O ano era 2006. Eu tinha acabado de fazer 18 anos e passado no vestibular de Veterinária. Meu pai, orgulhoso, quis me presentear e bancou a minha sonhada carteira de motorista. Fiz as aulas teóricas, e passei de primeira no teste e logo começaram as aulas práticas. Para mim, aquilo era meio tedioso. Já dirigia sem carteira, indo pro sítio da família todo final de semana, desde o começo da adolescência, então achava que seria só mais uma formalidade chata. Mas o tédio passou rapidinho no primeiro dia de aula prática, ao conhecer minha instrutora. Seu nome era Isabela, uma linda mulher ruiva, de olhos azuis penetrantes e sorriso luminoso. Tinha uns trinta e poucos anos, era muito gente boa e simpática, com aproximadamente 1,60m de altura, e uns peitões que chamavam a atenção, mesmo sem ela usar decote... No primeiro dia de aula, ela usava o uniforme da autoescola, uma camiseta normal, mas não era difícil notar o volume impressionante dos seus peitos naturais, redondos e empinados. A calça legging justa marcava bem as coxas grossas e a bunda redonda. Eu fiquei encantado logo de cara e cheio de tesão... Ela era extremamente atenta e paciente. Explicava tudo com calma, corrigia minha postura no volante e realmente se preocupava que eu aprendesse direito. Aquela simpatia toda, combinada com o corpo dela, me deixou quase apaixonado. Eu sempre fui atacante, e mesmo sendo um moleque de 18 anos...comecei a jogar indiretas desde as primeiras aulas. Elogios, olhares demorados, piadinhas com segundas intenções, ela dava risada, e me chamava de moleque mala...atrevido....mas, nunca me censurou.... Um dia, no final da aula, resolvi arriscar: — Isa, já vamos combinar o meu presente no dia que eu for aprovado na prova! Ela riu, corando levemente. — Ih, lá vem, você que tem que me dar presente, hahaha. Eu vou te dar só um parabéns e um abraço. — Eu quero um parabéns, um abraço e um selinho. — Vai sonhando ,sem chance, você é muito novinho pra mim… Acabou de fazer 18 anos, eu tenho trinta e cinco, nem pensar.. — Não tô te pedindo em namoro, só quero um selinho, pra realizar meu sonho. Fiquei falando disso todas as aulas, ela só ria e mandava eu ficar quieto...mas, na última aula, de tanto eu insistir ela disse — Então tá bom, se você passar de primeira, sem nenhuma falta eu te dou um selinho, só um selinho. Claro, que eu queria mais... No dia da prova prática eu estava mais nervoso pela promessa da instrutora do que pela prova em si. Passei com folga. Saí correndo do local e fui direto até ela. — Passei! — anunciei, sorrindo. Isabela abriu aquele sorriso luminoso, me abraçou forte. Senti os seios volumosos pressionando meu peito. — Parabéns! — disse ela. — Promessa é dívida… — respondi, olhando no fundo dos olhos azuis. Ela riu e disse — Claro… Vamos combinar, não vou te beijar aqui. No dia seguinte, mandei mensagem cobrando. Sugeri saírmos para um bar, mas ela disse que não saíria comigo, que era só um selinho. Falei que era só um selinho, mas a gente poderia tomar uma cerveja juntos, não arrancaria pedaço, ela disse que preferia não sair em público e sugeriu algo melhor...falou pra que eu fosse na casa dela, na sesta feira....ela iria fazer um macarrão, a gente jantava, tomava uma cerveja e eu ganhava meu selinho....Aquilo me animou, claro que vi a chance de não ficar só no selinho.... Cheguei para o jantar e já fiquei animado na chegada, ela usava uma camiseta velha, sem nada por baixo, os peitões bicudos balançavam e marcavam o tecido....abracei ela forte e senti aqueles peitões macios....dei uma bela secada...sei que ela percebeu, mas fingiu costume....O jantar foi bem legal, era morava em uma kitnet simples, ...comemos uma bela macarronada e ficamos tomando cerveja...conversamos bastante, falamos da vida....e ela ficou