Há dois meses, minha meia-irmã Larissa voltou da universidade para passar as férias em casa. Nós nos conhecíamos desde os dois anos de idade, quando nossos pais se casaram e formamos uma família. Ela era praticamente minha irmã: dividíamos segredos, roupas, o banheiro, tudo. Mas naquela noite quente de sábado, depois de uma noitada insana no clube, o álcool, o tesão reprimido por anos e a proximidade no táxi transformaram tudo em uma foda proibida, suja e deliciosa que eu nunca vou esquecer. Larissa estava incrível. Cabelos castanhos longos soltos, olhos verdes brilhando de bebida, corpo curvilíneo de deusa: peitos médios firmes com mamilos rosados que marcavam o vestido preto colado, bunda grande e redonda que balançava a cada passo, coxas grossas e macias que eu sempre olhava de canto quando ela saía do banho. Eu também estava sexy: saia jeans curta, blusa justa sem sutiã, calcinha fio dental preta já úmida só de ver ela dançar. Nós duas somos bissexuais e já tínhamos nos visto peladas várias vezes – chuveiro juntas quando pequenas, trocando de roupa, mas nunca tínhamos cruzado a linha. Até aquela noite. No clube a porra toda começou. Música alta, luzes estroboscópicas, cheiro de suor e bebida. Larissa me puxou para a pista lotada e colamos os corpos. Ela rebolava a bunda gostosa na minha frente, sentindo minha buceta quente contra sua bunda. Suas mãos grandes apertavam minha cintura, depois desciam e apertavam minha bunda com força. - Tô com tesão pra caralho hoje, mana, tua bunda é tão gostosa que eu queria lamber ela inteira aqui no meio da galera - ela sussurrou no meu ouvido, voz rouca, respiração quente cheirando a vodka e tesão. Eu gemi baixo e rebolamos juntas, nossas bucetas quase se tocando através das roupas. Ela girou, colou os peitos nos meus, beliscou meus mamilos duros por cima da blusa. - Que mamilos gostosos, mana, quero chupar até você gozar só de mama - Nós nos beijamos no meio da pista, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo queixo, mãos descendo. Minha mão subiu pela coxa dela, por baixo do vestido, e encontrei a calcinha fina de renda preta já encharcada. - Porra, você já tá pingando, Larissa - eu disse, esfregando o grelinho inchado por cima do pano molhado. - Cala a boca e continua esfregando minha xoxota, porra - ela gemeu, mordendo meu lábio inferior com força. Dançamos por horas, shots de tequila, corpo suado colado, ela me dedando disfarçadamente por baixo da saia enquanto a multidão apertava. Em um canto escuro ela levantou o vestido rapidinho, mostrou a calcinha encharcada e me fez cheirar os dedos molhados de mel dela. - Sente o cheiro da buceta da tua meia-irmã, mana safada? Tô louca pra te foder hoje - Saímos do clube cambaleando, rindo alto, mãos na bunda uma da outra. Na rua, enquanto esperávamos o táxi por uns dez minutos eternos, Larissa me abraçou por trás, mãos grandes apertando meus peitos, beliscando mamilos com força. - Tô molhada pra porra, mana, desde que te vi dançando. Quero enfiar os dedos na tua buceta e fazer você gozar gritando - ela sussurrou, mordendo meu pescoço, deixando marca. Sua mão desceu, subiu minha saia, puxou a calcinha para o lado e enf iou dois dedos grossos na minha xoxota quente e apertada bem ali na rua. - Ai porra, tua buceta tá engolindo meus dedos, mana - ela gemeu, bombeando devagar enquanto eu rebolava contra sua mão. Passaram pessoas, nós paramos rápido, mas o tesão estava no limite. O táxi finalmente apareceu, um sedan preto comum, motorista senhor de uns cinquenta anos que mal nos olhou. Entramos no banco de trás, Larissa colada em mim. A viagem duraria uns trinta minutos. Nos primeiros dez minutos tentamos conversar: universidade, a noite, risadas bêbadas. Mas ela se