Naquela noite abafada de fim de semestre, Mariana, uma garota de 18 anos com o corpo ainda marcado pela adolescência recente, estava trancada no quarto dela, cercada de livros e cadernos abertos na mesa pequena de estudo. A prova final de biologia era amanhã e o peso de entrar numa faculdade boa de medicina parecia esmagar o peito dela como uma pedra. As lágrimas já escorriam quentes pelo rosto enquanto ela tentava decorar os nomes complicados de ossos e músculos, mas tudo se misturava na cabeça. O estresse tinha virado um nó na garganta, e ela começou a chorar baixinho, fungando, o corpo tremendo de cansaço e medo. Do outro lado da parede fina, o pai dela, Carlos, um homem de 42 anos ainda forte do trabalho manual que fazia, ouviu os soluços. Ele largou a cerveja na sala e foi até o quarto da filha sem pensar duas vezes. Abriu a porta devagar e viu ela ali, curvada sobre a mesa, os ombros sacudindo. - Filha, o que tá acontecendo? Vem cá, me conta. Mariana ergueu o rosto molhado, os olhos vermelhos, e se jogou nos braços dele quando Carlos sentou na beira da cama. Ele a puxou pro colo, abraçando forte, as mãos grandes acariciando as costas dela por cima da camiseta fina de algodão que mal cobria a calcinha. - Pai, eu tô morrendo de medo... tudo parece impossível. Eu vou reprovar, não vou conseguir entrar na medicina, a pressão tá me matando. - Calma, minha filha. Eu tô aqui. Respira fundo. Vai dar tudo certo, eu prometo. Você é inteligente pra caralho e eu te apoio no que for. As mãos dele continuavam o carinho, descendo devagar pela coluna, sentindo a pele quente por baixo da camiseta. Mariana se agarrou mais, o rosto enterrado no peito dele, o cheiro familiar de homem e sabonete misturado com suor do dia. Nem ela soube direito como começou, mas de repente os lábios dele roçaram a testa dela, depois a bochecha, e o beijo veio suave, quase inocente, só um toque quente e demorado. - Pai... - sussurrou ela, mas não afastou. O beijo ficou mais fundo, línguas se tocando devagar no começo, depois com fome. Mariana subiu no colo dele de vez, as pernas abertas em volta da cintura forte, a bucetinha já latejando por baixo da calcinha fina. Carlos gemeu baixo contra a boca dela, as mãos descendo pra apertar a bunda redonda e firme da filha. - Porra, filha... você tá tão quentinha. Eles caíram na cama juntos, roupas saindo devagar no começo. A camiseta dela voou, os seios pequenos e empinados apareceram, mamilos rosados já duros. Carlos lambeu um, chupou o outro com vontade, enquanto os dedos dele deslizavam pra dentro da calcinha e encontravam a buceta molhada, inchada, o grelinho pulsando. - Aaaahhh... pai... isso... toca no meu grelinho assim... - gemeu Mariana, rebolando contra a mão dele. Ele tirou a calça dela de vez, a calcinha encharcada grudada nas coxas. A pica dele já estava dura pra caralho dentro da cueca, latejando. Mariana abriu as pernas, mostrando a bucetinha lisinha, rosada, brilhando de tesão. Carlos se livrou da roupa toda, a pica grossa, veiada, cabeça inchada apontando pra cima, um fio de pré-gozo escorrendo. - Olha o que você fez com o pau do seu pai, filha. Tá latejando pra te comer. Ele se encaixou entre as pernas dela, a cabeça da pica roçando a entrada molhada da buceta. Entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas engolirem ele. - Aiiii papai... sua pica tá tão grossa... tá enchendo toda a minha buceta... - sussurrou ela, tremendo inteira. Carlos começou a meter lento, fundo, o pau deslizando com barulho molhado de suco e tesão. Mariana se agarrava nas costas dele, unhas cravando, gemendo baixinho no ouvido. - Tá bom assim, filha? Quer mais forte? - Quero... fode mais... me fode