bem solta, e eu me encostando cada vez mais....em algum momento ela começou a contar do ex namorado, que tinha terminado há uns meses....o cara largou ela para ficar com outra, estavam noivos....foi falando do relacionamento tóxico do passado, onde chegou a sofrer agressões que sofreu e o medo que sentia de se entregar novamente desde então, o clima pesou um pouco, ela começou a chorar...mas eu, via ali a chance...abracei ela, fazendo carinho, me aproximei, segurei seu rosto e a beijei. O beijo começou suave, mas logo virou algo faminto, molhado e urgente. Isabela gemeu contra minha boca e sussurrou: — Era só um selinho, menino.... — Eu quero mais.... Ela levantou e me pegou pela mão, me levando pro quarto.... Lá, a coisa explodiu. Ela tirou o camiseta velha que usava e seus peitos saltaram livres, mamilos rosados duros de tesão, ela também tirou a bermudinha que usava...Joguei ela na cama, tratei de ficar pelado e ir por cima dela....fui beijando todo o seu corpo até chegar na buceta dela que estava muito molhada.....Isabela arqueou as costas e soltou um gemido rouco: — Porra… moleque safado, você é bom nisso… Você não faz ideia de como eu ficava molhada durante as aulas. Toda vez que você dava em cima de mim, eu saía do carro com a calcinha encharcada. Aquilo me deixou cheio de tesão e eu subi em cima dela, já socando o pau duma vez naquela buceta gostosa....comecei a meter com força.... Ela cravou as unhas nas minhas costas e continuou, a voz entrecortada de prazer: — Eu ficava louca de tesão por você… um moleque 18 anos me deixando assim, toda molhada e excitada. Me fode com força O som molhado e obsceno da buceta encharcada ecoava a cada estocada forte. Eu sentia ela escorrendo pelo meu pau, quente, apertada e escorregadia. Isabela rebolava por baixo, completamente safada e entregue: — Isso… me usa! Eu tava doida pra dar pra vc… Virei ela de quatro. A bunda redonda e branca empinada pra mim era perfeita. Meti novamente com tudo, dando tapas fortes que deixavam a pele vermelha. Isabela gritava de prazer, empinando mais, pedindo para eu não parar. — Tô gozando… continua metendo! — avisou, antes de tremer inteira, a boceta pulsando forte ao redor do meu pau. O orgasmo dela foi intenso. Eu continuei socando até o limite, gozando dentro dela, bem fundo, enchendo de porra... Caímos suados e ofegantes na cama. Isabela, ainda respirando pesado, passou os dedos no meu gozo, levou à boca e lambeu devagar, olhando nos meus olhos com um sorriso safado. — Promessa é divida, viu.... Ela olhou pro meu pau e percebeu ele ainda duro...não se fez de rogada e veio por cima...encaixando e cavalgando na minha rola como se não houvesse amanhã....os peitos balançando na minha cara eram maravilhosos....estava vivendo o meu sonho.... A partir daquela noite, começamos a nos, quase todo dia...eu ía pro kitnet dela e fodíamos por horas....Acabou que nos envolvemos de verdade....a minha família não aceitou...afinal ela tinha mais de 30 anos....entre os amigos dela, ela também foi julgada.....a gente resolveu então mentir, e dizer que não estavamos mais juntos, mas, nos encontrávamos em segredo....ficamos nesta por uns 3 anos..... Um dia, tudo acabou.... Fui até a autoescola levar um documento, que ela havia esquecido em casa, fui sem avisar e ouvi os gemidos vindos de uma sala do fundo. A porta estava entreaberta. Lá estava ela, de quatro sobre a mesa, sendo fodida pelo patrão — um coroa de uns 50 anos Fiquei paralisado por alguns segundos. Isabela virou o rosto, me viu e empalideceu. Não precisei dizer nada. Saí de lá sem olhar para trás, bloqueei ela de tudo e nunca mais nos encontramos... Ela nunca veio atrás...na lembrança, só os peitões da minha maravilhosa instrutora...
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