Era uma tarde quente pra caralho de verão em São Paulo. Eu, Robert, 19 anos, magrelo mas com uma pica grossa de 20 centímetros que já me dava orgulho desde os 16, tava lá no ginásio suado, ajudando minha irmãzinha Juliana, de 18 anos, a pegar as bolas de vôlei. Porra, que delícia de visão. Ela era a estrela do time, alta pra porra, 1,75m de pura atleta, pernas longas e torneadas de tanto treino, bunda empinada e durinha que balançava pra caralho toda vez que ela pulava pra fazer aquele ataque violento. O spandex preto colado no corpo marcava tudo: a buceta gordinha com aquele cameltoe gostoso, os lábios inchados apertados contra o tecido molhado de suor, os peitinhos firmes de 18 anos com os bicos durinhos marcando o top também preto. O cabelo castanho preso num rabo de cavalo suado, o rosto lindo com aqueles olhos castanhos que brilhavam de concentração e, porra, de tesão disfarçado quando ela olhava pra mim. Eu tava lá só pra ajudar, mas meu pau já tava duro desde o começo do treino. Toda vez que ela se abaixava pra pegar uma bola, a bunda subia e eu via o contorno da xoxota. - Mano, você tá me ajudando mesmo ou só olhando minha bunda? - ela me provocava rindo, suada pra caralho, o cheiro de suor de menina atleta subindo até mim. Eu ria e pegava as bolas, mas por dentro pensava: caralho, se um dia eu puder enfiar a cara nessa buceta suada... Quando o treino acabou, nossa mãe chegou de carro. Juliana se jogou no banco de trás, exausta, cheirando a suor e esforço. Eu sentei do lado, o pau ainda meio duro. Chegamos em casa, ela se jogou no chão da sala como sempre, de bruços, o spandex subindo na bunda e marcando a fenda da buceta. - Ai, Robert, minhas panturrilhas tão doendo pra porra. Pode massagear pra mim? Você sempre faz tão bem... - ela pediu com aquela vozinha manhosa que me deixava louco. Nossos pais chegaram logo depois. Meu pai, o de sempre, perguntou: - E aí, querem jantar fora hoje? - Minha mãe e a Juliana disseram que sim, queriam ir num restaurante japonês. Eu e meu pai ficamos em casa, normal. Assim que eles saíram, a casa ficou só nossa. Silêncio. Só o barulho do ar condicionado e o coração dela batendo forte. - Pode continuar a massagem, irmão? Por favor... - ela pediu, ainda de bruços no chão da sala, o rabo empinado. Comecei pelas costas, como sempre. Mãos subindo e descendo, sentindo os músculos firmes dela. Desci pras coxas grossas, perto o suficiente pra roçar a buceta por cima do spandex. Ela se mexeu, abriu as pernas um pouco. - Hmmm... - gemeu baixinho. Eu arrisquei, subi mais, e com dois dedos acariciei bem devagar a fenda quente e úmida por cima do tecido. Ela abriu mais as pernas, o quadril subindo devagar. - Continua... assim... - sussurrou. Meu pau ficou uma rocha. Cada vez que eu passava os dedos, eu apertava mais, massageando os lábios inchados dela por cima do spandex. O tecido tava encharcado. Eu sentia o calor, o cheiro de buceta suada misturado com o suor do treino. - Porra, mana, você tá molhada pra caralho... - murmurei. Ela não respondeu, só abriu as pernas ainda mais, o rabo balançando. Eu não aguentei. Deslizei a mão por dentro do spandex, dois dedos grossos abrindo os lábios da buceta quente e melada dela. - Ai, caralho! - ela gemeu alto quando eu enfiei os dedos fundo, sentindo o interior apertado, virgem, pulsando ao redor dos meus dedos. O grelinho inchado roçando na minha palma enquanto eu dedava ela com força. - Isso, irmão... mete mais... fode minha buceta com os dedos... - ela pediu desesperada, rebolando o quadril contra minha mão. Eu dedava rápido, o som molhado de "ploc ploc ploc" enchendo a sala. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo no chão, o corpo tremendo, a buceta apertando meus dedos, jorrando um pouco de mel quente na minha mão. - Aaaaahhh! Robert, tô gozando... porra, que delícia! - Quer continuar no meu quarto? - perguntei rouco, o pau latejando. - Quero... leva eu, irmão. Quero sentir tua pica hoje... - ela respondeu, ofegante. Fomos pro meu quarto trancando a porta. Assim que entramos, nos beijamos como animais. Língua dela na minha, mãos dela descendo pro meu pau por cima da bermuda. Eu tirei o top dela, os peitinhos brancos com bicos rosados durinhos. Lambi um, depois o outro, chupando forte enquanto ela gemia. - Chupa meus peitos, irmão safado... - Depois eu desci, tirei