direitinho, pai... aaaahhh... Os movimentos foram ganhando ritmo, a cama rangendo, pele batendo contra pele. Ele metia mais fundo, a pica toda entrando e saindo, as bolas batendo na bundinha dela. Mariana rebolava embaixo, o grelinho roçando na barriga dele a cada estocada. - Porra, sua buceta tá piscando no meu pau... tá me apertando tanto... que delícia, filha. - Aaaahhh... eu tô gozando... pai... eu tô gozando na pica do meu pai... aaaaiiiiii! O corpo dela tremeu forte, a buceta esguichando um pouco de porra clara enquanto gozava, paredes apertando o pau dele como um punho. Carlos não aguentou, meteu fundo e gozou também, jorrando porra quente, grossa, enchendo a buceta da filha até transbordar, escorrendo pelas coxas. - Toma toda a porra do pai, filha... tá enchendo sua bucetinha... porraaa... Eles ficaram ali, ofegantes, pau ainda dentro, porra vazando devagar. Mariana beijava o pescoço dele, sentindo o calor da porra dentro dela, o pau amolecendo aos poucos mas ainda grosso. - Pai... eu sei que tá errado... mas eu nunca me senti tão próxima de você... não para agora, por favor. Carlos olhou pra ela, os olhos ainda cheios de tesão. A pica dele, mesmo depois de gozar, começou a endurecer de novo dentro da buceta melada. - Você quer mais, filha? Quer o pai te comer de novo? - Quero... mas agora... no meu cu... eu tô louca pra sentir você lá também. Ele puxou o pau devagar, a buceta dela soltando um ploc molhado, porra branca escorrendo. Virou ela de quatro na cama, a bundinha empinada, o cuzinho piscando, ainda virgem e apertado. Cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e no cu dela, esfregando o grelinho inchado com os dedos ao mesmo tempo. - Vai doer no começo, filha. Mas depois vai ser bom pra caralho. Relaxa o cu. - Eu sei... enfia devagar, pai... aaaahhh... A cabeça da pica forçou o anel apertado. Mariana gritou, o cu queimando de dor enquanto ele empurrava. - Aiiii porra... tá doendo... sua pica tá rasgando meu cu... aaaaiiii! Mas ele continuou, devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar como um torno. Quando a pica toda entrou, ele parou, dando tempo pra ela acostumar. Mariana respirava rápido, lágrimas nos olhos, mas o prazer já começava a misturar com a dor. - Tá dentro todo... pai... meu cu tá cheio da sua pica grossa... mexe devagar... Carlos começou a meter, estocadas curtas no começo, depois mais longas. O cu dela relaxou aos poucos, o barulho molhado de porra da buceta misturada com o cuspe fazendo ele deslizar melhor. Mariana começou a rebolar contra ele, o prazer tomando conta. - Aaaahhh... agora tá gostoso... fode meu cu, pai... mete fundo... aaaahhh que delícia... Ele acelerou, metendo forte, a pica entrando e saindo do cu apertado, as bolas batendo na buceta melada. Mariana gemia desesperada, a mão no grelinho esfregando rápido. - Eu tô gozando de novo... com esse pau gostoso no meu cu... aaaaiiii papai... eu tô gozando pelo cu com o pau do meu pai... aaaahhhh! O corpo dela convulsionou, o cu apertando o pau dele em espasmos, gozo escorrendo pela coxa. Carlos metia mais forte, o cu dela piscando, apertando. - Porra, filha... seu cu tá me ordenhando... eu vou gozar... - Não goza dentro... se você gozar no meu cu eu vou me cagar toda... aaaahhh por favor... eu vou me cagar... - gritou ela, mas o tom era de puro tesão, o corpo tremendo. Ele não parou. Metia fundo, a pica inchando dentro do cu. - Eu vou gozar sim, filha... toma toda a porra no seu cu apertado... porraaa! Jatos grossos de porra quente jorraram fundo no intestino dela, enchendo o cu até o limite. Mariana gritava, gozando de novo só com a sensação da porra queimando dentro. - Aaaaiiii... tá enchendo meu cu de