Me acabando gostoso em uma máquina de foder!

Eu morava numa república maluca, sete pessoas dividindo dois chuveiros só, homens e mulheres misturados, sem frescura nenhuma. A gente se via pelado o tempo todo, corpo molhado, sabonete escorrendo, pau duro de manhã ou buceta inchada depois da academia. Minha colega de quarto, a Lúcia, era a mais safada de todas. Cabelo preto curto, corpo firme de quem malha, sorriso de quem sabe exatamente o que quer. A gente já tinha ficado meio íntima, trocando confidências na cozinha de madrugada, rindo de quem transava com quem na casa. Um dia ela me puxou pro canto e perguntou baixinho:
- Ei, Ana, você já experimentou a máquina de foder que os caras montaram no quarto deles?
Eu neguei na hora, rindo nervosa, mas sentindo um calor subir pela barriga. Claro que não, eu disse. Ela sorriu devagar, aqueles olhos castanhos brilhando.
- Quer experimentar? É foda pra caralho. Eu uso quando os meninos não estão. Te vi pelada no chuveiro outro dia, corpo bonito pra porra, buceta lisinha. Vai curtir.
A essa altura tanto fazia. A gente já tinha se visto nua mil vezes. Os quartos eram pequenos, camas encostadas na parede, bagunça de roupa no chão. Eu estava de moletom cinza e jeans justo. Tirei o jeans ali mesmo, devagar, sentindo o ar frio na pele das coxas. Deixei a calcinha fio dental preta, aquela tirinha fina que mal cobria minha buceta depilada. O tecido já estava úmido só de imaginar.
Lúcia pegou a máquina do canto. Era uma coisa pesada, estrutura de metal preto, motor forte, uma pica de silicone grossa, veias marcadas, cabeça larga, uns vinte e cinco centímetros de comprimento e grossa como meu pulso. Tinha regulagem de velocidade, inclinação, tudo. Ela colocou um lençol velho no chão, me mandou ficar de quatro, joelhos afastados, peito encostado na beira da cama. Bunda pra cima, calcinha ainda no lugar. Eu obedeci, coração batendo forte, buceta já latejando.
Ela puxou a calcinha pro lado com dois dedos, bem devagar, roçando meu grelinho inchado de propósito.
- Olha essa bucetinha gulosa já molhada. Segura firme na cama, Ana.
Passou lubrificante gelado na pica da máquina, depois na minha entrada. O frio me fez arrepiar. Ela encaixou a cabeça grossa bem na boca da minha buceta, empurrando devagar até sentir a resistência. Eu gemi baixo quando ela ligou no mínimo. O motor zumbiu baixo e a pica começou a entrar e sair, devagar, fundo, abrindo minha buceta centímetro por centímetro.
- Porra... que delícia – eu murmurei, já sentindo as paredes da buceta se abrindo.
Lúcia riu baixinho, ajustando o ângulo pra bater bem no meu ponto G.
- Relaxa, vai. Deixa ela te foder direitinho.
Começou devagar, mas já era insano. Sem mãos, sem controle, só aquela pica grossa me invadindo ritmada, empurrando meu corpo contra a cama a cada estocada. Meu moletom subia pelas costas, bunda exposta, calcinha fio dental presa de lado. Eu sentia o lubrificante escorrendo pelas coxas, misturado com meu melzinho que já pingava no chão. Gemidos saíam baixos no começo:
- Ahhh... caralho... tá bom demais...
Lúcia aumentou um pouco, médio agora. A pica entrava mais forte, batendo fundo, cabeça inchada roçando meu grelinho por dentro a cada retirada. Meu corpo inteiro balançava. Eu apertava os lençóis da cama, unhas cravadas, bunda empinada pedindo mais.
- Mais forte, Lúcia... por favor... me fode com essa porra...
Ela riu, voz rouca de tesão.
- Tá gostando, safada? Olha como sua buceta engole tudo. Tá cremosa já.
E aumentou mais. O motor ronronou alto. A velocidade subiu e eu senti o primeiro orgasmo chegando rápido. A pica me arrombava sem piedade, estocadas secas, barulho molhado ecoando no quarto. Meu grelinho latejava, buceta contraindo em volta da silicone.
- Ai meu Deus... vou gozar... porraaa...
Gozei forte, corpo tremendo, buceta esguichando um pouco no chão. Senti o gozo quente escorrendo pela coxa. Mas ela não parou. Colocou no máximo.
- Agora aguenta, Ana. Isso é o que eu queria que você sentisse.
O motor virou um rugido. A pica entrava e saía como um pistão louco, batendo fundo, saindo quase toda e voltando com força. Meu corpo era empurrado contra a cama a cada estocada, peitos esmagados no colchão, bunda sacudindo. Eu gritava agora, sem vergonha.
- AHHHH PORRA! TÁ MUITO RÁPIDO! NÃO AGUENTO... AI QUE DELÍCIA DO CARALHO!
Lúcia ainda estava lá, ajoelhada do lado, mão na minha bunda, abrindo mais minha nádega pra ver a pica entrando.
- Olha esse cu piscando enquanto a buceta leva porrada. Tá linda assim, toda entregue.
Mas o celular dela tocou. O gerente do prédio. Ela xingou baixo.
- Merda, tenho que atender. Fica aí, volto já.
E ela saiu. Deixou a máquina no máximo. Eu nem consegui falar pra ela desligar. O controle estava longe, no chão do outro lado do quarto. Eu estava presa, de quatro, bunda pra cima, pica me fodendo sem parar.
- Porra, não... Lúciaaa... o discadorrrr! – gritei, mas a porta já fechou.
