Meu tio me aliciou enquanto meu marido não estava, acabei não resistindo!
Faz pouco mais de dois meses que meu tio mora com a gente. No começo eu achei que ia ser tranquilo. Ele tinha se separado, tava sem lugar pra ficar, e meu marido topou na hora. Eu também. A casa é grande, tem quarto sobrando. Ninguém imaginava que as coisas iam descambar desse jeito. No primeiro mês ele ainda se comportava. Saía do quarto de bermuda, calça, camisa. Mas aí começou a relaxar. Um dia eu tava na cozinha fazendo café e ele apareceu de cueca preta, o pau semirrígido marcado no tecido. Eu finjo que não vi. Continuei mexendo o açúcar. Ele pegou um copo d’água, passou perto de mim, e eu senti o cheiro dele: suor leve, sabonete, e aquela ponta de tesão que homem solteiro carrega quando fica tempo demais sem foder. Depois disso virou rotina. Ele saía do banho de toalha e deixava a toalha abrir demais. Ou ficava só de cueca na sala quando meu marido tava no trabalho. Eu fingia indiferência. Mas meu corpo não mentia. A buceta começava a latejar só de ver o volume. O pau dele não é pequeno. Grosso, comprido, a cabeça larga que sempre deixava uma mancha de pré-porra no tecido. Um dia ele resolveu ir além. A cueca tinha um buraco na frente, bem no meio. Não sei se ele rasgou de propósito ou se já tava assim. O fato é que a cabeça da pica começou a aparecer. Primeiro só a glande rosada, brilhando de baba. Depois mais. Até que ele passou a andar pela casa com metade do pau pra fora, duro pra caralho, balançando a cada passo. Eu tava lavando a louça quando ele entrou na cozinha de novo. Cueca cinza, o pau quase inteiro pra fora, veias saltadas, a cabeça inchada e úmida. Meu marido tinha saído pra resolver umas coisas no escritório. A casa estava só nós dois. — Bom dia — ele disse, como se nada. Eu não respondi. Continuei esfregando o prato. Ele se aproximou, abriu a geladeira atrás de mim, e o pau dele esbarrou na minha bunda. De leve. Como se fosse acidente. Mas eu senti a quentura daquela carne dura atravessando a saia fina. A cabeça raspou bem no meio da minha bunda, bem em cima do cu. Eu travei. O prato quase caiu da minha mão. — Desculpa — ele murmurou, mas a voz tava baixa, rouca. — Não vi você aí. Mentira. Ele viu. E ficou. Não se afastou. O pau continuou pressionado contra mim, agora mais firme, deslizando de cima pra baixo, esfregando o tecido da saia contra a minha calcinha. Eu senti a umidade dele. Pré-porra molhando o tecido e chegando quase na minha pele. Minha buceta contraiu sozinha. O grelinho latejou. Eu apertei as coxas, tentando disfarçar. — Tio… — eu falei baixo, sem virar o rosto. — Hm? — O que você tá fazendo? Ele riu baixinho, um som sujo, e empurrou um pouco mais. A pica agora tava encaixada entre as minhas nádegas, a cabeça grosseira pressionando o meu cu por cima da roupa. — Nada. Só pegando água. Mas a mão dele apareceu na minha cintura. Os dedos apertaram. Ele se inclinou, o peito quente nas minhas costas, e sussurrou no meu ouvido: — Você tá molhada, né? Eu sinto o cheiro da sua buceta daqui. Eu gemí. Baixo. Desesperado. O prato escorregou e caiu na pia com um barulho. Ele não se importou. A mão desceu pela minha barriga, entrou por baixo da saia e encontrou a calcinha já encharcada. Os dedos escorregaram pelo forro, acharam o grelinho inchado e apertaram. — Porra… — ele rosnou. — Essa xota tá pingando. Eu não aguentei. Rebolei de leve contra a pica dele. Ele respondeu enfiando o polegar por cima da calcinha, pressionando meu cu enquanto os outros dedos abriam minha fenda e esfregavam o clitóris com força. — Meu marido… — eu conseguia falar entre gemidos. — Não tá aqui. E você tá me esfregando a bunda nessa pica como uma puta esfomeada. Ele puxou a calcinha pro lado. O ar frio bateu na minha buceta quente. Depois senti a cabeça da pica dele, nua, grossa, escorregando entre meus lábios. Ele não enfiou. Só