aproximou, o corpo quente, o cheiro de buceta molhada já subindo. O vestido dela subiu sozinho, mostrando as coxas grossas brilhando de suor. Ela se inclinou para o meu ouvido, respiração ofegante: - Estou tão molhada agora - seguida daquela risadinha safada e bêbada que me derreteu. Sua mão agarrou a minha com força e arrastou até a parte interna da coxa dela, bem abaixo da buceta, onde a pele era macia, quente e úmida. Eu senti o calor irradiando, o cheiro doce e almiscarado de xoxota excitada enchendo o carro. - Esfrega a buceta dela por cima da calcinha, mana, por favor, tô louca - ela pediu, voz rouca, olhos semicerrados. Eu obedeci sem hesitar. Meus dedos encontraram a calcinha fio dental preta, fina, com um laço pequeno na frente, completamente encharcada. A buceta dela pulsava quente por baixo, os lábios carnudos inchados, o grelinho latejando. Eu comecei a esfregar devagar, circulando o grelinho inchado com o dedo médio, sentindo ele pulsar, pressionando a entrada molhada. O pano ficou encharcado em segundos, meu dedo deslizando na fenda, mel escorrendo pela coxa dela e molhando meus dedos. - Isso, esfrega mais forte, porra, minha buceta tá pingando pra você, mana safada - ela gemeu baixo, mordendo o lábio inferior até ficar branco. - Sente como tá quente? Meu mel tá escorrendo, caralho, cheira a tesão, né? Eu esfreguei mais rápido, alternando pressão no grelinho e na entrada da buceta. Larissa abriu as pernas o máximo no banco apertado, o vestido subiu até a cintura, expondo tudo. Ela rebolava discretamente, quadril mexendo para cima e para baixo, ofegante, suor escorrendo entre os peitos. - Ai que delícia, não para, esfrega o cu também, vai, passa o dedo no meu cu por cima da calcinha - ela sussurrou desesperada. Eu obedeci, movendo os dedos para trás, sentindo o anel apertado do cu através do pano fino e molhado, esfregando em círculos. Ela arqueou as costas, gemeu mais alto: - Haaa, porra, isso, esfrega meu cu, tô com tesão no cu também, lubrifica ele com meu mel - O cheiro de buceta e cu excitados encheu o táxi inteiro. O motorista olhou pelo retrovisor uma vez, mas continuou dirigindo. Nós não ligávamos. Meu próprio coração batia forte, minha buceta latejando dentro da calcinha, pingando. Larissa percebeu e sua mão desceu para minha saia, subiu, encontrou minha calcinha molhada. - Tua xoxota também tá encharcada, mana, deixa eu esfregar enquanto você me fode - ela disse, voz trêmula. Agora estávamos nos masturbando mutuamente no banco de trás. Meus dedos esfregavam o grelinho dela e o cu por cima da calcinha, os dela faziam o mesmo comigo. Gemidos abafados, corpos suados colados, o banco de couro rangendo baixinho. - Porra, que safadeza, dedando a buceta da minha meia-irmã no táxi - eu pensei, o tesão explodindo. Faltando menos de dez minutos para casa, eu movi lentamente a calcinha dela para o lado. A buceta dela apareceu em toda glória: depilada, com um tufinho triangular de pelos castanhos acima, os lábios externos rosados e inchados como uma flor, os internos mais escuros e brilhando com mel transparente que escorria em fios grossos até o cu apertado e rosado. O grelinho era grande, vermelho, latejando visivelmente. - Olha que buceta gostosa, mana, toda molhada pra você - ela sussurrou, orgulhosa, abrindo mais as pernas. Enfiei dois dedos devagar na buceta quente e apertada. A sensação foi insana: quente como fogo, macia como veludo molhado, as paredes internas rugosas e apertadas apertando meus dedos com força, mel quente escorrendo entre eles, molhando minha mão inteira até o pulso. - Ai porra, que delícia, enfia fundo na minha buceta apertada, mana - ela gemeu, mordendo o lábio com tanta força que quase sangrou, olhos fechados, cara de puro