Cada estocada agora era brutal. A pica grossa me rasgava de prazer, batendo no fundo da buceta, roçando o grelinho interno sem parar. Eu arqueei as costas, cabeça baixa, bunda empinada, pernas tremendo. Gozei de novo em menos de um minuto, forte pra caralho. O corpo inteiro contraiu, buceta apertando a silicone, gozo jorrando no chão, fazendo barulho molhado.
- AHHHHHHH FODEEEE! TÔ GOZANDO DE NOVO! PORRA QUE DELÍCIA!
Mas não parava. A máquina continuava implacável. Estocadas rápidas, fundas, barulhentas. Meu cu piscava de tesão, buceta inchada, vermelha, cremosinha escorrendo até os joelhos. Eu mordia o lençol pra abafar os gritos, mãos apertando o tecido até os dedos doerem.
- Não aguento mais... ai meu Deus... vai me matar de tanto gozar nessa rola gostosa... hmmmmmm porraaa!
Terceiro orgasmo veio logo depois. Eu tremia inteira, pernas se abrindo mais, bunda subindo e descendo involuntariamente, seguindo o ritmo da pica. Cabeça baixa, cabelo colado no rosto suado, baba escorrendo da boca porque eu não conseguia fechar. O chão embaixo de mim era uma poça de lubrificante, gozo e suor. Meu corpo se contraía todo a cada estocada, peitos balançando, mamilos duros roçando o lençol.
- Aiiiiii... tô morrendo... buceta tá pegando fogo... mais não... por favor... ahhhhhhh!
Quarto orgasmo. Eu já nem contava. O prazer virou dor gostosa, mistura louca. Eu gemia desesperada, voz rouca:
- Porra... Lúcia... volta logo... eu tô gozando sem parar... meu cu tá apertando... buceta tá destruída... hmmmmmm!
Cada empurrão me jogava contra a cama. A pica entrava até o talo, saía brilhando de creme, voltava estalando. Meu grelinho estava tão inchado que doía de tanto prazer. Eu sentia o orgasmo seguinte subindo já, corpo inteiro formigando. Arqueei pra baixo, bunda pra cima o máximo possível, entregando tudo.
- GOZEI DE NOVO! AHHHHHHHH PORRA QUE DELÍCIA DO CARALHO! TÔ GOZANDO TANTO!
Quinto. Sexto. Eu perdi a conta. Quinze minutos inteiros sozinha com aquela máquina no talo. Meu corpo era um trapo tremendo, pernas afastadas, bunda alta, cabeça baixa encostada no lençol molhado. Cada contração fazia meus músculos da barriga se apertarem, gozo novo escorrendo, pingando no chão. Eu mordia o colchão, unhas rasgando o lençol, gemendo sem parar, voz falhando:
- Não para... ai que porra... eu amo essa pica... me fode mais... não... para... eu vou desmaiar... hmmmmmm porraaaaa!
Quando Lúcia voltou, a cena era de filme pornô. Eu ali, de quatro, tremendo inteira, bunda pra cima, buceta vermelha e inchada engolindo a pica sem parar. O chão era uma bagunça de poças brancas e transparentes. Meu corpo se contraía a cada estocada, gemidos fracos saindo da garganta:
- Ahhh... Lúcia... por favor... desliga essa porra...
Ela parou na porta, olhos arregalados, depois riu alto, mas com carinho.
- Caralho, Ana... olha o estado dessa buceta. Tá toda cremosa, gozo escorrendo até o chão. Desculpa, o gerente me enrolou. Você gozou quantas vezes?
Ela correu, desligou o motor. A pica parou fundo dentro de mim. Eu soltei um gemido longo, aliviado e frustrado ao mesmo tempo.
- Uhhhhhh... tira devagar... tá sensível pra caralho...
Ela puxou a pica devagar. Saiu com um ploc molhado, coberta de meu creme branco, grosso. Minha buceta ficou aberta, piscando, gozo escorrendo sem parar. Eu fiquei na mesma posição, joelhos afastados, bunda empinada, cabeça baixa, tremendo, tentando recuperar o fôlego. Pernas moles, corpo suado, calcinha fio dental toda encharcada e torcida.
Lúcia se ajoelhou do lado, mão gentil na minha bunda, passando o dedo na borda da minha buceta aberta.
- Você tá linda assim, toda fodida e gozada. Desculpa mesmo ter te deixado sozinha. Mas confessa... foi bom pra porra, né?
Eu consegui levantar a cabeça um pouco, sorriso fraco, voz rouca de tanto gemer.
- Foi a melhor foda da minha vida... mas nunca mais me deixa sozinha com essa máquina no máximo. Eu quase morri de tanto gozar.
Ela riu, me ajudou a deitar de lado, limpando meu corpo com uma toalha úmida. A gente ficou ali no chão, eu tremendo ainda, buceta latejando, cu piscando de leve. O quarto cheirava a sexo, lubrificante e gozo. Lúcia passou a mão no meu cabelo, beijou minha testa.
- Da próxima vez eu fico o tempo todo. E quem sabe a gente chama um dos meninos pra ver você tomando porrada dessa pica. Imagina eles vendo essa buceta gulosa engolindo tudo.
Eu ri fraco, ainda com o corpo mole.
- Safada... mas agora me deixa recuperar. Minha buceta tá destruída... e eu adorei cada segundo.
A gente ficou ali um tempão, eu deitada no lençol molhado, pernas abertas, sentindo o ar fresco na buceta inchada. Cada contração residual me fazia gemer baixinho. Lúcia não parava de olhar, fascinada com o estrago que a máquina tinha feito. E eu, no fundo, já pensava na próxima vez. Porque agora eu sabia: aquela máquina de foder não era brinquedo. Era vício. E eu queria mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me acabando gostoso em uma máquina de foder!

Codigo do conto:
259742

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
18/04/2026

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