Meu filho batia punheta me vendo transar... até que um dia não resistir e chamei pra participar!
A porta estava entreaberta de propósito. Eu tinha deixado assim. Deitada de costas na cama, as pernas abertas, o marido entre elas metendo com força, eu gemia mais alto do que o necessário. Cada estocada fazia a cama ranger e eu soltava um gemido bem grosso, bem puta. — Aahh porra… mete mais fundo… arromba essa buceta… assim, assim… Meu marido segurava minhas coxas e empurrava a pica grossa até o fundo. Eu estava encharcada. O mel escorria pela bunda e molhava o lençol. Eu olhava de canto pro vão da porta e via a sombra. Ele estava lá. Meu filho. A mão dentro do short, mexendo devagar. Eu apertei a buceta de propósito, apertei forte no pau do meu marido e soltei um gemido quase gritado. — Que pica gostosa… enche essa buceta da sua putinha… mete com força… O marido não percebeu nada. Continuava fodendo. Eu, porém, estava molhada demais. O grelinho latejava. Eu sabia que o menino estava do outro lado se tocando, escutando a mãe gemer como uma puta. Isso me deixava ainda mais safada. Naquela noite a porta se abriu de uma vez. Ele ficou parado, a mão ainda dentro do short, o pau marcado na bermuda. Olhos arregalados. Eu não parei. Continuei gemendo, continuei abrindo as pernas, continuei mostrando a buceta molhada sendo arrombada. — Entra — eu falei baixo, olhando direto pra ele. — Fecha a porta e fica aí. Ele engoliu em seco. Fechou a porta devagar. O marido parou um segundo, olhou pra trás e viu o filho. — Que porra… — Cala a boca e continua me fodendo — eu mandei. — Ele vai só assistir. Por enquanto. O marido hesitou, mas a pica dele ainda estava dura dentro de mim. Eu apertei de novo e ele voltou a meter. Eu abri as pernas o máximo que consegui, puxei os lábios da buceta com os dedos e mostrei o grelinho inchado pro menino. — Olha bem… olha como a buceta da sua mãe engole essa pica… tá vendo como tá molhada? Ele tirou o pau pra fora. Grosso, veiudo, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Começou a bater uma ali mesmo, encostado na parede, olhando pra buceta sendo fudida. Eu gemia mais alto de propósito. — Isso… se masturba olhando… bate uma pra mamãe… eu quero ver essa pica latejando… O marido metia mais forte agora, meio bravo, meio excitado. Cada estocada fazia minha buceta fazer barulho molhado. Eu olhava pro filho o tempo todo. — Vem mais perto — eu disse. — Quero ver de perto. Ele se aproximou. Ficou do lado da cama, a mão subindo e descendo no pau. Eu estendi a mão e toquei. A pele quente, o pau latejando na minha palma. Passei o dedo na cabeça e levei o pré-gozo à boca. — Que gosto gostoso… agora se aproxima mais. Quero chupar enquanto ele me fode. Ele subiu na cama. Eu virei a cabeça e abri a boca. Ele enfiou a pica. Eu chupei com vontade, gemendo em volta do pau enquanto o marido continuava arrombando a buceta. O menino gemia baixo, a mão no meu cabelo. — Porra mãe… sua boca… — Chupa mais fundo — eu pensei, mas só gemi. A saliva escorria pelo queixo. Eu chupava e ao mesmo tempo empurrava a buceta pro pau do marido. Estava sendo usada pelos dois. Uma pica na boca, outra na buceta. O cheiro de sexo dominava o quarto. O marido tirou o pau, se ajoelhou atrás de mim e me virou de quatro. Eu continuei chupando o filho. O marido cuspiu no meu cu e esfregou a cabeça da pica ali. — Vai tomar no cu também, puta? — Mete — eu respondi com a boca cheia de pau. — Arromba o cu da mamãe enquanto o menino goza na minha garganta. Ele empurrou. O cu abriu devagar, doeu gostoso, e a pica entrou toda. Eu gritei no pau do filho. Ele segurou minha cabeça e começou a meter na boca com mais força. Os dois me fodendo ao mesmo tempo. Eu estava babada, o cu esticado, a buceta vazia e latejando. — Aahh porra… que cu apertado… aperta aí… Eu gemia desesperada. O filho metia fundo na garganta, as bolas batendo no meu queixo. Eu engasgava e ainda assim pedia mais com o olhar. O marido batia no cu com força, a mão batendo na minha bunda. — Olha pra ele — o marido mandou. — Olha pro seu filho enquanto toma no cu. Eu olhei. Os olhos dele estavam vidrados. A mão no meu cabelo apertava. Eu senti a pica dele latejar e ele gozou. Jatos quentes na minha garganta. Eu engoli tudo, chupando até a última gota enquanto o marido continuava arrombando meu cu. Quando o filho tirou o pau da minha boca, eu gemi alto. — Agora mete na buceta… quero os dois… O marido saiu do meu cu. O filho se deitou debaixo de mim. Eu sentei na pica dele de uma vez, engolindo até o fundo. A buceta abriu e engoliu tudo. Eu gemi alto, o grelinho roçando na base do pau dele. O marido se posicionou atrás e enfiou de novo no cu. Eu estava completamente preenchida. Duas picas. Uma na buceta, outra no cu. Eles metiam no mesmo ritmo. Eu gemia sem parar, a voz rouca, desesperada. — Aaaaaahhh porra… tão me arrombando… as duas picas… aahh caralho… mete… mete mais fundo… eu sou a puta de vocês… O filho segurava minhas tetas, beliscava os bicos, e empurrava pra cima. O marido segurava meus quadris e metia no cu com força. Eu gozei primeiro. A buceta apertou o pau do menino, o cu apertou o do marido, e eu esguichei um pouco, molhando os dois. O corpo inteiro tremeu. Eu continuei gemendo enquanto gozava. O filho gozou dentro da buceta logo depois. Quente, jatos fundo. O marido tirou do cu, se levantou e gozou na minha cara e nas tetas. Porra escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pelos peitos. Eu desabei no peito do filho, ofegante, a buceta e o cu ainda latejando e vazando. O marido se sentou na beira da cama, ainda respirando pesado. Eu olhei pro menino e passei a língua nos lábios. — Da próxima vez você entra e não fica só na porta esperando eu chamar. Você entra e mete. Entendeu? Ele ainda estava sem ar, o pau mole e molhado de porra e mel. — Entendi… Eu sorri, ainda com porra no rosto, a buceta aberta e escorrendo, o cu arrombado e latejando. A porta ficaria destrancada de novo. E eu já estava molhada só de pensar na próxima noite.
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Eu tenho relações com minha mãe a alguns anos. Tudo escondido, pois ainda tenho pai em casa. Se alguém quiser trocar ideia sobre, ou quiser alguma dica para conseguir, pode chamar no app de mensagem Zangui. Meu número lá é 6865550615