Não botei fé em um boato e acabei sendo destruída!
Meu nome é Larissa, tenho 19 anos e naquela noite aprendi que boato de república às vezes é verdade pura. Na república tinha um cara chamado Renato, mas todo mundo chamava de Cavalo e não era um apelido à toa. Diziam que ele tinha uma pica monstruosa, daquelas que fazem as meninas mancarem no dia seguinte. Eu achava que era exagero de macho se gabando, ainda mais porque ele era meio nerd, daqueles que ficam quietos no canto com óculos e camisa de banda. Mas minha irmandade fez aquele “casamento” fake com a fraternidade dele e a bebida rolou solta. Eu não estava caindo de bêbada, mas tinha bebido o suficiente pra ficar solta, ousada, com a bucetinha latejando só de imaginar. Flertamos pesado no meio da festa. Eu roçava o corpo nele, ria baixo no ouvido dele, mordia o lábio olhando pra boca dele. Ele correspondeu na hora. Me puxou pra um canto mais escuro e começou a me beijar com fome. A língua dele invadiu minha boca enquanto a mão descia pro meu pescoço, apertando de leve. Depois desceu beijando, chupando a pele sensível, me fazendo arrepiar toda. Uma das minhas irmãs viu e me arrastou de lá rapidinho, rindo e me chamando de safada. Mais tarde eu tirei um cochilo na casa da irmandade. Acordei mais sóbria, com o celular tocando. Número desconhecido. Atendi e era ele. - E aí, Larissa... tá acordada? - Como caralho você conseguiu meu número? Ele só riu, aquela risada rouca que já me molhou de novo. - Não se preocupa com isso. Tá livre agora? Vem pra cá. Quero te ver. Era uma da manhã. Eu sabia exatamente o que ele queria. E eu queria também. Falei que dava um minuto. Minhas irmãs me ajudaram a arrumar o cabelo bagunçado, passar um batom e me deixar com cara de quem não tinha dormido feito morta. Coloquei uma saia curta, um top justo que marcava os peitos e a calcinha mais fina e rendada que eu tinha. Quase transparente. Cheguei na república. Ainda tinha gente bebendo na sala, mas ninguém prestou muita atenção. O Cavalo me encontrou na porta, me olhou de cima a baixo como se quisesse me comer ali mesmo e me levou pro quarto dele. Trancou a porta. O barulho da festa ficou abafado. Sentei na beira da cama dele. Ele veio, agarrou minhas pernas e puxou elas pra borda, abrindo minhas coxas. Sorriu daquele jeito safado. - Por que você me chamou aqui a essa hora? – perguntei, me fazendo de inocente. - Chuta – ele respondeu, rindo baixo. Eu puxei ele pela camisa e o beijei. Ele subiu em cima de mim, o peso do corpo me pressionando no colchão. O beijo ficou bruto, molhado, línguas se enrolando. Ele levantou minha saia e esfregou a mão grande por cima da calcinha fina. Sentiu o quanto eu já estava ensopada. - Porra... tá toda molhada já, sua putinha – murmurou contra minha boca. - Tira logo – eu pedi, quase gemendo. Ele puxou a calcinha pro lado, depois tirou de vez e jogou longe. Os dedos grossos dele abriram meus lábios, encontraram o grelinho inchado e começaram a esfregar em círculos lentos. Depois desceu e enfiou um dedo na buceta, depois dois. Entravam e saíam devagar, fazendo um barulho molhado obsceno. Ele me beijava enquanto me dedava, mas eu mal conseguia retribuir. Os gemidos escapavam sem controle. - Aaaahh... caralho... assim... Ele ria baixinho, provocador. - Olha como essa bucetinha tá apertando meus dedos. Tá louca pra gozar, né? Tá piscando toda... Eu estava quase lá, o corpo tremendo, quando o safado tirou os dedos. Lambeu eles devagar, olhando nos meus olhos. - Deliciosa. Ele se levantou e abriu a calça. Quando abaixou junto com a cueca, eu juro que meu queixo caiu. Aquela pica era absurda. Longa, uns 22 centímetros fácil, mas o que assustava mesmo era a grossura. Veias saltadas pulsando, a cabeça inchada brilhando. Parecia uma arma. - Isso não vai caber nunca – falei, meio assustada, meio excitada pra caralho. - Vai sim. Você tá molhada pra porra. Relaxa que eu vou devagar no começo. Ele se posicionou, esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta, espalhando meus sucos. Empurrou. A pressão foi insana. Senti minha bucetinha se abrindo ao máximo, queimando, esticando como nunca. - Aiiiii... porra... devagar... tá muito grosso... Ele gemeu rouco. - Caralho, Larissa... tá apertadíssima. Parece que nunca comeram essa buceta direito. Só a cabeça entrou e eu já estava ofegante. Ele parou um pouco, esfregando meu grelinho com o polegar pra me relaxar. Depois foi empurrando devagar, centímetro por centímetro. Quando finalmente enterrou tudo, eu senti ele batendo no fundo do meu útero. Estava completamente cheia, a barriga até inchada levemente. Ele começou com movimentos lentos, saindo quase todo e voltando fundo. O prazer foi substituindo a dor. Meu corpo se acostumou e começou a pedir mais. - Agora sim... tá pronta? – ele perguntou, com a voz grossa. Eu balancei a cabeça, confiante demais. Ele segurou minhas coxas e começou a socar. Forte. Sem dó. A pica entrava e saía com velocidade, batendo fundo a cada estocada. O barulho molhado da buceta ecoava no quarto junto com meus