deslizou de cima pra baixo, molhando o pau inteiro no meu gozo. A cada movimento a glande batia no meu grelinho e depois descia até a entrada do meu cu, pressionando, ameaçando entrar. Eu gemia sem parar agora. As mãos agarradas na beira da pia. As pernas tremendo. — Enfia… — eu pedi, a voz quebrada. — Por favor… Ele riu de novo, sujo. — Ainda não. Quero te deixar doida primeiro. Ele continuou esfregando. A pica deslizava, molhada, quente, grossa. De vez em quando ele parava na entrada da minha buceta e empurrava só a cabeça, só a glande, abrindo meus lábios e saindo de novo. Eu gritava baixinho, desesperada, a buceta se contraindo no vazio, pedindo pra ser arrombada. A mão livre dele subiu, apertou meu peito por cima da blusa, achou o mamilo duro e torceu. Eu quase gozei só com isso. — Olha pra mim — ele mandou. Eu virei o rosto. Ele me beijou de uma vez, língua grossa invadindo minha boca, enquanto a pica finalmente entrava. Fundo. Sem aviso. Uma estocada só, até o saco bater na minha bunda. Eu gritei dentro da boca dele. A buceta ardeu, esticou, engoliu aquela pica enorme de uma vez. Ele começou a meter. Forte. Rápido. O barulho molhado da minha xota sendo fodida ecoava na cozinha. Cada estocada fazia minha bunda tremer. Ele segurava minha cintura com as duas mãos e me puxava pra trás, enfiando até o fundo. — Essa buceta é apertada pra caralho… — ele gemia no meu ouvido. — Seu marido não te fode direito, né? Deixa essa xota faminta. Eu só conseguia gemer. Sons desesperados, altos demais. Ele colocou a mão na minha boca de novo. — Shhh. Vai gozar quietinha. Mas eu não conseguia ficar quieta. A pica dele batia no ponto certo toda vez. O grelinho raspava na pia a cada movimento. O orgasmo veio violento, a buceta apertando a pica dele em espasmos, gozando em jatos que escorriam pelas minhas coxas e pingavam no chão da cozinha. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, as pernas fraquinhas, o corpo inteiro mole. Depois tirou, me virou de frente, me sentou na beira da pia e enfiou de novo. Dessa vez olhando nos meus olhos. A pica entrava e saía, brilhante de porra minha. Ele chupou meu peito, mordeu o mamilo, e meteu mais fundo ainda. — Quero gozar dentro — ele disse. — Quero encher essa buceta. Eu balancei a cabeça, desesperada. — Goza… enche… por favor… Ele acelerou. As estocadas ficaram brutais. A pia balançava. Eu gemia alto, sem conseguir controlar mais. Quando ele gozou, foi fundo, jatos quentes e grossos batendo no meu útero, enchendo tudo. A porra vazou imediatamente, escorrendo pelo meu cu e pingando no chão junto com o meu gozo. Ele ficou dentro um tempo, ofegante, a pica ainda latejando. Depois saiu devagar. A buceta ficou aberta, escorrendo. Ele olhou, satisfeito, e passou o dedo, recolhendo um pouco da porra e levando à minha boca. — Chupa. Eu chupei. O gosto salgado, grosso, quente. Ele sorriu. — A partir de agora você vai ver essa pica todo dia. E vai fingir que não tá vendo. Até o dia que eu quiser te foder de novo. Ele arrumou a cueca, a cabeça ainda pra fora, brilhando de porra, e saiu da cozinha como se tivesse só ido beber água. Eu fiquei ali, sentada na pia, pernas abertas, a buceta latejando, a porra escorrendo. O coração batendo descontrolado. E pela primeira vez eu soube que não tinha volta. Meu tio tinha começado a me mostrar a pica. E eu já tava viciada em sentir ela dentro de mim. Desde aquele dia ele não esconde mais. Sai pela casa com o pau duro aparecendo. Só guarda quando meu marido chega. E eu finjo que não vejo. Mas toda vez que ele passa perto, a buceta molha. O grelinho lateja. E eu já sei que a próxima vez que estivermos sozinhos ele vai me pegar de novo. Vai me foder até eu não conseguir mais fingir. E eu vou gemer, desesperada, pedindo mais, porque essa sacanagem só tá começando. Aguardem a segunda parte.
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