porra... eu tô gozando... eu vou me cagar... aaaahhhh! Carlos gozou tudo, o pau pulsando, depois puxou devagar. Quando a cabeça saiu do cu dilatado, Mariana rebolou a bundinha empinada, gemendo alto. Um jato de porra misturado com merda saiu, escorrendo quente pelo cu aberto, sujando as coxas, a cama, o pau dele ainda latejando. - Olha... eu tô cagando... misturado com a porra do pai... aaaahhh que delícia... - Rebola mais, filha... mostra pro papai. Ela rebolava forte, o cu piscando, mais porra e merda saindo devagar, o cheiro forte de sexo e sujeira enchendo o quarto. Mariana tremia inteira, gozando de novo só com a sensação proibida, o corpo se acabando de prazer. - Pai... eu me caguei toda pro seu pau... mas foi tão bom... eu te amo tanto... Eles caíram na cama, sujos, suados, a porra e a merda misturadas nas pernas, mas o abraço ainda mais apertado. Mariana sentia o coração dele batendo contra o dela, mais perto do que nunca, mesmo sabendo que aquilo era errado pra caralho. Na manhã seguinte, no café, os olhares se desviavam, mas o corpo dela ainda latejava, lembrando cada estocada, cada jorro, cada gemido. O segredo agora era deles, quente, sujo e impossível de esquecer. O conto continua se desenrolando na cabeça dela o dia todo enquanto tenta estudar. Cada vez que ela fecha os olhos, volta a sensação da pica grossa abrindo a buceta, enchendo de porra quente, depois forçando o cu virgem, a dor virando prazer louco, o gozo dela explodindo enquanto gritava que ia se cagar. A porra jorrando fundo, o cu dilatado soltando tudo quando o pau saiu, ela rebolando, cagando misturado com sêmen, o prazer sujo e intenso que fez ela se sentir viva de um jeito que nenhuma prova de biologia jamais conseguiria. Eles repetiram mentalmente cada detalhe: o jeito que ele chupou o grelinho dela antes de meter, a língua dele lambendo a buceta molhada, os dedos abrindo o cu devagar. Mariana relembra o gosto da boca do pai, o suor no peito dele, o jeito que a pica pulsava dentro dela quando gozou. E o anal... porra, o anal foi o que mais marcou. A dor inicial queimando, o cu se abrindo contra a vontade, depois o prazer tomando conta, o pau batendo fundo, tocando lugares que ela nem sabia que existiam. O grito dela quando gozou com o pau no cu, a ameaça de se cagar só aumentando o tesão, e depois a realidade: o cu aberto cuspindo porra e merda enquanto ela rebolava, o corpo se entregando completamente. Carlos, na cozinha, também revivia tudo. A filha dele, tão nova, tão apertada, gemendo "pai" enquanto ele metia. A buceta piscando, a porra dele enchendo ela. Depois o cu, mais apertado ainda, o jeito que ela gritou de dor e depois de prazer. Ele não se arrependia. Na verdade, o pau dele ficava meio duro só de lembrar o momento em que puxou e ela cagou tudo, rebolando, suja e gozando. O dia seguiu assim, os dois evitando o olhar mas o corpo pedindo mais. À noite, talvez repetissem. Mariana já sabia: o estudo podia esperar. O que ela precisava agora era sentir o pai de novo, pica na buceta, pica no cu, porra jorrando, gemidos desesperados e o prazer sujo que os unia mais que qualquer abraço inocente. E assim o conto se estende, detalhe por detalhe, estocada por estocada, gemido por gemido. A buceta dela ainda latejando com a porra seca nas coxas, o cu dolorido mas satisfeito, o cheiro de sexo e merda ainda no ar do quarto. Mariana sorri sozinha, sabendo que o erro virou o maior prazer da vida dela. O pai dela, o conforto que virou foda bruta, o amor que virou sacanagem pesada. E o ciclo continua, intenso, chulo, sem limites, exatamente como ela precisava naquela noite de provas finais.
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