gemidos desesperados. - Aaaahhh! Porra! Cavalo... assim... tá muito fundo... aaaiii! Ele agarrou meu pescoço com uma mão, apertando o suficiente pra me fazer ver estrelinhas de prazer. Com a outra puxou meu top pra cima e apertou meus peitos, beliscando os bicos duros. Os dedos voltaram pro grelinho, esfregando rápido enquanto ele me fodia sem piedade. Eu sentia o orgasmo se aproximando como uma onda gigante. - Mais devagar... eu vou gozar... por favor... - Ainda não, vadia. Se você gozar agora eu paro. Ele empurrou minhas pernas pro meu peito, dobrando meu corpo, e meteu ainda mais fundo. Eu me contorcia, gritava, as lágrimas escorrendo pelo canto dos olhos de tanto prazer. Depois ele me virou de quatro, puxou meus quadris pra beira da cama e voltou a meter com tudo. A posição fazia ele parecer ainda maior. Cada tapa na minha bunda ecoava. - Plá! Plá! - Olha essa buceta gulosa... tá encharcando meu pau todo. Tá fazendo tanta diferença assim, né? Nunca te foderam com uma rola de verdade. Eu só conseguia gemer. Estava babando no lençol. - Vou gozar... deixa eu gozar dessa vez... por favor... - Pode gozar, putinha. Goza no meu pau. O orgasmo me rasgou. Eu espirrei forte, o jato quente saindo ao redor da pica dele enquanto ele continuava socando sem parar. Meu corpo inteiro tremia, as pernas fraquejando. Ele gemeu mais alto, acelerou ainda mais, depois tirou a pica e gozou nas minhas costas, jatos grossos e quentes pintando minha pele. Eu desabei na cama, ofegante, destruída. Ele saiu do quarto, voltou com papel e limpou minhas costas com cuidado. Tirou o cabelo do meu rosto. - Tá viva aí? Eu só consegui balançar a cabeça. - Boa garota – ele disse, me puxando pro peito dele. Mas eu não ia ficar pra dormir. Esperei ele pegar no sono, mandei mensagem pras irmãs e elas vieram me buscar com o carrinho de golfe. Saí mancando, sem encontrar minha calcinha. No dia seguinte ele me mandou foto dela pendurada na mesa dele. - Acho que esqueceu isso. Vem buscar mais tarde. Eu recusei. Estava dolorida demais. Mas a história não acabou ali. Algumas horas depois, o tesão voltou mais forte que a dor. Eu mandei mensagem pra ele: “Tô indo buscar minha calcinha. Mas quero mais.” Ele abriu a porta sorrindo. Me puxou pro quarto de novo. Dessa vez não teve preliminar longa. Ele me jogou na cama de bruços, levantou minha saia e cuspiu direto no meu cu. - Hoje eu vou comer esse cuzinho apertado também. Eu tremi. Nunca tinha feito anal com alguém tão grande. - Vai devagar... por favor... sua pica é enorme. Ele riu e pressionou a cabeça melada contra o meu anelzinho. Empurrou. A dor foi imediata e intensa. Meu cu queimava, esticando ao limite pra tentar engolir aquela grossura toda. - Aaaaiii! Caralho! Tá doendo muito... sai... devagar... - Relaxa o cu, Larissa. Respira. Ele vai entrar. Ele cuspiu mais, esfregou a rola na entrada e forçou. A cabeça pop entrou. Eu gritei no travesseiro, lágrimas escorrendo. A dor era lancinante, mas misturada com um prazer doentio, proibido. Ele parou, me deixando acostumar, enquanto a mão dele descia e esfregava meu grelinho inchado. Aos poucos ele foi empurrando mais. Centímetro por centímetro doloroso. Quando finalmente enterrou tudo, eu me sentia rasgada, cheia demais, o cu pulsando ao redor da pica grossa. Ele começou a meter devagar. Saiu um pouco e voltou. Cada movimento fazia eu gemer alto, um misto de dor e prazer que me deixava louca. - Aaaahh... tá doendo... mas não para... fode meu cu... Ele acelerou. O pau entrava e saía do meu cuzinho com força crescente. A dor foi virando prazer puro. Eu rebolava contra ele, pedindo mais. De repente ele tirou a pica quase toda. Meu cu, dilatado e sensível, soltou um peido alto e molhado enquanto eu rebolava desesperada. - Prrrrrt! Ele riu rouco e meteu forte de novo. - Olha essa putinha peidando no meu pau. Rebola mais. Toda vez que ele tirava, eu rebolava como uma vadia no cio e meu cu peidava, soltando ar e fazendo barulho obsceno. E ele voltava com tudo, socando fundo. - Prrrrt! Aaaahhh! Mais forte... me fode o cu! Eu estava me acabando. O orgasmo anal vinha crescendo diferente, mais profundo, quase insuportável. Ele metia sem parar, o saco batendo na minha buceta molhada. Finalmente ele rosnou: - Vou gozar dentro desse cu... Ele enterrou tudo e explodiu. Jatos quentes de porra grossa enchendo meu intestino. No mesmo instante eu gritei, chorei de prazer, o corpo convulsionando num orgasmo violento. Meu cu apertava a pica dele enquanto eu gozava, expelindo parte do sêmen dele junto com meus peidos molhados e meus sucos. O líquido escorria pela minha buceta, sujando tudo. - Aaaaiiiiii! Porraaa! Tô gozando... tô gozando caralho, tô gozando pelo cuuuu! Eu chorava, tremia, o prazer tão intenso que quase doía. Ele ficou lá dentro até esvaziar tudo, depois tirou devagar. Meu cu ficou aberto, piscando, vazando porra branca misturada com meus peidos. Caímos os dois na cama, suados, destruídos. Eu nunca mais duvidei dos boatos sobre o Cavalo.
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