma essa pica toda, sua vadia suja! - eu rosnava, metendo o mais forte e rápido que podia, bolas batendo na bunda dela. - Sente a pica rasgando sua bucetinha apertada!
- Fode mais forte, caralho! Enfia até o fundo! Destrói essa buceta! - ela gemia desesperada, voz falhando, olhos revirando. - Goza dentro! Enche de porra quente!
Eu fodi ela por uns 12 minutos intensos, posição mudando um pouco: ela de lado, uma perna no meu ombro, eu metendo de lado, depois ela por cima (cowgirl apertada, cabeça batendo no teto), rebolando o quadril pequeno enquanto eu segurava a cintura e subia pra cima. Ela gozou mais duas vezes, buceta apertando e soltando, esguichando porra quente na minha barriga, gemendo alto:
- Ahhh! Gozei de novo na sua pica! Que delícia de pau grosso!
No final, eu não aguentei mais. Senti as bolas subindo, pau pulsando.
- Vou gozar, porra!
- Goza dentro! Enche minha buceta de leitinho! Quero sentir seu porra quente vazando quando eu chegar em casa pro meu namorado!
Eu explodi. Jatos grossos, quentes, espessos de porra branca jorrando fundo na buceta dela, enchendo até transbordar. Senti cada pulsada, cada jato enchendo ela, porra vazando ao redor do meu pau, escorrendo pela bunda dela pro banco de couro preto. A buceta dela tremeu, apertou, ordenhou meu pau como se quisesse sugar até a última gota. Foi o gozo mais intenso da minha vida, com uma estranha de 22 anos no banco de trás do meu Uber, às 3 da manhã.
Ainda duro pra caralho (26 anos, porra, recuperação rápida), eu não tirei o pau. Em vez disso, virei ela de quatro no banco apertado, cabeça baixa no assento do motorista, bunda empinada pra mim, saia na cintura, calcinha pro lado, buceta pingando porra grossa branca. O cuzinho dela, rosado, apertado, virgem, piscava acima da buceta destruída.
- Agora vou foder esse cuzinho apertado, sua putinha traidora - eu disse, voz rouca, usando os dedos pra espalhar a porra que escorria da buceta no cuzinho dela.
- Ai não... nunca fiz no cu... vai doer pra caralho! - ela protestou, mas rebolou a bunda um pouco, excitada demais.
Eu cuspi no cuzinho, usei a porra da buceta como lubrificante natural, empurrei a cabeça grossa devagar. O anel apertado resistiu, esticando devagar.
- Ai caralho! Tira! Dói pra porra! Seu pau é grosso demais pro meu cuzinho virgem! - ela gritou, voz aguda de dor, lágrimas escorrendo no rosto, corpo pequeno tenso.
Eu continuei, centímetro por centímetro, devagar no começo, sentindo o cu dela queimando, apertando minha pica como se quisesse me expelir. Quando a cabeça passou, o resto deslizou mais fácil, quente pra caralho, sujo, apertado. Metade da pica no cu dela, ela choramingando:
- Dói... mas... ahhh... tá começando a ficar gostoso... fode meu cu devagar...
Eu comecei a meter, devagar primeiro, depois mais forte. O cu dela soltava, aceitando mais, gemidos misturando dor e prazer:
- Fode meu cu! É gostoso agora! Me fode forte, seu safado!
Eu meti forte por uns 2 minutos, estocadas profundas, bolas batendo na buceta pingando porra, o som molhado e sujo de cu sendo fodido ecoando. Então, exatamente como você pediu, eu tirei o pau completamente.
Ela rebolou o cu desesperada, quadril girando em círculos, e saiu um peido alto, molhado: "Prrrt! Prrrt!", fedendo forte a merda quente e porra velha. Um pedacinho de bosta marrom macia escorreu do cuzinho aberto dela, pingando no banco, misturando com a porra branca que já escorria da buceta.
Enquanto peidava e cagava, ela rebolava mais forte, gemendo:
- Peidei caralho! Que vergonha... mas volta, enfia forte de novo! Fode esse cu sujo!
Eu meti de volta com tudo, "plap!", fodendo o cu agora sujo, merda manchando minha pica, cheiro forte tomando o carro. Ela gozou na hora, buceta esguichando porra, cu apertando meu pau.
Repeti isso mais 5 vezes, pra ficar bem longo e intenso como você quis.
Segunda vez: fodi forte 3 minutos, tirei. Ela rebolou, peidou mais alto "BRRRRT!", cagou um pedaço maior, marrom escuro escorrendo pela coxa magrinha, cu mais aberto, prolapsando um pouco. Ela rebolava, esfregando o grelinho inchado com a mão:
- Peidei de novo! Que nojo mas gostoso pra porra! Enfia! Dói mas eu quero!
Eu meti forte, ela gozou de novo, choramingando de prazer.
Terceira vez: fodi até ela gozar duas vezes seguidas, tirei. Peido molhado longo, mais bosta escorrendo, cheiro de merda e porra misturado forte, ela rebolando o cu sujo na minha cara quase:
- Caguei um pouco... olha que nojento... mas fode mais! Goza no meu cu!
Quarta vez: meti fundo, segurei a cintura pequena dela, fodi como animal, tirei. Ela peidou e cagou mais, bosta escorrendo no meu pau quando meti de volta, ela gritando:
- Peidei e caguei na sua pica! Que safada eu sou! Fode forte!
Quinta vez: ela já tava acabada, gemendo sem parar, cu aberto, prolapsado, bosta pingando, eu tirei, ela rebolou forte, peidou fedido, cagou mais um pouco, rebolando enquanto o peido saía, quadril girando:
- Peidei de novo... rebola enquanto peida... enfia forte, porra!
Eu meti com violência, ela gozou gritando, buceta jorrando.
Sexta vez: fodi o cu sujo por 4 minutos seguidos, ela gozando sem parar, depois tirei devagar. Ela rebolou desesperada, peidou alto e longo, cagou mais (agora um pouco mais mole, escorrendo pela bunda), cu bem aberto, e enquanto peidava ela rebolava o quadril, gemendo:
- Peidei e caguei pra você... que delícia de nojo... volta e fode meu cu!
Eu meti de volta forte, agora o cu dela aceitando fácil, sujo, quente, apertado ainda.
No final, eu não aguentei mais. Meti fundo até as bolas no cu dela, segurei a cintura com força, e gozei. Jatos longos, grossos, quentes de porra branca jorrando direto nas entranhas dela, enchendo o cu dela até transbordar. Eu gemi alto:
- Toma todo meu leitinho no cu, sua vadia!
Ela sentiu tudo, corpo pequeno convulsionando:
- Porraaaa! Tão quente! Gozei com seu pau no cu!
Ela chorou de verdade, lágrimas escorrendo forte, corpo tremendo, gritando alto o suficiente pra acordar a rua toda:
- Gozei pra caralho com sua pica no cu! Porraaaa! Expeli seu leitinho todo!
Quando eu tirei o pau pela última vez, ela explodiu. Um peido enorme, molhado, barulhento "BRRRRRRTTTTT!", seguido de uma avalanche de porra branca grossa misturada com merda marrom escorrendo do cuzinho aberto dela, pingando no banco, escorrendo pela coxa, cheiro forte de sexo e merda enchendo o carro. Ela rebolou, buceta esguichando porra limpa, corpo dando espasmos, chorando alto, gritando:
- Chorando na picaaaa! Gozei de novo! Expeli tudo! Que delícia de porra no cu!
O cuzinho dela ficou pulsando, aberto, expelindo o sêmen e a sujeira, ela desabou no banco, ofegante, chorando de tanto gozar, snot escorrendo do nariz, corpo pequeno tremeu por mais um minuto inteiro.
Nós dois suados, fedendo a porra, merda, suor, sexo. Janelas embaçadas, banco de couro preto manchado de branco e marrom. Eu limpei o pau na camisa dela, ela limpou o cu com a calcinha, que ficou encharcada de porra e merda.
Enquanto se vestia rápido, o celular dela tocou. Era o namorado. Ela atendeu, voz doce e inocente, como se nada tivesse acontecido:
- Não sei por que minha localização diz isso, deve ser um glitch. Estou literalmente aqui na rua, quase em casa, amor. Te amo, já chego.
Minha mandíbula caiu. Eu não fazia ideia que ela tinha namorado. Senti nojo, mas meu pau endureceu de novo vendo ela mentir descaradamente, com meu gozo pingando da buceta e do cu, gosto do meu pau fresco nos lábios dela. Ela ia entrar na casa dele, beijar ele, dizer que o ama, com meu leitinho vazando pelas pernas.
- Você já fez isso antes? - ela perguntou enquanto descíamos do carro, voz baixa.
- Nunca - respondi, ainda atordoado.
- Uau, tô surpresa. Todas as minhas amigas contam que fazem isso o tempo todo com Uber.
Trocamos números. Ela disse - Se apresse, ele tá esperando.
Eu a deixei na porta da casa do namorado, sem camiseta (tinha usado pra limpar), suando, cheirando a sexo. Pensei: "Uau, que vadiazinha suja e traidora. Indo pra casa do namorado, mentindo pra ele no telefone na minha frente, com meu gozo pingando dela e com o gosto do meu pau fresco nos lábios dela. Ela vai entrar lá e dizer que está tudo bem e o quanto ela o ama, e espero que ele não olhe pela janela pra me ver sem camisa do lado de fora da casa dele, suando depois de foder a garota dele, exatamente como ele suspeitava."
No dia seguinte ela mandou mensagem:
- Não posso fazer isso de novo. Não sei o que deu em mim ontem. Tô num relacionamento muito sério, tá indo muito bem, não quero estragar as coisas.
Eu fiquei com problemas de confiança com mulheres pra sempre. Ela parecia tão inocente no telefone com o namorado, voz de boa moça, e tão safada no carro, gemendo, peidando, cagando, gozando com pau no cu. Eu também cairia nessa, caralho.
Mas porra... foi a foda mais intensa, suja, errada e gostosa da minha vida. O segredo, o tabu, o risco, o cheiro de cu sujo misturado com porra no banco do meu carro... eu quero fazer de novo. E de novo. E de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sou um Uber de sorte!

Codigo do conto:
261013

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
02/05/2026

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