Eu tenho 42 anos e tô divorciada há dois anos. Meu filho, o Caio, tem 23. Ele voltou pra casa no outono passado, depois que a namorada largou ele. No começo era só rotina de mãe e filho: a gente dividia o jantar, ele andava pela casa de shorts de basquete, eu de regata e calcinha porque o ar-condicionado ficava quebrado a maior parte do tempo e o calor era uma puta. Eu via aquele corpo de homem adulto que ele tinha virado e fingia que não notava. Até a noite em que tudo mudou. Ele chegou tarde, um pouco bêbado, e me achou no sofá assistindo qualquer merda. Sentou do meu lado, apoiou a cabeça no meu ombro como fazia quando era menino, e eu senti a pica dele endurecendo contra a minha perna. Eu não me mexi. Ficamos assim um tempão, o silêncio pesado, o cheiro de cerveja misturado com o suor dele. Eu me incline e passei a mão por cima do short. Ele só me olhou, os olhos escuros, a boca entreaberta. Não disse nada. Eu apertei o volume grosso e quente e ele soltou um gemido baixo, quase um rosnado. A gente acabou na minha cama. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, puxei o short pra baixo e a pica saltou pra fora, grossa, veia latejando, a cabeça já brilhando de porra. Eu lambi devagar, como costumava fazer com o pai dele, mas melhor, porque dessa vez eu queria de verdade. Chupei a cabeça, passei a língua em volta, desci até o saco e suguei as bolas uma de cada vez enquanto ele gemia “ai, mãe… porra, mãe…” com a voz embargada. Eu enfiei a pica inteira na garganta, engasguei de propósito, saliva escorrendo pelo queixo, e ele enfiou a mão no meu cabelo e me prendeu ali, fodendo minha boca com força. Eu gemia ao redor da pica dele, o som molhado e nojento enchendo o quarto. Quando ele tava quase gozando eu subi em cima, abri a buceta já encharcada e enfiei tudo de uma vez. A pica dele abriu caminho fundo, batendo no fundo do meu útero, e eu gritei. Montei nele como uma puta, quicando forte, a buceta engolindo e soltando aquela pica grossa com um barulho de água. Ele me segurou pela cintura e meteu pra cima, cada estocada me fazendo gemer desesperada. “Mais fundo, filho, mete essa pica na mamãe… arromba essa buceta…” eu falava sem vergonha nenhuma. Ele gozou dentro de mim na primeira vez, jatos quentes enchendo minha buceta, e eu continuei sentando até a porra escorrer pelas minhas coxas. Não me importei. Quis sentir ele escorrendo de dentro de mim. Desde aquela noite a gente fode quase todas as noites. Às vezes ele me acorda entrando na minha buceta enquanto eu ainda tô meio dormindo. Eu acordo com a pica já dentro, molhada, ele me fudendo de lado, uma mão no meu peito apertando o mamilo, a outra no meu grelinho esfregando rápido. Eu gemo baixinho, ainda sonolenta, e empurro a bunda pra trás pra ele ir mais fundo. “Bom dia, mãe… sua buceta tá quente pra caralho…” ele sussurra no meu ouvido e eu respondo com um gemido longo, quase um choro. Outras vezes eu vou pro quarto dele de madrugada, tiro a calcinha e me sento em cima da pica dura dele. Ele acorda comigo já cavalgando, a buceta esmagando o pau dele, e me puxa pra baixo, metendo com força. Eu coloco as mãos no peito dele e quico sem parar, a bunda batendo nas coxas dele, o barulho molhado da minha buceta se espalhando. “Porra, mãe, sua buceta tá engolindo minha pica… caralho…” ele geme e eu ri, safada, apertando os músculos pra milhar ele por dentro. Quando ele tá perto de gozar eu desço, chupo a pica suja de porra e buceta, limpo tudo com a língua e enfio de novo. Uma noite ele me pediu o cu. Eu nunca tinha dado pro pai dele, mas pro Caio eu dei. Me ajoelhei na cama, abri as nádegas e ele cuspiu no meu cu, enfiou um dedo, depois dois, abrindo o caminho. Quando a cabeça da pica dele empurrou eu gritei, o ardor misturado com prazer. Ele meteu devagar no começo, depois foi acelerando, a pica grossa esticando meu cu até o fundo. Eu gemia alto, a cara