Na Suiça com minha irmã!

O inverno passado na Suíça foi o mais safado da minha vida. Eu estudo fora há anos, não via a família inteira desde que minha irmã tinha 16. Dois anos depois, no aeroporto de Zurique, quase não reconheci a garota que desceu do avião com a mala de esqui. Ela tinha virado uma gostosa de 18 anos: cabelos castanhos longos caindo nas costas, pele clara de quem esquia todo ano, olhos verdes que brilhavam de malícia, peitos firmes de copo C que balançavam debaixo da jaqueta, cintura fina, bunda empinada e redonda que parecia feita pra ser agarrada, pernas longas e torneadas. Eu, com 22, fiquei duro só de olhar.
Ficamos no mesmo quarto no chalé de luxo: uma suíte enorme com cama king size, lareira crepitando, varanda com vista pra montanhas nevadas, banheira de hidromassagem e cheiro de pinho e madeira queimada. Nem passou pela minha cabeça que algo ia rolar entre nós. Éramos irmão e irmã, porra. Mas éramos os únicos da mesma idade no grupo familiar, então passamos o dia inteiro juntos esquiando nas pistas, caindo na neve, rindo, tomando chocolate quente. À noite resolvemos ir pra cidade sozinhos, os pais e tios cansados.
Fomos de táxi até os bares da vila. Entramos num pub quente, luzes baixas, música alta. Pedimos cervejas, depois shots de Jägermeister, depois mais cerveja. Ela gastou uma grana preta comigo, rindo, encostando o corpo no meu toda hora. - Me conta tudo sobre sua vida na faculdade, irmão. Você come muita mina? Fode gostoso? - ela perguntava direto, já com a cara vermelha de álcool, os olhos brilhando. Eu tentava desviar, mas ela insistia. - Fala a verdade, quantas bucetas você já arrombou por aí?
Voltamos pro chalé por volta da uma da manhã, bêbados pra caralho, tropeçando na neve. Entramos no quarto, ela foi direto pro banho. Saiu só de calcinha fio dental preta fininha que sumia entre as nádegas e regata branca fina sem sutiã, mamilos rosados marcando forte no tecido. Sentou na minha cama, pernas cruzadas, cheirando a sabonete e a suor de menina safada. - Agora me conta de verdade. Sua vida sexual. Eu quero saber cada detalhe. Você gosta de meter forte? De gozar dentro?
Eu ri nervoso, pau já latejando na calça de moletom. - Para, irmã, você tá bêbada pra caralho.
- Verdade ou desafio? - ela sorriu safada, mordendo o lábio inferior.
- Verdade.
- Quantas minas você já fodeu esse ano?
- Quatro. Agora desafio: tira a camisa.
Eu tirei devagar. Ela olhou meu peito definido, abdômen marcado, e lambeu os lábios. - Agora você me desafia, irmão.
- Mostra os peitos.
Sem hesitar, ela levantou a regata por cima da cabeça. Peitos perfeitos saltaram pra fora: redondos, firmes, mamilos rosados duros, aréolas pequenas. - Gosta do que vê? - ela apertou os dois com as mãos, beliscou os mamilos. - Tá duro pra você, olha.

