Anal acidental com meu ex!

O término tinha sido no começo do ano, mas a memória daquela tarinha suja dele ainda me perseguia nas noites solitárias. Eu tinha 25 anos, ele um pouco mais, e o nosso relacionamento era uma bagunça de ciúmes, brigas bobas e uma química sexual que, mesmo torta, me fazia molhar só de lembrar. O que mais me irritava, ou excitava, eu nunca soube ao certo, era o jeito dele de “errar” o buraco. Sempre a mesma história: a gente metendo de quatro, ele socando a pica gorda e grossa na minha buceta molhada, gemendo baixo, e de repente a porra da cabeça escorregava pra fora. Em vez de procurar a entrada certa, ele enfiava o pau exatamente no meu cu, apertava os dedos na minha cintura e tentava enfiar tudo de uma vez.
Nas primeiras vezes eu gritava:
- Buraco errado, caralho!
Ele dava aquela risadinha safada, puxava pra fora e voltava pra buceta. Mas eu comecei a testar. Três vezes. Três vezes eu fiquei calada só pra ver até onde ele ia. E ele foi longe.
Aquela última noite antes do término foi a pior… ou a melhor. A gente tinha brigado o dia inteiro. Chegou em casa puto, me puxou pro quarto sem falar nada, me virou de quatro na cama e puxou a calcinha de lado. A buceta já estava pingando só de ver ele com o pau duro, veias latejando, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez na minha xota.
- Porra, que buceta apertada… - rosnou, começando a meter fundo, batendo as bolas na minha bunda.
Eu gemia alto, o rosto enterrado no travesseiro, os dedos apertando o lençol. Ele ia rápido, o pau grosso abrindo minhas paredes, o barulho molhado da porra da buceta engolindo cada centímetro. De repente o pau escorregou pra fora no meio de uma estocada forte. Eu senti a cabeça quente e úmida deslizar entre minhas nádegas, parar bem em cima do meu cuzinho. Em vez de gritar, eu mordia o lábio e ficava quieta, o coração batendo desesperado.
Ele alinhou. Empurrou. A cabeça gorda encontrou resistência, mas ele insistiu, gemendo baixo, as mãos segurando firme minha bunda aberta. A cabeça entrou. Eu soltei um gemido longo, quase um grito abafado, o cu queimando, se abrindo devagar pra engolir a pica dele. Ele não parou. Empurrou mais, centímetro por centímetro, até a porra do pau inteiro sumir dentro do meu cu.
- Ahhh… caralho… - eu gemia, a voz falhando, as pernas tremendo. O ardor misturado com um prazer sujo que subia pela espinha. Ele começou a meter. Lento no começo, sentindo o cu apertando a pica como um anel quente e pegajoso. Depois mais rápido. O pau entrava e saía, o barulho molhado e obsceno, a bunda se batendo contra a virilha dele.
- Que cu gostoso, porra… - ele rosnava, sem nem fingir mais. - Apertadinho pra caralho… engole tudo…
Eu gemia desesperada, o rosto vermelho, a saliva escorrendo pelo canto da boca. Cada estocada fundo me fazia ver estrelas. O pau dele batia fundo, o grosso abrindo minhas paredes internas, o cu queimando e ao mesmo tempo pedindo mais. Minha buceta escorria, o grelinho inchado e latejando, sem ninguém tocar. Eu enfiava a mão entre as pernas e esfregava o clitóris com força, gemendo alto, quase chorando de tesão.
- Mais fundo… enfia tudo… - eu pedia, a voz quebrada. - Mete no meu cu, porra… soca esse pau grosso…
Ele riu, um som baixo e safado, e acelerou. As estocadas ficaram violentas, a cama rangendo, a bunda vermelha de tanto tapa. Ele abria minhas nádegas com as mãos, olhava o pau sumindo no meu cuzinho e cuspia em cima, lubrificando ainda mais. O cu fazia barulho, aquele ploc-ploc molhado de quem está sendo arrombado gostoso. Eu gemia sem parar, sons altos, desesperados, o orgasmo subindo rápido.
- Vou gozar… vou gozar no seu cu… - ele avisou, a voz rouca.
Eu esfregava o grelinho mais rápido, a buceta contraindo no vazio, o cu apertando a pica dele como se quisesse sugar até a última gota. Quando o orgasmo veio, eu gritei, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em volta do pau dele. Ele meteu fundo, gemeu alto e gozou. Senti jatos quentes e grossos enchendo meu cu, o esperma escorrendo pelas laterais do pau enquanto ele continuava metendo, espalhando a porra pra dentro e pra fora. Ele não parou até a última gota sair. Depois puxou o pau, olhou o cuzinho aberto e pingando leite branco, e não disse uma palavra. Só se levantou, foi pro banheiro e voltou como se nada tivesse acontecido.
Naquela noite eu fiquei deitada, a bunda ardia, o cu latejava, a porra escorrendo lenta pela coxa. E eu sabia. Ele nunca tinha errado o buraco. Ele sempre quis arrombar meu cu “sem querer”. E eu, idiota, tinha dado exatamente o que ele queria.
Meses depois, sozinha na cama, eu ainda metia dois dedos no cu lembrando da pica grossa dele me abrindo, dos gemidos baixos, do leite quente escorrendo. E gemendo sozinha, com a mão no grelinho, eu admitia baixinho:
- Porra… como eu queria que ele errasse de novo…

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Comentários


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probert Comentou em 28/07/2026

que conto cada detalhe e demais parabens




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Anal acidental com meu ex!

Codigo do conto:
268506

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
3

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