afundada no travesseiro, uma mão no grelinho se masturbando sem parar. “Isso, filho… arromba o cu da mamãe… mete mais forte… porraaa…” Eu gozei com o cu aberto na pica dele, o corpo inteiro tremendo, e ele gozou dentro, enchendo meu cu de porra quente. Depois ele tirou e eu fiquei de quatro, a porra escorrendo do meu cu enquanto ele filmava com o celular. Eu olhei pra trás e abri o cu com os dedos pra ele ver tudo saindo. A gente fode em qualquer lugar. No sofá da sala enquanto assisto TV, ele ajoelha na minha frente, puxa a calcinha pro lado e come minha buceta até eu gozar na cara dele. No banheiro, com a água quente caindo, ele me prende contra a parede e mete por trás, a pica batendo fundo, a buceta fazendo barulho de água. Na cozinha, de manhã, eu preparo o café e ele me levanta na bancada, abre as pernas e fode rápido, a gente gemendo baixinho pra ninguém ouvir se algum vizinho passar. Uma vez eu chupei ele debaixo da mesa enquanto a gente jantava, a pica na minha garganta, eu engasgando e ele segurando meu cabelo com força. Quando ele gozou eu engoli tudo e continuei chupando até ele amolecer. Eu fico viciada no gosto da porra dele, no cheiro da pica suada, no jeito que a buceta dele lateja depois de gozar. Ele me chama de mamãe enquanto me fode e isso me deixa ainda mais molhada. “Sua buceta é minha, mãe… só minha…” ele diz e eu concordo, gemendo, pedindo mais. Às vezes ele me amarra na cama, me deixa de pernas abertas e me fode horas, gozando dentro, tirando, me fazendo chupar, enfiando de novo. Eu choro de prazer, o corpo todo suado, a buceta inchada e vermelha, o cu arrombado, e ainda assim peço mais. Ninguém sabe. Minhas amigas acham que eu tô só solitária, namorando de novo. Eu deixo elas pensarem. A verdade é que eu tô fodendo meu próprio filho quase todas as noites e é melhor do que qualquer coisa que eu tive em anos. A pica dele me preenche de um jeito que nenhuma outra preencheu. O jeito que ele geme “mãe” enquanto goza dentro de mim me faz gozar junto, sempre. Eu acordo de manhã com a buceta ainda cheia de porra, o corpo dolorido de tanto foder, e já fico molhada de novo só de lembrar. Ontem à noite ele chegou do trabalho, me achou na cozinha de regata e calcinha e me carregou pro quarto. Me jogou na cama, tirou a calcinha com os dentes e enterrou a cara na minha buceta. Chupou o grelinho, meteu a língua dentro, me lambeu o cu, me deixou escorrendo. Depois subiu e meteu tudo de uma vez. Eu gritei, as unhas nas costas dele, as pernas enroladas na cintura. Ele me fodeu sem piedade, a pica entrando e saindo molhada, o barulho de pele batendo. “Mais forte, filho… arromba essa buceta… enche a mamãe de porra…” eu pedia e ele obedecia, metendo fundo até eu gozar gritando, a buceta contraindo em volta da pica dele. Ele gozou logo depois, jatos quentes me enchendo, e ficou dentro, pulsando, enquanto eu tremia embaixo dele. Depois a gente ficou deitado, a porra escorrendo de mim, ele ainda meio duro. Eu passei a mão na pica e ele ficou duro de novo. Eu subi e sentei de costas, a bunda na cara dele, e enfiei a pica no meu cu de uma vez. Ele gemeu alto e me segurou pela cintura, me ajudando a quicar. Eu cavalguei o cu na pica dele até gozar de novo, o corpo todo mole, e ele gozou dentro do meu cu pela segunda vez. Quando eu desci a porra escorreu pelos meus peitos e eu limpei com o dedo e chupei, olhando pra ele. Ele me puxou pra um beijo sujo, a língua na minha boca, o gosto da porra dos dois misturado. É assim todas as noites. Eu não consigo parar. Não quero parar. A pica do meu filho me viciou. A buceta dele me possui. O cu dele me arrebenta. E eu, a mãe, me entrego toda, gemendo, pedindo, gozando, sem vergonha nenhuma. Porque depois do divórcio a única coisa que me faz sentir viva de verdade é a pica do Caio entrando em mim, fundo, quente, suja, minha.
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