o spandex dela devagar. A buceta apareceu: peludinha natural, lábios grossos e inchados, o grelinho rosa brilhando de tanto mel. O cheiro forte de suor de treino misturado com excitação me deixou louco. Eu enfiei a cara ali sem pena. - Porra, que buceta gostosa e suada... - lambei tudo, língua larga subindo e descendo, chupando o grelinho com força, enfiei a língua dentro da xoxota quente e apertada, lambendo o suor salgado dela. Ela agarrou minha cabeça: - Ai, caralho, lambe mais, irmão! Chupa meu grelinho, fode minha buceta com a língua! - Eu lambi vorazmente, nariz enterrado no pelo molhado, cheirando fundo aquele cheiro de menina suada. Ela gozou na minha cara, jorrando mel quente na minha boca. - Aaaaahhh! Gozando na tua cara, porra! Eu tirei a roupa. Meu pau saltou duro, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou com olhos arregalados. - Que pica grossa, irmão... nunca vi uma assim... - Ela se ajoelhou e chupou. Boca quente descendo até o fundo, engolindo quase tudo, babando pra caralho. - Isso, mana, engole a pica do irmão... - eu gemia. Depois eu a deitei na cama, abri as pernas dela e posicionei a cabeça da rola na entrada da buceta virgem. Empurrei devagar. - Ai, dói... mas não para... - ela gritou quando a cabeça entrou, rasgando o himen. Um pouco de sangue, mas eu continuei, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. A buceta dela apertava minha pica como um punho quente e molhado. - Porra, que buceta apertada... tô rasgando tua xoxota virgem, mana! - Comecei a meter devagar, depois mais forte. O som de pele batendo em pele, "plap plap plap", os gemidos dela ficando desesperados. - Fode mais forte, irmão! Mete essa pica grossa na minha buceta! - Eu metia fundo, batendo no fundo do útero, ela rebolava, as tetas balançando. Troquei de posição: ela de quatro, eu metendo por trás, segurando o rabo dela, dedando o cu enquanto fodia a buceta. - Ai, ai, ai, caralho! Tô gozando de novo! - ela gritou, o corpo convulsionando, a buceta jorrando mel quente ao redor da minha pica. Eu não parei, meti mais rápido, suor pingando do meu corpo no dela. Ela gozou três vezes seguidas antes de eu explodir. - Tô gozando, mana! Enchendo tua buceta de porra quente! - Eu jorrei litros, a pica pulsando, enchendo ela até transbordar, a porra branca escorrendo pela coxa dela misturada com o sangue da virgindade perdida. - Aaaaahhh! Sinto tua porra quente enchendo tudo... porra, que delícia! Ficamos ofegantes, suados. Meu pau ainda duro dentro dela. Eu tirei devagar, a porra escorrendo da buceta aberta. - Agora... quero teu cu, mana. Quero foder esse rabo apertado também. - ela mordeu o lábio, olhos brilhando de tesão e medo. - Tô com medo... mas quero. Quero sentir tua pica rasgando meu cu virgem também, irmão. Mas vai devagar... dói pra caralho... Eu pus ela de quatro de novo, a buceta ainda latejando e pingando porra. Cuspi na cabeça da pica e na entrada do cu dela, apertadinho, rosado, virgem. Posicionei e empurrei devagar. A cabeça entrou com dificuldade. - AIII CARALHO! DÓI PRA PORRA! - ela gritou, o corpo tenso, lágrimas nos olhos. O cu dela apertava minha pica como uma morsa quente e seca. Eu segurei firme nas coxas, empurrei mais um centímetro. - Relaxa, mana... respira... tua bunda vai engolir toda a pica do irmão... - Ela respirou fundo, o cu se abrindo devagar. Quando enfiei metade, ela já tava gemendo misturado de dor e prazer. - Ai... ai... tá rasgando... mas... continua... quero mais... - Eu comecei a meter devagar, entrando e saindo só um pouco, lubrificando com cuspe e a porra que escorria da buceta dela. O cu foi abrindo, ficando mais molhado. Ela começou a rebolar devagar, o rabo empinando pra trás. - Isso... assim... mete mais fundo... fode meu cu, irmão safado! - Eu acelerei. O som molhado agora era diferente, mais apertado, "ploc ploc" do cu sugando minha pica. Ela esfregava o grelinho com uma mão, a buceta pingando porra enquanto eu fodia o cu. - Aaaaahhh! Tô gostando... porra, que delícia de dor... mete mais forte! - Eu meti com tudo. Pica grossa indo até o fundo do cu dela, batendo nas paredes apertadas. Ela gritava alto: - AHHH! AHHH! FODE MEU CU, ROBERT! RASGA TUDO! - O corpo dela tremia, as pernas fraquejando. Ela gozou forte só do cu, a buceta jorrando mel quente na cama, o cu apertando minha pica em espasmos. - Gozando... tô gozando com a pica no cu... caralho! - Eu tirei o pau devagar. Quando a cabeça saiu, ela peidou alto: **PRRRRT!