êxtase. Eu bombeava devagar no início, in e out, sentindo cada centímetro da buceta dela massageando meus dedos, curvando-os para acertar o ponto G esponjoso dentro. Meu polegar pressionava e esfregava o grelinho inchado em círculos rápidos. O som era obsceno: squish squish squish molhado, ecoando no táxi silencioso. Larissa rebolava no banco, quadril subindo para foder meus dedos, mãos apertando meu braço com força. - Mais rápido, fode minha buceta, mana, enfia até o fundo, caralho, tô louca de tesão, tua mão tá toda molhada de mim - Ela suava, decote molhado, mamilos duros roçando no vestido. Seus dedos na minha buceta aceleraram, enf iando dois na minha xoxota também, polegar no meu grelho. Nós nos dedávamos mutuamente, gemidos abafados no ombro uma da outra. - Isso, fode minha buceta enquanto eu fodo a tua, porra, que delícia - ela gemia. Faltando menos de cinco minutos, eu enfiei o terceiro dedo na buceta dela. Ela abriu a boca em um grito mudo, corpo arqueando violentamente no banco, as pernas tremendo. - Caralho, três dedos na buceta, tá me esticando gostoso pra porra, mana, que bom, não para, fode mais rápido, tá me rasgando gostoso - A buceta dela engolia meus três dedos, apertando rítmicamente, mel jorrando para fora em fios, escorrendo pela minha mão, pelo pulso, molhando a saia dela e o banco de couro. O som ficou mais alto: fap fap fap molhado. Ela mordeu meu ombro com força, gemendo desesperada: - Hnnngg, haaa, porra, tô quase gozando, não para, fode a buceta da tua meia-irmã safada, eu imploro - Eu fiz edging: acelerei até ela estar quase gozando, corpo tremendo, buceta apertando forte, então diminuí o ritmo devagar. Ela implorou, voz chorosa de tesão: - Não para, porra, eu vou gozar, não me deixa na mão, fode mais, enfia fundo, caralho, tô louca, por favor, mana, me faz gozar - Eu repeti o edging três vezes, cada vez ela ficava mais desesperada, rebolando louca, unhas cravando na minha pele, gemendo baixinho mas com urgência: - Haaa, haaa, porra, não aguento mais, vai gozar, fode a xoxota, por favor - Na última vez, quando ela estava no limite, eu acelerei de verdade, três dedos indo e vindo rápido, polegar esfregando o grelinho sem parar. Ao mesmo tempo, ela pediu: - Enfia um dedo no meu cu também, lubrifica com o mel da buceta e mete, eu adoro cu, porra - Eu tirei o mindinho, molhei bem no mel grosso que escorria da buceta dela, pressionei contra o cu apertado e rosado. O anel muscular cedeu devagar, o dedo entrou, quente e apertado. Agora eu dedava a buceta com três dedos e o cu com um, tudo molhado, ela rebolando em dois furos. - Ai porra, dedo no cu e na buceta junto, que delícia, fode os dois buracos, mana safada - ela gemeu alto, mordendo o lábio. O corpo dela começou a tremer levemente, depois os tremores viraram espasmo. As pernas bateram no banco, o quadril subiu do banco, a buceta apertou meus três dedos como um punho quente e molhado, contrações rítmicas fortes uma após a outra. O cu apertou meu mindinho também. Então veio o primeiro jato de squirt, quente, grosso, jorrando da buceta dela e molhando minha mão inteira, o braço, o banco. Outro jato, mais forte, depois outro. - Tô gozando, caralho, gozando na tua mão, ahhh nnnghhh haaa fuck - ela gritou abafado no meu pescoço, corpo inteiro convulsionando. O orgasmo foi longo e desesperado. Ela gozou por quase um minuto inteiro: corpo sacudindo, pernas batendo, bunda apertando o banco, peitos subindo e descendo rápido, mamilos duros, veias no pescoço saltadas, rosto vermelho como pimentão, olhos revirados para trás, boca aberta com saliva escorrendo pelo queixo, língua para fora, gemendo sem parar: - Nnngg, porra, tô gozando gostoso pra caralho, buceta gozando na mão da mana, olha como tá