Meu pai e minha mãe me pegaram transando e o que aconteceu em seguida foi inesperado!

Eu morava ainda com meus pais naquela casa grande de dois andares, o tipo de lugar onde todo mundo fingia que era família perfeita mas todo mundo tinha seus segredos sujos. Eu tinha 22 anos, corpo de quem jogava vôlei desde adolescente, bundinha durinha, peitos firmes que balançavam quando eu pulava, e uma bucetinha depilada que vivia molhada só de pensar em sacanagem. Naquela tarde de sábado o sol entrava forte pela janela do meu quarto e eu tinha convidado o João pra gente transar enquanto meus pais supostamente estavam no supermercado. Eu vesti de propósito aquela blusa polo branca justa que marcava meus mamilos e a saia curta de tênis, daquelas que mal cobriam metade da bunda. Eu usava ela exatamente pra isso, pra que eles pudessem me ver me tocando se chegassem de surpresa. Minha calcinha preta já estava jogada no chão antes mesmo do João tirar a roupa.
Ele estava deitado na minha cama, pau duro pra cima, grosso, veioso, a cabeça roxa brilhando de tanto tesão. Eu subi em cima dele devagar, segurei aquela pica quente com uma mão e fui descendo, sentindo cada centímetro abrindo minha buceta molhada. - Aaaahhh porra, que pica grossa, me enche toda, João... - gemi baixinho, mordendo o lábio enquanto começava a pular. Meus quadris subiam e desciam com força, a saia curta subindo até a cintura, minha buceta engolindo ele inteiro, fazendo aquele barulho molhado de tapa tapa tapa que enchia o quarto. Eu esfregava meu grelinho inchado na base do pau dele a cada descida, sentindo o prazer subir como uma onda quente.
- Caralho, Danni, sua buceta tá piscando, tá me apertando pra caralho... - ele gemeu, mãos apertando minha bunda, dedos abrindo minhas nádegas pra ver meu cu piscando enquanto eu cavalgava. Eu me inclinei pra frente, blusa polo ainda no corpo, peitos quase saindo do decote, e comecei a pular mais rápido, desesperada. O suor escorria entre meus seios, minha buceta babava toda na pica dele, escorrendo pelas bolas. Eu sentia o orgasmo chegando, aquele calor subindo pela barriga, o grelinho latejando, minha buceta contraindo. Eu fechei os olhos por um segundo, pulando mais forte, esfregando o clitóris com dois dedos enquanto a outra mão apertava meu peito por cima da blusa.
Foi aí que a porta do quarto abriu de uma vez. Meus pais entraram, meu pai na frente com a chave na mão, minha mãe logo atrás carregando uma sacola. Nossos olhares se cruzaram no exato momento em que eu não consegui mais segurar. Eu tentei parar, juro que tentei, mas meu corpo traiu. Meu orgasmo explodiu forte, minha buceta apertou a pica do João como um punho, e eu olhei direto pra eles, olhos vidrados, boca aberta. - Não... PORRA... SIMMMM!!! - gritei, gemendo alto pra caralho enquanto continuava pulando, esfregando meu grelinho inchado com força, sentindo jatos quentes de prazer saindo da minha buceta e molhando as bolas dele. Minha saia curta estava toda enrolada na cintura, bunda inteira à mostra, calcinha no chão, blusa polo levantada mostrando a barriga suada.
Eles pararam na porta, mas não saíram. Meu pai ergueu uma sobrancelha, minha mãe cobriu a boca mas os olhos dela brilhavam. Os dois riram baixinho, como se tivessem pegado a filha no flagra mas achado graça. Eu ainda estava gozando, corpo tremendo, buceta contraindo no pau do João, gemendo baixinho - Aaaahhh... porra... não para... - enquanto ele segurava minha cintura pra eu não cair. Meu pai fechou a porta atrás deles devagar e cruzou os braços. - Acabou? - perguntou ele, voz calma mas com um sorriso safado no canto da boca. Minha mãe riu mais alto, olhando pra minha buceta ainda engolida no pau do João.
Eu levantei devagar, pernas fracas, a pica do João saindo da minha buceta com um ploc molhado, porra misturada com meus cremes escorrendo pela coxa. Fiquei ali de pé, saia curta ainda levantada, blusa polo bagunçada, peitos quase pra fora. Eles ficaram olhando, sorrindo, sem pressa. Meu pai sentou na beira da cama, me puxou pelo braço e me fez sentar no colo dele como se eu tivesse dez anos. - Filha, a gente veio mais cedo do supermercado e... caralho, que cena foi essa, sua danadinha? - ele disse, mas rindo, mão descansando na minha coxa nua. Depois brincou, apertando minha bunda por baixo da saia: - A bola de vôlei tá funcionando, haha. Essa bundinha tá durinha pra caralho, igual da sua mãe na época do time.