** Um peido longo e molhado saiu, e junto um pouco de merda marrom clara escorreu do cu aberto, sujando a cabeça da minha pica. O cheiro forte de sexo, porra e merda subiu. Ela rebolou o rabo desesperada, o cu piscando, peidando de novo **PRRT PRRT!**, mais merda saindo, escorrendo pela bunda. - Ai que vergonha... mas... continua... eu gosto... - ela gemia, rebolando o cu sujo pra mim, o rabo balançando, peidando enquanto rebolava. Eu ri safado e meti de volta com força: **PLAP!** A pica grossa rasgou o cu de novo, empurrando a merda de volta pra dentro enquanto ela gritava de prazer e dor. - AAAAHHHH! METE FORTE, IRMÃO! FODE ESSE CU SUJO! Eu tirei de novo. **PRRRRT!** Mais peido, mais merda saindo, ela rebolando forte, o rabo rebolando em círculos enquanto peidava, o cu abrindo e fechando, merda escorrendo. - Peida mais, mana safada! - eu incentivei, batendo na bunda dela. Ela rebolou ainda mais, peidando alto de novo, o som molhado e nojento misturado com os gemidos. Eu meti forte de volta, fodendo o cu com tudo, o pau entrando e saindo rápido, a merda lubrificando agora, o cheiro forte enchendo o quarto. Ela gozou de novo, gritando desesperada, lágrimas rolando: - AHHH! TÔ GOZANDO DE NOVO NO CU! DÓI MAS É TÃO BOM! NÃO PARA! Eu repeti o movimento várias vezes: metia forte até ela gozar, tirava devagar, ela peidava alto **PRRRRT!**, cagava um pouco mais, rebolava o cu sujo enquanto peidava, o rabo balançando, merda escorrendo, e eu voltava a meter com força, empurrando tudo de volta, fodendo sem piedade. Cada vez ela gemia mais alto, mais desesperada: - Aaaaahhh! Peidando no pau do meu irmão... que delícia... fode mais... rasga meu cu! - O cu dela tava vermelho, inchado, latejando, mas ela pedia mais. Eu metia fundo, segurava o quadril, batia forte, o som de "plap plap" molhado agora com o barulho de peido e merda sendo empurrada. Ela gozou mais três vezes só do cu, o corpo se acabando, chorando de prazer, a buceta jorrando sem parar. Finalmente eu não aguentei mais. Meti fundo uma última vez, a pica pulsando no fundo do cu apertado dela. - Tô gozando, mana! Enchendo teu cu de porra quente! - Eu explodi, jorrando litros de porra grossa e quente direto no intestino dela. O cu apertou forte ao redor da minha pica, sugando tudo. Ela gritou desesperada, chorando alto, lágrimas escorrendo pelo rosto: - AAAAAHHHHH! MEU DEUS, TÔ GOZANDO PRA CARALHO COM O PAU NO CU! Sinto tua porra quente enchendo tudo! - O corpo dela convulsionou inteiro, ela gozou violentamente, a buceta jorrando mel, o cu apertando e expelindo a porra grossa branca misturada com merda marrom, peidando forte enquanto gozava: **PRRRRT!** A porra e a merda saíram jorrando do cu aberto dela, escorrendo pela bunda e coxas, o cheiro forte de sexo, porra e merda enchendo o quarto. Ela chorava e gritava ao mesmo tempo: - AHHH! CHORANDO DE PRAZER! TÃO BOM! EXPULSANDO TUA PORRA DO CU... PORRA, QUE DELÍCIA! - O corpo dela tremia incontrolável, o cu piscando, expelindo mais porra grossa com peidos molhados, ela rebolando fraca enquanto gozava, lágrimas misturadas com suor. Eu tirei o pau devagar, a porra e merda escorrendo. Ela caiu de bruços na cama, ofegante, chorando de prazer, o cu aberto e latejando, ainda peidando fraquinho, expelindo o resto do meu gozo. - Porra, Robert... nunca gozei assim... meu cu tá destruído... mas que delícia... - ela sussurrou rouca, virando a cabeça pra me beijar, o gosto de lágrimas e suor na boca dela. Ficamos ali suados, cheirando a sexo, porra, suor de treino e merda, o quarto fedendo a putaria. Eu abracei ela por trás, a mão na buceta ainda pingando, os dedos entrando fácil na xoxota molhada. - Isso foi só o começo, mana... - murmurei no ouvido dela. Ela rebolou o rabo contra meu pau semi-duro. - Quero mais... sempre... teu pau no meu cu e na minha buceta... pra sempre, irmão... E foi assim que perdemos a virgindade juntos, naquela tarde quente. Desde então, toda vez que ela volta suada do treino, eu lamo aquela buceta e aquele cu suados, cheiro as calcinhas dela escondido, e fodo ela até ela chorar de gozar. A melhor transa da minha vida, sem dúvida. E o cu dela... porra, viciado pra sempre.
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