jorrando, haaa, continua dedando, não para, tô gozando de novo, porra, cu apertando também, caralho que delícia, mana safada, te amo, porra - Mais squirt jorrando, o cheiro forte de buceta gozando explodindo no táxi, o som das contrações molhadas, o banco encharcado, mel escorrendo pela coxa dela em fios grossos. Eu continuei movendo os dedos durante todo o orgasmo, prolongando, fazendo ela gozar em ondas múltiplas, mais tremores, mais jatos. Enquanto ela gozava, seus dedos na minha buceta aceleraram e eu também gozei forte, minha xoxota apertando os dedos dela, mel jorrando na mão dela, eu mordendo o ombro dela para não gritar alto: - Tô gozando também, porra, buceta gozando junto com a tua - Nós gozamos juntas no táxi, dedos enfiados uma na outra, corpos colados, suadas, ofegantes, o carro inteiro cheirando a sexo puro, banco molhado, calcinha dela jogada no chão. Quando o orgasmo passou, ela relaxou, corpo mole, buceta ainda pulsando fracamente ao redor dos meus dedos, mel escorrendo. - Foi o melhor gozo da minha vida, porra, nunca gozei tanto, buceta toda sensível e latejando, olha o mel no banco, caralho - ela riu baixo, ofegante, puxando a calcinha de volta, mas ela estava encharcada, grudando na buceta molhada e inchada. Chegamos em casa logo depois. Pagamos o táxi em silêncio, o motorista não disse nada, talvez soubesse pelo cheiro. Entramos quietas, pais dormindo no andar de baixo. No quarto dela, a noite não acabou. Fechamos a porta, nos beijamos com fome animal, roupas voando pelo chão. Eu chup ei seus peitos faminta, chupando mamilos duros, mordendo, chupando forte, ela gemendo alto agora: - Chupa meus peitos, mana, porra, morde, faz eu gozar de mama - Depois ela me empurrou na cama, abriu minhas pernas largas, lambeu minha buceta como uma louca. A língua dela no grelinho inchado, chupando, sugando, lambendo devagar, depois enfiando fundo na xoxota, lambendo todo o mel, depois dedo no cu, lubrificado com saliva e meu mel, enf iando devagar no cu apertado enquanto chupava o grelho sem parar. - Ai porra, lambe minha buceta, enfia o dedo no cu, porra, que delícia - eu gemi, mãos na cabeça dela, rebolando na cara dela, gozando forte na boca dela, jatos de squirt na língua dela, ela engolindo tudo. - Delícia, teu mel é doce pra caralho, mana - ela disse, lambendo os lábios. Nós fizemos 69, bucetas na cara uma da outra, línguas e dedos em tudo: grelhos, bucetas, cus, gozando uma na boca da outra, gemidos altos, corpos tremendo: - Tô gozando na tua boca, porra, engole meu squirt, mana safada - Depois fizemos uma tesoura: posicionamos as bucetas uma contra a outra, grelhos batendo, mel misturando, rebolando forte, gozando juntas de novo, gemendo: - Isso, esfrega a buceta na minha, porra, goza comigo, mana - Fizemos de tudo aquela noite: dedando duplo, chupada profunda, lambida de cu, três dedos na buceta e um no cu, 69 invertido, tribbing de lado, gozando incontáveis vezes, corpos exaustos, suados, cobertos de mel seco, cheiro de sexo no quarto inteiro, até o sol nascer. Sabíamos que tínhamos cruzado a linha proibida – éramos meia-irmãs, praticamente irmãs desde os dois anos – mas era tão gostoso, tão intenso, tão sujo e delicioso que não importava. Queríamos mais. Desde aquela noite no táxi, nós repetimos várias vezes quando ela volta da universidade. Mas aquela primeira vez, com o risco de sermos pegas, os gemidos desesperados abafados, os dedos enfiados, o squirt jorrando no banco do táxi, foi o mais intenso. E eu nunca mais vou esquecer o gosto do mel dela, o aperto da buceta e do cu dela nos meus dedos, os gemidos dela no meu ouvido: - Tô gozando, porra, buceta gozando pra caralho na mão da mana - Fim.
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