Minha mãe sentou do lado dele na cama, encostando o ombro no dele, e provocou: - Você tá elogiando a bunda da nossa filha agora? Olha o tamanho da ereção que você tá com só de ver ela pulando. Meu pai riu e passou o braço pela cintura dela: - Quer ser a próxima, amor? Essa bucetinha da Danni tá toda melada, mas a sua ainda é a melhor. Ela deu um tapa de brincadeira no peito dele: - Isso é super inapropriado, seu safado. A gente tá aqui pra dar bronca, não pra...
Ela se levantou pra sair, mas meu pai a puxou de volta de brincadeira, segurando o cós da calça jeans dela. Minha mãe perdeu o equilíbrio e caiu sentada bem no colo dele. O pau dele, já duro pra caralho por causa de tudo que viu, ficou preso entre as coxas dela, apertado contra a calça jeans. Ela mexeu a bunda devagar, só pra provocar, rebolando uma vez, duas, sentindo a pica latejando ali. - Para com isso, vai... - ela riu, mas a voz saiu rouca. Depois se levantou rápido, mas meu pai ainda segurava a calça. Num puxão forte ele abaixou a calça jeans dela até os joelhos. A calcinha fio-dental preta dela ficou totalmente na cara dele, bunda grande, redonda, durinha de quem também jogava vôlei, toda exposta. Meu pai gemeu e enfiou a mão dentro da própria calça, começando a se masturbar devagar, olhando pra bunda da minha mãe.
Os dois riram juntos, um riso nervoso mas cheio de tesão. Minha mãe tentou subir a calça, pulando de um lado pro outro, bunda balançando, calcinha quase saindo do lugar. - Seu idiota, me ajuda aqui! - ela disse rindo, mas meu pai só olhava, pau na mão, batendo punheta mais rápido. Enquanto isso ele me agarrou de novo, me puxou pra perto, tirou minha blusa polo com um movimento rápido, deixando meus peitos nus balançando. Ele me virou de costas, me curvou sobre a cama e enfiou a pica dele de uma vez na minha buceta ainda molhada do gozo anterior.
- Toma essa pica, filha safada... olha sua mãe pulando com a bunda de fora, caralho... - ele rosnou, metendo forte por trás.
Eu gemi desesperada, corpo inteiro tremendo:
- Aaaahhh papai... fode minha buceta... me fode bem fundo... porra, que pica grossa... - Ele segurava minha cintura, metendo com força, bolas batendo no meu grelinho, pau entrando e saindo rápido, fazendo minha buceta fazer barulho alto de tão molhada. Minha mãe ainda lutava com a calça jeans, pulando, bunda balançando na cara dele, calcinha escorregando um pouco pro lado e mostrando o cu dela. Ele olhava pra ela enquanto me fodia, mão livre apertando minha bunda, dedo roçando meu cu piscando. - Olha que bunda linda da sua mãe... igual a sua, filha... aperta essa buceta no pau do papai...
- Ai caralho... papai... me enche... fode mais forte... - eu gritava, gemendo alto, sem vergonha nenhuma, empinando a bunda pra ele meter mais fundo. João ainda estava sentado na cama, pau duro na mão, olhando tudo sem acreditar. Minha mãe finalmente conseguiu subir a calça até a metade, mas parou, ofegante, olhando pra gente. Meu pai acelerou as estocadas, mão descendo pra esfregar meu grelinho inchado enquanto metia. - Goza na pica do papai, filha... mostra pra sua mãe como você goza gostoso... - Eu explodi de novo, buceta apertando ele, gemendo - SIMMM... PORRA... GOZEI... Aaaahhh papai... me enche de porra...
Ele não aguentou. Com um grunhido baixo meteu até o fundo e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele ainda mexia devagar, espremendo até a última gota. Minha mãe ficou olhando, bochechas vermelhas, calça jeans meio abaixada ainda, e riu baixinho: - Vocês dois são impossíveis... mas caralho, que cena. Meu pai saiu de dentro de mim devagar, pau brilhando de porra e meus cremes, e me deu um tapinha na bunda: - Próxima vez a gente faz junto, hein filha? Sua mãe ainda tá devendo uma provocação daquelas.
Eu fiquei ali, pernas tremendo, buceta latejando, porra escorrendo, blusa no chão, saia curta toda bagunçada, olhando pros meus pais que riam e se arrumavam como se nada tivesse acontecido. O quarto cheirava a sexo, suor e tesão puro. E eu sabia que aquela não ia ser a última vez. Naquela casa, as regras tinham mudado pra sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu pai e minha mãe me pegaram transando e o que aconteceu em seguida foi inesperado!

Codigo do conto:
259774

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/04/2026

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