Meu pau ficou duro pra porra na hora. - Caralho, irmã... você tá linda demais.
- Agora desafio você: tira o pau pra fora e se masturba na minha frente.
Eu obedeci. Abaixa o moletom e a cueca, minha pica de 20 centímetros grossa, veias saltadas, cabeça roxa latejando, pingando pré-gozo. Comecei a punhetar devagar, olhando pra ela. Ela abriu as pernas, calcinha já molhada no meio. - Que pica gostosa... grossa pra caralho. Deixa eu tocar.
Ela se ajoelhou na cama, pegou meu pau com a mão macia e quente, começou a subir e descer a mão devagar, polegar esfregando a cabeça. - Tá quente, irmão... lateja na minha mão. Quer que eu chupar?
Nós nos beijamos. Foi um beijo molhado, desesperado, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo queixo dela. Ela gemia dentro da minha boca - Mm m... seu beijo é viciante, porra. - Ficamos assim uns bons vinte minutos, ela punhetando meu pau sem parar, apertando as bolas de vez em quando. Meu pau babava na mão dela. - Tô molhada só de te tocar, olha - ela tirou a calcinha e mostrou a buceta depilada, grelinho inchado e brilhando de mel, lábios grossos e rosados, entrada apertada pingando.
- Sobe em mim - eu pedi rouco.
Ela subiu, ajoelhou em cima de mim, segurou minha pica grossa e esfregou a cabeça na entrada molhada da buceta. - Ai porra... tá entrando... sua pica é tão grossa, tá arrombando minha buceta apertada! - ela desceu devagar, gemendo alto, sentindo cada centímetro rasgando ela por dentro. Quando encaixou tudo, ela parou, ofegante, buceta apertando minha pica como um torno quente e molhado. - Tô cheia... caralho, irmão, sua rola tá batendo no fundo da minha xoxota!
Ela começou a rebolar devagar, subindo e descendo, peitos balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos, mordia, ela gemia mais alto - Chupa meu peito, porra... morde! - Eu metia de baixo pra cima, estocadas fortes, pele batendo na pele com som molhado. - Fode, irmão! Mete fundo nessa buceta! - ela gritava, rebolando mais rápido, grelinho roçando no meu púbis.
Nós fodemos por horas sem parar. Primeira rodada ela por cima, gozando duas vezes: corpo tremendo, buceta contraindo, mel escorrendo pela minha pica. - Tô gozando, caralho! Sua pica tá me fazendo gozar tanto! - ela gritava, olhos revirados. Depois eu coloquei ela de quatro, bunda empinada, e meti por trás, segurando os quadris, estocando fundo, saco batendo na buceta. - Que bunda gostosa, irmã... tá apertadinha pra caralho! - ela rebolava de volta, - Mete mais forte, fode essa buceta como se fosse a última vez! -
Mudamos pra de lado, eu por trás dela, uma perna dela levantada, metendo fundo enquanto dedava o grelinho dela. Ela gozava de novo, esguichando um pouco na minha mão - Ai ai ai, tô gozando de novo, porra! - Depois ela sentou de frente, beijando minha boca enquanto rebolava. - Nunca fiz sexo por tanto tempo... é como se a gente soubesse que nunca mais ia rolar, né irmão? - ela sussurrava entre gemidos.
Eu aguentei o máximo, mas quando ela apertou a buceta e disse - Goza dentro de mim, enche minha buceta de porra quente! - eu explodi. - Toma toda porra, irmã safada! - jorrei litros de leite quente fundo na buceta dela, pulsando, enchendo ela até transbordar. Porra branca escorrendo pela minha pica enquanto eu ainda metia devagar. Ela apertava, ordenhando cada gota - Sinto seu gozo quente enchendo tudo... porra, tô tão cheia!
Ficamos ofegantes, suados, colados. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. O fogo da lareira crepitava. Fora, neve caindo. Dentro, calor de duas pessoas que acabavam de cruzar a linha proibida.
Ela não parou. Depois de uns minutos, com meu pau ainda semi-duro dentro da buceta gozada, ela olhou nos meus olhos e disse - Agora quero no cu, irmão. Me fode o cuzinho apertado. Quero sentir sua pica grossa rasgando meu rabo.
Eu tirei o pau devagar, porra branca escorrendo da buceta dela em fios grossos. Meu pau brilhava de porra e mel. Ela se virou de quatro de novo, bunda empinada, cu marrom apertadinho piscando. Eu cuspi na entrada, esfreguei com o dedo, enfiei um dedo devagar. - Ai... dói um pouco, mas é bom - ela gemeu. Dois dedos, abrindo devagar, ela rebolando o rabo. - Mais um dedo... caralho, tá esticando meu cu!
Quando abri o suficiente, segurei minha pica grossa, encostei a cabeça roxa na entrada do cu. - Empurra devagar, por favor... - ela pediu, voz trêmula.
Eu empurrei. A cabeça entrou com um pop molhado. Ela gritou - Ai caralho, dói pra porra! Tá rasgando meu cuzão! Não para, irmão, mete tudo! - Lágrimas nos olhos, mas ela empurrou o rabo pra trás, querendo mais. Centímetro por centímetro, minha pica grossa desaparecendo no cu apertado e quente dela. Quando encaixou tudo, ela ficou parada, tremendo, gemendo desesperada - Tô cheia de pica no cu... caralho, tá latejando dentro de mim!
Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e voltando fundo. Estocadas longas e profundas. O cu dela apertava minha pica como nada que eu já senti, quente, macio por dentro, anel muscular apertando a base. Ela chorava de misto de dor e prazer - Chora não, mas grita sim, porra! - eu mandava, metendo mais forte. - Ai ai ai, dói... mas não tira! Fode meu cu, mete forte! - ela gemia alto, buceta pingando na cama, grelinho pulsando sem ser tocado.
Eu meti por uns dez minutos assim, ela gozando duas vezes só com pau no cu: corpo convulsionando, cu apertando minha pica em espasmos, mel jorrando da buceta vazia. - Tô gozando com pau no cu, porra! Nunca gozei assim! - ela gritava, lágrimas escorrendo.
Aí veio o que ela queria. Eu tirei o pau devagar, quase saindo tudo. O cu dela soltou um peido alto e molhado - Prrrrrt! - e um pouco de merda macia marrom saiu junto, manchando a cabeça do meu pau. Ela olhou pra trás, cara de vergonha e tesão ao mesmo tempo. - Ai que vergonha... tô peidando e cagando um pouco... mas não para, volta a meter!
Ela rebolou a bunda forte, balançando as nádegas brancas, peidando de novo - Pfft! Prrrt! - mais um pouco de merda saindo, escorrendo pela bunda. Enquanto peidava ela rebolava mais, gemendo - Tô peidando enquanto rebolo pra você, irmão safado! Meu cu tá soltando tudo... volta a meter forte!
Eu dei um tapa forte na bunda dela, marca vermelha aparecendo. - Que bunda suja e gostosa, porra! - e voltei a meter tudo de uma vez, fundo no cu agora mais molhado e sujo. O barulho ficou mais molhado, mais obsceno. Eu meti forte, saco batendo na buceta, estocadas rápidas e profundas. Ela gritava - Ai porra, tá fodendo meu cu sujo! Mete mais! -
Eu tirei de novo. Outro peido alto - Prrrrrrrrt! - mais merda saindo, agora um pouco mais líquida, escorrendo pela coxa dela. Ela rebolou desesperada, peidando enquanto rebolava, bunda balançando, - Tô se acabando, irmão! Peidando e rebolando com pau saindo do cu! Volta, mete forte de novo!
Voltei a meter, agora mais sujo, mais intenso. O cheiro de sexo, porra, merda e suor enchia o quarto. Eu meti sem parar, ela gozando de novo, esguichando da buceta enquanto o cu apertava. - Gozando de novo com pau no cu! Caralho! -
Tirei mais uma vez. Peido molhado longo - Prrrrrrrrrrrrt! - ela cagou um pouco mais, merda escorrendo pela bunda, pingando na cama. Ela rebolou forte, peidando, gemendo alto - Ai que delícia vergonhosa... tô peidando e cagando enquanto rebolo pra minha pica voltar! Mete, irmão!
Eu meti de novo, agora metendo como um animal, segurando os quadris dela, puxando o rabo pra trás a cada estocada. Ela chorava, gritava, gozava sem parar - Tô gozando o tempo todo! Buceta esguichando, cu apertando! Não para!
Finalmente eu não aguentei mais. - Tô gozando no seu cu, porra! - eu gritei, empurrando fundo, jorrando litros de porra quente direto no intestino dela. Ela sentiu o jato quente e explodiu: gritou alto, chorou lágrimas grossas, corpo inteiro convulsionando num orgasmo brutal. - Ai meu Deus, tô gozando, chorando, gritando com seu pau no cu! Porra! - ela apertou o cu forte, e expeliu tudo: porra branca grossa misturada com merda marrom jorrando pra fora ao redor da minha pica, escorrendo pela bunda, pingando na cama em fios sujos e quentes. Ela tremia, gritava, gozava mais, expelindo mais sêmen com cada contração. - Sai tudo! Seu leite tá saindo do meu cu junto com minha merda! Caralho, que gozo forte!
Eu continuei metendo devagar enquanto gozava, misturando tudo dentro dela. Ela caiu pra frente, exausta, chorando de prazer, cu ainda apertando minha pica, expelindo o resto da porra em jatos fracos. - Nunca gozei assim na vida... com pau no cu, peidando, cagando, expelindo seu gozo... porra, irmão, isso foi insano.
Nós ficamos deitados, suados, cheirando a sexo sujo e intenso. A lareira ainda queimava. Fora, neve. Dentro, duas pessoas que tinham fodido por horas, cruzado todas as linhas, e não se arrependiam nem um pouco. Eu abracei ela por trás, pau ainda dentro do cu gozado dela. - Isso nunca mais vai rolar, né? - ela sussurrou.
- Provavelmente não... mas foi a melhor foda da minha vida, irmãzinha.
Ela sorriu, cansada, e apertou o cu uma última vez, expelindo mais um fio de porra. - Eu também nunca vou esquecer. Sua pica no meu cu... peidando enquanto você metia... gozando e expelindo seu leite... porra, que delícia proibida.
A noite terminou assim: nós dois dormindo sujos, cheirando a porra, merda, suor e incesto. E até hoje, quatro meses depois, eu ainda acordo duro pensando nisso. Na buceta dela cheia de porra. No cu apertado rasgado pela minha pica. Nos peidos molhados, na merda saindo, no rebolar desesperado, nos gemidos, nos gritos, nas lágrimas de gozo quando eu enchi o rabo dela e ela expeliu tudo gozando.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na Suiça com minha irmã!

Codigo do conto:
260963

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/05/2026

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